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Divulgadas espécies em risco de extinção na Baía de Guanabara (RJ)

Reprodução/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Reprodução/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Um importante estudo vem sendo realizado desde 2008 pela Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim e a Estação Ecológica da Guanabara, unidades de conservação (UCs) administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por meio do monitoramento das regiões mais preservadas da Baía de Guanabara (RJ). A ação vem revelando a extrema importância da conservação ambiental deste pedaço da baía, ainda desconhecido por muitos.

Os estudos revelaram a existência de 242 espécies de aves, 167 de peixes (sendo 81 marinhos e 86 fluviais), 34 de répteis e 32 de mamíferos, que habitam o mangue, as florestas alagadas, os rios e o mar fundo da Baía de Guanabara. Dentre as espécies consideradas em risco de extinção, uma merece destaque: o boto-cinza, com apenas pouco mais de 30 animais restantes. Também ganham destaque o gato mourisco (espécie de felino de pequeno porte) e a lontra.

Uma área já bem despoluída revelou-se de grande importância ecológica tanto pela qualidade dos rios como pela biodiversidade existente. Este pedaço cada vez mais despoluído, já é chamado de Arca de Noé, pois também conta com a existência de diversas espécies de peixes e répteis, além de uma enorme diversidade de aves como o pato-do-mato, a biguatinga e outras espécies migratórias do hemisfério norte, tais como trinta-reis-de-bando e trinta-reis-real.

Além disso, estima-se que mais de 2 mil famílias vivam da pesca de peixes e crustáceos considerados de alto valor comercial que encontram-se nas águas da região, como tainhas, corvinas, robalos, camarão, siri e caranguejo.

Fonte: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

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Instituto Chico Mendes resgata 43 quelônios no Pará e trio é detido por crime ambiental

Foto: ICMBio em Santarém/Divulgação
Foto: ICMBio em Santarém/Divulgação

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) resgatou na madrugada do último sábado sábado (29), 43 quelônios da espécie tartaruga da Amazônia em uma embarcação próximo a Praia do Carapanari, em Santarém, oeste do Pará. Três pessoas que eram responsáveis pelo transporte dos animais foram detidas pela Polícia Federal e multadas em R$ 215 mil pelo crime ambiental.

De acordo com o chefe da Resex Tapajós-Arapiuns, Maurício Santamaria, a equipe do ICMBio recebeu a denúncia de venda dos animais na tarde de sexta-feira (28) e seguiu ao encontro da embarcação.  “Ao realizar vistoria na embarcação, constatamos a existência  de 43 quelônios. Os animais estavam sob maus-tratos , a maioria dentro de um freezer extremamente apertado e coberto por lona e alguns num tipo de transporte comum que utilizam  que é debaixo das estivas, misturado com um pouco de óleo e aquela água suja. Numa condição muito precária’, explicou.

Os responsáveis pelos animais deverão responder pelo crime ambiental.  “Eles vão receber dois processos: um processo administrativo que tramita aqui dentro do ICMbio.  Esse processo previu a apreensão dos animais e multa de 5 mil reais por animal o que totaliza 215 mil reais e nesse momento foi lavrado flagrante junto a PF”, informou Santamaria.

Fonte: G1

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Empresas se unem a Instituto em projeto de proteção à onças-pardas

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente, assinaram um protocolo de intenção com a cooperação da FMC Agricultural Solutions, multinacional agroquímica e líder no fornecimento de cana, do projeto de proteção e conscientização às onças nos canaviais. Boas práticas agrícolas – redução do fogo e à manutenção e recomposição de matas – contribuíram para o aparecimento de onças nos canaviais favorecendo seu deslocamento, reprodução e até mesmo, sua alimentação da fauna local.

Diante desse cenário, o projeto visa contribuir com o processo de renovação populacional da espécie e permitir que eles cumpram seu papel no ecossistema, como predadores de topo da cadeia alimentar da região. Essa ação beneficiará indiretamente os produtores de cana-de-açúcar, uma vez que a onça-parda se alimenta de espécies que vivem e se alimentam da cana.

O diretor de Marketing da FMC, Marcio Farah, ressalta a importância do apoio a esse projeto. “Estamos engajados nessa iniciativa de recuperação desses animais que equilibram o ecossistema, além de orientar produtores de cana dos cuidados com onça-parda, também viabilizará a reintegração do animal em seu habitat. Mais uma vez, apoiamos um projeto da Unica, pois conseguimos ver os resultados, por meio de boas práticas sustentáveis”.

“Esta pode ser uma oportunidade para ampliarmos o impacto destas ações e, com o apoio do ICMBio, aperfeiçoarmos o que já vem sendo feito,” explica a analista ambiental da UNICA, Beatriz Secaf. A analista da ICMBio, Marcia Rodrigues também fala sobre o projeto. “O envolvimento do setor sucroenergético, que já vem contribuindo para a recuperação da fauna no estado, é essencial em iniciativas como essa para a conservação da biodiversidade por meio da adoção de melhores práticas”, declara.

Projeto
Durante dois anos, o acordo vai viabilizar três eixos de atuação: a capacitação de técnicos das empresas associadas à UNICA por meio de workshops; a elaboração de um manual de procedimentos; e apoio à construção de um centro para reabilitação de animais para que sejam posteriormente reintegrados à natureza e monitorados via satélite. Três filhotes de onça-parda, dois machos e uma fêmea, estão sob cuidados de técnicos do ICMBio para serem devolvidos à natureza, em breve. Serão elaborados materiais informativos e vão equipar funcionários de usinas paulistas de processamento de cana para enfrentar situações de encontrar onças nos canaviais.

Fonte: Jornal Dia Dia

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Reserva faz campanha para evitar atropelamento de animais

Servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Reserva Biológica (Rebio) de Sooretama, no Espírito Santo, querem acabar com os atropelamentos e mortes de animais silvestres no trecho da BR-101 norte, que corta o local. Segundo os servidores, são 5 km de estrada asfaltada bem no meio da Rebio, com grande movimento de carros e caminhões. A média é de dois a três animais mortos por dia. Na tentativa de solucionar o problema, eles buscam apoio do Ministério Público.

No ano passado, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) já limitou a velocidade no trecho em 60 km/h e instalou placas e faixas contínuas nos 5 km da BR. Outra medida foi adotada este mês, com a instalação de tachões no mesmo percurso.

Ao longo dos anos foram desenvolvidas várias ações para reduzir o impacto do trânsito de veículos sobre a unidade, como campanhas educativas e fiscalização. No entanto, dizem os servidores da reserva, as medidas têm se mostrado ineficazes.

A equipe gestora da unidade está propondo novas medidas, como a implantação de sonorizadores, redutores de velocidade (lombadas eletrônicas) e a readequação de passagens subterrâneas existentes para circulação da fauna.

Os servidores também querem a implantação de portais nas entradas da unidade de conservação, placas informativas, intensificação das campanhas, implantação de um programa continuado de monitoramento da fauna atropelada e estruturação de um centro de atividade vídeo educativo.

Fonte: Terra

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Especialistas confirmam ararinha-azul como extinta na natureza

Foto: Reprodução/EcoAgência

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do Instituto Chico Mendes, acaba de concluir a primeira oficina de avaliação do estado de conservação das aves brasileiras. Durante cinco dias, 19 especialistas de diversas instituições avaliaram espécies da Caatinga e algumas de distribuição mais ampla.

No total, foram analisados 103 tipos diferentes de aves, sendo 98 em nível de espécie e cinco em nível de subespécie. Uma – a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) – foi considerada extinta na natureza, duas criticamente em perigo, nove em perigo, cinco vulneráveis, sete quase ameaçados, nove com dados insuficientes e 70 em situação menos preocupante.

Ao final, os participantes dividiram-se em quatro grupos para atualizar as fichas das espécies e submeter os artigos à publicação na Revista da Biodiversidade Brasileira do ICMBio. As fichas estarão disponíveis em breve no site do ICMBio na internet.

A avaliação ainda será analisada por um especialista em categorias e critérios da União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Para este ano, estão previstas novas oficinas para avaliar as espécies dos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal.

A meta do Cemave é realizar até 2014 a avaliação do estado de conservação de todas as aves brasileiras. Segundo dados do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO), são mais de 1.800 espécies.

Oficina

A primeira oficina foi realizada em João Pessoa (PB), onde fica a sede do Centro Nacional de Aves Silvestres. Durante os trabalhos, os participantes constataram que, embora existam informações relacionadas à extensão de ocorrência ou área de ocupação das espécies, ainda são poucos os dados sobre as populações. Esses dados são considerados essenciais para a avaliação do risco de extinção.

Os especialistas perceberam também que é preciso ampliar as pesquisas de avaliação do estado de conservação das aves que respondam aos critérios da IUCN. Eles prometeram dar mais atenção a isso nas suas pesquisas futuras.

Apesar das alterações climáticas não terem sido incluídas no processo de avaliação das espécies, os participantes ressaltaram que é importante considerar essa possibilidade, sendo que mais estudos devem ser realizados para atestar a influência do aquecimento global na probabilidade de extinção dos táxons.

A oficina foi coordenada pelo Cemave, com apoio da Coordenação de Avaliação do Estado de Conservação da Biodiversidade (Coabio), da Diretoria de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes. As espécies foram avaliadas de acordo com as categorias e critérios da IUCN. Como material de trabalho, utilizou-se a ficha de cada espécie e mapas de pontos de distribuição e polígonos.

As análises foram realizadas em nível de espécie, seguindo-se a nomenclatura do CBRO de 2011. Nos casos em que uma subespécie ou população se encontrava com ameaças diferenciadas, declínio populacional, extensão de ocorrência ou área de ocupação muito restritas, optou-se pela avaliação da subespécie ou população.

A avaliação do estado de conservação das espécies é constituída por várias etapas, incluindo a compilação de dados na ficha das espécies, a elaboração de mapas a partir de registros existentes na literatura, a disponibilização para consulta pública e a realização de oficinas para avaliação do estado de conservação.

Fonte: EcoAgência

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Incêndio no banhado do Jiribatú (RS) atinge fauna local

Foto: Reprodução/EPTV

Um incêndio, ocorrido no banhado do Jiribatú, no Sul da Lagoa Mangueira, a 70 quilômetros da Estação Ecológica (Esec) do Taim (RS), afetou o extrato superior do território (juncos e palhas), além de prejudicar a fauna, que vem se concentrando na região por causa da forte estiagem no Estado.

“Além da grande presença da avifauna, esse ambiente abriga muitos anfíbios e répteis, alguns ameaçados de extinção”, destaca o chefe da Esec, Henrique Horn Ilha. Segundo ele, o desastre ambiental só não foi maior devido o rápido atendimento por parte do Instituto Chico Mendes e por uma abençoada chuva.

O banhado do Jiribatú possui um ecossistema parecido com o do Taim (unidade de conservação –UC- gerida pelo ICMBio). As labaredas avançaram na direção do balneário Hermenegildo e pararam em um açude utilizado para irrigação do cultivo de arroz. Na direção Norte, as chamas avançaram um trecho de cerca de 6 quilômetros, que foi combatido pela equipe da Esec.

Fonte: EPTV

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Ibama apreende 54 quelônios em Itaituba, PA

Numa operação coordenada pelo Ibama, com apoio do Instituto Chico Mendes e do Destacamento Ambiental da Polícia Militar, foram apreendidas 54 tartarugas que eram mantidas em cativeiro na vila de Barreiras, município de Itaituba, oeste do Pará. Os animais, todos adultos, eram comercializados na própria vila e até noutras cidades da região.

Barreiras é um povoado de pescadores, distante cerca de uma hora e meia de Itaituba, no rio Tapajós. Lá é comum a captura de quelônios para a alimentação das famílias, porém, nos últimos meses o Ibama e o Instituto Chico Mendes vinham recebendo denúncias de que alguns moradores estavam mantendo tartarugas em cativeiro para comercialização.

As tartarugas foram apreendidas em doze residências fiscalizadas. “Confirmamos ainda que dezenas de tartarugas estavam sendo estocadas para serem comercializadas durante um festival cultural que acontece na vila de Barreiras todos os anos. Essa operação foi apenas um alerta. Não queremos comprometer o evento da vila, mas é preciso que o comportamento seja focado no respeito ao meio ambiente”, alertou Davi Rocha Paiva, chefe do escritório do Ibama de Itaituba.

Para cada animal capturado vivo, são R$ 5 mil de multa. Para cada casco, considerando que ele confirma o abate, a lei prevê multa de R$ 500.

Fonte: Diário do Pará

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Ministério Público recomenda melhor fiscalização na reserva do Tinguá no RJ

O Ministério Público Federal (MPF) fez uma recomendação oficial ao Instituto Chico Mendes cobrando uma fiscalização mais efetiva na Reserva Biológica Federal do Tinguá, de 26 mil hectares na Baixada Fluminense. O instituto tem até o próximo sábado (7) para informar se acatará a recomendação.

O procurador da República, Renato de Freitas Souza Machado, recomenda também um cronograma emergencial de fiscalização da reserva, bem como uma análise das obras que afetam a unidade. Caso o instituto não aceite a recomendação, poderá responder por um processo administrativo ou judicial.

Josimárcio Campos de Azevedo, responsável pela unidade de conservação em Tinguá, preferiu não gravar entrevista e limitou-se a dizer que todas as recomendações serão acatadas e que existem parcerias com a Polícia Federal e Florestal que já trabalham para melhorar a fiscalização e o combate aos caçadores de animais silvestres na reserva.

Há sete anos o MPF cobra demarcação do local pelo instituto. No ano passado, obteve uma ordem judicial por intermédio de ação pública. De acordo com nota divulgada pelo MPF, a reserva não recebe compensações por obras feitas desde 2001.

A unidade de conservação do Tinguá sofre com a constante ameaça dos caçadores, que matam animais para obter carnes exóticas ou para exportação. Em 2005, o ambientalista Dionísio Júlio Ribeiro foi morto na entrada da Reserva do Tinguá, quando lutava contra o tráfico e a caça de animais silvestres.

Fonte: DCI

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Órgãos assinam termo para preservar e recuperar espécies da fauna brasileira

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal brasileiro responsável pela atualização das Listas Nacionais Oficiais das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção e a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), instituição internacional de referência nas metodologias para avaliação e conservação de espécies conhecidas do planeta, firmam hoje, às 15h30, em Brasília, um termo de reciprocidade com o objetivo de facilitar as atividades colaborativas para avaliação, conservação e recuperação das espécies ameaçadas de extinção.

A assinatura será durante a 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, promovida pelo Centro do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que acontece até 3 de agosto na Capital federal. Delegações de mais de 180 países participantes deliberam sobre as novas candidaturas para inscrição na Lista do Patrimônio Mundial, além de analisar o estado de conservação e/ou de risco dos que já são declarados Patrimônio da Humanidade.

Na opinião do coordenador de Espécies Ameaçadas da Diretoria de Conservação da Biodiversidade do ICMBio, Ugo Eichler Vercillo, a parceria entre essas duas instituições servirá para que o Chico Mendes aprimore sua equipe técnica, sobretudo ao passar a utilizar o sistema da IUCN para gerar os dados para a atualização da Lista Brasileira, agregando excelência à instituição federal neste processo. Por outro lado, segundo ele, a IUCN também se beneficia por atualizar o seu rol global de espécies com a lista das espécies brasileiras ameaçadas de extinção (que será produzida pelo Instituto Chico Mendes).

Foto: ICMBio

Fonte: EPTV

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Sessenta pássaros são apreendidos no RJ

A fiscalização do parque Estadual dos Três Picos, no interior do Estado do Rio de Janeiro, apreendeu esta semana 60 pássaros, inclusive de espécies em risco de extinção, além de três armas e munições, em duas residências na favela da Manteiga e no bairro Pedra do Colégio, em Cachoeiras de Macacu.

Entre os pássaros que foram apreendidos estão chanchões, curiós, trinca-ferros, canário-da-terra, tico-tico, sabiás-uma, sabiá-poça, sabiá-laranjeira e coleiros. Na favela da Manteiga foram apreendidas três espingardas, duas de calibre 28 e uma de calibre 32.

Depois de atendidos por um veterinário, 21 pássaros foram soltos em área protegida do entorno do parque e o restante encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Chico Mendes.

Desde o início do ano, a fiscalização do parque já apreendeu 240 pássaros, 15 armas de fogo e 20 trabucos (arma de fogo artesanal utilizada por caçadores). O Parque Estadual dos Três Picos é a maior unidade de proteção integral estadual do estado, com 58,7 mil hectares, e abrange áreas dos municípios de Cachoeiras de Macacu, Teresópolis, Nova Friburgo, Silva Jardim e Guapimirim.

Fonte: R7

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Baleia cachalote é encontrada morta na Praia Grande, em Torres, RS

Uma baleia da espécie cachalote foi encontrada morta na beira da Praia Grande, em Torres, na manhã da última quarta-feira. Em avançado estado de decomposição, o animal de mais de 17 metros de comprimento e cerca de 20 toneladas foi enterrado próximo às dunas da praia, entre as guaritas cinco e seis.

Coordenado pelo chefe da unidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade em Torres, Ney Cantarutti Junior, o trabalho chamou a atenção de veranistas, que reclamaram do mau cheiro. Para remover o mamífero, um macho adulto, foram necessárias quatro máquinas de grande porte.

Segundo Cantarutti, o animal não apresentava marcas de ferimentos, e é provável que tenha sido vítima de morte natural.

Fonte: Zero Hora

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Censo aéreo tenta mapear peixe-boi

Foto: Reprodução/EPTV
Foto: Reprodução/EPTV

Até a próxima quinta-feira, sobrevoos de rastreamento, guiados por GPS, serão realizados por toda a costa litorânea dos Estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba. A razão: traçar o mapa da distribuição dos peixes-boi marinhos pelo Nordeste, na derradeira tentativa de preservar a espécie (hoje uma das mais ameaçadas de extinção no País).

A iniciativa, que teve seu início ontem, é do Projeto Peixe-Boi (PPB), executado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA/ICMBio), unidade especializada do Instituto Chico Mendes em cogestão com a Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA) e com patrocínio oficial da Petrobrás.

O último mapa de distribuição desses animais foi publicado em 1997, baseado em entrevistas com pescadores. Agora os pesquisadores do PPB e da Universidade Federal de Pernambuco farão voos ‘baixos e lentos’, a bordo de um monomotor modelo Cessna 172 A. Será uma atividade minuciosa de observação, para ver onde os peixes-boi marinhos estão distribuídos atualmente.

De acordo com o coordenador do Projeto Peixe-Boi, João Carlos Borges, já há indicativos da presença desses animais em áreas onde eles não eram encontrados, como a cidade de Olinda (PE).

Há ainda muitas alterações já verificadas nos habitats desses animais. “Estudos com uso dessa metodologia permitem um melhor acompanhamento das populações, possibilitando avaliar se esta está se mantendo, crescendo ou mesmo diminuindo. Neste último caso, poderemos traçar ações específicas para favorecer a conservação da espécie”, afirmou Borges.

Fonte: EPTV

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