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Instituto Biota resgata mais de 500 animais em apenas dois meses

Foto: TripAdvisor

Dados divulgados pelo Instituto Biota, que atua pela conservação de tartarugas e outras espécies marinhas e seu habitat, expõem números alarmantes de ocorrências envolvendo animais marinhos no litoral do estado de Alagoas. segundo um balanço divulgado na última quarta-feira (01), cerca de 550 animais foram registrado por equipes do projeto apenas este ano.

Bruna Teixeira, coordenadora do Biota, afirma que o levantamento inclui encontros com animais debilitados e saudáveis. Ela alerta que, lamentavelmente, casos fatais, principalmente envolvendo tartarugas marinhas, são os mais comuns. “As tartarugas são as mais prejudicadas com a pesca. O animal se prende nas redes e morre em seguida. No entanto, também registramos o óbito de alguns mamíferos por causas naturais, a exemplo de mordida de tubarão”

Outros fatores que influenciam no aumento de mortandade de espécies marinhas são a poluição e choques com embarcações. Ela informa que equipes do Instituto Biota podem ser acionadas através do telefone: (82) 99115-2944.

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Morre golfinho resgatado após encalhar na Lagoa do Pau (AL)

Morreu o golfinho que foi resgatado após encalhar na Lagoa do Pau, em Coruripe, Alagoas. Ele havia sido levado para receber atendimento veterinário por uma equipe do Instituto Biota de Conservação, que promoveu o salvamento do animal ferido.

Golfinho foi resgatado em estado grave após encalhe (Foto: Arquivo pessoal / Biota)

“Será realizada uma necropsia para tentar determinar a causa da morte e possibilitar mais estudos sobre a espécie. Agradecemos imensamente a dedicação de todos os profissionais envolvidos, desde o resgate, e o grande apoio”, disse o diretor do Biota, Bruno Stefanis, ao G1.

Ele havia sido resgatado quando estava ferido após o encalhe. “Ele estava cheio de cicatrizes, apesar dos ferimentos não justificarem o encalhe. Porém, uma infestação parasitária na parte auditiva o deixou sem equilíbrio na água, o que pode ter feito com que ele viesse a encalhar”, contou Stéfanis.

O animal era um macho adulto da espécie golfinho-de-risso e tinha 2,45 metros de comprimento. Um exame de necropsia será feito para determina as causas da morte do animal.

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

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Golfinho encalhado em Coruripe (AL) segue em estado grave

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Foto: Biota / Cortesia

Após ser resgatado por uma equipe do Instituto Biota, o golfinho que encalhou na praia de Lagoa do Pau, em Coruripe, Alagoas, continua em estado grave. O vídeo acima, divulgado pelo Instituto, mostra os cuidados que o golfinho está recebendo para que se recupere totalmente e que possa, assim, ser devolvido ao mar. O animal é da espécie golfinho-de-risso, de 2,45 metros, e foi levado para a Lagoa do Pau para receber atendimento.

“Estava muito arranhado e cheio de cicatrizes. É um animal bem vivido e externamente não tinha nada que justifique o encalhe, mas o comportamento dele nos induz a pensar que ele pode ter uma infestação parasitária dentro da bula auditiva o que tira todo o equilíbrio do animal”, explicou o presidente do Instituto Biota, Bruno Stéfanis, em entrevista ao portal Alagoas 24horas.

O caso

O golfinho foi resgatado quando estava encalhado na praia de Lagoa do Pau, em Coruripe, Alagoas. O resgate durou até a madrugada de quinta-feira (04), mas, felizmente, o animal conseguiu ser levado por biólogos e veterinários para a sede do Instituto do Meio Ambiente (IMA), em Maceió, capital de Alagoas. Lá, o animal, que está bastante debilitado, está recebendo tratamento.

 

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Número de encalhe de tartarugas em Maceió (AL) cresce quase 300%, diz Instituto Biota

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As tartarugas marinhas deveriam viver mais de 100 anos, mas muitas não chegam nem a fase adulta. Segundo o Instituto Biota de Conservação, que trabalha com animais marinhos, essas mortes precoces estão relacionadas a doenças causadas pela poluição ou o emaranhamento em redes.

Entre julho e agosto deste ano, 31 tartarugas encalharam no litoral de Maceió, mais da metade só no último mês. No ano passado, nos mesmos dois meses, foram apenas 11 encalhes. Um aumento de quase 300%, de acordo com dados do Biota.

A maioria das tartarugas que encalham no litoral é da espécie tartaruga-verde. Entretanto, o Instituto registrou um aumento de encalhe de tartaruga-oliva. Entre julho e agosto foram nove dessa espécie, contra duas no mesmo período do ano passado.

“As olivas, por exemplo, costumam desovar no litoral de Sergipe. Elas usam nosso litoral como ponto de encontro e alimentação para depois migrarem para seus refúgios reprodutivos. Mas infelizmente esse ponto não é seguro”, afirma a integrante do Biota, Eliane Bernieri.

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Fonte: G1

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Biota desenvolve aplicativo para acelerar resgate de tartarugas no Alagoas

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O período da desova de tartarugas começa apenas em setembro, mas só nesta semana foram encontradas 5 animais no litoral alagoano: duas na praia de Jatiúca, duas em Cruz das Almas e uma na Barra de São Miguel. Apenas a tartaruga encontrada na Barra estava viva.
Somente neste ano, entre janeiro e julho, foram encontradas 50 tartarugas no litoral do estado. Segundo a veterinária Ana Cecília, é comum os animais chegarem muito machucados.

“Essa tartaruga, que é um filhote, chegou através de uma denúncia da Barra de São Miguel. Esse animal estava encalhado e chegou com laceração da nadadeira anterior direita. Assim que ele deu entrada, pôde-se constatar também pneumonia e iniciamos os tratamentos adequados.”

Ainda de acordo com a veterinária, a pneumonia da tartaruga foi causada por poluição. Esta é a principal causa de doenças aos animais, como pneumonia e viroses, e laceração de membros devido à plásticos e redes de pesca.

“A amputação não é o mais grave nesse caso, mas sim a pneumonia. O animal só pode voltar a natureza quando terminar o tratamento. Vale ressaltar que a poluição do meio ambiente é o que causa a não volta desse animal para a natureza e os óbitos também” explica a veterinária.

Ajuda na palma da mão
Com a chegada do período de desova, o Instituto Biota de Conservação desenvolveu um aplicativo para que a população possa ajudar no resgaste dos animais e fazer denúncias. O aplicativo foi criado para auxiliar no trabalho de monitoramento do instituto, além de agilizar a chegada até o animal.

“Uma vez que a pessoa consegue ter uma foto do animal, consegue dizer se ele está vivo ou morto, e manda para a gente, vamos ter a coordenada geográfica do local e saber exatamente onde aquele animal foi encontrado, agilizando nosso processo de armazenamento do banco de dados e também, se for o caso de um animal vivo, de chegar até ele mais rapidamente” conta Waltyane Bomfim, voluntária do instituto.

O período da desova é quando os animais ficam mais suscetíveis à interferências humanas, podendo se chocar com embarcações, redes de pesca e até se alimentar de lixo.

O aplicativo está nos ajustes finais e deve estar disponível em um mês. De acordo com a voluntária, inicialmente o aplicativo vai ser utilizado em um projeto realizado pelo instituto na costa dos corais.

“O projeto se chama Biota Mar, que também vai ser o nome do aplicativo. Ele vai começar a ser usado lá, então vai ter oficina de preparação com os pescadores, comerciantes, para a própria comunidade conseguir auxiliar nessa questão do monitoramento” explica Waltyane.

Fonte: G1

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Instituto Biota pede doações para manter tratamento de animais marinhos

Foto: Reprodução/ G1
Foto: Reprodução/ G1

A casa de primeiro andar é uma residência. Mas a laje serve de sede improvisada para o Instituto Biota de Conservação. A ONG existe há 4 anos e trabalha no resgate e na reabilitação de animais marinhos, sobretudo as tartarugas. Na instituição 15 voluntários se dedicam ao projeto.

Para essas estudantes, uma boa oportunidade de praticar as lições da sala de aula. “Estou apreendendo muito aqui no Biota e essa é a área que quero trabalhar no futuro”, relata a estudante de veterinária, Lívia Melo.

Mas o instituto precisa de doações, já que só consegue apoio das iniciativas pública e privada quando faz alguma campanha. No dia-a-dia, tudo é pago pelos voluntários: desde combustível e contas de luz até os materiais utilizados para manuseio e tratamento dos animais.

As tartarugas que estão na sede foram encontradas em praias de Maceió e Paripueirae estão com problemas sérios de saúde. A maior está cheia de tumores e com dificuldade para respirar. Os animais receberão alimento e medicação até que se recuperem e possam ser submetidos a uma cirurgia.

Os dois animais menores foram encontrados desnutridos e, provavelmente, engoliram plástico pensando que era alimento. O estado deles é grave porque pararam de comer sozinhos e dificilmente vão sobreviver. Mesmo assim, os voluntários não desistem e cuidam de cada uma sempre com a esperança de salvá-las.

Para isso, eles precisam de antibióticos, vitaminas, luvas e seringas. Tudo pago do próprio bolso. “Nós pagamos para trabalhar. Os associados do Biota pagam uma mensalidade que ajuda a pagar as coisas básicas. O problema é quando estamos com muitos animais. Como o dinheiro não é suficiente, pedimos ajuda a população para que os animais não morram na praia”, expõe o diretor executivo do Instituto Biota, Bruno Stéfanis.

Se você quiser ajudar, pode doar materiais e medicamentos. Basta ligar para o telefone: 9115-2944. Se preferir fazer a doação em dinheiro pode depositar na Conta 1948-4, da Caixa Econômica Federal, agência: 2047, operação: 003.

Fonte: G1

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Tartaruga é encontrada morta na praia de Jatiúca (AL)

Técnicos do Instituto Biota de Conservação estiveram no local (Foto: Instituto Biota/Cortesia)

Mais uma tartaruga foi encontrada morta nas praias alagoanas. Na noite deste sábado, dia 27, um réptil da espécie oliva foi encontrado por populares encalhado na praia de Jatiúca.

Segundo informações do Instituto Biota de Conservação, que esteve no local para avaliação do animal, a tartaruga era macho e media 90 centímetros de comprimento. A tartaruga oliva é a menor de todas as tartarugas marinhas.

O animal, ainda segundo o instituto, não apresentava nenhum ferimento e após necropsia não foi possível descobrir a causa da morte.

Os técnicos do Instituto Biota enterraram o corpo do animal na própria praia. Posteriormente a ossada do animal será recolhida para fins de estudo científico.

O Instituto Biota realiza – desde 2009 – o atendimento a encalhes de tartarugas marinhas e cetáceos (golfinhos e baleias), respondendo aos chamados da população.

As ligações devem ser feitas para a sede do Biota, através do telefone 3355-1336 e também através dos telefones 9115-2944, 8815-0444 e 9115-5516.

Fonte: Alagoas 24h

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Você é o Repórter

Mais uma tartaruga é encontrada morta em praia de Alagoas

Bruno Stefanis
bruno_stefanis@hotmail.com

Recebemos uma ligação informando que havia uma tartaruga na praia de Ponta Verde, em Maceió (AL).

Tartaruga é encontrada morta em praia de Maceió (AL). Foto: Instituto Biota

A equipe do Instituto Biota foi até o local e confirmou que se tratava de uma Tartaruga-verde (Chelonia mydas), fêmea com 102 cm de comprimento.
O animal não apresentava plásticos em seu estomago ou esôfago, nem sinais de traumas por pancadas nem emalhes de rede de pesca impossibilitando o diagnóstico da causa morte.

A tartaruga foi enterrada no local.

Mais informações:
(82) 9115-2944 / (82) 8804-2465 / (82) 9666-8407

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Mais uma tartaruga é encontrada morta em Maceió (AL)

(da Redação)

Foto: Divulgação/Instituto Biota

Mais uma tartaruga foi encontrada morta neste final de semana em Maceió (AL) e outras quatro foram registradas por telefonemas.  Uma viva foi transferida pelos Bombeiros para o Francês e as outras três mortas a equipe da Biota ao chegar no local os moradores/comerciantes já tinham enterrado.

O Instituto Biota recebe em média de 3 a 4 chamadas  semanais de encalhes de tartarugas marinhas só na capital durante o período de reprodução das espécies (setembro a março).

Cerca de 80% dos casos de encalhes de tartarugas marinhas são da espécie Tartaruga-verde (Chelonia mydas).

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Mais de cem ovos de tartaruga são recolhidos em local de risco

(da Redação)

Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira, 28 de janeiro, por volta das 14h, o Instituto Biota recebeu a ligação de um cidadão avisando que havia um ninho de tartaruga marinha na praia de Riacho Doce, em Maceió, AL.

Após confirmação, foi informado ao Batalhão Ambiental e decidido retirar o ninho do local por estar numa faixa estreita de areia que provavelmente seria invadida pela maré, podendo descobrir o ninho.

Foram recolhidos 138 ovos e, aos cuidados do BPA, encaminhados para a praia do Francês.

Serviço:

Instituto Biota de Conservação
CNPJ 11.015.154/0001-73
Rua Santa Joana, nº 44  / Riacho Doce – Maceió-AL
Telefones: (82) 9115-2944 / 8815-0444 / 9115-5516

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