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Caçador é morto por cervo um dia depois de ferir o animal com um tiro

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Um caçador foi morto por um cervo no estado norte-americano do Oregon. O animal que chifrou o pescoço de Mark David havia sido ferido pelo caçador no dia anterior.

Enquanto participava de uma caçada em uma propriedade privada na companhia do dono da fazenda, o caçador atirou em um cervo, que fugiu ferido.

A Polícia Estadual do Oregon informou ao jornal Fox News que David e o fazendeiro retornaram ao local no dia seguinte para procurar o cervo.

Ao se deparar com os caçadores, o animal chifrou David no pescoço para se defender. O cervo, no entanto, também foi morto. Não há detalhes sobre a forma como a morte ocorreu.

Os policiais afirmaram que o fazendeiro “tentou ajudar David, mas ele sofreu ferimentos fatais e morreu”.


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Vídeo flagra o momento em que elefante ferido destrói o trator que o atingiu

Foto: Newslions
Foto: Newslions

As imagens mostram a reação furiosa de um elefante após ter sido atropelado por um trator, derrubando o veículo e jogando-o com a cabeça nas casas próximas ao local do acidente.

O vídeo foi capturado segunda feira última (14), em Motihari, no distrito de East Champaran, na Índia.

O elefante indiano pode ser visto com o que parecem ser galhos de árvores amarrados às suas costas.

As imagens mostram o enorme paquiderme dando uma cabeçada no trator, enquanto observadores atônitos fogem do caminho do animal.

Um homem senta-se nas costas do animal, enquanto outro agarra uma corda amarrada nas pernas da criatura, numa tentativa desesperada de interromper seu ataque.

Mas suas tentativas são em vão, o animal enfurecido continua a avançar no equipamento.

O trator é empurrado para fora da estrada e para cima das casas, enquanto as telhas caem no chão.

Foto: Newslions
Foto: Newslions

Os espectadores gritam assustados enquanto o animal continua a forçar o trator contra as estruturas.

Eventualmente, o paquiderme recua e examina seus arredores antes que seus dois manipuladores o tirem do local.

A câmera se move para mostrar a destruição causada pelo ataque, enquanto uma grande multidão se reúne para ver o que aconteceu.

Foto: Newslions
Foto: Newslions

Com seus habitats naturais invadidos por humanos. Sendo explorados e obrigados a realizar tarefas para humanos, subjugados e amarrados, esses majestosos animais mostram que sabem se defender quando feridos, ainda que sob correntes e cordas.

Elefantes e são animais livres e selvagens, seu lugar é na salva, vivendo em grupos, como animais altamente sociais e inteligentes que são. Subjugar um animal e transformá-lo numa ferramenta de transporte de cargas ou de turistas, é um ataque indefensável à sua liberdade e a sua vida.

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Filhote de lontra órfão aprende a nadar e caçar com voluntários e é devolvido a natureza

Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center
Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center

Uma lontra filhote que nunca havia se aventurado na água precisou aprender a nadar e foi ensinada pelos voluntários que a resgataram.

Lázaro nunca pegou sua própria comida ou mesmo enfiou a cabeça na água, apesar de já ter três anos de idade.

Após três semanas de treinamento, a lontra-africana-sem-garras (Aonyx capensis) agora já consegue nadar duas milhas e meia.

Levou horas de persuasão antes que o animal submergisse no rio que fica no Santuário de Pássaros de Hartbeespoort, relata o The Sunday Times.

Mas Lázaro não está sozinho nessa tarefa, um dos voluntários do centro, Brendan Murray, passa seis horas por dia incentivando e ajudando o animal.

Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center
Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center

A lontra do sexo masculino, tem 7 kg e está e sendo treinada para se tornar uma caçadora eficiente de peixes, caranguejos e mexilhões no rio Crocodile da África do Sul.

Mesmo quando não há predadores na água, Lázaro “se gruda” aos locais próximos mais rasos para garantir que ele possa tocar com as patas o leito do rio.

Murray diz que Lázaro ainda tem medo das águas mais profundas, mas domina a arte de pregar caranguejos e mexilhões. No entanto, ele terá que mergulhar mais fundo se quiser pescar, explicou o voluntário.

Lázaro mudou-se para o Owl Rescue Center no mês passado, depois de passar seus primeiros anos em um santuário sem água em ambiente aberto.

Ele foi abandonado quando filhote e nunca teve a oportunidade de dominar a arte da natação até agora.

Lontras-africanas-sem-garras passam 18 meses com suas mães em estado selvagem, aprendendo a cuidar de si mesmas.

Os animais são capazes de serem tanto noturnos quanto diurnos. Eles caçam em água doce ou água do mar nas costas e pântanos de toda a África.

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Chitas podem ser extintas em dois anos na África

Especialistas revelam que três quartos dos filhotes do felino estão sendo traficados e vendidos para milionários árabes como símbolos de status


 

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

As chitas, também conhecidas como guepardos (Acinonyx jubatus) correm risco de extinção no leste da África, seus filhotes estão sendo roubados e vendidos para árabes ricos como animais domésticos, de acordo com dados fornecidos por especialistas.

Laurie Marker, do Cheetah Conservation Fund (Fundo de Conservação das Chitas), disse ao Daily Mail que até três quartos dos filhotes nascidos de guepardos selvagens no Chifre da África (península no nordeste da África que se estende por centenas de quilômetros até o Mar da Arábia e fica ao longo do lado sul do Golfo de Áden) a cada ano estão sendo levados e vendidos para contrabandistas.

Ela acredita que, se não forem tomadas medidas para acabar com o comércio, os animais poderão estar extintas nos próximos dois anos.

Vídeos e imagens postados no Instagram e descobertos pelo Daily Mail revelam como os ricaços da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos exibem os grandes felinos como símbolos de status, exibindo os animais em seus carros e posando com eles para fotos em suas casas.

De acordo com a Dra. Marker, que passou a vida pesquisando populações de chitas na África, sabe-se que existem 300 chitas selvagens vivendo no Chifre da África – espalhadas pela Etiópia, Somália e norte do Quênia.

Todos os anos, ela acredita que cerca de 300 filhotes são retirados desses animais – seja por fazendeiros locais tentando mata-los ou por caçadores – e vendidos para contrabandistas que os levam à Península Arábica.

Esse número representa entre dois terços e três quartos de todos os filhotes nascidos na região, sugere a pesquisa da Dra. Marker.

Cerca de 75% desses animais morrem em trânsito – por desnutrição ou por causa de fraturas sofridas ao serem enfiados em pequenas caixas para serem enviados ao exterior.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Os que sobrevivem são então vendidos como animais domésticos, com preços geralmente superiores a 6 mil dólares por animal.

Mesmo assim, a maioria dos guepardos morre dentro de dois anos porque seus “tutores” não têm ideia de como cuidar deles.

A Dra. Marker disse: “Eles não amam esses animais. Eles descobriram que possuir esses animais domésticos é um símbolo de status. Quando um morre, eles simplesmente voltam à natureza e pegam outro”.

Durante uma breve pesquisa no Instagram e no Facebook, o Daily Mail descobriu postagens que ofereciam chitas à venda, publicadas abertamente nos dois sites.

Outros vídeos mostram como os grandes felinos são expostos em carros e levados a todos os lugares pelos tutores.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Uma chita é mostrada assistindo a imagens de outros animais selvagens na televisão, enquanto em outro vídeo um guepardo adulto é acariciado por uma criança.
Em um pedaço de filmagem, uma chita é mostrada andando de um lado para o outro em uma pequena gaiola de metal, enquanto em outro momento uma outra é alimentada com carne enquanto está acorrentada dentro de um cativeiro sujo.

A Dra. Marker pede por uma maior conscientização na África e no Oriente Médio sobre o impacto do contrabando de chitas e que os líderes de ambas as regiões se posicionarem contra o comércio.

Ela disse: “Não há sentido de que o que está acontecendo esteja errado, por isso precisamos que os líderes comunitários sejam educados para esse efeito”.

“A educação e o treinamento do público desempenham um papel muito importante na preservação da espécie, mas os líderes tribais e religiosos precisam dar o exemplo”.

“Já os responsáveis pela demanda pelos animais, vem do um nível mais alto para o menor. Influenciadores como xeques e príncipes precisam dizer às pessoas que não é algo que você deva fazer”.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

“A pressão dos colegas precisa estar acontecendo no lado da demanda, as leis não ajudarão necessariamente porque elas só são eficazes se você puder aplicá-las”.

Tanto os Emirados Árabes Unidos quanto a Arábia Saudita têm leis que proíbem a posse de tais animais como domésticos, mas a aplicação da regulação é negligente.

Como parte de seu trabalho, a Dra. Marker ajuda a resgatar alguns grandes felinos e levá-los a um abrigo na Somalilândia – uma região autônoma da Somália.

No entanto, ela diz que metade dos guepardos que recebe, muitas vezes morre pouco depois devido a um tratamento inadequado nas mãos de contrabandistas, e o futuro dos sobreviventes é geralmente sombrio.

A maioria dos filhotes é retirada de suas mães quando tem apenas entre três e dez semanas de idade e não desenvolvem os instintos de que precisam para sobreviver na natureza.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Há pouca outra opção além de mantê-los em centros de resgate ou encontrar unidades especiais onde possam ser alojados até que uma solução a longo prazo possa ser encontrada.

Ela acrescentou: “A chitas é um animal tão especial que ao transformá-la em um animal doméstico você acaba com esses filhotes que foram arrancados de suas mães e ainda estão muito fragilizados”.

“Muitos deles morrem e isso é de partir o coração, é horrível, devastador quando isso acontece. Os animais selvagens devem ser deixados em paz para viver em estado selvagem”, finaliza a especialista.

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Leões mantidos em cativeiro de caça reagem e matam criador

Foto: Facebook/Mahala View Lion Game Lodge
Foto: Facebook/Mahala View Lion Game Lodge

Leões são animais selvagens que nasceram para viver livres na natureza e não presos e mantidos como animais domésticos. Esses felinos precisam de espaço para correr, caçar, se alimentar, socializar com seus grupos e exibir seus comportamentos naturais, coisa que um cativeiro jamais permitiria.

Ao limitar e prender esses animais, as consequências podem ser inesperadas e fatais como é o caso do caçador aposentado Leon van Biljon.

Leon, 70, mantinha três leões em cativeiro dois animais do sexo masculino, Rambo e Nakita, e a leoa Katryn, eles viviam presos desde que eram filhotes, e ele andava e socializava com eles. Ele estava fazendo manutenção no Mahala View Lion Game Lodge em Hammanskraal, ao norte de Pretória, na África do Sul, quando um dos leões saltou.

Uma fonte local disse ao The Mirror: “Um membro da equipe viu o que aconteceu e disse que não havia nada que alguém pudesse ter feito para salvá-lo, os leões simplesmente seguiram seu instinto”.

Leões na natureza não atacam humanos a menos que exista algum motivo, uma reação a algo externo, uma invasão de território, de acordo com estudiosos da espécie.

Foto: Facebook/Mahala View Lion Game Lodge
Foto: Facebook/Mahala View Lion Game Lodge

Especialistas disseram ainda que a morte de Leon, foi mais uma prova de que os grandes felinos não deveriam ser criados em cativeiro, há amplos relatos de animais exibindo comportamentos que demonstram sofrimento mental por estarem presos, movimentos compulsivos, automutilação, andar em círculos e sem rumo definido.

Esses comportamentos são chamados de zoocose. Ao afastar ou criar um animal longe de seu habitat natural, da convivência com os demais membros de sua espécies da possibilidade de socialização e criação de vínculos ele adoece e muitas vezes morrem.

Atualmente há mais leões em cativeiro na África do Sul do que na natureza.

Entre 6.000 e 8.000 leões são criados e mantidos nas chamadas fazendas de leões e santuários em mais de 200 instalações na África do Sul, de acordo com cientistas que estudam a prática.

A Captive Wildlife Watchdog, uma ONG que trabalha com conscientização sobre animais selvagens mantidos em cativeiro, postou no Facebook: “Ainda outra morte causada por um leão criado por seres humanos em cativeiro e usado como uma” ferramenta educacional ‘para o público’.”

Leon havia recentemente colocado um jogo (caça) à venda por £ 220.000 para que ele pudesse se aposentar. O Mahala View Lion Game Lodge é popular entre os turistas que visitam a região por oferecer caçadas enlatadas.

Rambo, Nakita e Katryn foram mortos a tiros por um guarda florestal de uma reserva vizinha.

Fiona Miles, diretora da fundação de bem-estar animal FOUR PAWS, disse que toda a perda de vidas é trágica. Mas ela acrescentou: “No entanto, esses ataques podem ser evitados por não permitir qualquer interação humana-vida selvagem desnecessária e permanece o fato de que, não importa o quão mansos eles possam parecer, os leões permanecem instintivos”.

“O que parece acontecer com os animais em cativeiro onde a interação é regular é que eles atingem um ponto de ruptura e atacam”, disse a diretora.

“Cerca de 60% dos ataques em humanos devido à interação entre os predadores envolvem leões criados em cativeiro.”

A indústria do leão na África do Sul é um assunto que está sendo debatido em uma conferência internacional de conservação (CITES) em Genebra nesta semana.

Atualmente existem três vezes mais leões cativos do que os predadores que vagam livremente nos Parques Nacionais e reservas.

Ativistas estão tentando proibir a caça de troféus, que é um comércio crescente na África do Sul, onde os leões nascem em cativeiro e são criados para a bala.

Seus ossos são legalmente exportados para o Extremo Oriente para uso em remédios.

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Casal de pinguins machos adota ovo abandonado

Por Rafaela Damasceno

Os zoológicos são ambientes extremamente cruéis para os animais, que vivem presos em espaços pequenos e não podem se comportar da maneira que fariam na natureza. Mas, apesar do local terrível de exploração e maus-tratos, os animais ainda são capazes de demonstrar provas de amor e solidariedade.

Dois pinguins olhando para o vidro do recinto
Foto: Annegret Hilse/Reuters

Em um zoológico de Berlim, um casal de pinguins machos adotou um ovo abandonado. Skipper e Ping, que têm 10 anos, já mostravam desejo de ter um filho há um tempo. Segundo um porta-voz da instituição, eles já tinham tentado chocar pedras e até mesmo peixes.

Segundo informações, o filhote deverá nascer no começo de setembro.


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Dia do Cooperativismo: trabalho em equipe é característica de aves, peixes e insetos

Hoje, 4 de julho, celebra-se o Dia do Cooperativismo. No mundo animal, a cooperação é uma prática bastante comum. Alguns animais, como aves, peixes e insetos têm como característica o trabalho em equipe. Juntos, eles somam esforços e obtém melhores resultados.

Foto: Pixabay

Entre os insetos que promovem ações em grupo estão as formigas e as abelhas. As primeiras são conhecidas por se organizarem de maneira exemplar para obter o resultado desejado. Unidas, as formigas formam grandes grupos e transportam objetos significativamente maiores e mais pesados do que elas. Na hora de proteger o formigueiro, elas também mostram a força que da união, além de dividirem tudo de forma igualitária.

Nas colmeias não é diferente. As abelhas dividem tarefas diariamente, por meio de estímulos visuais, auditivos, táteis e químicos. A forma como esses insetos se organizam se assemelha, inclusive, ao comportamento social humano. Isso porque as abelha dividem tarefas e responsabilidades e formam castas e gerações que trabalham em prol do bom funcionamento da colmeia.

Além dos insetos, outros seres do reino animal se organizam em grupos, como os pássaros. Ver um grupo deles voando de maneira sincronizada é bastante comum e demonstra o quão organizados e unidos eles são. Algumas espécies, como os estorninhos, chegam a desenhar uma perfeita formação no céu durante o voo. O objetivo é confundir predadores naturais ao criar a ilusão de uma só unidade. Segundo informações do portal Pensamento Verde, essas aves executam um cooperativismo exemplar, que precisa ser extremamente bem executado, já que um erro pode levar à colisão de um pássaro com outro, em alta velocidade, o que danificaria a unidade do grupo e, por consequência, a tática de proteção a predadores, e também poderia causar lesões nesses animais.

Foto: Pixabay

No entanto, não é só no momento do voo que os pássaros se unem. No caso do papa-moscas-preto, o trabalho em grupo garante a sobrevivência da espécie. Com a aproximação de um predador, o pássaro emite um guincho alto, alertando as demais aves e fazendo com que elas se unam para defender o grupo.

A união como tática de defesa contra os predadores também é usada pelos peixes. Juntos, eles formam cardumes que, com a sincronia do nado, tornam-se uma única unidade que faz com que os predadores não tenham força para atacar um peixe específico, diminuindo assim as chances desses animais serem mortos.

Foto: Pixabay

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Cadela mostra instinto maternal ao recusar resgate para cuidar de filhote recém nascido

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É incrível como o instinto maternal pode ser forte. E não estou falando de seres humanos e, sim dos nossos velhos companheiros, os animais. Nesse caso específico, esta cachorrinha chamada de Petunia.

A história de Petunia é parecida com a de muitos cãezinhos que foram encontrados em situações de abandono em terrenos baldios. Mas há uma diferença que intrigou quem a salvou.

No começo, Petunia era uma cachorrinha que habitava diversos lugares fantasma onde geralmente alguém a alimentava. Mas assim que a organização Hope for Paws ouviu falar sobre ela, decidiu ir atrás para salvá-la das ruas de uma vez por todas. Eles só não contavam com um contratempo.

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Assim que a localizaram dentro de um estacionamento – onde geralmente as pessoas a viam – perceberam seu comportamento distinto. Petunia havia se escondido debaixo de um carro e parecia nervosa com gente estranha se aproximando dela.

Então, Edgar Hagar, o fundador da organização, teve a ideia de se agachar para falar com ela. No começo, quando ele se aproximou, Petunia parecia sensível ao toque até ficar totalmente irritada novamente tentando fugir.

Quando tudo parecia estar perdido, Edgar rapidamente agarra uma de suas pernas. E mesmo que isso seja bastante perigoso, ainda mais sendo feito em um cachorro irritadiço, o profissional conseguiu retirá-la debaixo do caminhão onde ela estava.

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“O jeito que eu sempre explico as pessoas que me perguntam sobre fazer algo um pouco mais agressivo (como segurar uma perna) é que ter este stress por cinco segundos vale uma vida cheia de felicidade que chegará até eles”, conta Edgar.

Mas de repente, ele descobre algo que ninguém tinha reparado antes: ela estava dando leite. Ou seja, provavelmente havia um filhote por perto. Quando a encontraram, ela estava atrás de algumas pilhas de folhas, perto de arbustos no estacionamento e deveria ter uns três dias, no máximo. E no momento que a mãe a vê novamente por perto, se tranquiliza imediatamente.

Foi um momento realmente tranquilizador que durou pouco até Edgar perceber que poderia haver mais de um filhote espalhado por aí. Eles procuraram ao redor e nada. Quando olharam para Petunia, no entanto, perceberam seu olhar calmo. O fato era: aquele era seu único filhote, o qual foi apelidada de Petals.

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Depois disso, as duas foram para o hospital veterinário para receberam quaisquer tratamentos necessários e hoje vivem longe de todo o stress e lixo que as cercavam antes. Logo mais, a linda Petals abrirá seus olhos e ambas poderão ser adotadas em um casa cheia de amor.

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Fonte: Best of Web

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Filhote de elefante desmaia na estrada e sua família reage de forma comovente

O fato de que os elefantes criam profundos e duradouros laços familiares é bastante conhecido, e imagens como essa provam isso. Quando este jovem elefante entra em colapso momentâneo no meio da estrada, vários membros de sua família correm em seu auxílio e o rodeiam com a sua atenção, dando-lhe assim a força para levantar-se e continuar a sua viagem. As informações são do site Histórias com Valor.

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Condomínio de luxo desmente ataque de onça a cachorro em Campo Grande (MS)

O vídeo que mostra uma onça atacando um cachorro supostamente dentro de um condomínio de luxo em Campo Grande virou febre nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais. Apesar da imediata repercussão entre os campo-grandenses, a administração do Residencial Terras do Golfe desmente que o ataque teria acontecido no local.

O gerente condominial, Fernando Rocha Coutinho, que responde pelo ‘Terras’, garante que as imagens não foram gravadas, sequer, em Campo Grande.

No vídeo, um cachorro aparece dormindo em uma varanda, aparentemente de uma casa, quando uma onça surge caminhando na direção do cão, por trás, e o ataca. É possível, também, escutar os latidos do cão, que tenta se defender, mas não resiste à investida do felino.

“É só reparar que ao fundo das imagens há montanhas. Por isso não foi aqui não. Eu recebi essas imagens até mesmo do meu filho. Gostaria de saber por que espalharam um boato como este”, destaca Rocha.

Fernando frisa, ainda, que esse vídeo pode prejudicar a imagem do condomínio, já que muita gente pode desistir de comprar terrenos no local. “A venda pode sim ser prejudicada, injustamente”, ressalta.

Todavia, a equipe de reportagem localizou um morador, que preferiu não ser identificado, do Terras do Golfe a fim de saber como estava o clima dentro do local. Ele também negou que uma onça tenha atacado um cão dentro do residencial, mas confirmou que já ocorreram várias aparições de animais por lá. “Já entraram cobras dentro do quintal de minha casa”, revelou.

A PMA (Polícia Militar Ambiental) foi procurada pela equipe de reportagem do Jornal Midiamax, mas o fato não foi confirmado. Segundo o major Queiroz, no dia em que supostamente ocorrera o ataque, o telefone da PMA estava com defeito. “Eu conversei com os agentes e ninguém sabia de nada, por isso não posso confirmar se foi em Campo Grande”, diz.

Possíveis motivos para o ataque

Queiroz explica que uma onça só ataca quando se sente acuada, com fome extrema ou para defender o filhote. “No caso do vídeo, parece ser por conta da fome”, informa.

Já o ambientalista Haroldo Borralho, reforça que o principal motivo para ataques de animais silvestres é o desmatamento, sobretudo o ocorrido na região leste de Campo Grande.

“Não posso afirmar que foi em Campo Grande, mas o que posso falar é que na saída para Três Lagoas ocorreu uma grande retirada de madeira para atender padarias e pizzarias da Capital. Isso fez com que as grandes matas acabassem, restando apenas os corredores de floresta, que são de menor tamanho. Também posso afirmar que nessa região há muitos macacos, antas e capivaras, por isso, não me assustaria se uma onça surgisse por lá à procura de comida. Sei disso porque os moradores do Bairro Maria Aparecida Pedrossian frequentemente alimentam esses bichos”, conclui.

Outras aparições de onças na Capital

Em setembro de 2014 uma onça deixou moradores de um condomínio assustados. Primeiramente, ela foi vista na Vila Nasser e depois se deslocou para um residencial no Jardim Paradiso. Ela acabou sendo capturada com o uso de tranquilizante e foi encaminhada para o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres).

Já em 2011, uma onça-pintada fugiu do Cras e ficou solta na Capital até ser capturada, durante o período da fuga, os campo-grandenses que tinham o costume de caminhar pelo Parque das Nações Indígenas ficaram apreensivos.

Fonte: MidiaMax

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Urso é fotografado utilizando uma pedra como esfoliante

Por Graziella Belliato (da Redação)

Um urso do Parque Nacional “Glaciar Bay” do Alaska foi fotografado utilizando uma pedra coberta de crustáceos como esfoliante enquanto se banhava. É a primeira vez que se observa o uso de ferramentas por um urso. As informações são do site IgualdadAnimal.

É possível que o urso tenha utilizado a pedra para arranhar a pele na tentativa de retirar restos de comida ou aliviar algum tipo de irritação. Além disso, a observação foi feita durante o período em que estes animais trocam de pelagem, época em que costumam esfregar-se nas árvores ou rochas com o propósito de facilitar sua queda.

Volcker Deecke, um pesquisador do Centro de Vida Selvagem da Universidade de Cumbria, no Reino Unido, foi testemunha dessa cena enquanto passava suas férias neste parque do Alaska. Suas conclusões a respeito foram publicadas na revista “Animal Cognition”.

“Estes animais têm o cérebro relativamente grande em comparação ao seu tamanho corporal, sendo este o maior entre todos os carnívoros, inclusive maior que o dos animais mais sociais, como podem ser os leões. Há muitas ideias acerca de que o tamanho do cérebro pode ter influenciado na sociabilidade e nas habilidades cognitivas. Parece que os ursos são, provavelmente, muito mais complexos do que pensamos”, comentou Deecke.

O urso foi flagrado no meio de seu banho de beleza // Crédito: Volker Deckee

“As lontras marinhas usam pedras para quebrar os cascos de ouriços do mar e de mariscos, os elefantes usam esponjas para cobrir seu rosto, enquanto que as baleias jubarte aprenderam a fazer uso das bolhas para capturar alimento”.

“Não sabemos quão comum é este comportamento, mas acredito que a verdadeira experiência de aprendizagem tem sido a que vivo ao descobrir o pouco que realmente sabemos sobre as capacidades dos ursos em geral, e especialmente dos ursos pardos.”

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Aves marítimas 'atacam' humanos para proteger ninhadas em suas ilhas

Antes mesmo da visão das rochas no meio do mar, o arquipélago de São Pedro e São Paulo recepciona com seus sons, gritos estridentes. As aves marinhas que habitam essas ilhas brasileiras são um atrativo à parte para quem chega ao local.

Atobá com filhote de um mês (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)

Mas não pense que a recepção na ilha continuará calorosa. Um bater de asas incessante, um grunhido ameaçador e saltos desafiadores à frente de quem ameaça dar qualquer passo são vistos a todo o momento em qualquer parte do conjunto rochoso. Segundo o biólogo Jorge Lins, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, é o instinto de proteção desses animais entrando em ação, já que a área é de reprodução.

Predominam no arquipélago três diferentes espécies de aves: o atobá-marrom (Sula leucogaster), o trinta-réis-preto (Anous minutus) e a andorinha-do-mar-preta (Anous stolidus), esta última popularmente conhecida na ilha como viuvinha.

Proteção aos ninhos

Por todos os cantos é possível ver os pássaros se bicando, comportamento que não necessariamente significa briga entre eles, segundo especialistas. O olhar humano deve ser atento, pois entre as rochas milenares do arquipélago estão pequenos ovos que, na maioria das vezes, são resguardados por pais valentes e prontos para atacar – e levar uma bicada de um atobá, por exemplo, não é nada prazeroso.

A atenção se deve também para evitar constantes “presentinhos” lançados pelos pássaros durante os voos. As fezes dessas aves, segundo Lins, são ricas em carbonato de cálcio, que ajuda a fertilizar o solo. O cheiro é predominante por toda a ilha e só não é mais intenso devido às correntes de vento que atingem o arquipélago.

Casal de atobás contrói ninho com o que acha pela frente (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)

“Essas aves se reproduzem durante todo o ano aqui em São Pedro e São Paulo. Os pais saem durante o dia para caçar (comem principalmente peixe) e retornam com a comida, que é regurgitada aos filhotes. Grande parte dessas espécies nasce e cresce por aqui”, disse Lins.

População de aves

Não existe um estudo recente sobre a população de aves no arquipélago, mas é notável uma maior população de atobás na comparação com as demais espécies. Essas aves têm uma envergadura que pode medir até 1,5 metro. O bico, a face e os pés são tipicamente amarelos, podendo ocorrer variações de acordo com o sexo, a região e a etapa do ciclo reprodutivo.

Por ano, cada fêmea pode gerar até 37 novos filhotes – que quando nascem têm uma penugem branca – criados em ninhos construídos com pedrinhas e penas, além de folhas, ossos de aves e peixes, galhos, pedaços de caranguejo e até prendedores de roupa, quando estes se encontram perdidos pela ilha, afirma pesquisa do departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), do Rio Grande (RS), feita em São Pedro e São Paulo.

Andorinha-do-mar-preta tomando conta de um ovo (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)

Já as viuvinhas não se importam em dividir espaço com os outros pássaros grandalhões, mas brigam entre si se descobrem que há algum “ladrão” de pedras do ninho. Com uma faixa branca na cabeça, esses pássaros temem os humanos, que ameaçam principalmente seus ovos, colocados diretamente no chão.

Quem trabalha na Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo diz que as aves não costumam invadir o ambiente dos humanos – até porque quem vai lá sabe reconhecer os verdadeiros donos do arquipélago.

Fonte: G1

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