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Médico veterinário é acusado de maus-tratos e violência contra animais

Daniel Koller teve a sua licença suspensa diversas vezes por agressões e mortes


Animais abusados pelo médico/ Ny Times

Andres Figueiroa, tutor de Bleu, um cão da raça Dachshund de sete meses, foi surpreendido pelo atendimento que recebeu de um veterinário em uma clínica nos arredores de Portland, em Oregon (EUA). Após sofrer uma lesão em uma perna, Bleu foi levado até uma clínica onde foi atendido pelo médico veterinário Daniel Koller. Durante a consulta, o cão tentou morder o veterinário, que o agarrou pela boca e pelo tronco até que defecasse sobre a mesa. Bleu também foi erguido pelo focinho até perder a consciência.

Figueroa recuperou o cão e deixou a clínica mas, no dia seguinte, Bleu foi diagnosticado com líquido nos pulmões e teve morte induzida. Koller culpou Figueroa por não informar que o animal poderia mordê-lo. O comportamento do veterinário foi registrado em boletim de ocorrência e só então Figueroa soube das várias reclamações que recaem sobre o veterinário por órgãos reguladores de dois estados, clientes e funcionários.

Em exercício tanto na Califórnia quanto em Oregon nos últimos 30 anos, Koller enfrentou uma acusação criminal de crueldade contra animais apenas três anos depois de obter sua licença em 1974. Ele teve sua licença revogada por essa e outras acusações de abuso em 1979, restaurada em 1984 e suspensa novamente em 2001. Nos anos 80, Koller construiu uma rede de clínicas veterinárias de baixo orçamento no Oregon, onde também enfrentou uma nova rodada de acusações.

Médico Daniel Koller/ Ny Times

Em entrevista ao The New York Times, oito clientes detalharam os abusos praticados nas clínicas de Koller nos últimos quatro anos. Um dos relatos é de que o veterinário sufocou um filhote durante atendimento. Em outros casos, os cães foram submetidos à cirurgia e acabaram morrendo. Em um memorando de 2015 desenvolvido para autoridades do Oregon, Koller afirma que mantinha altos padrões de atendimento e citou o apoio de vários veterinários, que disseram ser um excelente médico e uma pessoa carinhosa que defendia pessoas de baixa renda.

Espancamento e morte

Grande parte dos casos contra Koller tratam de agressão a cães em um hospital de animais nos arredores de Monterey. Um juiz de direito administrativo da região relatou que uma mulher levou o cão para tratamento de uma lesão na perna em uma das clínicas de Koller, onde o animal foi agredido com as mãos e os pés do médico até perder a consciência. Mais tarde, os funcionários encontraram o cão no freezer usado para armazenar animais mortos, de acordo com os documentos do conselho veterinário. Um júri condenou Koller por crueldade animal nesse caso, mas a pena foi de apenas 100 dias de prisão.

Outros casos judiciais

Em 2004 várias mulheres apresentaram uma queixa de 79 páginas ao conselho veterinário do Oregon, detalhando o tratamento de Koller com os animais, falta de supervisão de estagiários e erros que levaram à morte de animais domésticos. Koller contestou a queixa citando testemunhos contrários oferecidos por outros funcionários. No entanto, as alegações de abuso foram comprovadas.

Em 2008, a licença do veterinário foi suspensa mais uma vez pelo uso de drogas ilegais e revogada em 2010. Em 2015, Koller conseguiu recuperar sua licença, mas os casos de abusos continuaram. Em 2018, o conselho lhe aplicou uma multa de 1500 dólares por tentar matar um gato. De lá para cá, os tutores continuaram a apresentar queixas sobre o manuseio inadequado dos animais e mortes inesperadas durante cirurgias.

De acordo com Lori Makinen, diretora executiva do Conselho de Medicina Veterinária do Oregon, as fiscalizações e penalizações para profissionais de medicina humana e medicina veterinária “não podem ser comparadas porque a sociedade não valoriza tanto a vida de um animal e, segundo a lei, os animais são considerados propriedade”.


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Falsa ativista é acusada de oferecer 850 dólares para matar quem usa pele de animais

Por Patrícia Tai (da Redação)

Meredith Lowell, 27, julgada por solicitar assassinato de alguém usando peles (Foto: Departamento de Justiça de Ohio, para Associated Press)

Uma mulher de Ohio (EUA), que comparou o trabalho dos ativistas pelo bem estar animal com o da luta pela libertação das pessoas dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial foi acusada de tentar solicitar o assassinato de uma pessoa usuária de peles, segundo autoridades locais.

Meredith Lowell, de 27 anos, da cidade de Cleveland Heights, compareceu na terça em uma delegacia de Cleveland, onde um juiz ordenou que ela ficasse detida aguardando uma audiência na próxima semana. Um de seus advogados de defesa, Walter Lucas, se recusou a falar sobre o assunto quando contatado por telefone após ter comparecido ao tribunal.

Os investigadores dizem que o FBI foi notificado em Novembro a respeito de uma página no Facebook criada por Meredith, sob o pseudônimo de Anne Lowery, oferecendo de 830 a 850 dólares para o candidato a ser o assassino, e dizia que o candidato ideal deveria ser morador do nordeste de Ohio, segundo uma declaração do FBI apresentada ao tribunal na sexta-feira.

“Eu gostaria de criar uma comunidade no Facebook que me permitisse encontrar uma pessoa disposta a matar alguém vestindo peles, para o final de outubro de 2011 ou início de novembro de 2011, ou possivelmente em janeiro de 2012 ou fevereiro de 2012, no máximo”, ela escreveu, de acordo com a Cleveland.com.

“Traga uma arma”

O depoimento diz que um funcionário do FBI fingindo ser um candidato potencial começou a trocar mensagens com Meredith via e-mail, e ela ofereceu-lhe 730 dólares em jóias ou dinheiro para o assassinato de uma vítima de pelo menos 12 anos de idade, mas “preferencialmente de 14 anos de idade ou mais”, nos arredores de uma biblioteca que fica próxima a um parque infantil em sua cidade natal.

“É preciso trazer uma arma que tenha um silenciador e que possa ser facilmente escondida no bolso da calça ou casaco (…). Se você não quer correr o risco de ser pego com uma arma antes de fazer o trabalho, traga uma faca afiada que tenha pelo menos 4 centímetros de comprimento, e que deva ser forte o suficiente para apunhalar alguém e/ou cortar a sua garganta para matá-lo. Eu quero a pessoa morta em menos de 2 minutos”, diz um e-mail reproduzido no depoimento.

Segundo a Fox 8 Cleveland, o depoimento também informa que Meredith usou computadores da Biblioteca de Cleveland Heights em sua busca pelo candidato para ser o assassino.

Ela disse ao agente disfarçado que queria estar no local quando o assassinato cometesse o crime, para que ela pudesse distribuir panfletos em seguida, diz o processo. Ela esperava ser presa para que pudesse chamar a atenção para as suas crenças, e para sair da casa que dividia com os pais e irmãos que comem carne e ovos e usam couro, pele e lã, disseram os investigadores.

Em seus e-mails, Meredith também escreveu que ela não via nada de errado em “libertar” os animais de fazendas da indústria de peles e dos laboratórios, uma vez que “os soldados libertaram as pessoas de campos nazistas na Segunda Guerra Mundial”.

Ela também criticou um novo aquário em Cleveland – dizendo que “é errado que os animais sejam levados de seu meio contra a sua vontade e colocados dentro de uma banheira”, e também falou sobre um centro de pesquisas clínicas de Cleveland (Cleveland Clinic), e nesse caso ela disse que os animais deveriam ser “libertados e colocados em algum lugar onde não sejam torturados”.

“Estou chocada e horrorizada com o fato de que alguém pense que cometer violência possa ajudar em uma causa que é toda sobre a não-violência”, disse Jennifer para o canal de TV.

“Os seres humanos são animais também, e nós queremos que todos vivam em um ambiente pacífico, e não apenas animais não-humanos”, Wagar Cinch acrescentou.

Meredith Lowell enfrentará uma audiência na próxima terça-feira para determinar se ela terá a oportunidade de fiança ou se ficará detida sem direito a fiança até a resolução do caso.

A Associated Press e a msnbc.com contribuíram para esta reportagem.

Nota da Redação: A ANDA faz questão de reforçar o repúdio a qualquer ato de violência – seja contra animais humanos ou não humanos. É injustificável e criminosa a intenção dessa mulher que se autodenomina ativista pelos direitos animais. Não, ela não serve aos direitos animais. Trata-se de uma pessoa doente, que precisa de acompanhamento psiquiátrico e de encaminhamento policial, já que seu comportamento representa um perigo a qualquer sociedade que tem como alicerces princípios como a ética, o respeito à vida e uma conduta pacífica. Ativistas pelos direitos animais respeitam sobretudo o direito à vida de todos os seres, atuando sempre de modo pacífico. Atos como o de Meredith servem apenas à perpetuação de um mundo ainda mais violento e cruel.

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Mãe e filho são condenados por trancarem cães em sótão e deixarem animais morrerem de fome

Uma mulher e o filho foram condenados a uma pena de prisão, no Reino Unido, por terem aprisionado dois cães num sótão cuja porta estava fechada com pregos, conta o Daily Mail.

Axel, um rottweiler, e Bully, um sttafordshire bull terrier, não tiveram comida, água, nem possibilidade de se exercitarem durante semanas, acabando por morrer em agonia, magros e desidratados, segundo foi contado em tribunal.

Jamie Taylor, 31 anos, e a mãe, Julie, 50 anos, foram condenados a 16 semanas de prisão e estão proibidos de voltarem a tutelar animais por terem causado um “sofrimento horrendo” aos dois cães.

Os dois ignoraram os insistentes latidos dos animais, a pedirem ajuda, e Jamie recusava-se a passeá-los por se sentir “constrangido” uma vez que estavam muito magros.

Funcionários da RSPCA (órgão não governamental de defesa dos direitos animais) tentaram resgatar os animais, mas foram impedidos de o fazerem. Quando a polícia finalmente entrou na casa localizada em Bradford, West Yorkshire, sentiram um “cheiro insuportável”: era a carne podre e os cadáveres dos cães em putrefação e cheios de larvas.

Fonte: Os Bichos

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Cães e gatos estariam sendo executados para "limpar ruas" para a Eurocopa

Foto: Reprodução/internet

Com os estádios na fase final de construção para a realização da Eurocopa 2012, a competição, que acontece de 8 de junho a 1º de julho, chamou a atenção para outro fator, muito menos animador. Nesta quarta-feira, o jornal inglês The Sun publicou uma foto com cães e gatos amontoados, em medida que estaria sendo realizada na Ucrânia, um dos países sede – ao lado da Polônia -, para “limpar as ruas” antes do início do torneio.

A organização da Euro está colocando em funcionamento um plano de retirar os animais de rua das vias e realojá-los em outras localidades, longe dos locais de competições. Porém, ao contrário do compromisso de proteção e não-matança firmado recentemente pelo governo ucraniano, em vez de serem remanejados, os cães e gatos estariam sendo envenenados ou executados, e teriam seus corpos empilhados em uma sala.

Foto: AP

Estima-se que, apenas na capital ucraniana, Kiev, mais de 20 mil execuções de animais tenham sido realizadas apenas no ano passado. A investigação, feita por autoridades alemãs, aponta que, em Donetsk, outra cidade que abrigará os jogos da competição, são pagos 35 libras (R$ 101) para cada cão ou gato retirado das ruas.

Apesar da ordem do governo de Kiev para que a matança parasse, Judith Pein, membro da sociedade protetora dos animais, PETA, disse que as execuções continuam. Pein afirma que seria cruel fazer isso para qualquer coisa, mas que fazer isso para a realização de um torneio de futebol é ultrajante.

Um porta voz da entidade disse que as mortes estão diretamente ligadas à competição europeia do ano que vem, mas descartou que a Polônia, outro país sede, estivesse realizando as mesmas atrocidades.

No Facebook, ativistas criaram uma comunidade chamada “Stop Killing Dogs EURO2012“, que já soma mais de 82 mil participantes, para se manifestarem contra essa matança absurda e cruel.

Com informações do Terra

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Cerca de 30 animais são mortos após serem 'libertados' de reserva, nos EUA

Dezenas de animais selvagens – incluindo leões, tigres, chitas e ursos pardos – estão desaparecidos depois de terem sido soltos de uma reserva de animais exóticos, no Ohio (EUA), cujo proprietário foi encontrado morto, segundo a Associated Press.

O sherif do condado de Muskingum, Matt Lutz, explicou que o proprietário da reserva, Terry Thompson, teria libertado os animais antes de cometer suicídio. Desde 2004 que a polícia recebia inúmeras queixas acerca da quinta, localizada em Zanesville.

Alertadas para o fato de os animais terem sido libertados, as autoridades locais saíram em busca dos animais. Há relatos de que 30 animais foram cruelmente mortos a tiros – incluindo leões, ursos e lobos. A população do condado foi alertada, tendo várias escolas dos arredados encerrado por medida de precaução.

Matt Lutz referiu que os animais “são adultos e muito grandes”, mas salientou que os tratadores garantiram que tinham sido alimentados na segunda-feira.

Polícia busca tigres, ursos e leões

(Foto: BBC)

A polícia recebeu denúncias de pessoas que viram guepardos, ursos cinzentos, ursos negros, lobos, tigres e leões.

Os policiais disseram que as jaulas foram encontradas abertas na reserva, o Muskingum County Animal Farm.

Eles patrulham a área ao redor do local. Moradores locais receberam a orientação de permanecer em suas casa e muitas escolas próximas cancelaram as aulas.

Ohio tem uma das legislações mais brandas entre os Estados americanos sobre a guarda de animais exóticos.

Situação grave

“Estes são animais selvagens que você veria na TV ou na África”, disse o xerife local Matt Lutz.

Ele disse que a polícia começou a receber ligações por volta das 17h30 (19h30 de Brasília) de terça-feira dizendo que animais estavam soltos em uma rua do oeste de Zanesville.

Quatro policiais foram enviados à reserva onde encontraram o responsável morto e as jaulas abertas. Vários animais  teriam sido mortos próximos do corpo.

“A situação é grave”, disse ele. Agentes federais foram enviados para ajudar no caso.

Há informações de que o dono da reserva enfrentava problemas legais e que esteve preso recentemente.

Um morador local disse à agência de notícias Associated Press que Thompson era uma pessoa extravagante que pilotava aviões, barcos e possuía uma loja de motos costumizadas e armas.

Com informações de Os Bichos e G1

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Mulher bêbada tenta afogar cadela, nos EUA

Por Natalia Cesana  (da Redação)

A Polícia de Hull, no Estado de Massachusetts, EUA, relatou que uma mulher admitiu ter ingerido bebida alcoólica e tentado afogar a cachorrinha dela, da raça terrier, em Nantasket Beach, segundo informou o site Whdh.com.

“A cachorra teve uma parada cardíaca e respiratória”, disse Martha Smith-Blackmore, da Liga de Resgate Animal de Boston.

Alguém acenou para uma policial depois que a cachorra foi vista sendo tragada mar adentro pela coleira. A policial localizou quem era a tutora da cachorra e levou a terrier até o carro. A mulher respondeu à policial: “É apenas um cachorro.”

Cadela sobreviveu e se recupera aos poucos (Foto: Reprodução/Whdh.com)

“O último que eu ouvi disse que ela já estava morta. Quando eu cheguei ao local, ela estava na parte de trás do carro do policial e ele tentava mantê-la aquecida”, disse Leslie Badger, funcionária do Departamento de Controle Animal de Hingham.

Quando Leslie chegou, pensou que era tarde demais para a cachorrinha Foxy. “Ela tinha quase nenhum batimento cardíaco. Naquele momento, peguei-a e a coloquei na minha van”, disse Leslie, que foi monitorando o animal durante todo o trajeto, mantendo uma mão no peito da cachorrinha enquanto dirigia. A respiração estava cada vez mais fraca. “Até que eu percebi que o coração parou e então comecei a comprimir o peito dela.” Foxy cuspiu água do mar com areia.

Agora ela respira com ajuda de oxigênio, mas está melhorando aos poucos. “Eu fiquei impressionada que ela tenha sobrevivido depois de tudo que passou. Que experiência horrível para ela”, disse Martha.

Foxy será acompanhada por mais alguns dias. Depois, ela provavelmente encontrará uma família que a queira adotar.

A mulher que a afogou foi indiciada por crueldade animal e conduta desordeira.

Assista aqui ao vídeo da reportagem (em inglês).

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Homem é preso após comer filhote de rato vivo e postar vídeo no Facebook

Organização que defende animais enviou a filmagem a autoridades policiais, que prenderam o americano (Foto: Reprodução Internet)

O americano Andy Harris, de 31 anos, foi preso após ter sido denunciado por postar um vídeo – no qual comia um filhote de rato vivo – em seu perfil no Facebook. As imagens – feitas em Utah, nos Estados Unidos – chocaram internautas e defensores dos animais.

Na filmagem, Harris coloca o roedor em sua boca, mastiga e engole com a ajuda de uma bebida. Após o feito, ele cumprimenta um amigo como se dissesse “consegui”.

Uma organização voltada para o tratamento ético dos animais encaminhou o vídeo para autoridades policiais após receber inúmeras reclamações sobre o fato.

Preso, Harris alega inocência e será julgado pela justiça americana. O vídeo foi retirado do ar.

Fonte: O Dia Online

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Jovem é preso após matar cabra de vizinha

O norte-americano Mark Thompson, de 19 anos, foi preso em Charleston, no estado da Virgínia Ocidental (EUA), acusado de ter matado uma cabra de uma vizinha, segundo reportagem do “State Journal”.

De acordo com o departamento de polícia do condado de Kanawha, a vizinha fez a denúncia por volta das 15h15 de segunda-feira, informando que Thompson tinha sequestrado sua cabra.

Os investigadores dizem que um sobrinho da mulher, Joshua Pollis, e duas mulheres foram até a residência de Thompson. Ao entrarem na casa, eles viram o suspeito no quarto com a calça arriada e vestindo roupas íntimas femininas.

Quando questionado sobre a cabra, Thompson fugiu do local. Ele foi encontrado pela polícia horas mais tarde em uma área próxima. Os policiais fizeram buscas na casa de Thompson e encontraram a cabra morta em um dos quartos.

Fonte: Expresso MT

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Prefeito de cidade eslovaca pede que ciganos comam cachorros que vivem nas ruas

O prefeito de Družstevná pri Hornáde (Eslováquia) causou revolta ao pedir que ciganos o ajudem a combater o problema dos inúmeros cachorros abandonados nas ruas da pequena localidade com uma medida radical: comendo os cães.

Andrej Sabol afirmou ter dado autorização para que os ciganos possam caçar e comer os animais – o que é normalmente proibido no país europeu.

“O amplo número de cachorros de rua é um grande problema, e estou orgulhoso de ter achado uma solução, porque o povo de Roma comia cães. As pessoas vivem reclamando de cães nas ruas. Mantê-los nos abrigos não é nada barato. Esta é uma solução satisfatória para todos”, explicou o prefeito a grupos de defesa dos direitos animais, segundo o “Austrian Times”.

Bombardeado por críticas, Sabol retrucou: “Cachorros não votam em mim. Pessoas, sim”.

Os eleitores, não os cães, querem agora que Sabol deixe o cargo.

Fonte: Page Not Found

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Homem queima os testículos de seu próprio cão alegando não ter dinheiro para castrá-lo

Na foto, o cãozinho Charlie, que agora se recupera da tragédia (Reprodução/Koat TV)

A polícia de Rio Rancho, no estado americano do Novo México, deteve em janeiro um homem sob a acusação de crueldade contra seu próprio cão, Charlie. De acordo com a Koat TV, James Dickie, de 23 anos, queimou os testículos do animal justificando que “não tinha dinheiro para o esterilizar”. “Dickie alegadamente queimou o cão, queimou os seus testículos, porque não tinha dinheiro para levá-lo a um médico veterinário licenciado”, contou John Francis, da polícia de Rio Rancho.

Segundo o mesmo oficial, Charlie foi resgatado depois de um vizinho ter alertado a avó do jovem. Esta, por seu turno, pediu a um amigo que procurasse Charlie, tendo-o encontrado no quarto de Dickie, incapaz de se mexer por causa das queimaduras. A polícia referiu ainda que, dois dias antes deste incidente, Dickie foi visto a agredir violentamente Charlie no jardim, com pontapés, e atirando-o para cima de uma palmeira-lírio. Quando foi interrogado pelas autoridades, negou tudo.

Crueldade extrema contra animais é um crime em 4º grau, cuja pena pode ir até um ano e meio de prisão e uma multa de mais de 3600 euros. A polícia contou à Koat TV que um vizinho gastou mais de 500 euros com os tratamentos médicos de Charlie, que agora tem um novo tutor e tenta recuperar do pesadelo. O médico veterinário que o assistiu diz que o cão ficou cego e tem queimaduras nas orelhas, na cabeça e nos genitais.

Fonte: Jornal de Notícias

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Adolescentes são presos por esfaquear e atear fogo em tartaruga, nos EUA

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Gorman e Xanthos (Foto: GothamIst)

Segundo o site GothamIst, dois adolescentes de Long Island foram acusados de crueldade contra animais e crime em terceiro grau depois de encharcar uma tartaruga com gasolina, atear fogo nela e depois esfaqueá-la com uma estaca até que morresse. Roark Xanthos e Thomas Gorman, ambos de 18 anos, alegaram ter encontrado a tartaruga de 5 kg na Rodovia Bellport no dia 22 de maio. Os dois perguntaram a um amigo se ele queria o animal, mas ele recusou. Xanthos e Gorman então aparentemente esperaram que o amigo saísse da casa, construíram uma fogueira no quintal e torturaram o bichinho.

A família do amigo chegou em casa e chamou a polícia assim que encontrou o cadáver. Os dois foram presos e enfrentarão dois anos na prisão. Uma necropsia da tartaruga mostrou que o corpo estava coberto de plástico derretido, levando o Sargento Bryan McMenemy do Quinto Esquadrão da Polícia de Suffolk a acreditar que eles deixaram a tartaruga num engradado de leite quando atearam o fogo. Ele disse que “eram provavelmente dois jovens entediados, sem nada para fazer. É horrível.”

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Preso tutor que atirou gata do segundo andar de um prédio

Foto: Divulgação/Florida Police

Um jovem americano foi preso após atirar o próprio gato da janela de seu apartamento em Lakeland, no estado da Flórida (EUA).

Timothy Joseph Baggett, de 26 anos, foi flagrado por vizinhos empurrando a gata Nana da janela do segundo andar. A gata caiu de uma altura de 12 metros, mas sobreviveu.

Nana foi resgatada pelo Controle de Animais da Flórida. Baggett responderá processo por crueldade com os animais.

Fonte: Alagoas em tempo real

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