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Cão morre após ser abandonado em casa vazia com outros 12 cachorros

Foto: Reprodução/EPTV

Treze cachorros foram abandonados em uma casa vazia na cidade de Muzambinho, em Minas Gerais. O imóvel está situado na região central do município.

Sem água e comida, os cães viviam em um ambiente insalubre, em meio a muita sujeira. Um deles sucumbiu ao sofrimento ao qual foi submetido e morreu.

O caso foi descoberto após denúncias. Na tarde da última terça-feira (18), uma equipe da Polícia Civil esteve no imóvel, confirmou os maus-tratos, mas não encontrou a tutora dos cães.

A Vigilância Sanitária de Muzambinho informou que a mulher já foi multada duas vezes e que chegou a ser detida pela polícia em outra ocasião.

Apesar da situação em que foram mantidos, os cachorros não puderam ser retirados da casa. Eles permanecem no local, mas foram alimentados.

A Polícia Civil afirmou que irá iniciar uma investigação sobre o caso de maus-tratos.


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‘Fascínio pela proteína animal’ pode levar a novas pandemias, diz epidemiologista

Free-Photos/Pixabay

O médico epidemiologista e gerontólogo Alexandre Kalache, ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), reforçou um alerta que tem sido feito por diversos especialistas e instituições: a exploração animal está intimamente ligada ao surgimento de vírus e, por isso, “o fascínio pela proteína animal”, afirmou o médico, aumenta consideravelmente os riscos do mundo enfrentar novas pandemias semelhantes a de Covid-19.

Segundo Kalache, além da possibilidade de novos vírus prejudicarem o ser humano, o consumo de produtos de origem animal, somado ao adensamento da população mundial, também pode fazer com que pandemias surjam num espaço de tempo cada vez mais breve.

O epidemiologista lembrou, em entrevista ao Valor Econômico, que o excesso de rebanhos, sobretudo a criação de aves – que vivem amontoadas em pequenos espaços insalubres -, são repositórios de muitos vírus que vêm sendo propagados nas últimas décadas. O especialista explicou que a realidade da agropecuária faz com que a reincidência dos chamados “saltos do vírus” – de animais para humanos – seja uma perspectiva “muito possível”.

“Há milhares de vírus que estão esperando a oportunidade que a covid teve, de passar do animal para o homem. Essa densidade demográfica e o fato de que estamos caminhando para uma população [mundial] de 10 bilhões de pessoas, com consumo maior da proteína animal, fazem com que essa possibilidade exista”, explicou o ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), em entrevista ao jornal.

“Vamos ter que reavaliar a forma como estamos vivendo”, disse Kalache. “É alarmante, mas é a realidade, principalmente para grupos de alto risco”, completou.

Após fazer contato com colegas e autoridades de saúde de outros países – como Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai -, o ex-diretor da OMS fez apontamentos a respeito da diferença entre esses locais e o Brasil no que se refere ao combate à pandemia.

“[Nesses países] Estão falando com voz única, a mensagem está chegando às populações de forma uníssona, não há essa divisão, essa fragmentação [que se vê no Brasil]. As populações adotaram medidas de isolamento muito mais rígidas, de fechar fronteiras, se isolar, fazer lockdown”, pontuou Kalache.

O cenário, no entanto, é incerto para qualquer nação, segundo o especialista. “O Chile estava numa situação que parecia mais confortável, então relaxaram, voltaram ao trabalho. E agora, certamente na região metropolitana de Santiago, onde está um terço da população, as medidas estão muito mais drásticas”, disse. “Mas não há dúvida de que eles evitaram aquilo que não estamos evitando, o colapso da saúde em várias capitais”, completou.

Em relação à cidade Nova York, a mais afetada pelo vírus nos Estados Unidos, o principal fator de agravamento, segundo Kalache, é a desigualdade social. “Você tem o país mais rico do mundo, a cidade mais rica do mundo, onde inclusive morei. Você vai para os grotões, Queens, Bronx, onde há situações lamentáveis, onde não existe um sistema universal de saúde”, explicou ao Valor Econômico.

O epidemiologista alertou ainda para o fato de que a realidade do município dos EUA pode se transpor para o Brasil por conta da vulnerabilidade de alguns estratos sociais.

“Os EUA, onde se gasta mais com saúde do que em qualquer outro país, U$ 10 mil dólares per capita por ano, 18,5% de um PIB gigantesco, não oferece o mínimo de proteção a uma parcela grande da população”, disse, fazendo referência principalmente à enorme parcela da população composta por imigrantes latinos e negros. “Há quatro vezes mais negros morrendo [nos EUA] em termos proporcionais que a população branca”, ressaltou.

“É o que já estamos vendo no Brasil, com a população negra e periférica, a subnotificação nas favelas. Recebi, nesta sexta, um relato do Complexo do Alemão, que oficialmente tem quatro mortes. Mas de acordo com eles próprios monitorando, são pelo menos 12”, disse.

A subnotificação, que leva a enterros de pessoas sem o diagnóstico da doença, é o mais grave neste cenário, na opinião do especialista. Esse fator e o ritmo de crescimento dos casos notificados no Brasil podem levar o país a alcançar os Estados Unidos em julho ou até ultrapassá-lo no total de mortes.

“Minha avaliação é sombria, primeiramente porque temos uma subnotificação imensa, não só de casos, mas também de mortes”, afirmou.

Alexandre Kalache tem estudado bastante o assunto ao analisar projeções de centros acadêmicos, como o Johns Hopkins, centro global de estudos em saúde de Baltimore (EUA), a Universidade de Oxford e a Organização Mundial de Saúde (OMS). “É muito sério e pode vir a ser trágico num período muito curto”, reforçou.

De acordo com o especialista, o índice próximo a 30% de mortes de pessoas com menos de 60 anos no estado de São Paulo, está relacionado ao fato de que a população brasileira já estava adoecida antes da chegada do vírus. “E já vem doente pelas desigualdades sociais que conhecemos”, explicou.

A população brasileira tem envelhecido mal e precocemente, o que levou o vírus a “rejuvenescer”, segundo Kalache. Essa é uma das situações que explicam, do ponto de vista etário, a diferença entre o perfil de mortos brasileiros e estrangeiros que vivem em nações ricas. O que, segundo o especialista, já era esperado, já que pessoas que moram na Europa, em países como Itália, Espanha e França, tem acesso à promoção da saúde.

“O que é mais grave no Brasil é que, aos 45 ou 50 anos, você pode ter indicadores biológicos que equivaleriam aos de uma pessoa que tem 75 ou 80 na Itália. Isso porque temos as famosas comorbidades. Aqui você envelhece cedo, porque tem hipertensão, diabetes, obesidade, problemas respiratórios crônicos. Tudo isso começando muito mais cedo”, destacou Kalache.

“Trinta por cento de mortes abaixo dos 60 anos apontam para uma situação bastante difícil”, pontuou. Segundo ele, o congelamento dos gastos durante 20 anos, aprovado durante o governo de Michel Temer, causa impacto negativo nas políticas de saúde com a atenção primária sofrendo cortes substanciais. “E agora as autoridades, e o ministro que caiu [Luiz Henrique Mandetta] perceberam a importância do SUS para oferecermos uma resposta”, concluiu.

Nota da Redação: diante dos diversos alertas feitos por especialistas e instituições acerca da relação entre as pandemias e a exploração animal, a ANDA convida seus leitores a promover uma mudança de hábitos, deixando para trás o consumo de produtos de origem animal, que além de colocarem a saúde pública em risco, prejudicam os humanos ao gerarem inúmeras doenças, como o câncer; devastam a natureza (sabe-se que a maior parte do desmatamento, inclusive na Amazônia, é para criar bois e plantar grãos para alimentá-los, como a soja); e tiram a vida de animais inocentes. Optar pelo veganismo é a escolha mais ética a se fazer, pensando nos animais, na vida humana (de maneira individual e coletiva) e no planeta.


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Cão e jabuti são encontrados sem comida em local insalubre em Pernambuco

Pixabay/Ilikesnow/Imagem Ilustrativa

Um cachorro e um jabuti foram encontrados em condição de maus-tratos em um imóvel supostamente abandonado no Centro de São Caetano, no Agreste de Pernambuco.

O caso foi denunciado na segunda-feira (11) e resultou na detenção da responsável pelos animais, uma mulher de 26 anos, que foi levada à delegacia e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

A denúncia foi feita à Polícia Militar pelo coordenador de uma Fundação Protetora de Animais. Os policiais informaram ao G1 que estiveram na residência e encontraram no local a proprietária do imóvel.

Ela alegou que alimenta o cachorro e o jabuti uma vez ao dia. No entanto, a falta de higiene do ambiente, que submete os animais à insalubridade, e a falta de alimentação foram confirmadas após a entrada dos agentes na casa.

O denunciante e a dona da casa foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Belo Jardim.

Além do caso configurar maus-tratos a animais, manter um jabuti, espécie silvestre, aprisionado em cativeiro também é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais.


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Dez cães encontrados em local pequeno e insalubre são salvos em SC

Dez cães foram encontrados em um quintal sujo e pequeno, onde ficavam aglomerados, no bairro Bucarein, em Joinville, no estado de Santa Catarina. Os animais foram resgatados na quinta-feira (9).

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Foto: Polícia Civil/ Divulgação

O resgate foi realizado por agentes da Polícia Civil. Os policiais contaram ao G1 que os cachorros não recebiam cuidados básicos de higiene e saúde.

Após o resgate, os cães foram encaminhados ao Centro de Bem-Estar Animal para serem submetidos a atendimento veterinário com o intuito de avaliar o estado de saúde de cada um e fornecer os cuidados necessários.

O responsável pela casa onde os cachorros foram encontrados assinou um termo circunstanciado de emergência por maus-tratos a animais. O procedimento investigativo relacionado ao caso será enviado ao Ministério Público.

Foto: Polícia Civil/ Divulgação

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Filhotes de onça-pintada são retirados de cativeiro insalubre no Pará

Dois filhotes de onça-pintada foram resgatados no Pará, em uma fazenda na cidade de Cumaru do Norte. O resgate foi realizado por equipes do Ministério Público do Estado e da Fundação Zoobotânico de Marabá, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente.

Foto: Reprodução/TV Liberal

Após serem salvos, os filhotes receberam cuidados veterinários. Duas fêmeas, as onças têm cerca de quatro meses de vida.

O biólogo Manoel Ananis, que integrou a equipe de resgate, informou ao G1 que as onças eram mantidas em um espaço pequeno e insalubre e corriam o risco de morrer em questão de dias.

“Eles não sobreviveriam mais de uma semana se nós não tivéssemos feito esse resgate rapidamente. Lá eles colocavam alimento e ficava tudo sujo. São animais muito novos, não sabem caçar, então a alimentação vai ser dada pelos tratadores. Dificilmente esses animais conseguem voltar para a natureza”, disse o biólogo.

Manter animal silvestre aprisionado em cativeiro é crime passível de detenção e multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.


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Cachorros vivem em situação de abandono em casa vazia em Salvador (BA)

A tutora dos animais aparece na residência apenas algumas vezes na semana para alimentar os cães, que vivem em um ambiente insalubre


Quatro cachorros foram abandonados em uma casa vazia em Salvador (BA). A tutora mudou de endereço e deixou os animais para trás. O caso é denunciado por moradores da Ladeira da Fonte, no bairro Nazaré.

Reprodução/Pixabay/Bru-nOl

Na segunda-feira (27), um dos cães fugiu e foi atropelado. “Hoje de manhã um deles escapou, foi atropelado, eu tentei ajudar, mas ele com medo fugiu para dentro da casa, está lá e não saiu mais. Tem também mais um cachorro idoso que está lá dentro e todo desnutrido. A situação é precária mesmo”, contou Fernando, um dos moradores. As informações são do G1.

Os moradores reclamam da negligência com os animais. “Desde novembro essa inquilina se mudou e deixou os cachorros aí. Ela vem de três a quatro dias alimentar, mas a gente não sabe a situação precária que eles estão vivendo. O mau cheiro é insuportável. À noite eles fazem muito barulho, não deixam a vizinhança dormir. Nós tentamos contato com várias instituições para tentar um respaldo, para fazer um resgate desses animais”, disse Fernando.

A vizinhança reclama do mau cheiro e do barulho feito pelos cães. “Eu trabalho com o público, meu cliente chega aqui e esse mau cheiro. Como consegue trabalhar com alguém com esse mau cheiro? À noite eles não deixam os vizinhos dormirem. Eles latem a noite inteira. Quando a dona vem alimentar, tem um que foge e passa a noite toda [na rua]”, relatou a moradora Jane Machado.

Os cachorros sofrem também com o calor. Em dias de sol forte, o piso do quintal fica quente e queima as patas dos animais.

“Um dia desses a gente teve que jogar água para resfriar o asfalto. Ele estava saltitando, não conseguia ficar parado de tão quente que estava”, explicou Jane.

Os moradores tentaram contato com ONGs de proteção animal para ajudar os cachorros, mas não tiveram sucesso.


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Polícia descobre clínica e canil clandestinos com mais de 80 animais em SP

O canil e a clínica estavam em péssimas condições de higiene, inclusive com ferramentário cirúrgico enferrujado


Uma clínica e um canil clandestinos foram descobertos na terça-feira (21) por policiais da Delegacia de Meio Ambiente de Mogi das Cruzes após uma denúncia de exercício ilegal da profissão de veterinário. Nos estabelecimentos, localizados em Biritiba Mirim (SP), foram encontrados mais de 80 animais de diversas raças.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

“O canil e a suposta clínica não têm documentos e estão em péssimas condições de higiene, insalubridade, ferramentário de cirurgia enferrujado. Ele nega que atendia como clínica, mas a gente tem informes de tutores que levaram cães para procedimentos”, afirmou ao G1 o delegado Francisco Del Poente.

Três pássaros também foram encontrados no local. O responsável pelo local afirmou ser formado em medicina veterinária, o que será apurado.

O destino dos animais será definido pelo setor de zoonoses, segundo o delegado. A prefeitura, no entanto, afirmou que a cidade não tem Centro de Zoonoses e que o local para onde os animais será levado será determinado pela Polícia Civil.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

“A administração municipal esteve no local juntamente com os policiais, mas todos os trâmites necessários serão realizados pela Polícia Civil”, afirmou a administração municipal, que disse ainda que “a ocorrência está em responsabilidade da Polícia Civil”.

O delegado informou que, além do exercício ilegal da profissão, que é o crime principal a ser investigado, outras situações estão sendo apuradas.


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Mais de 20 cães e gatos são resgatados após maus-tratos em Praia Grande (SP)

Uma ONG de proteção animal foi acionada e resgatou os cachorros e gatos maltratados


A Polícia Militar resgatou 16 cachorros e oito gatos submetidos a maus-tratos em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na última segunda-feira (30). Os animais viviam em meio a fezes e não tinham comida.

Foto: G1 Santos

O caso foi descoberto após a PM ser acionada para resolver um desentendimento entre vizinhos. Um homem armado ameaçou os policiais com uma faca. Ele foi desarmado pelos agentes e detido. Em seguida, um rapaz que afirmou ser sobrinho do homem preso usou outra faca para ameaçar os policiais.

Os agentes solicitaram reforço para encaminhar o morador, que estava escondido na casa, à delegacia. Ele resistiu a prisão, ficou ferido e foi levado para o Pronto Socorro Quietude. As informações são do portal G1.

No interior do imóvel, foi localizado ainda um homem de 22 anos, que afirmou ser sobrinho do agressor e sofrer de transtornos psiquiátricos. Ele apresentava sinais de desnutrição e afirmou que não tomava banho há dias e também foi levado ao hospital.

Foto: G1 Santos

Ao entrar na residência, os policiais também encontraram os animais, que foram resgatados por uma ONG.

Os homens que ameaçaram os policias foram presos e o rapaz com transtornos psiquiátricos está recebendo cuidados médicos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Sede de Praia Grande.


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Animais mantidos em meio à sujeira são resgatados em Maceió (AL)

Na casa, foram encontrados patos, galinhas, gatos e um cachorro, todos em condições de maus-tratos


A Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL) e a Polícia Civil resgataram nesta quinta-feira (7) 20 animais mantidos em condições de maus-tratos em uma casa no bairro da Jatiúca, em Maceió (AL).

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Gatos eram mantidos presos em gaiolas. Patos, galinhas e um cachorro foram encontrados em espaços pequenos e insalubres. Eles dormiam e se alimentavam em meio a fezes. No local, foram encontrados restos de comida podre e utensílios sujos.

Moravam na residência uma mulher de 72 anos e o filho dela, que precisou ser detido porque ficou agressivo com a chegada da polícia. A mulher alegou estar sem documentos e recusou a se identificar. As informações são do G1.

Os animais eram mantidos nos fundos da casa. A mulher alegou que cuidava deles, mas a OAB considerou a condição em que eles estavam inaceitável.

“Estou chocada com a situação. Os acumuladores recebem e comercializam animais sem nenhum tipo de fiscalização. Aqui tem patos, cães e gatos registrados. E quem está facilitando para essa senhora são pessoas criminosas”, afirmou a presidente da comissão da OAB, Rosana Jambo.

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Um inquérito será aberto para que o caso seja investigado. “A senhora e o filho dela vão responder por crime de maus-tratos a animais e também vai ser confeccionado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra eles”, afirmou o delegado Leonan Pinheiro.

Maus-tratos a animais é crime e tem como pena até um ano de reclusão. No entanto, por ser de menor potencial ofensivo, a punição costuma ser revertida em alternativas como prestação de serviços à comunidade.

Os animais foram resgatados e encaminhados para voluntários que irão oferecer a eles os cuidados necessários.

Foto: Reprodução/TV Gazeta

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Mais de 240 animais são encontrados em casa sob condições deploráveis

Os animais que sobreviveram aos maus-tratos foram resgatados e encaminhados a um abrigo


As autoridades encontraram 245 animais em situação de maus-tratos em uma casa na Flórida, nos Estados Unidos. No local viviam também três crianças de 8, 9 e 10 anos.

Foto: Reprodução/Facebook

O caso foi descoberto após uma denúncia. Dentre os animais encontrados na casa, alguns estavam mortos, inclusive em estado avançado de decomposição.

Na casa estavam 4 cachorros, 2 gatos, 9 porquinhos-da-índia – sendo um morto -, 12 coelhos, 4 hamsters, 10 petauros-do-açúcar, 14 pássaros, 1 lagarto, 1 tartaruga, 1 ouriço, 1 dragão-barbudo e 178 ratos. As informações são do R7.

Os animais viviam em meio à sujeira, assim como as crianças, que tinham em seus quartos lixo até a altura do tornozelo.

Foto: Reprodução/Facebook

“Foi a pior casa que eu já entrei. O cheiro forte de amônia, o acúmulo de animais e as condições gerais do lugar me fizeram ficar muito triste pelas crianças e pelos animais”, afirmou o policial Anthony Binz.

A ação policial resultou na prisão de Melissa Hamilton, 49, Greg Nelson, 57, e Susan Nelson, 43. Eles vão responder pelos crimes de abuso infantil e maus-tratos a animais.

As crianças foram levadas para a casa de outro membro da família e os animais foram encaminhados para um abrigo.

Foto: Reprodução/Facebook

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Movimento mobiliza população mundial contra exportação de animais vivos

A ONG Compassion in World Farming está liderando, pelo terceiro ano consecutivo, um movimento internacional para mobilizar a população mundial em torno do Dia Internacional contra a Exportação de Gado Vivo, celebrado nesta sexta-feira (14). O intuito da data é conscientizar as pessoas acerca do sofrimento dos animais exportados.

Em 2017, 30 países participaram do movimento. Ano passado, o Brasil também aderiu à ação, que envolveu 33 nações. Neste ano, 41 países foram mobilizados e irão realizar manifestações. Coordenados pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, em parceria com entidades de várias cidades, os protestos brasileiros começaram na quinta-fera (13) e serão realizados até o domingo (16). Doze cidades estão participando. As informações são da Agência Brasil.

Bois mantidos em condição insalubre no navio NADA (Foto: Magda Regina)

De acordo com a diretora de Educação do Fórum, a geógrafa Elizabeth MacGregor, embora existam legislações que determinem que os animais exportados recebam tratamento humanitário, “a questão do bem-estar animal é zero”. Além disso, segundo ela, essa exportação é negativa do ponto de vista econômico, já que representa apenas 1% do que é produzido pela pecuária brasileira para consumo humano. De acordo com MacGregor, todos os países importadores também importam carne embalada.

A geógrafa lembrou ainda que, por não ser taxada, a exportação de boi vivo não gera riqueza para o Brasil. “O couro vai de graça” para o importador, disse MacGregor, que reforçou também que essa atividade não gera emprego no Brasil, mas nos países compradores, como a Turquia e o Líbano. Além disso, esses país, comentou a geógrafa, não utilizam práticas de bem-estar animal, o que faz com que os animais sejam mortos de maneira cruel.

O problema, porém, é ainda maior, já que “ambientalmente é péssimo”. Isso porque o transporte costuma ser feito em navios reformados ou adaptados, de péssima qualidade, sem condições mínimas de higiene, sem alimentação e hidratação adequada para os animais, sem assistência veterinária, impondo aos animais uma viagem longa e exaustiva, na qual eles são sujeitos a intempéries climatológicas, com urina e fezes provocando a proligeração de doenças. Em ambientes superlotados, esses animais também não têm espaço sequer para deitar e descansar durante o percurso, que pode levar semanas. “Vão cheios de outras substâncias que afetam o meio ambiente”, disse MacGregor.

De acordo com a diretora do Fórum, a exportação de animais vivos não é boa para o Brasil, “tanto na questão econômica, como na questão da imagem do país que, no momento, parece estar sendo deixada de lado”. A questão, na opinião da ONG, é econômica. Mais de 700 mil animais vivos foram exportados em 2018, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o que gerou receita de US$ 470 milhões para o Brasil. Esse valor, porém, representa só 7% da receita proveniente da exportação de carne e derivados, que ultrapassa US$ 6 bilhões anuais.

Boi com corpo coberto por fezes e urina dentro do navio NADA (Foto: Magda Regina)

Dentre os países contrários a essa prática, a maior parte está na Europa. Isso, segundo MacGregor, deve-se ao conhecimento. A diretora da ONG lembra que a ciência já comprovou que todo animal vertebrado é senciente, ou seja, consegue sentir dor, física e psicológica. “Têm capacidade cognitiva, então raciocinam, têm sentimentos e desde a década de 1970, a ciência do bem-estar animal usa parâmetros científicos e objetivos para analisar tecnicamente como os animais estão sendo tratados”, disse. Segundo ela, esse conhecimento ainda é heterogêneo, “como tudo no mundo”.

Sobre o movimento internacional, a diretora contou que os 41 países participantes estão localizados em todos os continentes. “O movimento é global mesmo”, explicou. Na Europa, também é defendida a redução das horas de transporte terrestre dos animais. “Mas o pior é essa exportação”, segundo MacGregor.

O movimento teve início em Londres, na Inglaterra, em 2017. Trata-se de uma iniciativa da  ONG ‘Compassion in World Farming’, em parceria com a ONG ‘World Wide Fund for Nature’ (WWF), o Banco Mundial (BIRD) e a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Todas essas organizações reforçam o impacto negativo da pecuária e lembram que, dentre as atividades humanas, ela é a que causa prejudica o meio ambiente – considerando desde o desmatamento até a poluição de mares, lagos e oceanos. A diretora do Fórum explicou que a flatulência dos bois é gás metano – afirmação que é confirmada por estudos.

“Tem todo um embasamento técnico e de órgãos internacionais, não só de ONGs”, disse. MacGregor comentou também que a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) já se pronunciou sobre o impacto da pecuária na natureza. “O Brasil tem mais boi do que gente”, afirmou. A questão, segundo MacGregor, “é seríssima em todo o mundo”.

Graxaria do navio NADA (Foto: Magda Regina)

Diretora do Fórum, a médica veterinária Vânia Nunes disse ainda que os maus-tratos se iniciam no transporte das fazendas para os portos, que já é “extremamente estressante para os animais”. Além disso, Nunes salientou que muitos animais morrem nos navios, durante as longas viagens de exportação, por não resistirem às péssimas condições as quais são submetidos. Os corpos, triturados, são jogados no mar, assim como toneladas de fezes e urina produzidas diariamente, poluindo o meio ambiente.

Na quinta-feira (13), foram realizados protestos em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG). Para esta sexta-feira (14), há atos marcados em Brasília, Salvador (BA) e Sorocaba (SP). No sábado (15), as manifestações serão realizadas em Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Belém (PA) e Indaiatuba (SP). O encerramento está marcado para domingo (16), em Lajeado (RS).

ANDA move ações contra exportação de animais

A Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) entrou com duas ações contra a exportação de animais. A primeira, feita em conjunto com a Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA), solicitou a interrupção das operações no porto de Santos com base nas implicações ambientais e nos crimes de maus-tratos registrados durante o embarque feito pelo porto em dezembro de 2017.

O pedido das entidades foi aceito pelo desembargador Luis Fernando Nishi, que determinou a suspensão imediata das operações no porto no final de janeiro deste ano. Dias depois, entretanto, a liminar foi derrubada por um recurso impetrado pela Advocacia Geral da União (AGU) e o navio seguiu viagem.

A segunda ação, movida exclusivamente pela ANDA, foi contra os embarques de animais vivos no porto de São Sebastião. Devido à existência de outras duas ações contra tais operações no porto que tinham como foco os maus-tratos contra os animais, a ANDA optou por usar o enfoque ambiental como fundamento para se opor à exportação de animais vivos em São Sebastião.

Após a ação ter extraviado, a ONG impetrou um mandado de segurança solicitando o julgamento da liminar. O mandado foi deferido pelo juiz Dr. Guilherme Kischner que, em abril, suspendeu temporariamente os embarques no porto.


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