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Campanha arrecada recursos em prol de leões desnutridos e doentes

Funcionários do parque onde vivem os leões não estariam conseguindo alimentá-los corretamente por conta da crise que atinge o Sudão


Uma campanha online está arrecadando recursos para tentar salvar a vida de leões desnutridos que vivem em um parque em Cartum, no Sudão.

Foto: Ashraf Shazly/AFP

Osman Salih lançou a campanha após se comover com a condição dos animais no parque Al-Qureshi. A crise que afeta o país tem impedido, segundo ele, que os funcionários do parque alimentem os leões corretamente. Os animais também não estão recebendo cuidados veterinários.

Na segunda-feira (20), uma leoa teria morrido no local, segundo a revista People. Dos quatro animais que ficaram, um foi levado no mesmo dia para uma clínica veterinária. As informações são do G1.

O caso repercutiu e atraiu a atenção da imprensa internacional após a campanha chamar a atenção dos internautas.

Foto: Ashraf Shazly/AFP

“A comida nem sempre está disponível, então muitas vezes compramos com nosso próprio dinheiro para alimentá-los”, disse à agência France Presse, Essamelddine Hajjar, gerente do parque, que é administrado pelo município de Cartum, mas também recebe recursos de doadores privados.

Funcionários do local informaram que os leões perderam pelo menos um terço de seu peso e estão com infecções.


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Mais de 50% das mortes de orcas aprisionadas no SeaWorld são causadas por infecções

Evidentemente, ela possui uma infecção e seus ferimentos parecem ter se desenvolvido de modo rápido e alarmante. A condição de Malia é desconhecida porque o SeaWorld não divulgou essa informação.

Foto: sworlandophotography, Instagram

Porém, pode ser uma infecção causada por fungos, uma infecção bacteriana ou uma combinação dos dois. Isso é agravado pelo enfraquecimento do sistema imunológico que é uma consequência do estresse do cativeiro.

Em um relatório do San Antonio Express-News, foi revelado que as infecções mataram cerca de 150 leões marinhos, beluga, orcas e outros golfinhos explorados nos parques SeaWorld nos últimos 30 anos. Elas foram particularmente mortais para orcas, contribuindo com 60% de suas mortes.

As mortes do pai de Malia, Tilikum, e de sua irmã Unna também foram provocadas por infecções em 2017 e 2015, respectivamente. No último ano, uma orca chamada Kasatka faleceu após sofrer uma infecção com sintomas semelhantes aos de Malia.

Segundo os registros, Kasatka tinha uma infecção bacteriana no pulmão desde pelo menos 2008 e seu corpo estava coberto de lesões antes da morte. Ainda assim, o SeaWorld San Diego a inseminou artificialmente e a obrigou a ter um bebê, revela o portal Seaworld of Hurt.

Discutindo o estado de Kasatka perto do final de sua vida, Jeffrey Ventre, médico e ex-treinador do SeaWorld, declarou: “Quando eu vi a imagem dela hoje, como médico, me lembrou imediatamente do estágio final da AIDS. Ela é tão imunodeprimida, coberta de fungos, é evidente que está perto da morte. Espero que ela morra rapidamente”.

Os animais que vivem em cativeiro são muitas vezes privados de tudo o que é natural e importante para eles e têm problemas de saúde provocados pelo encarceramento.

De acordo com o Manual Veterinário de Merck, “os mamíferos marinhos cativos parecem particularmente vulneráveis a infecções causadas por fungos”.

O estresse do cativeiro pode contribuir para isso. Quando  a veterinária Heather Rally visitou o SeaWorld San Diego em 2014, ela observou muitos sinais de estresse, especialmente entre os mamíferos marinhos.

Ela viu golfinhos com uma condição de pele frequentemente relacionada a um sistema imunológico debilitado e que ainda tinham que interagir com o público. A profissional também testemunhou uma maior agressão entre os animais e orcas com indícios preocupantes de sofrimento psicológico.

As orcas são animais inteligentes que, no oceano, percorrem até 224 quilômetros com suas famílias diariamente. No SeaWorld, elas são confinadas a tanques que lhes permitem nadar apenas uma pequena parte dessa distância, muitas vezes sem a companhia de nenhum membro da família.

Mesmo quando estes animais não morrem de infecções nos parques, eles enfrentam um grande estresse que pode contribuir para outras causas de morte prematura.

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“Cadeiras de rodas flutuantes” salvam peixes com problemas físicos

Fonte: leability
Fonte: leability

Uma imagem veio à tona de um peixe dourado em um estilingue adorável, que as pessoas estão chamando de ‘cadeira de rodas para peixinhos”, projetado para mantê-la à tona e na posição vertical.

Usando uma rolha simples, um tutor salvou a vida do peixe que vive com ele. “Cadeiras de rodas flutuantes” como essa ajudam os peixes doentes e são fundamentais para auxiliar animais com infecções na bexiga a manterem o equilíbrio.

Fonte: Universo Inteligente

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Campanha pelo desleitamento adulto em Rio Grande (RS)

“Não precisamos comer nada que seja animal”, frisou em determinado momento Márcia Chaplin, durante a oficina de fabricação de leite vegetal, promovida no último sábado. E ela está certa. A natureza, exclusivamente a de ordem vegetal, fornece as propriedades, nutrientes e proteínas que nosso organismos precisa.

“Nem mesmo mel de abelha. Nada animal”, retrucou uma das fundadoras do Grupo de Abolição ao Especismo (GAE), no momento em que uma das participantes sugeriu misturar o sabor da matéria prima produzida pelas abelhas em uma das receitas.”

“As vacas são induzidas por hormônios a produzir mais leite do que sua natureza permitiria. Tratadas como máquinas, são obrigadas a viver constantemente grávidas por inseminação artificial, mas são impedidas de amamentar seus filhotes. Contraem infecções nas mamas, sentem dores e, quando exauridas, são mortas.”

Fonte: Jornal Agora

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Filhote de onça é encontrado ferido no interior de SP

Filhote de onça foi encontrado ferido em uma chácara. Foto: Reprodução/TV Tem

Um filhote de onça foi encontrado ferido nesta terça-feira (28) na zona rural do município de Oscar Bressane, a 483 km de São Paulo. Ele tinha infecções nas quatro patas e foi enviado a uma clínica de Marília, onde recebeu curativos e soro.

O animal foi achado debaixo de uma árvore pelo dono de uma chácara. Quando a Polícia Ambiental chegou ao local, a onça já havia sido resgatada e colocada dentro de uma caixa.

Para a veterinária Cátia Voss, o animal deve ter se perdido da mãe. “Ele não tem nenhuma fratura. Foi estabilizado, hidratado e medicado.” O macho de apenas dois meses de idade não corre risco de morte. O período de reabilitação vai ser feito na própria clínica. Assim que a onça estiver melhor, o Ibama decidirá para onde ela será levada.

Fonte: G1

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Antibióticos aplicados em animais estão afetando humanos

Uma prática aplicada nos Estados Unidos está prejudicando dezenas de cidadãos e colocando suas vidas em risco. O uso de antibióticos em animais, como a penicilina, por exemplo, gera uma linhagem de bactérias resistentes a outros antibióticos.

Não só pessoas que vivem no campo, em fazendas, e têm contato direto com animais, mas cidadãos que habitam grandes centros urbanos também correm o risco de se infectarem pela bactéria.

Os fazendeiros dos EUA normalmente aplicam cerca de 8% a mais de antibióticos a cada ano em criações de porcos, gado e galinhas para tratar infecções no pulmão, no sangue e na pele. Porém, foi constatado que 13% dos antibióticos utilizados em propriedades rurais norte-americanas, no ano de 2008, foram aplicados em animais sadios, para que se desenvolvessem mais rapidamente.

“Esse assunto é extremamente sério e deveria ser analisado globalmente, pois é um problema que, se não for resolvido, poderá prejudicar humanos e animais de todas as partes do mundo”, explica a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.

Fonte: Universo Alimentos

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ONG lança campanha contra abandono de animais

Os integrantes da organização não governamental Pense Bicho, de Curitiba, lançam a partir das 9h deste sábado (12), na Boca Maldita, uma campanha destinada a combater um problema comum nesta época do ano: o abandono de animais. A ONG distribuirá panfletos aos pedestres alertando para o problema e defendendo a guarda responsável de animais domésticos.

A Pense Bicho estima que o número de animais abandonados apenas em Curitiba, mesmo sem contar os semidomiciliados, seja de 3%  em um universo de 430.000 animais. Isto equivale a pelo menos 13 mil animais nas ruas da cidade.

A ONG não tem estatísticas apontando a dimensão do problema nesta época do ano, mas recebe denúncias de abandono de animais domésticos toda semana. O problema se agrava no final de dezembro, quando muitas pessoas viajam em férias. “Ao invés de deixar os animais em hotéis, o que tem um custo muito baixo, muitas pessoas preferem jogá-los na rua, o que é um absurdo porque este tipo de comportamento pode trazer problemas graves aos animais e, claro, à própria sociedade”, lembra a presidente da Pense Bicho, Karin Birckholz.

Lei prevê multa e prisão

Além dos ataques de cães a pedestres, os animais podem provocar acidentes de trânsito ao circular pelas ruas e ainda transmitir cerca de 100 doenças, causadas por parasitas e infecções. Por este motivo, a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98) estabelece punição rigorosa aos autores deste tipo de prática: multa e detenção de três meses a um ano, dependendo da gravidade do problema causado pelo abandono.

Karin chama a atenção para outro problema: a falta de sensibilidade das pessoas. “Animais não são brinquedos e não devem ser doados como presentes, principalmente no Natal, a não ser que as pessoas tenham a disposição de cuidar deles com a atenção que merecem, até a sua velhice e no final das suas vidas. Infelizmente, não é o que acontece”, lamenta a presidente da Pense Bicho.

Fonte: Bem Paraná

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Americana é acusada de maus-tratos contra 16 cavalos e outros animais

Por Karina Ramos (da Redação)

Os xerifes suplentes de Trumbull, em Ohio (Estados Unidos), encontraram 16 cavalos e outros animais vivendo na imundície em uma propriedade em Newton Falls, na última segunda-feira (30).

“Fazia muito tempo que não via um caso assim”, disse Jennifer Sanderson, uma oficial de polícia de Portage. “Este é um caso óbvio e muito ruim de negligência animal.”

Os oficiais do “Happy Trails Farm Animal Sanctuary” (Santuário de Animais de Fazenda Pegadas Felizes) removeram 11 cavalos, um bezerro e três galinhas-d’angola do local.

Melissa Giambrone, 28 anos, foi presa na última sexta-feira (27 de novembro) e enfrenta duas acusações: uma por crueldade contra animais e outra por crueldade contra animais “de companhia”. Ela alegou inocência das acusações no tribunal de Newton Falls.

De acordo com os relatórios, os cavalos estavam gravemente desnutridos, e alguns estavam comendo madeira das estrebarias e os rabos dos outros cavalos, devido à deficiência de proteína.

Cavalo resgatado com perda de massa muscular e membros traseiros enfraquecidos
Cavalo resgatado com perda de massa muscular e membros traseiros enfraquecidos

Jennifer disse que não havia comida e nem grãos em toda a propriedade.

Quatro dos cavalos recuperados estão no Happy Trails, em Ravenna. Um deles está muito abaixo de seu peso ideal.

“Quando este pobre indivíduo chegou aqui, nem conseguia levantar a cabeça”, declarou Annette Fisher, diretora-executiva do Happy Trails.

Outro membro do Happy Trails, Rob Willard, disse que esse tipo de situação não acontece da noite para o dia e que os animais estavam sem comida há muito tempo.

Os cavalos levados para o santuário serão mantidos aquecidos à noite com cobertores especiais. Embora eles estejam finalmente se alimentando, as infecções ainda atingem uma parte de seus corpos.

“Somos um grupo sem fins lucrativos e somos todos voluntários. Todo o dinheiro que temos gasto, desde o dia em que resgatamos os cavalos, tem vindo de nossos bolsos. Então, vê-la pagando indenização para nós seria ótimo. Assim como saber que ela não poderá mais tutelar animais pelo resto de sua vida”, disse Rob.

Jennifer concorda: “Coisas assim precisam acabar. Não adianta apenas um puxão de orelha.”

A sentença máxima para acusação de crueldade contra animais é de 90 dias na cadeia e uma multa de $750.

Fonte: Animal Concerns

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‘Comer Animais’: livro descreve indústria de criação e abate de animais

O jornalista Michael Pollan tratou de algumas questões dos direitos e do bem-estar animal em The Omnivore Dilemma (O Dilema Onívoro), um best seller de 2006, e agora, em Eating Animals, (Comer Animais) o romancista Jonathan Safran Foer encara tarefa semelhante. Porque seu livro deve muito ao trabalho de Pollan, a Animal Liberation, de Peter Singer, e reportagens de diversos jornalistas famosos, a principal contribuição de Foer ao tema parece ser o uso de seus dotes literários – revelados nos romances Everything is Illuminated (Tudo é Iluminado) e Extremely Loud and Incredibly Close – para oferecer aos leitores descrições muito reais das linhas industriais de criação e abate de animais.

Imagem: Divulgação/Terra
Imagem: Divulgação/Terra

Foer escreve que a bioengenharia de galinhas (para produzir mais carne em menor prazo) e a superlotação dos locais de produção (cerca de 700 centímetros quadrados de espaço por animal) resultam em deformidades, danos aos olhos, cegueira, infecções bacterianas dos ossos, defeitos nas vértebras, paralisia, hemorragia interna, anemia, problemas nos tendões, deformações nas pernas e pescoços, doenças respiratórias e sistemas imunológicos debilitados. Ele afirma que os peixes criados em condições industriais sofrem de “presença abundante de piolhos marinhos, que prosperam devido à sujeira da água”, e que “criam lesões abertas e ocasionalmente devoram os ossos do rosto do peixe”. E alega que o gado nem sempre é abatido de forma eficiente antes de ser processado nos abatedouros, e que como resultado animais são “sangrados, esfolados e desmembrados enquanto ainda conscientes”.

Uma crônica sincera do envolvimento crescente do autor com os animais e o vegetarianismo, o livro mistura reportagem e pesquisa com comentários e reflexões. Ao longo do caminho, Foer nos conta que, aos nove anos, teve uma babá que lhe perguntou: “Você sabe que galinhas são só galinhas, não é?’ Também comenta sobre ter passado os primeiros 26 anos de sua vida “não gostando de animais”, considerando-os “incômodos, sujos, inabordavelmente estranhos, assustadoramente imprevisíveis e simplesmente desnecessários”, até que ele e a mulher adotaram um cachorrinho abandonado, George, e ele se tornou “um fã dos cachorros”.

Depois de dedicar quase três anos a pesquisas sobre a criação industrializada de animais, Foer diz que se tornou “um vegetariano dedicado, enquanto antes hesitava entre diversas normas dietéticas diferentes”.

“A mim parece simplesmente errado comer carne de porcos, ou alimentar uma família com ela”, ele escreve. “Provavelmente, é errado até mesmo sentar sem protestar na companhia de amigos que estejam comendo a carne de porcos, por mais difícil que pareça dizer alguma coisa a respeito. Os porcos claramente têm mentes brilhantes, e estão condenados de maneira igualmente clara a vidas miseráveis nas fazendas industrializadas. A analogia de um cachorro criado dentro de um armário é bastante precisa, se bem que seja ainda generosa demais. Os argumentos ambientais contra o consumo de carne são irrebatíveis e muito fortes.”

“Por motivos semelhantes, eu não comeria carnes de aves ou frutos do mar. Olhar para os olhos desses animais pode não induzir a mesma empatia que olhar para os olhos de um porco, mas é possível ver a mesma coisa se usarmos os olhos de nossas mentes”, ele acrescenta.

Embora seja difícil imaginar alguém que já tenha tido um animal de estimação – ou lido livros infantis sobre eles, ou estudado relatórios sobre as condições nas grandes fazendas de criação de animais e suas consequências ecológicas – decida defender a criação industrializada, o trabalho de Foer vai bem além disso.

Ele emprega o termo “atrocidades” para descrever as crueldades praticadas contra filhotes de perus e galinhas, e escreve que a cadeia de restaurantes KFC “pode ser considerada como a empresa que mais causou sofrimento no mundo, ao longo de toda a nossa História”. Em outra seção ele fala sobre “a vergonha” que sentiu, como turista norte-americano na Europa, quando “proliferaram as fotos sobre Abu Ghraib”, e discorre na sentença seguinte sobre “a vergonha por ser humano: a vergonha de saber que cerca de 20 das 35 espécies classificadas de hipocampo em todo o mundo estão ameaçadas de extinção porque são mortas ‘não intencionalmente’ durante o processo de produção de frutos do mar.”

Antecipando as objeções dos leitores, Foer escreve que as pessoas poderiam dizer que “os movimentos de justiça social nada têm a ver com a situação da criação industrializada de animais”, que “opressão humana e abusos contra animais são diferentes”. Mas ele acrescenta que, se tivermos essa opinião, estamos interpretando os legados do reverendo Martin Luther King e de Cesar Chavez de maneira “muito estreita, caso suponhamos com antecedência que não se deve falar contra a opressão nas fazendas industrializadas.”

Com informações de Terra

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