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ONG divulga estatísticas de crueldade animal no turismo

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Na última quinta-feira (24), a ONG Proteção Animal Mundial divulgou o ranking atualizado da crueldade animal presente no turismo. Junto a ele também foi divulgado o relatório “De Olho na Indústria de Turismo” que expõe quais empresas de turismo promovem a crueldade contra os animais e aquelas que protegem a vida silvestre.

Entre a grande quantidade de atividades são destacadas as excursões, apresentações, shows com golfinhos e até mesmo passeios com elefantes e filhotes de tigres.

A ONG destaca que esse é um grande negócio para as empresas de turismo que lucram com o interesse dos turistas e eles nem sempre imaginam a exploração de animais por trás desse entretenimento.

“Arrancados da natureza ou criados em cativeiro, os animais silvestres são separados de suas mães muito cedo e obrigados a viver em condições inaceitáveis, em uma prisão perpétua de miséria e sofrimento”, destaca a ONG.

A empresa Airbnb obteve a melhor pontuação entre as empresas avaliadas, seguida por The Travel Corporation, Tripadvisor, Booking,com e Viator. Já as empresas Tui e Der Touristik alcançaram uma pontuação considerada razoável, enquanto o comprometimento da Expedir em evitar esse tipo de crueldade animal foi classificado como ruim, ainda sim superior aos da Flight Centre e AttractionTickets.com. Das quatro avaliações consideradas péssimas estiveram Trip.com, GetYourGuide, Look e Musement.

O desempenho da melhor para a pior empresa envolvendo o turismo com animais vai de 68% a 3% o que afirma que há um longo caminho a ser percorrido.

Os critérios avaliados no relatório mencionam a disponibilidade e qualidade de políticas de bem-estar animal; cumprimento dos compromissos de bem-estar dos animais; implementação de mudanças favoráveis à vida silvestre e ferramentas para capacitar os turistas a fazerem escolhas de viagens que respeitem os animais.

“As pessoas desejam ter uma experiência com animais silvestres, contudo, há uma mudança no perfil dos turistas, que não toleram mais a crueldade nessas atrações. Em Manaus, nados em aglomeração com botos cor-de-rosa e abraços e selfies com bichos-preguiça e jacaretingas. No exterior, passeios em elefantes, selfies com tigres e leões e golfinhos sendo utilizados como prancha. Todas essas atrações, vendidas pela indústria como não danosas, são extremamente prejudiciais aos animais. Ter empresas globais reforçando a luta contra a crueldade animal é uma chance única de mudar o setor e acabar de vez com a crueldade e exploração das espécies silvestres”, reforça o gerente de Vida Silvestres da ONG, João Almeida.


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Indústria da pesca mata golfinhos na Grã-Bretanha

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Um relatório mostrou que o número de golfinhos no Oceano Índico caiu 87% desde 1980. Em média, dois golfinhos ou botos são encontrados mortos nas praias do Reino Unido todos os dias. Muitos deles mostram os arranhões causados ​​pelas redes de pesca.

As descobertas de golfinhos mortos ao redor do Golfo da Biscaia este ano provavelmente baterão o recorde macabro estabelecido em 2019, quando 1.100 foram encontrados na costa francesa. Um grande número também está aparecendo nas praias da Irlanda.

Nem todo cadáver encontrado de golfinho ou boto foi morto pela indústria pesqueira. As infecções são mais prevalentes do que eram antes, talvez como resultado de substâncias químicas sintéticas persistentes se acumulando nos tecidos dos animais e suprimindo seu sistema imunológico. Mas em muitos lugares, a pesca industrial parece ser a maior causa.

Quase toda a pesca comercial representa uma ameaça para os golfinhos e botos. Mas algumas técnicas são mais letais que outras. Enquanto as redes de emalhar matam um grande número de botos e todos os tipos de redes de arrasto e rede de cerco põem em perigo os golfinhos, há uma correlação particularmente forte entre a morte de golfinhos e dois tipos de pesca: arrastões em pares que pescam robalos e supertrawlers que procuram peixes pequenos.Os arrastões de pares (dois barcos que puxam uma rede entre eles) movem-se muito mais rapidamente do que os arrastões individuais. Os Supertrawlers rebocam redes gigantescas que apanham cardumes inteiros e os predadores os caçam.

Fiscalização precária

Quase nenhuma espécie à venda hoje pode ser dissociada com segurança da matança de golfinhos. Ativistas nas costas da Grã-Bretanha e Irlanda conectam picos em golfinhos mortos com o aparecimento de supertrawlers.

Os golfinhos encontrados na praia provavelmente representam uma pequena proporção do total de mortos. A maioria dos cadáveres afunda ou sai do mar. Como o massacre é deliberadamente não registrado pelos governos europeus, temos apenas palpites sobre quantos podem estar morrendo.

A política de pesca deve começar com a proteção de golfinhos e outras espécies vulneráveis ​​e depois decidir onde e como as embarcações de pesca podem operar. Mas a abordagem oposta é adotada: permita que os barcos trabalhem em quase todos os lugares, sem monitoração e mal controlados, e então pergunte-se o que fazer com os golfinhos mortos. O massacre não quantificado causado por barcos de pesca, se for permitido continuar, provavelmente os levará à extinção em breve.


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Coelhos estão perdendo o habitat por intensa industrialização agropecuária

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O coelho-europeu (Oryctolagus cuniculus) é uma espécie selvagem proveniente da Península Ibérica, na extremidade sul-ocidental da Europa.

Cientistas alemães conduziram um estudo que acompanhou 139 coelhos durante seis meses num raio de 500 metros em torno de oito locais em Frankfurt, Alemanha.

Foto: The Times

Mais adiante, com amostras de DNA coletadas, a variação genética entre a população de coelhos mostra a correlação com as áreas urbanizadas percorridas, evidenciando o cruzamento entre espécies e consequente redução de suas populações.

A perda de seus locais de origem é um reflexo da mecanização massiva nas áreas campestres, contribuindo diretamente para a migração forçada dos coelhos em busca de alimento.

O coelho-europeu é uma espécie considerada “adaptor urbano”, por conseguir sobreviver sob áreas predominantemente humana.

A maior parte da vida selvagem dentro das cidades se aglomera em reduzidos espaços verdes, onde muitos animais se abrigam envoltos de perigos como ruas e prédios.

É provável que o declínio das populações de coelhos na Europa ocorra também em outras partes do continente, incluindo o Reino Unido, sendo sintomático para uma espécie animal como essa a contínua perda de diversidade nas zonas rurais e a perturbação dos ecossistemas rurais causada pelas obras de construção.


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Dia da Mulher: em nome do lucro, fêmeas são exploradas e mortas por humanos

No Dia Internacional da Mulher, devemos refletir: estamos fazendo o necessário para não colaborar com o sofrimento das fêmeas do mundo animal?


Objetificadas, violadas, exploradas, violentadas, feridas e mortas. Esse é o ciclo de vida ao qual fêmeas de diversas espécies são submetidas. Uma vida miserável, repleta de todo tipo de sofrimento, físico e psicológico. No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é necessário lembrar de cada uma delas, integrantes do sexo feminino que não têm um único dia de paz em nossa sociedade.

Cadela explorada para reprodução e venda de filhotes, resgatada em 2018 pelo Instituto Luísa Mell (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)

Raras são as espécies que não são vítimas da ganância e da maldade dos seres humanos. Até mesmo as cadelas, tratadas por muitos com carinho, sofrem. As que nascem sem raça, muitas vezes vão parar nas ruas, abandonadas à própria sorte. Passam fome, sede, frio, calor. Suportam chuva, agressões, doenças, atropelamentos. Engravidam e assistem a morte de seus filhotes, que não sobrevivem ao abandono. Assim como elas que, hora ou outra, definham e morrem. As cadelas de raça, no entanto, não se livram do sofrimento por serem cobiçadas pelo ego humano. Pelo contrário, são exploradas para trazerem ao mundo filhotes que serão precificados como se fossem objetos para serem comercializados. Essas cadelas frequentemente vivem presas em gaiolas, submetidas a maus-tratos, em ambientes insalubres, engravidando a cada cio, sem descanso.

Outras fêmeas, como vacas, galinhas e porcas, também não são poupadas pela sociedade. Subjugadas, elas são vistas como objetos a serem usados para garantir algum tipo de benefício aos humanos, como o lucro. Forçadas a engravidar, por meio de um procedimento abusivo e invasivo de inseminação artificial – no qual humanos colocam seus braços quase que inteiros no ânus dos animais -, elas dão à luz bezerros que serão separados delas quase que de imediato. Normalmente, os filhotes permanecem com as mães apenas por 24 horas, para beberem o colostro. O momento da separação é doloroso para ambos. Imagine-se com um dia de vida sendo tirado dos braços da sua mãe. O desespero que um humano sentiria é o mesmo que o bezerro, desprotegido, sozinho, assustado, sente. A vaca, por sua vez, também sofre. É comum que elas fiquem mugindo e procurando pelos filhos. Sempre em vão. Eles nunca são devolvidos a elas. E logo o ciclo de gravidez e sofrimento físico e psicológico reinicia.

Tratadas como máquinas, vacas são exploradas pela indústria leiteira (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)

A maternidade é difícil para todas as espécies exploradas por humanos. Neste contexto, nenhuma mãe pode viver ao lado da cria no mundo animal. Porcas, presas a celas gestacionais, onde passam grande parte da vida, sem espaço sequer para se movimentar, frequentemente assistem seus filhotes serem castrados sem anestesia. Desesperam-se, mas não podem fazer nada para protegê-los. A amamentação é feita entre as grades da cela, sem que possa haver um real contato de carinho, de aconchego.

Os pintinhos, quando nascem, nunca são vistos como filhotes que devem viver com as mães. Pelo contrário, são observados apenas de duas cruéis formas: fêmeas que serão exploradas impiedosamente para botar ovos assim que crescerem o suficiente ou machos que serão triturados vivos, ainda filhotes, por não servirem para a indústria dos ovos.

Modificadas geneticamente, vacas produzem leite em excesso e sofrem com infecções nas mamas (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)

Mas não é apenas durante a maternidade que as fêmeas sofrem. Toda a vida desses animais é marcada pelo sofrimento. Impedidas de viverem em paz, na natureza, desfrutando de um sítio ou fazenda, na companhia de outros animais da espécie, elas são condenadas ao aprisionamento, muitas vezes em gaiolas, como acontece com as galinhas, que mal podem abrir suas asas, por conta da falta de espaço. Essas aves também sofrem ao terem seus bicos mutilados sem anestesia, sentem dor e são impedidas de fazer o que é próprio da espécie: selecionar o alimento que comem. O bico é cortado para que elas não se mutilem. O estresse ao qual são submetidas é tamanho que elas arrancam pedaços de seus corpos se tiverem os bicos inteiros.

As vacas, alteradas geneticamente para que produzam quantidades absurdas de leite, sofrem com infecções nas mamas, causadas não só pela produção antinatural do líquido, mas também por ferimentos causados pelos equipamentos de ordenha. Como toda infecção, há dor. Quando já estão velhas, doentes e não servem mais para produzir leite, elas são mortas. Muitas vezes, sem forças para andar, são arrastadas, agredidas e carregadas por equipamentos que as içam como se fossem objetos.

Porcas passam a maior parte da vida aprisionadas em celas minúsculas (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)

Depois de tanta dor, sofrimento, abuso, essas fêmeas são mortas. E é comum que assistam a morte umas das outras e se desesperem. Em 2012, neurocientistas do mundo inteiro assinaram um manifesto na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, afirmando que mamíferos, aves e outros animais, como polvos, têm consciência. Isso significa que o desespero demonstrado pelos animais ao ver a morte de outro da espécie não é atoa. Eles sabem que serão os próximos. E suportam intenso sofrimento psicológico, seguido do físico, quando chega a vez deles.

No Dia Internacional da Mulher, a reflexão que fica, em relação ao mundo animal, é: estamos fazendo tudo o que podemos? No dia a dia, devemos promover mudanças em nossos hábitos para não sermos responsáveis por tamanho sofrimento. Deixar de consumir tudo aquilo que advenha da dor de um ser que sente e que quer viver e se esforçar para conscientizar as pessoas acerca dessa realidade é o melhor presente que podemos dar a essas fêmeas no dia de hoje.

Desesperada, porca assiste seu filhote gritar de dor ao ser castrado sem anestesia (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)
Aprisionadas em gaiolas minúsculas, galinhas sofrem ao serem exploradas para a produção de ovos (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)
Após seleção, pintinhos machos são triturados vivos e as fêmeas são separadas para que botem ovos quando crescerem (Foto: Reprodução/Mercy For Animals)

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Bode deficiente ganha minicadeira de rodas e passa a correr por todo o santuário

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

As imagens flagram o momento adorável em que uma cabra bebê com deficiência consegue andar em um curral com a ajuda de uma cadeira de rodas especialmente projetada para ela.

O Freedom Farm Sanctuary que fica na cidade de Middlebury, estado de Connecticut (EUA), é o lar de todos os tipos de animais, incluindo vacas, ovelhas, burros, perus e galinhas.

Os animais são resgatados normalmente devido a deficiências e condições que os tornam indesejados na indústria de carnes e laticínios (para sorte deles).

Billy, o bode, foi resgatado com apenas três semanas de idade, sofrendo de uma condição congênita que deixava as pernas traseiras paralisadas – o que significava que ele estava destinado à morte ainda bebê.

Desesperada para salvá-lo, uma mulher de bom coração alertou o santuário, que sabendo do caso o acolheu, cuidou dele e montou um par de rodas que devolveu a mobilidade ao Billy.

Agora, o bodezinho serelepe de apenas 12 meses passa seus dias brincando alegremente pela fazenda com seus novos amigos.

Outros animais que foram resgatados e levados para a fazenda incluem Amir, o cordeiro que usa cadeira de rodas e um bezerro chamado Nir, que usa uma perna protética.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

Uma ovelha chamada Gary usa sapatos especiais nos cascos e um cordeiro chamado Dani que usa aparelho para as pernas.

Danielle Meiri, gerente de atendimento médico para os animais no santuário, disse: “Acreditamos que todos têm o direito de viver em harmonia, paz e ser tratados com compaixão”.

“Nossa missão é salvar animais da indústria de alimentos e criar um espaço onde as pessoas possam encontrá-los e vê-los não como um produto em uma prateleira, mas como um ser único que é alguém e não algo”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

“As pessoas amam Billy, ele abre corações e faz as pessoas sorrirem e darem risada”.

“Ele é um bode muito especial que faz todo mundo feliz e dá tanto amor quanto ele recebe”.

“Billy é uma estrela, todo mundo que o conhece se apaixona por ele. É impossível não se surpreender com ele. Seu espírito brilha tão intensamente e ele tem muito amor pela vida”.

“Ele é muito sociável e ama quem presta atenção nele – Billy gosta de todos os seus amigos humanos e também ama seus ‘colegas de quarto’ animais”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

“Embora ele ande com a ajuda de uma cadeira de rodas e ainda seja bem pequeno, ele não deixa que isso o impeça de correr rapidamente pelos pastos, com suas orelhas brancas e macias voando ao vento”.

“Ele realmente é um exemplo para todos nós sobre como superar e aproveitar a vida, não importam as diferenças”.

Chicken Noa é outro animal que o Freedom Farm Sanctuary acolheu. A pobre ave estava tão gravemente ferida quando foi resgatada que não conseguia suportar seu próprio peso corporal ou voar.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

Danielle disse: “Noa tinha 40 dias quando chegou aos nossos cuidados”.

“Ela teve a infelicidade de nascer na indústria da carne e foi geneticamente modificada para crescer até o peso máximo no período mínimo de tempo, com o único objetivo de aumentar os lucros.

“Quando a resgatamos, ela ainda piava como o filhote que era, mas pesava três quilos – na natureza, uma galinha adulta não pesa nem dois quilos”.

“O peso anormal pressionou seus órgãos internos, causando dor nas pernas e nos pés e impossibilitou que ela fizesse a coisa mais básica que uma ave faz – usar as asas para voar”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

A dedicada ativista, Danielle, disse que trabalhar no santuário cumpre um “propósito de vida” para ela que é cuidar e proteger os animais.

Danielle disse: “Desde a infância, tenho uma forte conexão e sentimentos fortes pelos animais e seu bem-estar”.

“Cuidar dos animais e estar perto deles sempre foi o meu propósito de vida”.

“Trabalhar em estreita colaboração com essas criaturas adoráveis, gentis e mágicas na fazenda, fortaleceu meus pensamentos sobre seus personagens e necessidades únicas”.

“Sempre farei o possível para cuidar deles, advogar pelo bem-estar desses seres sencientes e ser a voz deles o máximo que puder”.

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Dezenas de elefantes forçados a se apresentar para turistas na Tailândia são libertados

Foto: ViralPress
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Dezenas de elefantes acorrentados que sofreram anos de angústia psicológica ao serem forçados a fazer truques para turistas foram libertados de seus grilhões na Tailândia após um clamor internacional.

Imagens comoventes divulgadas hoje mostram os animais pastando livre e divertidamente interagindo entre si no acampamento de elefantes, Maesa Elephant Camp, em Chiang Mai.

As condições “cruéis” que existiam no local foram expostas em novembro passado por ativistas que revelaram que os bebês elefantes eram “arrancados de suas mães” e depois forçados a aprender atividades antinaturais como pintar quadros, chutar bolas de futebol e jogar dardos.

Mas os responsáveis pelo local começaram a remover as algemas e estão permitindo que alguns de seus 77 elefantes vaguem livremente pelo local.

A executiva Anchalee Kalamaphichit que trabalha no acampamento disse que planejava remover as correntes de todos os elefantes nas próximas semanas.

Ela disse: “O centro é criticado há muito tempo sobre como prendemos os animais aqui, então decidimos libertá-los”.

Foto: ViralPress
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“No entanto, viver livremente é uma coisa nova para esses elefantes. Eles precisam de tempo para se adaptarem à sua nova maneira de viver, então escolhemos começar com o mais velho e amigável dos elefantes”.

“Estamos satisfeitos por eles parecerem mais felizes vivendo sem correntes ou mahouts (manipuladores/treinadores de elefantes) e estamos preparando os demais para que possamos libertar o resto deles em breve”.

O grupo de defesa dos animais britânico Moving Animals – que expôs a situação dos elefantes no ano passado – disse estar encantado com as mudanças.

Foto: ViralPress
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A fundadora Amy Jones disse: “É incrível ver esses elefantes vivendo livremente sem suas correntes”.

“Com mais de 70 elefantes em cativeiro, o Maesa Elephant Camp é o maior campo de elefantes do norte da Tailândia”.

Sua decisão compassiva envia uma mensagem poderosa para a indústria do turismo de elefantes e estabelece um claro precedente para a mudança.

Foto: ViralPress
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“Com a ABTA – a maior associação de viagens do Reino Unido – atualizando suas diretrizes para condenar interações antiéticas de elefantes, esperamos que mais e mais atrações turísticas façam mudanças positivas, para que nenhum animal sofra com o entretenimento turístico”.

No ano passado, os ativistas da Moving Animals viram elefantes balançando os corpos compulsivamente, em um “sinal claro da angústia psicológica que enfrentam”.

Eles filmaram elefantes sendo arrastados pelas orelhas e atingidos por ganchos afiados (bullhocks) pelos guardiões.

Jones disse que os filhotes foram forçados a passar “pelo processo tradicional e brutal, de dias ou semanas, de quebrar o espírito de um jovem elefante”.

Ela acrescentou: “É de partir o coração pensar que esses bebês inocentes do viveiro de elefantes Maesa estão no início de uma vida de cativeiro que contará com ganchos agudos, performances cruéis e estresse psicológico grave”.

Foto: ViralPress
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A Moving Animals, no ano passado, pediu a proibição total da publicidade e venda de passeios de elefante “antiéticos” a “lugares cruéis como o Maesa Elephant Nursery”.

“Os elefantes continuam a enfrentar brutalidade física implacável e sofrimento psicológico para participar de passeios, procissões e apresentações”, disseram eles.

As viagens “também são altamente perigosas para os turistas que são frequentemente atacados e às vezes mortos por elefantes estressados”, acrescentaram. As informações são do Daily Mail.

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Músico Moby explica o significado de sua tatuagem vegana no rosto

Foto: Instagram/M
Foto: Instagram/M

Moby explicou o significado por trás de sua tatuagem vegana no rosto.

O músico, escritor e ativista pelos direitos animais revelou recentemente uma tatuagem facial, que apresenta pequenas letras V e X ao lado do olho.

Ele foi ao Instagram para discutir o motivo por trás das letras – e o que elas representam para ele.

Tatuagem vegana

O post do cantor dizia: “Todos vestidos para o baile de gala do @idaorg. Ah, e eu fui questionado sobre o VX ao lado do meu olho. V é para veganos e X é estritamente”, disse ele.

“Estritamente vegano porque eu simplesmente não posso ser um bom ativista se estou deitado na cama doente e de ressaca até às 17:00 todos os dias”.

“E, é claro, o termo vegano, engloba um conjunto de significados, me preocupo com animais, saúde humana, mudança climática, desmatamento da floresta tropical, direitos dos trabalhadores, uso da água, fome e todas as outras coisas horríveis resultantes do uso de animais como alimento”.

Direitos animais

Outra tatuagem recente que Moby exibiu tem as palavras “Direitos Animais” em seus braços – que ele disse que foi feita em comemoração aos seus 32 anos de veganismo.

Essa tatuagem – que teria sido feita pela artista, celebridade e colega vegana, Kat Von D – segue outra feita mais recentemente em seu pescoço que diz “Vegano para a Vida’.

32º aniversário vegano

“Como novembro é meu aniversário vegano de 32 anos, pensei em fazer uma tatuagem (bem, tecnicamente 12 tatuagens) para comemorar”, Moby colocou na legenda da imagem que ele compartilhou no Instagram.

“Sou ativista vegano pelos direitos animais por muitas razões mas, em última análise, porque acredito do fundo do meu ser, que todo animal tem o direito de viver sua própria vida, de acordo com sua própria vontade”. As informações são do Plant Based News.

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Marca de moda do estilista Karl Lagerfeld abandona o uso de peles após pressão de ativistas

Karl Lagerfeld, estilista falecido no início do ano | Foto: Sieppi
Karl Lagerfeld, estilista falecido no início do ano | Foto: Sieppi

A marca do consagrado estilista de moda, Karl Lagerfeld, abandonou o uso de peles – após anos de pressão de defensores dos direitos animais.

O fundador e designer inicial da marca, Karl Lagerfeld – que morreu no início deste ano – era um forte defensor do uso de peles de animais em seus designs.

Mas agora, de acordo com a ONG PETA, o AM Retail Group (que opera a Wilsons Leather, Karl Lagerfeld Paris e outras marcas) e sua empresa controladora, a G-III Apparel Group, também proibiram peles.

“Decisão compassiva”

“A PETA aplaude essas empresas que abandonam o uso de peles por suas decisões compassivas e esclarecedoras de negócios, que mostram que enquanto a pele está fora de moda, a bondade está totalmente na moda”, disse a diretora da PETA, Elisa Allen, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Os consumidores éticos simplesmente não querem que os animais sejam abusados e mortos por casacos, golas e punhos, e essas proibições de peles são a prova de que a indústria da moda está mudando para atender à crescente demanda por alternativas de luxo que respeitem os animais”.

Karl Lagerfeld, AM Retail Group e G-III Apparel Group se juntam a uma lista crescente de outras marcas famosas – incluindo Burberry, Chanel, Prada, Gucci, Michael Kors e Versace – que são empresas que abandonaram o uso de peles. As informações são do Plant Based News.

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Bebê elefante é forçado a entreter hóspedes em festa na piscina de resort

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Esta imagem chocante mostra um bebê elefante asiático sendo forçado a receber convidados em um hotel cinco estrelas na Tailândia. Pelas imagens parece que o animal ameaçado está sendo levado pela área ao redor da piscina, que está cheia de crianças e outros convidados brincando na água.

O corpo do elefante é coberto por uma roupa branca enquanto os convidados se aproximam e acariciam sua cabeça durante a festa na piscina. A foto foi tirada no resort Mövenpick Bangtao, em Phuket (Tailândia), que compartilhou a imagem em sua página no Facebook.

As imagens logo foram criticadas por ativistas dos direitos animais, que alertaram que os elefantes asiáticos não são produtos a serem usados como “enfeites ridículos em festas”. O protesto levou o hotel a excluir a foto e pedir desculpas.

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Um porta-voz do hotel insistiu que eles não usavam animais para se divertir, mas que um hóspede levou o elefante à piscina para um “evento privado”.

A ativista Amy Jones, da ONG Moving Animals, disse: “Os elefantes são animais sensíveis e inteligentes, e não objetos para serem usados como um acessório de enfeite em eventos”.

“O Mövenpick Resort Bangtao Beach não deve promover e apoiar tal crueldade, e esse golpe será indubitavelmente ruim para os negócios, pois mais e mais turistas se afastam de atividades que exploram elefantes.” Ela acrescentou: “Nenhum elefante deve sofrer com esse tipo de abuso, e Phuket deve tomar medidas para garantir a proteção desses belos animais”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

O hotel, que faz parte do grupo de hotéis Accor, tem uma classificação média de 8,8 (nota) no site de hospedagem Booking.com, que o descreve como “luxuoso” e uma “ das melhores escolhas” para se hospedar em Phuket. Um porta-voz do grupo Accor disse ao Metro.co.uk: “Esse foi um incidente isolado que ocorreu quando um hóspede trouxe um elefante para a propriedade como parte de um evento privado”.

“Nossos hotéis não utilizam animais para entretenimento e esse incidente nos permitiu reforçar em toda a nossa rede a importância de garantir a segurança e o bem-estar dos animais que possam entrar em suas instalações”.

“Pedimos sinceras desculpas por esse incidente e estamos comprometidos em fazer melhor no futuro para aumentar a conscientização sobre a importância de tratar todas as criaturas de maneira ética. Trabalharemos com nossa equipe, convidados e parceiros para garantir sua compreensão dos impactos negativos desse tipo de tratamento de animais e podem ter certeza de que estamos nos comunicando imediatamente com toda a nossa rede para garantir que esse incidente não ocorra no futuro”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

“Como grupo, estamos comprometidos com uma forte postura ambiental e social para proteger o planeta, a população e os animais, estamos tratando esse problema com a maior importância”.

O tratamento de elefantes em Phuket chamou atenção internacional no início deste ano, quando um filhote de elefante “esquelético” chamado Dumbo morreu. O elefantinho de três anos passou a vida inteira no zoológico de Phuket, onde os ativistas o filmaram sendo forçado a “se apresentar e entreter” os turistas.

Os veterinários disseram que ele ficou tão desnutrido que suas duas patas traseiras quebraram com o peso do próprio corpo. Mas, segundo a lei tailandesa, o zoológico de Phuket não fez nada de ilegal e as autoridades disseram que eles estavam livres para “adquirir” outro bebê, se quisessem.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

Segundo o WWF, o elefante asiático está “ameaçado de extinção” e as principais causas dessa classificação são a perda de habitat, a caça e o tráfico de animais.

O WWF alertou que os elefantes estão sendo procurados particularmente para “trabalhar” nas indústrias de turismo.

Em Mianmar, os filhotes de elefantes são frequentemente retirados de suas mães na natureza e contrabandeados pela fronteira para a Tailândia e toda a Ásia.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

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Após décadas de exploração três elefantes ganham vida nova em santuário

Foto de elefante no Santuário "Seguindo Gigantes" na Tailândia | Foto: World Animal Protection
Foto de elefante no Santuário “Seguindo Gigantes” na Tailândia | Foto: World Animal Protection

Depois de serem forçados a carregar e entreter turistas a maior parte de suas vidas, os elefantes Jahn e Chok agora andam livremente em um amplo espaço, onde os visitantes apenas podem observá-los ao invés de montar em suas costas ou assistir apresentações onde os “gigantes gentis” são obrigados a fazer truques antinaturais. O campo imenso fica em Koh Lanta, na Tailândia, agora batizado de “Following Giants” (“Seguindo Gigantes”).

Com a ajuda de ONGs de defesa dos animais, como a World Animal Protection, e doações, o local foi recentemente transformado de um campo tradicional de elefantes para turistas para um santuário onde apenas a observação dos animais é permitida, garantindo que os elefantes não vivam mais em cruel cativeiro.

Juntando-se a Jahn e Chok em “Following Giants” está Sow, de 55 anos, que trabalhou no setor de exploração madeireira e turismo por muitas décadas. Depois de 30 anos separados, imagens de vídeo capturaram o momento comovente em que Sow e Jahn se reúnem, entrelaçando suas trombas.

“Esses elefantes sofreram uma vida inteira de miséria, tanto no setor madeireiro, carregando troncos e pesos imensos, quanto no turismo, sendo explorados para entretenimento. Todos eles foram submetidos a um treinamento severo de quebra de sua vontade, para que pudessem interagir ‘com segurança’”, afirmou em um comunicado a diretora global de vida selvagem da World Animal Protection, Audrey Mealia.

A abertura de “Following Giants” segue o relançamento bem-sucedido de outro campo de observação tailandês ChangChill, ocorrido no início do ano passado, que também foi apoiado pela ONG World Animal Protection, para fazer uma mudança completa em sua forma de lidar com os animais.

A transição de ambos os locais oferece aos elefantes a liberdade de andar, pastar, tomar banho e socializar uns com os outros, tudo distante da presença humana. Anteriormente, Koh Lanta oferecia passeios de elefante, experiências de banho e interação direta com os paquidermes. Quando não estavam carregando turistas em suas costas, esses elefantes eram normalmente acorrentados, sem abrigo do sol ou elementos naturais, como chuva e calor, por horas todos os dias.

Locais que oferecem aos turistas a chance de assistir elefantes em santuários genuínos marcam uma transformação substancial em direção à uma mudança urgente e necessária na indústria de turismo que explora elefantes em cativeiro. As informações são do World Animal News.

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Destaques, Notícias

Coelhos e chinchilas têm pescoços quebrados e gargantas cortadas em fazendas de pele russas

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

Imagens chocantes mostram uma fazenda de peles russa onde os coelhos têm suas cabeças cortadas e as chinchilas são eletrocutadas e têm os pescoços quebrados.

As imagens são da primeira exposição feita pela ONG pelos direitos animais, PETA, sobre o comércio de peles na Rússia e foram registradas em cinco fazendas do país.

No vídeo, os animais podem ser vistos em gaiolas minúsculas quando um trabalhador pega um coelho branco e bate na cabeça do animal indefeso com um cano de metal.

Um trabalhador pode então ser visto cortando cruelmente o pescoço de um coelho branco enquanto ele ainda estava consciente.

O clipe mostra uma chinchila sendo eletrocutada antes de seu pescoço ser quebrado. Animais como raposas, visons e sables podem ser vistos em pequenas gaiolas de arame no vídeo.

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

A PETA relatou que uma chinchila estava aparentemente cega, mas ainda era forçada a se reproduzir. O relatório acrescenta que um trabalhador das fazendas disse que os animais são mortos se defecarem ou urinarem na área “errada” da gaiola, já que “todo e qualquer animal deve estar limpo, se você produzir uma pele não limpa, estará perdendo muito em preço”.

A investigação foi realizada em outubro de 2019 e um trabalhador teria dito  que a fazenda em que trabalha vende 30% de seu produto para a Kopenhagen Fur.

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

Kopenhagen Fur é uma casa de leilões que vende peles de animais para empresas em todo o mundo.

Jason Baker, vice-presidente sênior de campanhas internacionais da PETA, disse: “Todo consumidor compassivo deve ter em mente que, por trás de cada casaco, gola ou braçadeira de pele, há uma gaiola de arame imunda, um animal que grita de dor e um piso de matadouro ensopado de sangue”.

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

“Nesta temporada de férias, a PETA está pedindo a todos que ajudem a dar um pouco de paz a esses animais atormentados, se recusando a usar roupas de peles ou pelo de animais”.

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

O relatório afirma que a regulamentação do bem-estar animal na Rússia é praticamente “inexistente” e acrescentou que o país não possui qualquer lei para proteger os animais de criação.

Foto: CEN/PETA
Foto: CEN/PETA

A PETA pediu aos consumidores, designers e varejistas que se juntassem a outros designers e varejistas que se tornaram livres de peles, como Zara, H&M, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Stella McCartney, Versace, Gucci e Michael Kors. As informações são do Daily Mail.

Foto: CEN/PETA
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Notícias

Orangotangos podem enfrentar a extinção devido à indústria de óleo de palma

Foto: PA
Foto: PA

Os orangotangos podem enfrentar a extinção da espécie devido aos incêndios ligados aos produtores de óleo de palma que estão destruindo as árvores em que esses primatas vivem, alertam especialistas.

Incêndios estão ocorrendo nas florestas tropicais de Sumatra e Bornéu desde julho.As autoridades disseram que cerca de 80% dos focos de incêndio começaram com o intuito de abrir espaço para plantações de palmeiras, destruindo 800 mil acres de floresta.

A equipe de resgate encontrou um orangotango do sexo masculino chamado Berat morando no chão em Ketapang, Bornéu indonésio, onde não havia mais árvores para procurar refúgio. Ele havia entrado na plantação local para comer os brotos das palmeiras.

Uma mãe faminta e desidratada junto com seu bebê de oito meses também foram encontrados nas plantações de óleo de palma vagando desesperadamente à procura de comida.

Foto: Andy Stenning/Daily Mirror
Foto: Andy Stenning/Daily Mirror

Todos os três já foram levados de volta à natureza após serem cuidados e recuperarem a saúde.

Karmele Sanchez, da ONG International Animal Rescue Indonesia, disse: “A ameaça de incêndio se tornou o maior perigo para a vida dos orangotangos. “Os que são salvos são os sortudos. Mas ainda há muitos que podem morrer no incêndio ou que não conseguem sobreviver por falta de comida ou que são mortos por pessoas. “Precisamos trabalhar muito para garantir que não haja mais incêndios florestais que ameaçam a vida dos orangotangos”.

O World Wildlife Fund estima que existam 104.700 orangotangos de Bornéu na Malásia e na Indonésia, mas os números estão caindo devido à destruição do habitat. As fêmeas também são alvo de caçadores que desejam vender seus bebês como animais domésticos no mercado negro.

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