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Visons sofrem em fazenda de extração de pele animal na Polônia

Vison | Reprodução: Pixabay

A organização sem fins lucrativos Respect for Animals (Respeito pelos Animais, em tradução livre), divulgou imagens do sofrimento a qual visons são submetidos em uma fazenda de peles polonesa. As fotos e vídeos são aterradoras e mostram o sofrimento predominante na indústria de peles.

A fazenda em Goreczki, na Polônia, considerada uma das maiores fazendas de visons do mundo, mantinha mais de 500.000 desses animais em jaulas minúsculas. Um funcionário disfarçado documentou as condições horríveis que viviam os animais, incluindo feridas abertas, doenças não tratadas e canibalismo.

Segundo Mark Glover da Respect for Animals, investigações como essa deixam marcas profundas em que as acompanha:

“Esta é uma investigação chocante. O sofrimento desses animais dificilmente pode ser imaginado. Eu pessoalmente sei o impacto que ver essas atrocidades em primeira mão e de perto pode ter. Como o ativista disfarçado diz no vídeo, algumas das coisas que viu viverão com ele para sempre”.

Mark também reforça a necessidade do desmantelamento de uma indústria nociva para a vida animal e humana “certamente uma das coisas que me levou a trabalhar para acabar com esta indústria nojenta”, finaliza.


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Indústria de peles de animais paga apoiadores para protestar ao seu favor

Por Rafaela Damasceno

O fim completo do comércio exploratório das peles de animais parece enfim uma possibilidade. Proibições propostas na cidade de Nova York e no estado da Califórnia marcam o que pode ser o início de uma série de leis. Desesperada, a indústria de peles está pagando as pessoas para que apoiem o comércio.

Um animal preso em uma gaiola
Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Os ativistas protestam a respeito da injustiça na prisão e esfolamento dos animais, enquanto grupos religiosos e étnicos contra argumentam. Segundo membros das comunidades afro-americanas, judaica ortodoxas e nativa americanas, andar sem peles sacrificaria a tradição cultural dos povos – embora as peles possam ser substituídas facilmente por versões sintéticas e livres de crueldade.

Quanto mais proibições chegam perto de se tornarem lei, mais os oponentes levantam questões inesperadas sobre as consequências do encerramento da indústria de peles – e estão sendo pagos para isso.

Vários opositores da proibição do comércio de peles compareceram em uma audiência recente do projeto de lei em Sacramento, na Califórnia. Muitos receberam dinheiro pelos seus protestos, segundo informações do The Intercept.

De acordo com documentos obtidos pelo jornal, Matt Gray é uma das pessoas mais bem pagas para protestar. Ele recebeu pelo menos 7 mil dólares (equivalente a mais de 26 mil reais) e também foi pago para liderar um grupo de pessoas até o Edifício do Estado.

Andrew Aguero, um estudante nativo americano da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia, se declarou fortemente contra a proibição da venda de peles. Ele disse que a pior parte é ouvir que sua cultura é cruel.

Há um mês, Andrew perguntou em uma postagem de seu Facebook se alguém gostaria de “fazer 100 dólares fácil em Sacramento e lutar contra a tirania”.

Um voluntário do grupo ativista de direitos animais Direction Action Everywhere (DxE) se passou por um opositor e respondeu ao post. Ele recebeu então os detalhes da transação através de uma firma de consultoria republicana, Mobilize the Message. Os acertos incluíam 175 dólares e alguns bônus adicionais.

A Califórnia não é o único lugar dos Estados Unidos que está sendo bombardeada pela oposição. A cidade de Nova York, que também considera a proibição da venda de peles, tem lobistas empenhados em revogar o projeto de lei.

Em todo o Estados Unidos, a proibição do uso de peles vem ganhando força. “Estamos ansiosos pelo dia em que as pessoas não matarão mais animais pela moda”, declarou Dan Mathews, do grupo ativista PETA.

Todos os anos, mais de 100 milhões de animais são criados e mortos pela sua pele. Eles passam a vida dentro de gaiolas apertadas, privados de se comportarem naturalmente.

“A Califórnia é um estado de tendências”, disse Laura Friedman, membro da Assembleia, que apresentou o projeto em dezembro do ano passado. “Banir o comércio de peles enviaria uma mensagem ao redor do mundo”.

A lei precisa de mais dois votos do Senado antes de ser enviada para o governador, para receber a assinatura final.


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uma chinchila com as patinhas no nariz
Destaques, Notícias

Sérvia aprova lei que proíbe fazendas de peles de animais

A lei que trará um fim para essa prática cruel na Sérvia acaba de entrar oficialmente em vigor, poupando a vida de 12 mil chinchilas por ano, os únicos – e últimos – animais criados exclusivamente por causa de sua pele no país.

uma chinchila com as patinhas no nariz
Foto: Fur Free Alliance

A Lei de Bem-Estar Animal de 2009, aprovada há uma década, proibiu a criação de peles em um período de transição de 10 anos. De acordo com a Fur Free Alliance, uma coalizão internacional de mais de 40 grupos de proteção animal, a vitória vem depois de anos de intensas batalhas legislativas. Defensores do uso de pele de animais insistiram mais em 2018, culminando em um debate durante uma sessão pública pedindo o cancelamento da lei em junho de 2018.

“Há 15 anos, a Freedom for Animals defende uma Sérvia livre de peles, avançando e apoiando a legislação para abolir essa exploração brutal de animais”, disse Snezana Milovanovic, diretora da organização sérvia Freedom for Animals, em comunicado.

“Com a aplicação da Lei de Bem-Estar Animal de 2009, que torna ilegal manter, reproduzir, importar, exportar e matar animais apenas para a produção de peles, uma grande vitória é finalmente alcançada. Esta proibição não só é importante para os animais explorados pela indústria de peles na Sérvia, mas também para toda a região sudeste da Europa, e representa um importante passo pelos direitos animais em todo o mundo.”

Chinchilas, roedores nativos da Cordilheira dos Andes no norte do Chile, são os únicos animais criados para peles na Sérvia. Suas vidas são gastas em pequenas baterias de gaiolas, privando os animais de realizarem comportamentos naturais, como correr e pular.

Estudos mostraram que a automutilação pelo estresse e a mortalidade infantil são comuns em fazendas de peles de chinchila. Embora as chinchilas sejam protegidas em seu habitat como uma espécie em extinção, milhares são mortas a cada ano em nome da indústria da moda.

A Sérvia se une a outros 14 países europeus em proibições desse nível. No ano passado, a Noruega baniu essa prática retrógrada, efetivamente fechando 300 fazendas de peles e salvando a vida de milhares de visons e raposas. Outras nações que proibiram fazendas de peles incluem Alemanha, República Tcheca, Bélgica, Luxemburgo e Suécia

As proibições também estão na agenda parlamentar na Polônia, Irlanda, Lituânia, Dinamarca e Estônia.

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Humor

Egoísmo humano

Por Dan Piraro

“Ah, entendi. Enquanto você se sentir “bonita”, nossas almas podem descansar por toda a eternidade”.

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Vocalista da banda The Agonist participa de campanha contra a caça às focas

Imagem: Reprodução

Alissa White-Gluz, vocalista da banda canadense THE AGONIST, considerada uma das mulheres mais “quentes” do Rock Mundial pela renomada revista Revolver, se juntou a lista dos artistas que lutam contra a indústria de peles. A bela cantora uniu forças ao PETA, uma das maiores organizações em defesa dos animais do Mundo, contra a anual caça às focas no Canadá. A campanha “Bang Your Own Head, Not a Seal’s” mostra White-Gluz acima de uma foto de uma foca bebê prestes a ser morta.

“A caça à foca é algo que eu estou extremamente envergonhada”, disse a frontwoman nascida em Montreal em uma entrevista exclusiva com peta2. “Estou chocada que esta prática abominável é incentivada pelo governo.”

Durante a matança, dezenas de milhares de focas bebês têm a cabeça esmagada ou são mortas. Muitas vezes, os animais ainda estão conscientes. Ano passado, cerca de 300 mil animais foram poupados, pois o preço da pele despencou diante da enorme indignação internacional contra a matança de focas. A União Européia e os EUA baniram produtos derivados da foca, e muitos líderes mundiais – incluindo o de Barack Obama e Vladimir Putin – se manifestaram contra o massacre.

White-Gluz é vegan, também depõe contra a “maquiagem verde” da indústria da pele e estimula a todos a comprarem apenas produtos de cuidados pessoais livres de crueldade. Ela se junta a uma lista crescente de artistas – incluindo The Dillinger Escape Plan, Animal Collective, The Sounds, Joel Gibb e Peaches, que se juntaram com peta2.

The Agonist tem três apresentações agendadas para o próximo mês de junho no Brasil. O grupo toca dia 12 de junho, no Blackmore Rock Bar, em São Paulo (SP); dia 13, no Armazém do Café, em Catanduva (SP); e dia 15, no Music Hall, em Curitiba.

Neste momento, Alissa White-Gluz (vocal), Danny Marino (guitarra), Chris Adolph (guitarra), Chris Kells (baixo) e Simon McKay (bateria) estão promovendo o álbum Lullabies For The Dormant Mind, lançado pela gravadora Century Media.

Os ingressos para o show na capital paulista já estão disponíveis na loja Rockland, na tradicional Galeria do Rock, ou pela internet, no site da empresa Ticket Brasil, no valor de R$ 60,00 (Promocional e Estudante) e R$100,00 (camarote limitado com direito à conhecer os músicos).

Formado em 2004, o The Agonist chamou a atenção da mídia com seu debut álbum Once Only Imagined e suas performances ao vivo. Com uma sonoridade bem elaborada, os canadenses tem conquistado muitos fãs ao redor do Mundo.

Confira aqui o depoimento da vocalista ao PETA.

Fonte: Whiplash

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Ativistas libertam 400 animais que seriam mortos pela indústria de peles

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

Imagem ilustrativa: s/c

Em 2006, Scott DeMuth e outros ativistas invadiram a Lakeside Ferrets, uma fazenda de minks em Minnesota, nos EUA, e libertaram 400 animais de uma vida em confinamento e morte dolorosa. Agora, Scott DeMuth foi condenado há seis meses de prisão, mas a fazenda fechou para sempre, privando centenas de minks de muito mais que seis meses engaiolados.

Segundo informações do site The Voice of the Voiceless, o promotor Clifford Cronk confirmou que a fazenda fechou por não conseguir se recuperar dessa invasão. A antiga Latzig Mink Rach já havia sido invadida dez anos antes, em 1996, e pouco depois mudou o nome para Lakeside Ferrets, o que, obviamente, não foi suficiente para afastar os ativistas da ALF.

DeMuth foi pego pelo FBI por estar ligado a protestos da RNC. Em seu computador, os oficiais encontraram imagens do Google Earth com as coordenadas da fazenda e uma cópia do comunicado da ALF enviado à imprensa. Um acordo com os promotores garantiu-lhe imunidade à invasão da Universidade de Iowa, em que ele ajudou a libertar 401 animais, e seis meses de prisão pela invasão da Lakeside Ferrets.

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Após tentativa sem resultado de explorar castores na indústria de peles, Argentina planeja matá-los para consumo

(Foto: Reprodução/El Diario)

Após lidar com o excesso do número de castores canadenses durante décadas, cientistas argentinos elaboraram um plano para transformar os roedores em pratos “gourmet”, ainda que a estratégia enfrente impedimentos administrativos que, por enquanto, têm salvado os animais da panela.

Os castores foram introduzidos na Terra do Fogo em 1946, quando a Marinha argentina importou 25 casais do Canadá a fim de expandir a indústria de peles. Mas o projeto fracassou e os animais começaram a se multiplicar sem controle, já que na Argentina não há predadores naturais para eles.

Pesquisadores do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet) tentam agora transformar os castores em protagonistas dos menus dos restaurantes de Ushuaia, capital da província da Terra do Fogo, no extremo sul da Patagônia.

Vários chefs da região aceitaram a sugestão e criaram massas recheadas, pastéis e até patê de castor, explicou à Agência Efe Ezequiel Rodríguez, organizador do Festival Gastronômico Ushuaia a Fogo Brando, que é realizado todos os anos na cidade “do fim do mundo”.

A iniciativa foi freada pelos trâmites burocráticos necessários para que os produtos da caça sigam para o setor gastronômico.

Até agora, a estratégia elaborada pelos governos da Argentina e do vizinho Chile é erradicar esses animais por meio de métodos mais radicais, e isto deteve os esforços para levá-los aos fornos e panelas.

Com informações de Terra

Nota da Redação: Uma decisão que não considera os animais e privilegia ainda mais o ser humano. Tendo sofrido as consequências de terem sido levados ao país pelas mãos humanas, a fim de enriquecer a indústria cruel de peles, os castores agora são mais uma vez vitimados pela ganância e incompetência humana. Matá-los para consumo mostra o quanto estamos atrasados em relação ao respeito pelos animais, revelando nossa capacidade de se eximir da culpa pelos próprios erros e estragos causados na natureza. Se esse desequilíbrio está acontecendo pela interferência humana, o mínimo a se oferecer seria uma solução que trouxesse a harmonia, e não mais crueldade e tortura às únicas vítimas dessa história.


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Lea Michelle, estrela de Glee, apresenta campanha antipeles do PETA

Por Marcela Couto (da Redação)

Como se o belo vocal não fosse suficiente para admirar Lea Michelle, a estrela do seriado Glee mostrou-se uma grande defensora dos direitos animais ao adotar a dieta vegana e agora juntou-se ao PETA para combater a indústria de peles.


Imagem: Youtube - Peta Channel


“Eu quis me envolver na campanha antipeles do PETA porque eu fui criada desta forma, acreditando que não devemos usar peles de animais”, disse Michelle em uma entrevista.

Além de se importar com os animais que sofrem com suas peles arrancadas, Michelle também se importa com os outros animais – ela adotou a dieta vegana e já resgatou cães e gatos das ruas durante as gravações de Glee.Como nenhum tutor apareceu mesmo após a atriz espalhar cartazes, um ator do elenco de Glee acabou adotando o cão e Michelle ficou com dois gatinhos.

São pessoas como Lea Michelle que representam uma grande esperança para os direitos animais,  usando seu poder formador de opinião para  promover uma mensagem de compaixão e respeito para todas as espécies.

Assista ao vídeo completo da campanha no Youtube (em inglês).

httpv://www.youtube.com/watch?v=JlWWFVYD3gk&feature=player_embedded

Com informações de Los Angeles Times

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A atriz Eva Mendes apoia campanha contra o uso de peles

Por Joana Bronze (da Redação)

Eva Mendes é uma atriz fashion, símbolo mundial de beleza.  Atuou em diversos blockbusters como Sin City, Hitch e O Motoqueiro Fantasma e foi modelo de gigantes da moda e dos cosméticos, tais como Calvin Klein e Revlon. Eva acredita que a moda deve ser divertida, mas não há nada de divertido no sofrimento animal causado pela indústria da pele.

Quando Eva viu quão cruel era a indústria da pele, ela jurou nunca mais usar produtos de pele. Para matar animais sem danificar sua pele, os caçadores geralmente estrangulam, batem, e alguns estão ainda vivos e conscientes quando suas gargantas são cortadas e são escalpelados.

Eva Mendes em campanha do PETA contra o uso de peles. (Imagem: Revista Marie Claire)
Eva Mendes em campanha do PETA contra o uso de peles. (Imagem: Revista Marie Claire)

Uma investigação secreta das explorações agrícolas chinesas de pele revelou uma quantidade absurda de crueldades contra todos os tipos de animais “peludos”. Inclusive, denunciou que cães e gatos caem frequentemente nas armadilhas para outros animais, e as gaiolas contêm uma mistura de animais de diversas espécies. Mais da metade dos vestuários de pele importados para a venda nos Estados Unidos contém pele que veio de China.

Eva diz: “No momento em que há tanta violência no mundo, este é um tipo de violência que todos nós podemos extinguir, deixando de ser consumidores de peles de animais”.

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