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Prática cruel criticada por especialista, confinamento para 16 mil bois é inaugurado em RO

Confinamento de animais é cruel, devasta a natureza e prejudica a saúde humana (Pixabay)

Um empreendimento de confinamento para 16 mil bois explorados para consumo foi inaugurado em março na cidade de Vilhena, em Rondônia. O objetivo é obter maior produtividade em detrimento do bem-estar animal.

Ao contrário do que dizem os pecuaristas, não existe “abate humanitário”. Isso porque, além do animal vivenciar dor física e psicológica ao ser morto, exploração será sempre exploração e morte será sempre morte. Não há nada que amenize isso.

Há, no entanto, o que piore essa situação. O confinamento é uma dessas atividades capazes de transformar a realidade dos animais em um terror ainda maior. E não são apenas os ativistas, comprometidos com o direito à vida dos animais, que apontam essa crueldade, mas também especialistas.

Em entrevista ao portal Ecycle, a especialista da área de saúde global, comportamento animal e ecologia pela Universidade de Oxford, Cynthia Schuck, confirmou que o confinamento submete os animais a sofrimento, inclusive psicológico, devasta o meio ambiente e também representa um risco à saúde humana.

Mestre pela Universidade de São Paulo, Cynthia foi co-fundadora e diretora científica da Origem Scientifica de 2005 a 2017, tendo elaborado projetos de consultoria na área de saúde pública e global. Ela também produziu mais de 50 artigos científicos na área de saúde global, comportamento animal e ecologia. Seus trabalhos foram publicados em revistas internacionais.

A especialista explicou que o confinamento se caracteriza pela restrição da área de movimentação de um ou mais animais. “O confinamento animal implica na manutenção de animais em situação de espaço limitado, inadequado para que eles se movimentem ou expressem padrões normais de comportamento para a espécie. A grande maioria dos animais criados como alimento no Brasil, hoje em dia, estão em situação de confinamento intensivo, com restrições extremas de espaço, movimentação e comportamento”, disse.

Os bois, no entanto, não são os únicos animais mantidos em confinamento. No Brasil, a prática é muito utilizada na criação de frangos e porcos, que sofrem as terríveis consequências da exploração para consumo humano.

Frangos vivem amontoados em espaço minúsculo – o confinamento é padrão da indústria brasileira (Mercy For Animals)

“Os frangos, por exemplo, são, na maioria dos casos, mantidos em grandes galpões fechados, em altas densidades, em condições que chegam a mais de 12 animais por metro quadrado, onde até mesmo a dissipação do calor corporal é comprometida”, explicou.

Os porcos machos, lembrou Cynthia, passam a vida toda presos em baias de cimento. Para as fêmeas, a situação é ainda pior. “As fêmeas suínas em idade reprodutiva são mantidas isoladas em gaiolas metálicas de cerca de 60 x 220 cm (espaço que impede movimentos básicos, como dar um giro em torno do próprio corpo) durante toda a sua vida. Situação semelhante ocorre com as galinhas poedeiras, mantidas em gaiolas metálicas onde o espaço disponível por animal é menor do que uma folha de papel sulfite: não há possibilidade de ciscar, construir ninho ou mesmo abrir as asas”, reforçou.

Os bezerros também são submetidos a sofrimento inimaginável na produção de carne de vitela – consequência da indústria leiteira que, ao considerar inúteis os bezerros machos (por não terem condição de produzir leite), decidiu aprisioná-los em espaços extremamente pequenos para produzir carne.

Bois em confinamento vivem em espaço reduzido (Sepaf-MS)

“No caso da indústria leiteira, a produção de carne de vitela, o ‘baby beef’, é feita por meio do confinamento de bezerros machos que são separados de suas mães e confinados sem possibilidade de mover-se, para que não desenvolvam a musculatura e sua carne se mantenha macia. Para que a carne tenha as características desejadas, estes bezerros também são mantidos em estado de anemia profunda, obtida pela restrição do ferro e outros nutrientes na dieta”, disse.

No confinamento, os animais vivenciam sentimentos dolorosos que, conforme explicou a especialista, não são sentidos apenas por humanos. “Sentimentos como dor, medo, tristeza, alegria, frustração e ansiedade não são exclusivos da espécie humana. Qualquer pessoa que conviva com um animal pode atestá-lo, e é de fato difícil achar hoje um ramo da ciência que discorde desta afirmação”, afirmou. “Sendo assim, o sofrimento físico e psicológico são consequências óbvias e esperadas de todos os sistemas que impedem o animal de se movimentar de modo adequado, de expressar seus comportamentos naturais, de ver a luz do sol, ou de interagir em um ambiente social apropriado”, completou.

Esses animais também costumam desenvolver problemas de saúde. Conforme expôs Cynthia, a maior parte deles “provêm do desenvolvimento de linhagens de crescimento rápido ou de produtividade mais alta”, caracterizadas “por alta incidência de problemas ósseos, de articulação, e outras disfunções anatômicas e fisiológicas associadas a dor”.

O estresse ao qual são submetidos é tamanho que os animais acabam se mutilando. Para evitar a mutilação, procedimentos cruéis são adotados. “Nesse ambiente, medidas como a remoção de dentes, bicos, caudas e chifres, com o objetivo de evitar a mutilação e o canibalismo devido ao estresse, dor e frustração crônicos, são comumente empregadas pela indústria de forma paliativa. Galinhas têm seus bicos cortados, e porcos suas caudas e dentes”, explicou. Todos os procedimentos são realizados sem uso de anestesia, condenando os animais à dor intensa.

Mortes de animais que sucumbem ao sofrimento são comuns (Mercy For Animals)

Além disso, as péssimas condições nas quais são mantidos aumentam a vulnerabilidade dos animais a doenças infecciosas que, conforme reforçou a especialista, são tratadas “com o uso massivo de antibióticos, administrados de forma profilática” para que o maior número possível de animais sobreviva até o dia em que serão mandados ao matadouro.

Risco à saúde pública

Não bastassem as doenças inerentes aos produtos de origem animal, há um risco à saúde pública na prática de confinamento. “Além do aumento no risco de doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer associados ao consumo de carnes e derivados em geral, o consumo de produtos de sistemas intensivos de criação representa hoje um enorme risco à saúde pública”, explicou Cynthia.

Segundo a especialista, “o uso massivo de antibióticos nestes sistemas acelerou – e continua acelerando – o processo de desenvolvimento de resistência a antibióticos, ou seja, o desenvolvimento das chamadas super-bactérias, resistentes a múltiplos antibióticos. Essas bactérias são transmitidas para a população através do ambiente e pelo consumo da carne destes animais”.

Os argumentos de Cynthia Schuck são baseados em diversos estudos. Alguns deles, citados por ela na entrevista ao portal Ecycle, são: um estudo do Sistema Nacional de Vigilância a Resistência a Antibióticos nos EUA que “mostrou que a maioria da carne vendida em supermercados continha bactérias resistentes a antibióticos importantes para a saúde humana” e outro que encontrou “níveis recorde de bactérias resistentes a vários antibióticos na carne de frango vendida na Inglaterra”.

Em galpões, frangos são criados amontoados, em condição de maus-tratos (Mercy For Animals)

A especialista citou ainda uma pesquisa recente que realizou uma análise cuidadosa de DNA e provou que “as bactérias encontradas na carne de frango em supermercados eram as mesmas detectadas em amostras de pacientes internados nos hospitais da mesma cidade onde a carne era vendida”.

E embora os estudos tenham sido feitos em outros países, Cynthia alerta que a realidade é a mesma no Brasil. “Não há razão para supor que a situação no Brasil é diferente – o Brasil é o terceiro maior consumidor global de antibióticos na pecuária. Conforme artigo da Organização Mundial da Saúde, estima-se que as infecções por bactérias multirresistentes serão a principal causa de mortalidade em alguns anos, matando mais do que o câncer e a diabetes”, reiterou.

Devastação ambiental

O problema ambiental não se resolve no confinamento porque os bois não são criados na natureza, como acontece, por exemplo, na Amazônia – que teve, em 2018, 81% de suas áreas desmatadas ocupadas por pastos para bois, segundo a organização Trase. De acordo com a especialista em ecologia, a devastação ambiental persiste mesmo no confinamento, o que prova que a exploração de animais para consumo é uma prática insustentável que tem que ser extinta não só por ser cruel, mas também para garantir a sobrevivência do planeta, do qual a espécie humana depende para viver.

“Embora o confinamento em si retire o animal do meio ambiente, transferindo-o para um sistema industrial fechado, os impactos ambientais da criação em confinamento ainda permanecem, dada a necessidade do uso extenso de terras para a produção de ração para alimentá-los. De toda a proteína produzida no Brasil, estima-se que somente 16% é usada na alimentação humana; cerca de 80% é usada como ração, principalmente para porcos e galinhas [confira aqui estudo a respeito: 1]”, explicou.

Porcos machos vivem em espaço reduzidos, o que os condena a sofrimento (Getty Images/iStockphoto)

“Esses sistemas têm impactos importantes também na poluição dos recursos hídricos nas regiões onde são implantados e na emissão de gases de efeito estufa em função da quantidade massiva de dejetos gerados nas granjas – são mais de 5 bilhões de animais terrestres mortos por ano no Brasil [confira aqui estudos a respeito: 2 e 3]”, completou.

Cynthia citou ainda um relatório do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável que mostrou que a pecuária é o setor da economia no Brasil com os maiores custos ambientais – 371% a mais do que a receita que geram. No caso da criação de peixes para consumo, a porcentagem sobe para 388% [confira aqui estudo a respeito: 4].

A especialista refuta ainda o argumento de que a pecuária é economicamente importante para o país. “O confinamento animal típico dos sistemas intensivos tem poucos beneficiários, e vários perdedores. A lucratividade do setor está vinculada à produção em larga escala: ganham os integradores e grandes companhias, porém a margem de lucro do produtor trabalhando diretamente com os animais é baixa, e os riscos altos”, disse.

Porca grita em desespero ao ver seu filhote ser castrado sem anestesia (Mercy For Animals)

“Apesar de representar boa porcentagem do PIB brasileiro, a atividade é amplamente subsidiada, e tem saldo negativo quando as externalidades (como os custos de perda de capital natural) são computadas. Perdem os cofres públicos, o potencial produtivo do país em um futuro não tão distante, e as futuras gerações”, acrescentou.

Além disso, Cynthia relatou que os riscos financeiros para os investidores também são altos. “Incluem-se aí os riscos de imagem associados às crescente objeções em relação ao bem-estar e saúde dos animais, os riscos à saúde pública, e aqueles associados aos danos ambientais”, concluiu.


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Clínicas são inauguradas para atender animais gratuitamente no Rio de Janeiro

(Foto: Thinkstock)

Após inaugurar, no início de junho, um castramóvel para esterilizar animais das comunidades do Rio de Janeiro, a Subsecretaria de Bem-Estar Animal inaugurou, no sábado (27) e na segunda-feira (29), mais duas unidades de Saúde Médica Veterinária em Paciência e Flamengo, respectivamente. O serviço prestado pelas clínicas será gratuito e realizado mediante agendamento prévio, através do aplicativo Bicho Rio Subem.

O Subsecretário de Bem-Estar Animal, Roberto de Paula, explicou que a unidade do Flamengo foi conquistada por meio de uma parceria entre a Prefeitura e o Instituto Ser Educacional, do Centro Universitário Universus Veritas.

“Nós iremos fornecer o corpo médico, medicamentos e insumos para os procedimentos, e o Instituto fornecerá a estrutura da unidade. Estamos muito felizes com essa parceria, a zona sul estava precisando desta unidade. Quando oferecemos a castração gratuitamente nós estamos combatendo também o abandono”, afirmou Roberto ao Diário do Rio.

A clínica do Flamengo deveria ter sido inaugurada em março, mas a inauguração teve que ser adiada por conta da pandemia de coronavírus. No entanto, também por conta da pandemia, a demanda por atendimento veterinário aumentou bastante e, então, as duas unidades da clínica foram inauguradas após decisão tomada durante reunião entre o presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara, vereador Luiz Carlos Ramos Filho, e técnicos da Subem.

“Com a crise econômica gerada pela pandemia, muitos tutores perderam renda e não têm condições financeiras de levar seus animais na clínica particular. O número de animais abandonados vem aumentando muito. Estes postos de atendimento veterinários gratuito chegam em boa hora”, disse Luiz Carlos Ramos Filho.

A diretora da UNIVERITAS (Centro Universitário Universus Veritas), Adriana Garcia, comemorou a inauguração das unidades. “Estamos muito contentes em poder trabalhar com a extensão universitária disponibilizando serviços à população. Entendemos que todo centro universitário deve beneficiar uma cidade, assim como seu entorno, visando contribuir para o bem-estar social e fazendo o aluno perceber seu papel junto à população”, afirmou.

Nas clínicas, são realizadas cirurgias emergenciais como Cesariana, Piometra, Mucometra, Hidrometra, retirada de fetos mortos, retirada de nódulos, mastectomia, amputação de membros, caldectomia por trauma, enterotomia devido à fecaloma, cistostomia (desobstrução em felinos), penectomia, prolapso retal e vaginal, enucleação, otohematoma, hérnia ingnal e umbilical, testículo ectópico, suturas de feridas e algumas cirurgias de retiradas de corpos estranhos.

Nas novas unidades, 30 animais serão atendidos por dia. Serão distribuídas 15 senhas às 8h e outras 15 às 13h. Os atendimentos serão feitos de segunda a sexta-feira.

As castrações das novas unidades serão agendadas a partir de 01/07, às 10h, pelo aplicativo. Nas demais unidades, o agendamento é feito através do aplicativo sempre no dia 25 de cada mês.

Confira abaixo as unidades de atendimento veterinário gratuito no Rio de Janeiro:

U.S.M.V Flamengo – Rua Marquês de Abrantes, Nº 55
U.S.M.V Paciência – Rua Cabo Bastos Cortes Nº XXX , esquina com Rua Guarujá
U.S.M.V Bangu – Rua Sidney, altura do número 97A, Praça Guilherme da Silveira
U.S.M.V Bonsucesso – Passarela 09 da Avenida Brasil (Próximo ao Hotel Stop Time)
U.S.M.V Campo Grande – Estrada do Tingui, altura do número 169, Praça Oiticica (Próximo ao Colégio Peri)
U.S.M.V Engenho de Dentro: Rua Dois de Fevereiro, 711 (Próximo ao Colégio Ulisses Pernambucano)
U.S.M.V Guaratiba: Estrada do Mato Alto, 5620, na Fazenda Modelo (Próximo à Estação de BRT Mato Alto)
Dúvidas ou informações: (21) 2976-2893, 2088-0097 ou 3402-0380, de segunda a sexta, das 10h às 16h.


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Unidade de Pronto Atendimento Animal será inaugurada no sábado em Mauá (SP)

A unidade de saúde, que beneficiará animais tutelados por famílias de baixa renda, oferecerá atendimentos clínicos gratuitos a cachorros e gatos


A cidade de Mauá (SP) ganhará a primeira Unidade de Pronto Atendimento Animal (UPAA) do estado de São Paulo. O hospital será inaugurado no próximo sábado (7).

Divulgação

A unidade de saúde oferecerá atendimentos clínicos gratuitos a cachorros e gatos e funcionará na Rua Almirante Tamandaré, 191, na Vila Bocaina.

A UPAA beneficiará as famílias de baixa renda, que não dispõe de condições financeiras para arcar com os custos de tratamentos veterinários. Com isso, animais tutelados por essas pessoas poderão receber todos os cuidados necessários.

Para comemorar a notícia da inauguração da UPAA, o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi, fez uma publicação em rede social. Ele lembrou que gosta de animais e afirmou que a inauguração da unidade de saúde é um presente.

“Sou apaixonado pelos animais e quem me conhece, sabe dos meus cães Sara, Thor, Jack e Favela. É uma relação de lealdade, fidelidade, amor e carinho, sem nunca pedir nada em troca. Mas sempre penso em como retribuir a esse amor e imagino como as pessoas também querem o mesmo. Então trabalhei duro, junto a minha esposa, Andreia Rios, para darmos a esses companheirinhos de todos nós de Mauá um presente, e vamos inaugurar neste sábado, um projeto pioneiro”, escreveu.


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Inauguração de parque para animais está prevista para setembro em Olinda (PE)

A Prefeitura de Olinda (PE) realizou uma reunião de estudo para debater a implantação do primeiro parque de bem-estar animal da cidade, chamado popularmente de “Parcão”. O projeto deve ser implementado em agosto em uma área de 405m² na Praça Vitoriano Regueira. A inauguração deve ser feita em setembro.

Foto: Pixabay

Uma parceria da prefeitura com a iniciativa privada permitirá a construção do Parcão. De acordo com informações da assessoria de comunicação da prefeitura, o local deve contar com circuito de agility para que os animais façam atividade física, setor para adestramento e ambiente para convivência entre animal e tutor.

No encontro, realizado na Prefeitura de Olinda, estiveram presentes o prefeito, Professor Lupércio, o vice-prefeito, Márcio Botelho, o arquiteto André Luiz Corrêa Santos, a idealizadora do projeto Kamila Rangel, que também executa ações educativas com animais, e representantes de empresas do segmento, como Patrícia Alves, do Hospital Veterinário 4 Patas.

“Essa iniciativa vai beneficiar a população olindense que ainda não conta com um local apropriado para lazer dos animais. A previsão é que possamos inaugurar ainda no mês de setembro deste ano, com a realização de um grande evento no segmento animal na cidade”, revelou Rinaldo Silva (Guiguinho), que coordenou o encontro.


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Espaço para animais domésticos é inaugurado em praça em Santo André (SP)

Um espaço denominado “PetPraça” foi inaugurado, na última semana, pela Prefeitura de Santo André (SP) na Praça Presidente Kennedy, na Vila Bastos. Durante a inauguração foi anunciada também a criação da Diretoria da Causa Animal, que passa a fazer parte da Secretaria de Meio Ambiente.

Foto: Reprodução / Repórter Diário

“Em Santo André, cerca de 40% das famílias tem um animal em casa. Por isso, elaboramos a construção deste espaço exclusivo e financeiramente barato feito pela nossa equipe. Com este sucesso, a proposta é ampliar esta iniciativa, por isso vamos levar este modelo para mais 10 praças até 2020”, disse o prefeito Paulo Serra. “Ideia surgiu por sugestão dos usuários da praça, em especial do Grupo Auamigos, que faz um trabalho com os animais da região. Parabéns a todos os envolvidos”, completou. As informações são do portal Repórter Diário.

O prefeito falou, também, sobre a Diretoria da Causa Animal. “Neste segmento já temos a parceria do secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli, a diretora de vigilância à saúde, Ana Lúcia Ferreira Oliveira Meira e agora o diretor do Departamento de Bem Estar Animal, José Henrique Mioto. Com isso iremos desenvolver ainda mais políticas públicas nesta área, que é sinônimo de qualidade de vida e companheirismo. Já tivemos mais de mil adoções nesta gestão, dobramos a capacidade das castrações e agora teremos mais obras, projetos e inaugurações para oferecer qualidade de vida em Santo André”, reforçou o prefeito.

O secretário de Manutenção e Serviços da Prefeitura de Santo André, Vitor Mazetti, comemorou a inauguração da PetPraça e lembrou que ela foi construída de maneira sustentável. “Tivemos investimento de baixo custo, cerca de R$ 8 mil, em que utilizamos materiais recicláveis, como tubos, dutos de PVC, entre outros, oferecendo funcionalidade e sustentabilidade. Tudo isso tem um simbolismo muito grande para todos, já que a comunidade pode conviver ainda mais de forma harmoniosa”, disse.

Esta é a segunda PetPraça instalada na cidade. A primeira está localizada na praça Marechal Hermes. O espaço recém-inaugurado conta com brinquedos para os animais, como passarela, gangorra, túnel de arcos, pneu e obstáculo com barra paralela, além de grama, areia e pedrisco no chão, iluminação, cerca com alambrado, bancos e papeleira.

“Por muitas vezes, vimos nossos animais presos na coleira, sem condições para correr livres e aproveitando este espaço da melhor maneira possível. Reunimos nosso grupo Auamigos, que já tem mais de 150 membros, e levamos nossas considerações à Prefeitura. Fomos prontamente recebidos e a equipe de lá já se organizou para que tudo fosse concretizado. Agora sim podemos curtir mais momentos tranquilos com animais”, disse Sônia Aparecida de Carvalho, idealizadora da Auamigos, do qual fazem parte um grupo de frequentadores da praça.


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Jornalismo cultural

Mercado vegano será inaugurado em agosto em Edimburgo, na Escócia

Em agosto vai ser inaugurado em Edimburgo, na Escócia, um mercado vegano que promete oferecer tudo que um vegano precisa e um pouquinho mais.

(Foto: Getty Images)

Além de produtos considerados de consumo básico, incluindo verduras, frutas e legumes, o mercado também vai comercializar carnes, queijos e leites vegetais, além de lanches e outros tipos de mantimentos.

De acordo com o empreendedor Alasdair Corbett, a intenção é facilitar a vida dos veganos. A loja será na Easter Road em Leith. A escolha do nome, que deve ser divulgado em breve, está sendo feita via Facebook, segundo o Edinburgh Live.

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Ala para atendimento exclusivo de gatos é inaugurada em instituto do Rio

O Instituto de Zoonoses e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, vinculado à Prefeitura carioca, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, tem agora uma ala para atendimento exclusivo de gatos. O espaço foi inaugurado pela primeira-dama do município, Sylvia Jane Crivella.

A ala conta com três consultórios, uma sala de espera e outra para administração de medicamentos (Foto: Nelson Duarte/Divulgação)

“Não só a ala dos felinos, mas todo o instituto está exemplar. Estou muito orgulhosa com a transformação e o salto de qualidade, em poucos meses, desse local onde se trabalha com amor e empenho”, comemorou a primeira-dama.

A ala foi equipada com três consultórios, uma sala de espera e uma sala para administração de medicamentos. Além disso, oferece tratamento para esporotricose, sarnas, micoses, verminoses e outros tipos de zoonoses, bem como assistência em geral.

A subsecretária da Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses, Márcia Rolim, responsável pela unidade, disse que a reestruturação do Instituto Jorge Vaitsman ajudou a otimizar os serviços oferecidos pelo instituto.

“Duplicamos os atendimentos clínicos mensais para 2 mil e já estamos realizando 3 mil exames laboratoriais e 700 cirurgias por mês, das quais duzentas são para castração”, disse Rolim.

O atendimento às zoonoses e a vacinação contra a raiva são gratuitos. Para outras doenças, além de exames, cirurgias e cremação, é cobrada uma taxa simbólica.

Os outros profissionais que acompanharam a visita foram o superintendente de Educação em Vigilância Sanitária, Flávio Graça, a coordenadora de Vigilância em Zoonoses, Patrícia Nunêz, o diretor do instituto, Glauco Vieira de Melo e a médica veterinária, Sonia Maria Prado Barbosa.

O Instituto Jorge Vaitsman fica na Av.Bartolomeu de Gusmão, 1.120, em São Cristóvão, e é referência em diagnóstico, monitoramento, controle e profilaxia de zoonoses do Brasil.

No local, também funcionam projetos para adoção, guarda responsável e castração gratuita de cães e gatos, visando, não apenas o controle das zoonoses, mas também a redução da população de animais abandonados no município.

Fonte: G1

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Hospital veterinário no RS tem nova previsão de inauguração

Após a construção do prédio e as resoluções de trâmites na capital, agora o Hospital Veterinário Victória necessita de uma licença ambiental da prefeitura de Viamão e de um alvará de Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) para poder começar a funcionar.

Estrutura da unidade poderá atender mais de 100 animais ao mesmo tempo
Apesar das obras terem sido concluídas em novembro, a unidade segue fechada (Foto: Marcelo Ribeiro / JC)

A secretária adjunta da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), Fabiane Tomazi Borba, acredita que até o segundo semestre de 2017, o hospital poderá iniciar suas atividades.

A construção da unidade foi anunciada em setembro de 2012 e, desde então, a comunidade dos dois municípios aguardam um centro hospitalar para tratar gratuitamente os seus animais.

As obras só iniciaram em março de 2016, quando o empresário Alexandre Grendene contatou a prefeitura da Capital afirmando que cobriria os gastos com a construção. Em novembro do mesmo ano, as obras já estavam concluídas e o hospital já estava todo equipado para tratar os animais, mas desde então, ele segue com as portas fechadas.

A burocracia e os impedimentos são os mesmos desde o começo de 2017. Para conseguir a licença ambiental da prefeitura de Viamão, é necessário fazer uma alteração no projeto de água e esgoto, para que os dejetos sejam tratados na Estação de Tratamento de Esgoto. O projeto já com a alteração foi protocolado nesta segunda-feira (29) junto ao município.

Neste mesmo dia ocorreu uma reunião da Seda com o Corpo de Bombeiros para conseguir viabilizar a liberação do PPCI. “A promotora de Meio Ambiente de Viamão se ofereceu para nos auxiliar no processo, para agilizarmos a emissão do alvará”, afirma a secretária. O próximo passo é a vistoria dos bombeiros, para certificar que a obra está seguindo as regras pré-estabelecidas.

Ao mesmo tempo, está sendo feito um trabalho de pesquisa e levantamento de informações sobre os gastos e a busca por parcerias para promover o atendimento dos animais na unidade, que será bancado por Grendene. “O projeto está bem avançado, quase finalizado. Porém, não adianta assinar o convênio se o estabelecimento ainda não puder funcionar”, analisa Fabiane. Ela disse, ainda, que ambas as prefeituras estão unindo esforços para agilizar o início das atividades da unidade hospital, o quanto antes.

A estrutura conta com cinco blocos cirúrgicos, quatro consultórios, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), setores de fisioterapia, farmácia, banco de sangue, quimioterapia, ambulatório, sala de recuperação com capacidade para 150 cães e gatos, área de triagem para outros 120 animais.

 

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Espaço de conveniência vegana é inaugurado em Campinas (SP)

Cabeto Rocker Pascolato (em colaboração com a ANDA)

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os ativistas pelos Direitos Animais, Maria Castellano e Cabeto Rocker Pascolato inauguraram, no último sábado, dia 9 de maio, o espaço COMO? Vegan Shop.

O local do espaço de conveniência Vegana foi totalmente reformado seguindo padrões de bioconstrução e permacultura urbana. A intenção do casal é a de causar menos impacto ao meio ambiente, com reaproveitamento de materiais diversos do cotidiano, dando novo sentido para elementos comumente usados em construções e outros objetos.

Tudo foi pensado para agregar valor às ações militantes da causa animal e para despertar nas pessoas o interesse por formas de viver causando menos impactos negativos – aos humanos, aos outros animais, e ao planeta como um todo.

A COMO? Vegan Shop se propõe a ser um espaço educador, oferecendo comidas e bebidas saborosas -feitas pela talentosa Andréa d’Carmo – todas sem ingredientes de origem animal, bem como produtos diversos que buscam a sustentabilidade, valorizando as relações humanas e o respeito às demais formas de vida. Dentre eles estão produtos de fabricantes de primeira linha, tais como Surya, Feito Brasil, Mister Veggy, Vegano Shoes, Contente, Life Company e Veg Vida, além de materiais educativos sobre Direitos Animais e Sustentabilidade – livros, DVDs, e a HQ O.R.L.A., a primeira revista em quadrinhos brasileira sobre ativismo animalista.

A COMO? visa oferecer um espaço que desperte questionamentos, rompendo a suposta obviedade de nossos modos de vida, com a esperança de que as pessoas se motivem a acessar informações e a conversar sobre questões que são cruciais para o futuro de nossas sociedades.

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Sea Shepherd apresenta embaixada oficial no Brasil e promove palestra em São Paulo

Por Alex Avancini (da Redação)

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Com o intuito de colaborar para a preservação do mundo subaquático e manutenção da vida no planeta Terra, a escola de mergulho Dive For Fun e o Instituto Sea Shepherd Brasil firmam parceria para trazer à cidade de São Paulo maior infra-estrutura e apoio aos ativistas, voluntários e mergulhadores preocupados com a preservação do meio ambiente. Desde o mês de novembro de 2014 a Dive For Fun, localizada no bairro da Aclimação na capital paulista, tornou-se embaixada oficial do instituto no país.

A Sea Sheperd utilizará as dependências da escola para promover palestras, cursos, eventos, ações e campanhas importantes para conscientizar e capacitar pessoas que se interessam pelas causas de proteção ambiental.

Em entrevista para a ANDA, Gabriel Vieira Costa, um dos responsáveis pelo evento, conta que o “Chamado do Mar” será a oficialização da nova embaixada da entidade na cidade. Para Costa, é muito importante que exista uma embaixada com sede e ampla infra-estrutura para poder receber os ativistas, voluntários, espaço para poder ser ministrados cursos, palestras, workshops e também para colaborar na divulgação e recrutamento de novos associados. Ele acrescenta: “A ONG está crescendo no Brasil e é imprescindível haver uma sede em São Paulo, a maior e mais populosa cidade do país. A partir de agora os paulistanos e todos os brasileiros que moram ou visitam a capital paulista poderão contar com nossa casa para saber mais sobre a Sea Shepherd.”

Fundada em 1977, a Sea Shepherd Conservation Society (SSCS) é uma organização internacional sem fins lucrativos que luta pela conservação dos habitats selvagens de vida marinha. O grupo usa táticas de ação direta para conquistar seu território e independentemente se as leis protegem ou não aqueles que vivem nos mares, seus participantes trabalham para salvar e educar o maior número de pessoas possível. Para a ONG, cada individuo na água deve ter seu direito levado em consideração.

“As ações da Sea Shepherd interessam a todos. Através de seus projetos, toda a comunidade, os órgãos governamentais, outras ONGs e a iniciativa privada são beneficiadas, as ações do Instituto Sea Shepherd preservam um bem comum que pertence a todos: o mar e a sua biodiversidade”, finaliza Costa.

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Desde o mês de novembro de 2014 a Escola de Mergulho Dive For Fun, localizada no bairro da Aclimação na capital paulista, tornou-se embaixada oficial do Instituto Sea Shepherd no país – Foto: Dive for fun

Além das palestras, haverá música ambiente e venda de bebidas e comidas veganas pelo Food Truck do Gorilla Vegan Burguer. O evento também contará com exposição de quadros do artista plástico e embaixador da ONG Erick Wilson e exposição de fotografia do brasileiro Marcio Lisa. Vídeos institucionais da organização sobre conscientização ambiental serão apresentados durante todo o dia.

Aos interessados pelo mundo subaquático, durante o evento serão dadas informações sobre mergulho autônomo, práticas realizadas pela escola de mergulho Dive For Fun.

Sea Shepherd Brasil

Com importantes ações pelo Brasil, o núcleo brasileiro da organização já realiza importantes campanhas pela defesa da vida marinha. Recentemente, investigações de um dos núcleos da Sea Shepherd Brasileira denunciou a violência contra animais marinhos no extremo sul do país, na cidade de Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. Seis embarcações pesqueiras do tipo traineira praticavam pesca de emalhe, proibida conforme instrução normativa interministerial MPA/MMA N° 12.

Meses antes, em dezembro de 2014 em Laguna (SC), ativistas organizaram a campanha “Cetáceos para Sempre”, promovendo o evento “Laguna em defesa dos Botos”. Usando redes de pesca, o Sea Shepherd local expôs imagens chocantes da realidade dos botos de Laguna como a de Zariguim, morta no rio Tubarão por rede em 2014.

Serviço:

Inauguração da embaixada oficial no Brasil do Instituto Sea Shepherd em São Paulo

Local: Escola de Mergulho Dive For Fun
Endereço: Rua Ximbó, 392 – Aclimação – São Paulo-SP
Data: 01/03/2015
Horário: a partir das 12h
Investimento: Gratuito
Site: www.diveforfun.com.br
Email: diveforfun@diveforfun.com.br
Telefone: (11) 3213 0906

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Notícias

Centro de Bem-Estar Animal será inaugurado no ano que vem em Mogi (SP)

O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) autorizou a realização das obras para a construção do Centro de Bem-Estar Animal, no distrito de César de Souza. O espaço, que como o próprio nome sugere será destinado exclusivamente à assistência de animais domésticos abandonados e vítimas de maus-tratos, ficará anexo à atual sede do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Ao todo, segundo o prefeito, devem ser investidos R$ 500 mil para a implantação do serviço, com uma área de cerca de 300 metros quadrados disponível, com recepção, sala de consulta, sala de cirurgia, sala de exames diagnósticos, raio X móvel, canil e gatil com solário, almoxarifado, sala administrativa, entre outros espaços.

A previsão é de que a inauguração do Centro de Bem-Estar Animal aconteça em meados de 2015, com capacidade para atender cerca de 100 animais (70% cães e 30% gatos).

“É um investimento peculiar da Prefeitura de Mogi das Cruzes na causa animal e que há muito era reivindicado pela população. Hoje, demos autorização para o processo licitatório da escolha da empresa que fará as obras, o que deve levar pouco mais de dois meses. Até o fim deste ano, devem começar os trabalhos e, em meados de 2015, teremos o Centro de Bem-Estar Animal funcionando”, discursou Bertaiolli, durante visita ao Centro de Controle de Zoonoses.

“Mais do que garantir abrigo e assistência aos animais abandonados, o Centro de Bem-Estar Animal terá como responsabilidade garantir uma maior conscientização da população no trato com os animais e da guarda responsável. Não é uma iniciativa muito comum em outras administrações públicas, porém, tenho certeza de que em breve Mogi será referência no que se refere às políticas públicas da saúde da população e também dos animais. Afinal, teremos em breve o Código do Bem-Estar Animal, que está em análise na Câmara Municipal”, completou o prefeito.

Petmóvel

Outro serviço para o bem-estar animal, citado por Bertaiolli e que, segundo ele, tem dado bons resultados é da Unidade Móvel de Educação e Esterilização (Petmóvel), com serviço itinerante de castração. Desde outubro do ano passado, quando foi implantado, o Petmóvel já realizou mais de 1,8 mil castrações em animais de Jundiapeba, Taiaçupeba, Vila Estação e Conjunto Santo Ângelo. Atualmente, segundo o prefeito, mais de 80 mil animais vivem na cidade.

Para realizar a castração de um cão ou gato, o tutor deve ir até o Centro de Controle de Zoonoses para efetuar o registro do animal. Em seguida, deve participar de uma atividade educativa para que seja marcada a cirurgia de castração.

O procedimento é indicado para todos os cães e gatos a partir de 3 meses de idade e pode ser feito em machos e fêmeas. A castração garante vantagens aos animais, como redução da incidência do câncer de mama e infecções no útero das fêmeas e diminuição dos tumores de testículo e próstata nos machos.

Fonte: Mogi News

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Praça dos Cães é entregue nesta sexta-feira

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A prefeitura entrega nesta sexta-feira (29) a Praça dos Cães, na Aparecida (em frente ao Sesc). O espaço (que teve a inauguração transferida de sábado por conta as chuvas) tem 2 mil m² de área arborizada e é cercado para permitir a livre circulação e recreação dos animais.

A praça, que também conta com bebedouro, estará aberta diariamente, das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. À entrada do local, tutores encontram as normas para o uso da área pelos cães.

Fonte: Diário do Litoral

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