Foto de um morcego enrolado em uma das bolsas criadas pelo projeto
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Australianos tricotam bolsas para cangurus e morcegos órfãos vítimas de incêndio

As bolsas servem para simular o ambiente das mães

Foto de um morcego enrolado em uma das bolsas criadas pelo projeto

Australianos que moram em Cingapura, na Ásia, decidiram buscar alternativas para ajudar os animais afetados pelos incêndios que estão assolando seu país natal.

Com muita compaixão e uma pitada de criatividade, Kris Parkinson e sua filha Paisley colaboram com um projeto que produz saquinhos para aquecer e abrigar cangurus e morcegos bebês. A ideia inovadora simula o calor e conforto do corpo materno.

Com o incêndio, quase um terço da população de coalas da Austrália morreu e mais de 800 milhões de animais foram mortos por incêndios florestais apenas em Nova Gales do Sul, região sul do país.

A ideia dos saquinhos surgiu com o grupo australiano do Facebook da Animal Rescue Craft Guild, que possui mais de 183 mil membros, que convocou voluntários para tricotar bolsas para os animais.

Além do mais, doadores de toda a Ásia, Europa e EUA estão contribuindo para a causa com o The Rescue Collective, com a intenção de distribuir as bolsas.

Kris lamenta não poder fazer mais para ajudar, mas que se as bolsas podem ajudar os bebês, então é “incrível”.

Ainda sobre o incêndio, 26 pessoas morreram e mais de 2 mil casas foram destruídas, deixando pelo menos sete milhões de hectares de matas incineradas pelas chamas.


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Zoo encerra atividades com elefantes após a morte de todos os animais

Foto: WAN

Bud, um elefante africano de 34 anos, morreu em março de 2018 devido a uma infecção respiratório.

Em dezembro, os três elefantes restantes mantidos no local morreram repentinamente. Mickey, uma fêmea de 34 anos sofria de um tumor no cérebro mas a real causa da morte não foi confirmada. Toby tinha 38 anos e Max tinha apenas 14 anos quando eles morreram e, novamente, as circunstâncias não foram reveladas.

Segundo o grupo In Defense of Animals, esta série de tragédias destaca a preocupante questão dos zoológicos não terem obrigação legal de relatar detalhes, como causas de morte, ao público – o que permite que as instalações perpetuem o abuso contra elefantes. Se as pessoas fossem conscientizadas do sofrimento que os elefantes suportam em seus momentos finais e ao longo de suas vidas, mais pessoas tomariam a decisão compassiva de não pagar para vê-las em cativeiro. As informações são do World Animal News.

A Grant’s Farm abusou dos elefantes por fins lucrativos animais, forçando-os a pintarem com suas trombas, o que está em desacordo com os esforços de educação e conservação para elefantes em estado selvagem.

A morte destes quatro animais relembra o caso de Teresita, uma elefanta que faleceu solitária em um zoo de SP, e tantos outros que foram cruelmente explorados por longos anos até perderam suas vidas de forma tão trágica.

 

 

 

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Pesquisa revela que maioria dos sul-coreanos se opõem ao comércio de carne de cachorro

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reuters, Yun Suk-bong
Reuters, Yun Suk-bong

Cada vez mais pessoas da Coreia do Sul estão deixando de comer carne de cachorro, revelou uma nova pesquisa. Ativistas pelos direitos animais lutam para acabar com esta indústria terrível que mata mais de dois milhões e meio de cães a cada ano.

Agora, uma pesquisa da Defence of Animals and Coexistence of Animal Rights on Earth (CARE) mostra que a oposição pública à carne de cachorro é mais forte do que nunca.

A pesquisa independente realizada com mil coreanos revela que mais de 60% nunca comeram carne de cachorro, 57% se opõem ao comércio cruel e 46% acreditam que a indústria deve ser proibida.

Os sul-coreanos mais jovens estão deixando de consumir a carne de cães a um ritmo assombroso,  sinalizando mais esperança para o futuro. Três em cada quatro pessoas em seus 20 anos nunca consumiram a carne derivada destes animais, o que representa uma taxa até 15% maior desde 2007.

HSUS
HSUS

“Estamos satisfeitos com os anos de nossos esforços incansáveis para proteger os cães do comércio de carne abusivo na Coréia do Sul, e temos feito mudanças significativas”, disse a presidente da In Defence of Animals, Marilyn Kroplick.

“Milhões de cães sofrem o tratamento mais brutal imaginável para a sopa boshintang e tônicos de saúde falsos, por isso agradecemos aos coreanos que respeitam estes cães amorosos. A In Defense of Animals não descansará até que nenhum animal seja explorado ou morto para alimentação”, adicionou.

O estudo revelou também que até um terço da população não sabia que os cães são pendurados, eletrocutados, espancados na cabeça e deixados para sangrar até a morte por esta indústria bárbara e extremamente gananciosa.

Apesar do menor consumo de carne de cachorro, a indústria arrecada mais de US$ 200 milhões, relatou o The Mirror.

 

 

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ONG resgata cães abandonados dentro de casa móvel

Por Danielle Bohnen (da Redação)

Foto: IDA/ Divulgação

A ONG In Defense of Animals, IDA, resgatou cinco cães em Mississipi, nos EUA, que foram abandonados dentro de uma casa móvel. Os cães, que foram mantidos trancados por meses, eram alimentados ocasionalmente, viviam sem água e em ambiente sujo e cheio de fezes. A mulher responsável por alimentar os cães já esteve em outros casos apurados pela ONG.

De acordo com Doll Stanley, diretor do Hope Animal Sanctuary, da IDA, “situações assim são comuns. Pessoas  solitárias que acreditam que amam os animais, os pegam e os confinam, pensando que estão fazendo o melhor para sua proteção. Nós estamos agradecidos que desta vez não se trata de 28 cães como aconteceu na primeira vez, ou 9 que levamos no último verão”.

Os cães foram resgatados com a ajuda da entidade que mantém parceria com a IDA, a Mississipi Animal Rescue League, que levou um dos cães, os outros serão encaminhados para lares temporários.

Com informações de In Defense of Animals

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ONG de defesa animal responsabiliza a Sea World por morte de baleia

Por Helena Terra  (da Redação)

Recentemente, em San Rafael, Califórnia, o IDA (In Defense of Animals) acusou o SeaWorld por ter causado a morte de Sumar, uma orca de 12 anos que viveu uma trágica e nada natural existência como um animal de circo no SeaWorld de San Diego.

Foto: Reprodução/Care 2

Mais uma vítima das tentativas cruéis e incessantes de criar orcas para obter lucro, Sumar é o mais recente caso associado com a mortal prática de oferecer as orcas ao entretenimento do público e criar mais baleias em cativeiro submetendo-as a uma vida de miséria e morte prematura.

A vida de Sumar e sua família em cativeiro é repleta de sofrimento. Sua mãe, Taima, que chegou a atacar Sumar enquanto filhote, morreu em junho deste ano no Sea World de Orlando após uma tentativa tortuosa de dar à luz . Taima tinha apenas 20 anos. O pai de Sumar, Tilikum, também no Sea World de Orlando, matou seu treinador em fevereiro passado, a terceira pessoa a ser morta por ele como resultado de sua vida em cativeiro e de ser explorado como o “carro-chefe” da Sea World.

“O cativeiro é o destino mais cruel imposto a esta espécie inteligente, socialmente complexa e oceânica”, declarou Scotlund Haisley, presidente da In Defense of Animals. “Ainda assim o Sea World continua a criar mais orcas com todos os riscos, o sofrimento e as mortes cruéis e desnecessárias que ocorrem como consequência da ganância humana por lucros às custas da exploração de seres inocentes.

Orcas em cativeiro morrem em geral décadas antes de sua expectativa de vida natural, vivendo em seu meio selvagem. Fêmeas vivem em torno de 80 a 90 anos e machos em torno de 50 a 60 anos. Sumar e Taima não passaram dos 20 anos de idade. O Sea World tenta esconder esses dados do conhecimento do público.

Como o órgão de administração atmosférica e oceânica nacional (National Atmospheric and Oceanic Administration (NOAA) continua a averiguar comentários públicos incluindo os da IDA, a IDA está cautelosamente otimista que as orcas possam ser poupadas da vida em cativeiro, e que programas de reprodução em cativeiro sejam banidos, levando a cabo sua exposição para o público.

“Se permitirmos que as orcas sejam criadas em cativeiro, seu sofrimento e morte prematura continuarão em conjunto com mortes e ferimentos de pessoas ao seu redor”, Haisley continua: “a conservação da ética marinha americana diminui quando sujeitamos baleias, golfinhos e toninhas a uma vida dentro de tanques e permitimos que parques de diversão tachem essas práticas como preservadoras e educativas.”

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ONG oferece US$ 5.000 por informações que levem à prisão de jovem que jogou filhotes no rio

(da Redação)

A organização internacional de proteção animal Em Defesa dos Animais (IDA, sigla em inglês para In Defense of Animals) está oferecendo uma recompensa de 5.000 dólares por informações que levem à prisão, acusação e condenação da jovem que assassinou filhotes de cachorro jogando-os em um rio. Acredita-se que a atrocidade tenha ocorrido em um lugar da Bósnia ou da Croácia.

O vídeo, que foi postado na internet e publicado na ANDA, mostra uma jovem com cabelos loiros e um moletom vermelho pegando seis filhotes de cão de dentro de um balde e atirando-os depois em um rio como se fossem pedras.

Detetives que estão investigando o caso afirmam ter descoberto informações que indiquem que a mulher é da cidade de Bugojno, na Bósnia, e que o local é o rio Vrbas, embora o New York Post tenha afirmado que o vídeo deve ter  sido feito na Croácia.

“Reconhecemos que as leis de crueldade contra os animais variam de país para país”, disse o presidente da IDA, Scotlund Haisley. “Mas crueldade é crueldade em qualquer lugar,  esse comportamento sádico não importa onde ocorreu. O ser humano que praticou esse ato desprezível é um perigo para os animais e para as pessoas”. Haisley se refere a estudos científicos e aplicação do direito que mostram uma clara ligação entre a violência aos animais e violência para as pessoas.

A ONG está trabalhando com um linguista e um detetive para determinar a localização onde o vídeo foi gravado. Qualquer pessoa com informações que levem à prisão, acusação e condenação das pessoas envolvidas nessa atrocidade deve chamar a IDA nos Estados Unidos, 707-981-7701, ou entrar em contato pelo e-mail: melissa@idausa.org . Se as informações procederem, receberá a recompensa.

Para mais informações, acesse: www.indefenseofanimals.org

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