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Alagoas suspende campanha de vacinação antirrábica

Alagoas suspendeu, por tempo indeterminado, a Campanha de Vacinação Antirrábica animal, realizada no período de 27 de novembro a 03 de dezembro deste ano. A determinação é do Ministério da Saúde (MS), em razão da vacina que seria utilizada ser a Raí-Pet oriundo do Laboratório Biovet, que está associada a eventos adversos graves em cães e gatos.

Segundo o técnico responsável pela área técnica de Controle da Raiva da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Valmir Costa, os estados que possuem sobras das vacinas Rabsin, do Laboratório Merial, podem utilizá-las. “Alagoas tem 23 mil doses desta vacina, que serão utilizadas pelos municípios de Arapiraca, Penedo e Santana do Ipanema”, explicou Costa, acrescentando que as vacinas são oriundas da campanha de 2009, que vacinou 427.516 animais sem nenhuma ocorrência de reações adversas.

“Por tempo indeterminado, o Ministério da Saúde suspendeu a Campanha de Vacinação Antirrábica, mas nos reunimos com os técnicos municipais para sensibilizá-los para que todos os 341.081 cães e 166.805 gatos de Alagoas possam ser imunizados quando o governo federal liberar a realização da campanha”, afirmou o técnico.

Sobre a Raiva

A raiva é uma doença viral transmitida ao homem quando um animal infectado o morde, lambe ou arranha. Os principais transmissores são os cães, gatos, saguis e morcegos. Como não é possível imunizar animais que vivem na natureza, a campanha de vacinação de cães e gatos é a principal forma de prevenir os casos da doença em humanos, que tem letalidade altíssima, próxima de 100%. Somente três casos no mundo conseguiram sobreviver – um deles foi um rapaz do interior de Pernambuco, em 2008.

Em 2010 foram notificados dois casos de raiva humana no Brasil e os dois pacientes morreram. Um dos casos ocorreu no Rio Grande do Norte, por ataque de morcego, e outro no Ceará, por ataque de cão. Segundo Valmir Costa, em 2006 foi registrado o último caso de raiva humana em Alagoas. A vítima, que contraiu a doença após ser mordida por um morcego, foi um homem que residia em Porto de Pedras. No Estado, 90% dos casos de óbitos por raiva humana são decorrentes da mordedura de cães e gatos infectados com o vírus da raiva, que é chamado de rabdovírus. “A vacinação em massa da população canina e felina de 100% dos municípios, realizada anualmente, tem sido instrumento eficaz de redução de óbitos humanos”, observa Valmir Costa.

Na semana passada, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reuniu os técnicos dos 102 municípios do Estado para traçar as estratégias da Campanha de Vacinação Antirrábica. O objetivo é imunizar toda a população canina e felina de Alagoas, que segundo o Núcleo Estadual de Zoonoses e Vetores corresponde a 507.886 mil animais.

Fonte: Gazeta Web

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Vacinação contra raiva animal começa em áreas urbanas de Uberlândia (MG)

Nesta segunda-feira (9), às 8h, começa a etapa urbana de vacinação contra a raiva animal. Equipes do Programa de Controle da Raiva Animal do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) vão imunizar cães e gatos até o dia 14 de agosto.

No primeiro dia da vacinação, equipes volantes irão atender setores de chácaras, como Morada Nova, Chácaras Panorama, Chácaras Bonanza e Chácaras Uirapuru, Morada do Sol e Jockey Camping.

Segundo o coordenador do CCZ, Adalberto Pajuaba, cerca de 60 mil animais com mais de três meses de vida devem receber a dose. “É importante que as pessoas não deixem de levar os animais e estejam atentas aos locais e períodos da vacinação. Contra a raiva a única prevenção é a vacina. Qualquer dúvida, a população pode entrar em contato com o CCZ, no telefone 3213-1470”, informou.

A partir de terça-feira (10), das 8h às 16h, equipes montarão postos fixos em vários bairros da cidade.

É muito importante levar seu animal de estimação para vacinar, garantindo a saúde do animal e a de todos na casa.

Confira as datas e locais de vacinação em Uberlândia

Raiva (também conhecida como Hidrofobia), é uma doença causada por um vírus da família rhabdoviridae, gênero Lyssavirus. O agente causador da raiva pode infectar qualquer animal de sangue quente, porém só irá desencadear a doença em mamíferos, como por exemplo cachorros, gatos, ruminantes e primatas (como o ser humano).

A transmissão dá-se do animal infectado para o sadio através do contato da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões. Outros casos de transmissão registrados são a via inalatória, pela placenta e aleitamento e, entre humanos, pelo transplante de córnea. Infectando animais homeotérmicos, a raiva urbana tem como principal agente o cão, seguido pelo gato; na forma selvagem, esta se dá principalmente por lobos, raposas, coiotes e nos morcegos hematófogos.

Sobre a vacina:
A vacina contra a raiva deve-se ao célebre microbiologista francês Louis Pasteur, que a desenvolveu em 1886. A vacina utilizada de rotina nos programas de saúde pública no Brasil desde 2003 é a Vacina Purificada de Células Vero. Esta vacina foi desenvolvida na França, na década de 1980, faz parte da moderna geração de vacinas contra raiva e é considerada muito segura e potente.

No Brasil, é importada pelo Instituto Butantan, em São Paulo, e distribuída e utilizada em todo o país pelo Ministério da Saúde. A potência de todas as partidas é avaliada pelo método National Institutes of Health. A potência do produto é, no mínimo, 2,5 unidades internacionais (UI) por dose.

Deve ser administrada pela via intramuscular (IM), no deltóide. Em crianças menores de dois anos, pode ser administrada no vasto lateral da coxa. A região glútea não deve ser utilizada porque pode ocorrer falha no tratamento. A dose é de 0,5 ml, independentemente da idade, sexo ou peso do paciente. O vírus é inativado pela beta-propiolactona. A vacina é liofilizada e é reconstituída no momento do uso. Deve ser conservada permanentemente sob refrigeração, entre 2 e 8 °C.



Fonte: Farol Comunitário

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Vacinação antirrábica em São Paulo: saiba onde imunizar seu companheiro

A vacinação antirrábica é de extrema importância, independentemente da época do ano, já que se  trata de uma zoonose grave, que pode levar  cães e gatos à morte.

E para promover a conscientização dos paulistanos, a Secretaria Estadual da Saúde já disponibilizou aos seus 645 municípios 7,2 milhões de doses. As prefeituras terão até o fim de setembro para elaborar suas campanhas, muito embora grande parte delas já comecem suas atividades em agosto.

Na capital paulista, por exemplo, foram destinadas 1,5 milhão de doses, mas enquanto não são divulgados os postos móveis oficiais, é possível vacinar os animais nos locais fixos, como o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em Santana, ou ainda no Butantã, Itaim Paulista, Mooca, Cidade Ademar, Ermelino Matarazzo, Guaianazes e Perus.

Nesse sentido, o CCZ pede aos tutores que no dia da vacina  levem seus cães com coleira e guia, sendo desaconselhado que crianças os conduzam. Animais agressivos devem estar com focinheira, enquanto os gatos, por serem naturalmente mais assustados, devem ser levados em caixas de transporte para evitar acidentes e fugas.

Lembrando que animais doentes não devem ser vacinados. Casos como diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, ou bichos pós-operados recentemente devem esperar primeiro a recuperação total . Já cães e gatos a partir dos três meses podem ser vacinados sem problemas. O CCZ avisa ainda que as agulhas utilizadas são descartáveis e a vacinação é gratuita, além de precisar ser reaplicada anualmente.

Postos fixos
Butantã
Local: Av. Caxingui, 656
Quando:segunda a sexta, das 9h às 16h
Tel: 3721-7698

Cidade Ademar
Local: Rua Maria Cuofono Salzano, 185
Quando:segunda a sexta, das 9h às 15h
Tel: 5675-4224

Ermelino Matarazzo
Local: Av. São Miguel, 5.977
Quando:segunda a sexta, das 8h às 12h
Tel: 2042-6018

Guaianases
Local: Rua Hipólito de Camargo, 280
Quando:segunda a sexta, das 9h às 15h
Tel: 2553-2833

Itaim Paulista
Local: Rua Ererê, 260
Quando:segunda a sexta, das 8h às 12h
Tel: 2053-2027

Mooca
Local: Rua dos Trilhos, 869
Quando:segunda a sexta, das 8h30 às 17h
Tel: 2692-0644

Perus
Local: Rua Sales Gomes, 130
Quando:segunda a sexta, das 9h às 16h30
Tel: 3917-6177

Santana
Local: Rua Santa Eulália, 86
Quando:segunda a sexta, das 9h às 17h e sábado, das 9h às 15h
Tel: 3397-8900

Fonte: PetMag

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Morcegos estão sendo envenenados pelo CCZ de São José do Rio Pardo (SP)

Equipes de controle de doenças percorrem a zona rural de São José do Rio Pardo, em SP, para vacinar cães e gatos contra a raiva.

Para controlar a doença, é preciso vacinar todos os bichos com mais de três meses. Somente na zona rural, 4 mil animais devem ser imunizados. Em toda a cidade, esse número pode chegar a 16 mil.

A novidade este ano é que não há mais a revacinação do animal 30 dias depois da primeira dose, pois agora uma única picada garante a prevenção.

A cidade não registra nenhum caso de raiva em cães e gatos há 10 anos, mas a doença voltou a aparecer entre bovinos e equinos.

O município, no entanto, utiliza-se de métodos anti-éticos para controlar as colônias de morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue e podem transmitir a doença: depois de localizados, os agentes aplicam uma pasta com veneno e matam os morcegos. Como eles têm a prática de se lamber, acabam morrendo.

Agente aplica veneno em um morcego (Reprodução/EPTV)

Em 2001, a cidade viveu uma epidemia de raiva, mas só com o controle dos morcegos não foi possível acabar com a doença. Por isso, a melhor alternativa ainda é a vacinação.

O Departamento de Controle de Doenças vai fazer um levantamento completo dos cães e gatos, inclusive separando os que vivem da zona urbana da rural para ter o controle total da raiva.

Com informações da EPTV

Nota da Redação: A melhor maneira de imunizar a população é a vacina, não eliminar todos os morcegos de forma desumana e cruel. Se há recursos para proteger humanos e animais, o extermínio dos morcegos trata-se de crime de maus-tratos, previsto pela lei. Inconcebível, criminoso e cruel.

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PMA imuniza mais de 7 mil animais

Os animais que ficam soltos pelas ruas da cidade raramente recebem os cuidados necessários para ter uma vida saudável, livre de doenças. Além de sofrer com doenças como infestação de carrapatos e leishmaniose (calazar), os cães e gatos errantes – denominação utilizada para animais que vivem na rua sem dono – estão sujeitos contrair raiva e transmiti-la a qualquer pessoa, através de mordidas ou arranhões.

Para evitar que a doença se dissemine, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensificou a vacinação antirrábica entre os dias 23 e 27 de março.

Foram vacinados 7.265 animais, o equivalente a 58,8% de um total de 12 mil animais. Desses, 5.219 foram cães e 2.046 gatos. Gina alerta para que as pessoas jamais tomem a atitude de sacrificar o animal. “Ao desconfiar que o animal está com raiva, o ideal é trazê-lo para a Zoonoses. Provocar a sua morte é algo muito doloroso. Aqui, ele morre naturalmente e nós acompanhamos o processo com cuidado”, diz.

Fonte: Infonet

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