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Baleia cachalote aparece morta na região de Imbituba (SC)

Cachalote
Divulgação

Técnicos do curso de engenharia de pesca da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) analisam, nos próximos dias, quais seriam as causas da morte de um filhote de baleia encontrado após encalhar na Praia D’Água, em Imbituba. A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Laguna foi acionada e, com representantes de outras entidades em defesa dos animais na região, esteve no local.

De acordo com o 1º sargento da PMA, Robson Maximiliano Machado, a espécie encontrada é a baleia cachalote, que raramente é vista no litoral sul do Brasil. “Como última baleia encontrada, este mamífero não é costumeiro da nossa região. A jubarte, outra espécie, por exemplo, é mais comum no nordeste”, avaliou.

Com aproximadamente 250 quilos e quase três metros de comprimento, o filhote já estava morto quando foi encontrado. Uma espécie cachalote adulta pode pesar até 60 toneladas e é o animal que nada a grandes profundidades. No monitoramento da PMA, há no litoral da região mais de 300 mamíferos, a maioria da espécie Baleia-Franca.

Fonte: Noti Sul

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Aproximação ilegal de embarcação afugenta baleia e filhote do litoral de SC

Uma baleia franca acompanhada do filhote permaneceu nesta terça-feira o dia todo próximo da Praia de Itapirubá, em Imbituba, no Sul de Santa Catarina. Mesmo com comportamento discreto, os dois mamíferos foram alvos de olhares curiosos de pescadores locais e alguns turistas.

Como o mar estava bastante calmo, a observação da baleia foi facilitada para quem estava na praia ou no alto do morro que divide as duas praias de Itapirubá. Mãe e filhote apareceram pela manhã e só se afastaram para alto mar por volta das 16h, quando uma lancha com seis tripulantes se aproximou demais e afugentou a dupla.

De acordo com Karina Grock, bióloga e coordenadora de pesquisa do Projeto Baleia Franca (PBF), a aproximação da embarcação foi feita de maneira ilegal e poderia ter colocado em risco a segurança das baleias.

– Eles chegaram muito perto e isso é proibido. A observação pode ser feita pelo mar, mas a distância de 100 metros da baleia precisa ser respeitada – explica Karina.

A temporada de observação das baleias franca foi oficialmente aberta semana passada, embora a presença dos mamíferos ainda seja pouco frequente neste final de julho. Segundo Karina, esse movimento tímido é normal e pode ter como explicação possíveis variações no período de alimentação das baleias na região da Antártida e as correntes marítimas até o Brasil.

Apesar das baleias francas se concentrarem durante o inverno na região entre Torres (RS) e Florianópolis, pode ocorrer a aparição dos mamíferos em áreas mais distantes. Foi o que ocorreu segunda-feira no Rio de Janeiro.

– Até a década de 70 a população de baleias franca era grande em todo o país. Como a espécie está em fase de recuperação é normal que algumas delas eventualmente sigam para áreas mais distantes como São Paulo ou Rio de Janeiro – ressalta Karina.

Fonte: Zero Hora

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