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Investigação de comércio de jacaré derruba superintendente

Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (17), o superintendente do Ibama, David Lourenço, anunciou sua demissão.

De acordo com Lourenço, o presidente do orgão, Curt Trennepohl, comunicou na última sexta-feira (14) que ele estava sendo afastado do cargo em decorrência das investigações de suposto envolvimento no comércio de jacarés.

Foto: Valdenir Rezende/ Correio do Estado

Caso

A Polícia Federal deflagrou no último dia 7 de outubro, a Operação Caíman, que promoveu a coleta de provas para as investigações que apuram a venda de animais silvestres nativos da região pantaneira, em especial, o jacaré.

De acordo com a polícia, a prática irregular contava com o envolvimento de funcionários do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac).

Fonte: Correio do Estado

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Comércio de jacaré e animais silvestres envolve servidores do Ibama e outros órgãos

A Polícia Federal deflagrou ontem, a partir de Campo Grande, a Operação Caíman, com a finalidade de promover a coleta provas que subsidiarão uma investigação em andamento, que apura a venda de animais silvestres nativos da região pantaneira, em especial, o jacaré. De acordo com a polícia, a prática irregular contava com o envolvimento de funcionários do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac).

Em atendimento a determinação judicial, a PF cumpriu na manhã de ontem sete mandados de busca e apreensão, sendo seis em Campo Grande e um na cidade de Aquidauana, a 120 quilômetros da Capital. Os materiais apreendidos servirão para subsidiar uma investigação em andamento que apura venda, exposição, permanência do animal em cativeiro, depósito ilegal e transporte irregular de jacarés.

Em Campo Grande, as buscas e apreensões foram feitas nas residências e locais de trabalhos dos servidores públicos envolvidos do Ibama, Imasul e Semac. Já em Aquidauana, o mandado foi cumprido na Gerência de Planejamento, Habitação e Urbanismo do município. Funcionários dos órgãos investigados foram impedidos de entrar nos prédios em função do trabalho da polícia. Todo material apreendido foi encaminhado para a superintendência da polícia, na Capital, e em seguida levado para o setor de perícias da PF. A operação contou com o envolvimento de mais de 30 policiais.

Indícios

Embora a investigação não tenha sido concluída, já ficou evidenciado o envolvimento de servidores públicos, em especial, do Ibama. Conforme informações repassadas pela PF, A.K.B.Z. foi presa em 17 de agosto depois de ser flagrada transportando cerca de 100 jacarés abatidos. A carne do animal estava acomodada em isopores. A acusada é filha de G.Z.B., funcionário do Ibama que, na época da prisão, era quem controlava e fiscalizava as licenças ambientais expedidas pelo instituto.

Após a prisão da mulher, a fazenda da família do servidor público foi vistoriada. Foi constatado que na pousada funcionava ainda um criadouro de jacaré em condições irregulares. As ilegalidades resultaram em multa de R$ 300 mil.

Fonte: Correio do Estado

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Descartado agrotóxico como causa da morte de peixes

Foto: Deurico/Capital News

Exames laboratoriais vindos de São Paulo descartam a possibilidade de que a causa da morte de milhares de peixes ocorrida no dia 31 de janeiro deste ano tenha sido decorrente do uso de agrotóxicos.

Conforme Luiz Mário, gerente de controle de fiscalização do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (Imasul), o resultado vem a confirmar as preliminares apresentadas no início de fevereiro de que a morte ocorreu por conta de um fenômeno anual denominado “decoada”.

“Baixo nível de oxigênio, grande quantidade de gás carbônico, temperatura a 30°C graus e alta quantidade de matéria orgânica encontrada na água são características do fenômeno “decoada”, diz Luiz Mário.

Foram coletadas somente amostras de água nas duas bacias do pantanal onde foram encontradas quase uma tonelada de peixes mortos. Pelo fato de já estarem em decomposição não foi necessário coletar amostra do peixe.

Luiz Mário destaca ainda que a população ribeirinha se alimentou dos peixes e não tiveram problema de saúde, o que afirma o resultado laboratorial. Além dos ribeirinhos, jacarés e outros animais também chegaram a se alimentar dos peixes.

Após três dias da coleta das amostras, as bacias já apontavam normalidade no que se refere a vida dos peixes. O ambiente já deu início à recomposição das espécies, sinal de que o local estava se recuperando do fenômeno.

O rio Negro é um dos principais rios pantaneiros, responsável pela formação da sub-bacia do Rio Negro. É considerado berçário de reprodução de peixes. Em diversas fazendas por onde passa, o rio é protegido contra a pesca.

Fonte: Capital News

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Laudo final sobre mortes de peixes no Rio Negro sai dia 23

(Foto: Imasul)

O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) divulgará no dia 23 de fevereiro o resultado final sobre o laudo da morte de milhares de peixes ocorrida no rio Negro, no mês de janeiro deste ano.

O laboratório Task, em São Paulo, repassará o resultado dos exames sobre a existência ou não de defensivos agrícolas em amostras de peixes, previsto para o dia 21.

O Imasul já expediu os relatório 01 e 02, onde ficou constatado o fenômeno “decoada”. Inclusive, moradores ribeirinhos comeram peixes. De acordo com o Imasul, este exame feito em São Paulo é para elucidar o que aconteceu e descartar qualquer hipótese de envenenamento por agrotóxico.

O rio Negro é um dos principais rios pantaneiros, responsável pela formação da sub-bacia do Rio Negro. É considerado berçário de reprodução de peixes. Em diversas fazendas por onde passa, o rio é protegido contra a pesca.

Fonte: Correio do Estado

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"Decoada" teria provocado mortandade de peixes no rio Negro

O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) apresentou hoje (07) para a imprensa o relatório preliminar 02/2011 com o resultado das análises feitas pela equipe da Gerência de Controle e Fiscalização/Laboratório do Imasul. De acordo com o gerente do Imasul, Roberto Gonçalves Machado foram observados os exames da demanda química e bioquímica da amostragem da água coletada no dia 31 de janeiro.

De acordo com o relatório a partir das informações obtidas no local e com as observações feitas, a morte dos peixes não ocorreu na calha do rio Negro e sim em duas baias denominadas “Baía do Dourado” na fazenda Santa Sophia, e “baia da fazenda rio Negro” na fazenda rio Negro. Essas baias têm contato direto com as águas do rio Negro.

A equipe do Laboratório do Imasul constatou ainda baixas concentrações de oxigênio dissolvido, variando de 2,6 a 0,3 mgO2/L, diminuindo gradativamente de acordo com a maior profundidade. O oxigênio dissolvido na água é fundamental para a manutenção da vida aquática e os valores inferiores a 2,0 mgO2/L podem provocar a morte de peixes. “Segundo o relatório preliminar há a possibilidade de ocorrência do fenômeno “decoada” como causa dessa mortandade de peixes”, afirmou o gerente do Imasul.

De acordo com Roberto Gonçalves Machado, o fenômeno se caracteriza pela entrada de água de baixa qualidade com altas temperaturas com índice de oxigênio quase zero dissolvido que chegam a uma quantidade significativa de forma rápida num determinado ambiente da planície pantaneira. “Nesse caso particular essa água de qualidade ruim chegou em duas baias marginais ao rio Negro no momento que não estava chovendo nessa região, mas na redondeza. Essa água veio lavando o campo trazendo água que já estava quente e com muita matéria orgânica em locais rasos dessa planície adjacente e que acabou levando essas águas para dentro essas baias”, explica.

Roberto Gonçalves explica ainda que essas águas quentes com grande material orgânico e pouco oxigênio dissolvido provocam choque num ambiente, com os peixes que estão praticamente de água parada nas baías. “Eles não tiveram tempo de sair deste ambiente e acabaram perecendo por causa do oxigênio”, justifica.

O gerente do Imasul afirma que o fenômeno é comum no pantanal e ocorre todos os anos no mês de janeiro em alguns locais. “É freqüente na região do Paraguai mirim, no pantanal do rio Paraguai e na região do pantanal do rio Negro, já tínhamos ocorrências em pequena escala, mas deste porte foi a primeira vez”, admitiu. O Imasul estima que centenas de toneladas de peixes tenham morrido por causa do fenômeno decoada. A extensão entre as duas baías onde aconteceu a “dequada” é de cerca de cinco quilômetros.

De acordo com fotos tiradas logo após a ocorrência de mortandade no rio Negro, puderam ser observadas as seguintes espécies de peixes: pintado, cachara, piranha, armau, jurupoca, pacu, piau, piraputanga, mandi e barbado.

Outra parte das amostras coletadas no rio Negro foi enviada para São Paulo para análise dos defensivos químicos e princípios ativos utilizados tanto na pecuária para limpeza de pastagens como na agricultura. “Não descartamos o fator extra de a mortandade ter sido ocasionada pela utilização de produtos químicos. Em uma semana estaremos recebendo este resultado”, comentou.

Segundo Roberto Gonçalves boa parte dos peixes foram ingeridos por jacarés e urubus e moradores locais que pegavam os peixes que estavam começando a agonizar e usaram na alimentação. “Eles usaram na alimentação sem que eles trouxessem nenhum tipo de transtorno para essas pessoas. A idéia por enquanto é que tenha sido o fenômeno dequada mesmo”, observa.

Outra equipe do Imasul retornou ao local entre os dias 1 e 03 de fevereiro e segundo Roberto Gonçalves encontraram poucos peixes e em estado de decomposição. “Observamos algumas espécies de peixe em bom estado e outros de forma jovem que nasceram no final de 2010 e que não foram afetados. O ambiente está se recuperando com a água que vai sendo diluída com o de melhor qualidade”, esclarece.

A apresentação do relatório preliminar contou com a presença do gerente da fiscalização do Imasul, Luiz Ferreira e do gerente de recursos de pesquisa e fauna, Vander M. Fabrício de Jesus.

Fonte: MS Notícias

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Lombadas reduzem índice de atropelamentos de animais em parque do MS

Ao completar 1 ano de funcionamento, as lombadas eletrônicas instaladas no Parque dos Poderes, em Campo Grande (MS), resultaram na diminuição de atropelamentos de animais silvestres nessa região. De acordo com o gerente de Unidades de Conservação do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Leonardo Tostes, em comparação do ano de 2009 e 2010 houve uma diminuição de quase 80% do número de casos envolvendo animais. “Ano passado, após a instalação das lombadas, registramos em torno de dez casos de atropelamentos. Já no ano anterior, o número registrado foi de 50 atropelamentos de animais silvestres”, explica o gerente.

A implantação das dez lombadas resultou de parceria entre o Governo do Estado – pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) -, e a Prefeitura do Parque dos Poderes, que elaboraram uma estratégia que apontou os lugares de maiores riscos, como circulação de veículos com excesso de velocidade e maior índice de atropelamentos de animais silvestres.

Os equipamentos eletrônicos foram implantados em frente ao Tribunal de Justiça e à Assembleia Legislativa, na avenida Desembargador Leão do Carmo Neto, próximo ao Tribunal Regional Eleitoral e em dois pontos da avenida do Poeta: em frente ao Posto dos Poderes e e frente à Governadoria. Também foram colocados equipamentos na Avenida Projetada, em frente ao Centro de Educação Infantil José Eduardo Jallad (Cei Zédu) e ao Ministério Público Estadual.

“Além de proteger os animais, as lombadas proporcionaram mais segurança aos pedestres. Já houve casos de atropelamento de um servidor público que estava saindo do seu trabalho”, afirma Leonardo. O gerente explica que, antes da implantação dos equipamentos, já houve casos de atropelamento de três animais ao mesmo tempo. “Os quatis são as maiores vítimas do abuso da velocidade. Em 2009 encontramos um veado fêmeo que foi atropelado com seu filhote durante a travessia”, lembra.

Fonte: Correio do Estado

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