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Cinco tartarugas são encontradas mortas em praias no sul da Bahia

Foto: Núcleo de encalhes de animais marinho do Projeto (A)mar

Cinco tartarugas foram encontradas mortas no sul da Bahia entre a última sexta-feira (24) e o domingo (26). Os corpos foram localizados em Uruçuca e Ilhéus.

O projeto (A)mar, que monitora as praias da região, disse ao G1 que uma tartaruga-cabeçuda foi encontrada na praia da Juerana, zona norte de Ilhéus. Morto, o animal media 1,10 m de comprimento e era do sexo feminino. A morte ocorreu após a tartaruga se enroscar em uma rede de pesca – o apetrecho é um dos principais responsáveis pelas mortes desses animais e, por isso, ativistas incentivam o veganismo como forma de não ser mais responsável por essas mortes causadas pela pesca de peixes para consumo.

Outra tartaruga da mesma espécie também apareceu morta em Ilhéus e uma tartaruga-verde foi encontrada sem vida em Urucuca, com idade juvenil. Além delas, uma tartaruga-oliva e uma tartaruga-verde morreram em Ilhéus.

Duas das cinco tartarugas foram mortas por redes de pesca. Uma teve amostras coletadas para que a causa da morte seja investigada e as outras duas estavam em estado avançado de decomposição, o que impede que exames apontem a motivação da morte.

O projeto informou que 86 tartarugas já apareceram mortas no sul da Bahia este ano. Ao todo, foram 109 animais-marinhos. O número é maior do que o registrado no ano passado, quando 80 tartarugas morreram de janeiro a metade de agosto.

Para buscar informações ou ajudar o projeto, o telefone para contato é o 73.99812-2850.


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Tartarugas e golfinho são encontrados mortos em praias de Ilhéus (BA)

As tartarugas apresentavam marcas de rede de pesca pelo corpo, o que pode indicar a causa das mortes


Um golfinho foi encontrado morto na quarta-feira (15) na praia de Barramares, em Ilhéus, na Bahia. Os corpos de duas tartarugas também apareceram em praias da cidade.

Foto: Projeto (A)mar

O golfinho, segundo o projeto (A)mar, é uma fêmea e tinha quase três anos de idade. A suspeita é de que ele tenha morrido após se machucar em algum objeto de pesca, já que ele tinha marcas de rede no corpo. As informações são do G1.

As duas tartarugas pertenciam à espécie verde. Uma delas foi encontrada na praia de Águas de Olivença e a outra na praia do Norte. Não se sabe ainda o que causou as mortes.

De acordo com o projeto, três tartarugas já apareceram mortas na região de Ilhéus neste ano e todas apresentavam marcas de objetos de pesca pelo corpo.

Foto: Projeto (A)mar

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Peixe coberto de óleo é encontrado morto em praia em Ilhéus (BA)

Uma tartaruga também foi encontrada morta, mas sem sinais de óleo pelo corpo


Um peixe coberto de óleo foi encontrado morto nesta quarta-feira (6) em Ilhéus, na Bahia. O animal, da espécie baiacu, estava na Praia do Cururupe, onde também foi encontrada uma tartaruga morta.

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

A tartaruga não tinha manchas de óleo pelo corpo. A causa da morte dos animais será investigada por uma equipe do Projeto (A)mar.

De acordo com o Projeto, 131 tartarugas já foram encontradas mortas no litoral sul da Bahia, entre os municípios de Maraú e Canavieiras. Oito baiacus também morreram na região. As informações são do G1.

O óleo chegou a Ilhéus em 25 de outubro. Na Bahia, 31 cidades já foram contaminadas pelo poluente, assim como o Parque Nacional de Abrolhos, que está com visitação suspensa até 14 de novembro por causa do petróleo encontrado na região. Mucuri foi a última cidade a ter registro das manchas. O município faz divisa com o Espírito Santo.

Quase um mês depois do óleo aparecer em estados do Nordeste, a substância chegou na Bahia. Diante da situação, o governo estadual decretou estado de emergência que envolve 21 municípios.


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Tartaruga marinha de mais de um metro é encontrada morta na Bahia

Com pouco mais de um metro de comprimento, uma tartaruga marinha foi encontrada morta na sexta-feira (4) na Bahia. O corpo do animal estava na Praia de São Miguel, no município de Ilhéus.

Foto: Projeto (A)mar

Com mais essa morte, sobe para 117 o número de casos na região, segundo o projeto (A)mar, que faz o monitoramento dos animais.

Fêmea sub-adulta, a tartaruga pertencia à espécie verde. Segundo o projeto, foram encontrados indícios de que o animal marinho ingeriu lixo no mar. As informações são do G1.

A ingestão de resíduos é a segunda maior causa de morte de tartarugas marinhas no Brasil e na Bahia, estado no qual 20% das mortes de animais neste ano foram causadas pelo lixo.

Além das mortes, cerca de 70% dos encalhes na Bahia foram registrados em Ilhéus. De acordo com o projeto, neste ano houve um aumento de 15% nos encalhes e mortes de tartarugas na região quando comparado a 2018.


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Tartarugas são encontradas mortas na Bahia e número de mortes sobe para 111

Duas tartarugas foram encontradas mortas no sábado (21) em Ilhéus, na Bahia. Já são 111 tartarugas marinhas mortas entre Maraú e Canavieiras, área de monitoramento do projeto A-Mar.

Foto: Projeto A-Mar/ Divulgação

Jovem e com um corte em uma das nadadeiras e na cabeça, uma das tartarugas, da espécie verde, foi encontrada na praia da Avenida após o Mutirão de Limpeza de Praias. As informações são do G1.

A tartaruga media cerca de 30 centímetros de carapaça e, segundo coordenador do projeto A-Mar, Wellington Laudano, morreu por causa de uma rede de pesca de arrasto, na qual ficou presa.

Encontrada na praia do Me Ache, a outra tartaruga, da espécie cabeçuda, era adulta e reprodutora. De acordo com o A-Mar, ela estava em avançado estado de decomposição e a causa da morte ainda será determinada.


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Tartaruga morta é encontrada presa à rede de pesca na Bahia

Uma tartaruga-verde, com cerca de 1,15 metro, foi encontrada morta no domingo (14), presa a uma rede de pesca, na praia de São Domingos, em Ilhéus, na Bahia. Só neste ano, 60 tartarugas foram encontradas mortas na Bahia, segundo o Projeto A-mar.

Foto: Projeto A-mar / Divulgação

O sub-coordenador do projeto, Wellington Laudano, explicou que a tartaruga foi encontrada durante monitoramento diário da equipe. Ela tinha cerca de 70 kg e morreu afogada após ficar presa na rede de pesca.

“Nós encontramos a tartaruga durante monitoramento diário da equipe. Ela morreu por emalhe em rede de pesca. Ela ficou presa na rede. Ela tinha engerido muito plástico também”, afirmou Laudano.

De acordo com o sub-coordenador, a maior parte das tartarugas encontradas mortas neste ano estava em Ilhéus. As informações são do portal G1.

“A gente monitora uma área que vai de Maraú a Canavieiras. Dessa área, a maior incidência de tartarugas mortas é em Ilhéus. A principal causa das mortes é por emalhe. A segunda maior causa das mortes é por ingestão de lixo. Já a terceira, é por causas naturais. Dos animais encontrados mortos este ano, 55 % foram por emalhe”, completou.

A morte da tartaruga também foi registrada durante uma ação de limpeza feita em parceria entre o 5° Grupamento de Bombeiros Militar (5°GBM) de Ilhéus e a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) nas praias de São Miguel e São Domingos.

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Tartaruga é encontrada morta com anzol no pescoço em Ilhéus (BA)

Uma tartaruga morta foi encontrada com um anzol preso ao pescoço na última segunda-feira (28) na praia do Jardim Atlântico, no município de Ilhéus, na Bahia.

Foto: Vânia Miranda/ Arquivo Pessoal

O animal foi encontrado por pessoas que passavam pelo local. De acordo com pesquisadores do Projeto A-mar, que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos da região, a tartaruga pertencia à espécie verde.

Um voluntário do projeto esteve na praia para enterrar o animal marinho. Nos últimos sete dias, cinco tartarugas foram encontradas mortas na região.

Outro caso

Águas-vivas foram encontradas na areia da praia dos Milionários, também em Ilhéus, na última terça-feira (29). A aparição desses animais na areia, segundo o Projeto A-mar, é normal durante o verão, já que esse é o período de reprodução da espécie, quando ocorre uma aglomeração de machos e fêmeas.

O projeto orienta os banhistas a não tocarem nas águas-vivas, já que é difícil descobrir se elas estão vivas. Caso estejam, elas queimam, como forma de defesa, quem nelas tocar. Em caso de queimadura, a ONG indica molhar o ferimento com vinagre ou com a água do mar. A água doce, segundo o projeto, intensifica a dor.
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Tartaruga é achada morta em praia de Ilhéus (BA)

Tartaruga foi encontrada morta em praia de Ilhéus — Foto: Juliana Viana/Arquivo Pessoal

Uma tartaruga foi encontrada morta perto de uma cabana na praia dos Milionários, no município de Ilhéus, sul da Bahia. Segundo o Projeto A-Mar, ONG que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos na região, foi o quinto animal da espécie achado morto na região, em 2019.

Conforme a ONG, mais de 150 tartarugas foram encontradas mortas na região em 2018. A causa da morte da maioria foi a ingestão de plásticos.

De acordo com o Projeto A-Mar, a tartaruga era da espécie verde e tinha 62 centímetros de casco, e foi achada por moradores da região. Ela estava bastante magra e desidratada. Representantes da ONG acreditam que a morte da tartaruga achada nesta quarta também tenha sido provocada por ingestão de plástico.

O Projeto A-Mar informou que um voluntário esteve no local para enterrar a tartaruga.

Fonte: G1

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Filhote de baleia jubarte é achado morto em praia de Ilhéus (BA)

Filhote de baleia foi encontrado na quarta-feira (26) — Foto: Carina Miranda/Arquivo Pessoal

Moradores de Ilhéus, no sul da Bahia, encontraram, na manhã da última quarta-feira (26), um filhote de baleia jubarte morto na praia de Meache. De acordo com informações do projeto (A)mar, ONG que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos, a carcaça do animal ainda está no local, em processo de decomposição.

O projeto aponta que esta é a 17ª baleia encontrada morta neste ano na região entre as cidades de Ilhéus e Itacaré.

Conforme o projeto (A)mar, o animal foi avistado por populares na areia, mas, por causa da maré alta, a carcaça ficou presa nas pedras.

De acordo com o projeto A(mar), o animal é um macho e media cerca de 4 metros de comprimento.

Wellington Laudando, veterinário do projeto, acredita que ele deve ter se perdido da mãe, já que o período de amamentação dura 2 anos, tempo que o animal leva para se adaptar.

Segundo o projeto, a prefeitura do município foi acionada e vai retirar a carcaça do filhote no sábado (29).

Fonte: G1

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Tartaruga é achada morta e ONG aponta outros 12 casos em uma semana na BA

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta por uma mulher que caminhava pela areia em uma praia em Ilhéus, no sul da Bahia, na manhã da última terça-feira (7).

(Foto: Jamile Borges/Arquivo Pessoal)

A morte do animal, no entanto, não foi a única a ser registrada na região. De acordo com uma bióloga do projeto A-Mar, que trabalha pela conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos, o número de tartarugas marinhas encontradas mortas no sul da Bahia, este ano, é considerado alto. Isso porque apenas em uma semana foram registrados 12 casos de tartarugas mortas apenas no litoral de Serra Grande, distrito de Uruçuca.

Os 12 casos tem algo em comum: todos os animais morreram presos em redes de pesca. As informações são do portal G1.

Segundo a bióloga, na região de Uruçuca há uma área de alimentação das tartarugas da espécie verde.

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Morte de tartarugas no Fogo e ilhéus do Rombo: ativistas estão indignados com matança dos animais

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Divulgação

Responsáveis do “Projeto Vitó”, vocacionado para a preservação e conservação das tartarugas marinhas na ilha do Fogo e Ilhéus do Rombo, estão preocupados com o aumento do abate desta espécie em vias de extinção. Paulo Pina, um dos dinamizadores e coordenador da iniciativa, revelou a este semanário que há registo de pesca e matanças de um número considerável da espécie caretta-caretta, facto que, segundo diz, mostra que as medidas adotadas em Cabo Verde para a defesa desses animais têm sido insuficientes.

“Devemos relembrar que Cabo Verde tem a terceira maior população do mundo das tartarugas, sendo ultrapassada apenas pelos Estados Unidos da América e Omã (Golfo Pérsico)”, frisa Pina para mostrar o papel que este arquipélago joga na sobrevivência das tartarugas a nível mundial.

Segundo o ativista, as medidas de conservação atuais preveem a proteção e monitorização das praias com recurso ao voluntariado e autoridades diversas, mas isso não tem impedido atos de crueldade sistemática contra a sobrevivência das tartarugas. Como diz, nas últimas semanas tem havido uma forte afluência das tartarugas caretta-caretta às praias da ilha do Fogo e dos ilhéus do Rombo, mas tem aumentado também o nível de caça.

“No passado fim-de-semana, a nossa organização esteve de visita aos ilhéus, acompanhada da Polícia Nacional, e constatamos in loco muitas carcaças de tartarugas abandonadas, o que nos leva a crer que as pessoas estão a caçá-las desenfreadamente e sem terem a noção da sua importância para a biodiversidade e os ecossistemas terrestre e marinho. Aliás, quanto maior a afluência das tartarugas nas praias sem vigilância, maior é a probabilidade de caça”, aponta.

De acordo com Paulo de Pina, as praias de Fonte Bila, Nossa Senhora da Encarnação, Salinas, Tinteira e Mosteiros, na ilha do Fogo, são as mais visitadas pelas tartarugas, pelo que, na sua opinião, merecem ser vigiadas com mais rigor. Entretanto, frisa que a falta de verbas dificulta o destacamento de vigilantes voluntários para esses locais.

Apesar da legislação criada no país, Pina critica a impunidade para quem mata as tartarugas para consumo. Para ele, isso significa que as leis não passam de “letra morta”. Este responsável de projeto esclarece que os parceiros e os ativistas que lutam contra a morte das tartarugas não sabem mais o que fazer “porque os indivíduos que as caçam são às vezes apanhados e soltos, sem serem criminalmente responsabilizados.”

“Infelizmente, as autoridades judiciais não se mostram capazes de criar mecanismos próprios para que determinadas leis sejam efetivamente cumpridas no país”, critica a nossa fonte.

A Polícia Nacional, segundo Pina, tem dado o seu contributo nas campanhas de proteção das tartarugas, disponibilizando os seus agentes fiscais. Estes, salienta o ambientalista, já surpreenderam vendedores de carne em flagrante por diversas vezes. Para ele, isto acontece porque há quem compra, sinal de que a sociedade cabo-verdiana ainda não se consciencializou sobre a importância da preservação dessa espécie marinha. O preço da carne varia entre 300 e 1000 escudos o quilo”, informa.

Outros ativistas contatados por este semanário, e que pediram anonimato, alertam que, se Cabo Verde continuar sem capacidade de aplicar a lei, pode ver a sua imagem internacional em causa. É que o arquipélago recebe milhares de contos para projetos de preservação ambiental, mas, segundo essas fontes, o dinheiro não é utilizado de forma racional e digna. Nas ilhas, sobretudo Fogo, muitos consideram que a caça e venda destes cetáceos acontecem como forma de aumentar o rendimento familiar, num contexto em que ainda há muita procura desta carne pelos consumidores. Por essa razão os ambientalistas defendem uma abordagem socioeconômica na região sobre o tema.

Para pôr cobro a esta situação, o “Projecto Vitó”, em parceria com a Agência Marítima e Portuária, a Polícia Nacional e o Instituto Nacional para o Desenvolvimento das Pescas (INDP) têm realizado periodicamente acções de sensibilização junto das escolas do EBI e secundárias, como palestras, concursos de desenhos e composições sobre o tema, com a finalidade de preparar as novas gerações para a preservação e conservação do meio ambiente.

A esse propósito, Pina aproveita a ocasião para exortar o Governo para rever a lei que criminaliza a caça, venda, consumo da carne e ovos e a destruição do habitat das tartarugas marinhas, já que só a sensibilização será insuficiente para acabar com esse problema.

Recorde-se que as tartarugas marinhas são espécies que existem há mais de 150 milhões de anos e, segundo estudos, de cada mil que nascem, apenas uma consegue chegar à idade adulta.

Fonte: A Semana

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Filhote de baleia jubarte é encontrado morto em Ilhéus (BA)

Mais uma baleia foi encontrada morta na Bahia, dessa vez foi um filhote de baleia da espécie Jubarte, encontrado morto no rio Cachoeira, que desagua no município de Ilhéus, sul da Bahia. Segundo as informações de Rian Pereira, oceanógrafo do Instituto Mamíferos Aquáticos, a equipe do órgão esteve na cidade nesta sexta-feira (20) para tratar do animal, mas já encontraram o filhote morto.

“É um caso raro. Provavelmente por ser muito novo e ainda não saber se direcionar corretamente, ele se perdeu da mãe e acabou no canal do rio. Nós o encontramos hoje [sexta-feira] mas há relatos de populares que teriam avistado o animal já há alguns dias”, explicou.

Segundo o Instituto, a prefeitura de Ilhéus foi notificada para realizar a remoção do animal. Uma equipe também foi deslocada para realizar exames no filhote para que seja detectada a causa da morte.

Sobre a espécie

A baleia-jubarte (Megaptera novaengliae), também conhecida como baleia-cantora, baleia-corcunda e baleia de bossa é um mamífero marinho pertencente a ordem Cetacea e a sub-ordem dos Misticetos. Esta baleia possui uma ampla distribuição em todos os oceanos do mundo, em épocas reprodutivas buscam zonas costeiras com profundidades inferiores a 200 metros.

(Foto:Reprodução Internet)
(Foto:Reprodução Internet)

As populações das baleias-jubarte são diversas, ocorrendo desde o hemisfério norte até o hemisfério sul, sendo divididas por sua vez em diversos outros grupos populacionais. Estas baleias possuem o costume de migrar margeando a zona costeira e devido a esta razão tornaram-se vulneráveis a encalhes.

Com informações de G1

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