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Jumentos ilhados após aumento do volume de açude são resgatados

Reprodução/G1

Moradores da comunidade de Curupati, em Jaguaribara (CE), resgataram jumentos que ficaram ilhados após o Açude Castanhão, que teve baixos aportes nos últimos 8 anos, registrar um aumento do seu volume.

Pelo menos 20 animais foram resgatados na segunda-feira (27). Ao G1, o secretário de Infraestrutura, Agricultura e Meio Ambiente de Jaguaribara, Daniel Linhares Gonçalves, explicou que os animais não são tutelados por ninguém, e vivem de maneira selvagem na região, antes completamente dominada pela seca.

Após serem resgatados, os jumentos foram deixados em um local no entorno do açude em que não existe a possibilidade de ficarem ilhados novamente.

“Esses animais ficaram ilhados devido a recarga do Açude Castanhão vir aumentando a cada dia. Ontem [segunda-feira], os moradores do Curupati fizeram uma força tarefa e tiraram esses 20 jumentos, salvaram todos das ilhas e levaram para terra firme, onde a água não cobre”, explicou.

Apesar de nenhum jumento ter morrido, há outros 40 ou 50 animais da espécie que correm o risco de afogamento em diferentes pontos do reservatório, segundo o secretário. Para impedir que isso aconteça, os animais devem ser levados para terra firme.

“Temos planejado uma equipe dos moradores que farão os resgates novamente. O Dnocs [Departamento Nacional de Obras Contra as Secas] disponibilizou uma lancha para ajudar e o prefeito [de Jaguaribara] vai disponibilizar combustível e alimentação para eles”, acrescentou o secretário.

Ao invés de acionar o Ibama, a prefeitura optou por entrar em contato com o Corpo de Bombeiros, através da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).


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Cães ficam ilhados sobre galhos de árvore durante enxurrada no interior de SP

Desesperados, os cachorros uivavam com medo da água que os cercava nas margens de uma estrada


Três cachorros ficaram ilhados sobre galhos de uma árvore enquanto tentavam fugir de uma enxurrada na segunda-feira (10). Os animais estavam às margens de uma estrada de terra que liga as cidades de Conchas e Pereiras, no interior de São Paulo.

Foto: Anderson Aparecido Vieira da Silva/Arquivo Pessoal

Os animais foram vistos no local por um motociclista que tentava chegar em Pereiras. As informações são do portal G1.

“Eu ia de Conchas para Pereiras quando encontrei os animais desesperados, uivando. Senti dó, pensei em resgatar, mas por causa da correnteza, eu seria levado”, disse Anderson Aparecido Vieira da Silva.

Diante da força da água, Anderson desistiu de tentar chegar em Pereiras e acabou retornado para Conchas. Preocupado com os cães, ele falou sobre a situação para funcionários da concessionária que administra o trecho, na intenção de que os cachorros fossem salvos.

O motociclista, no entanto, não soube informar se os cachorros foram resgatados. Ao G1, a assessoria de imprensa da concessionária informou que não recebeu nenhuma ocorrência de resgate de animais no local.


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Rio transborda e cavalos ficam parcialmente submersos por três dias

Cinco cavalos passaram três dias parcialmente submersos na água de um rio, que transbordou, ao ficarem ilhados em uma fazenda. O caso aconteceu em São João da Ponte, em Minas Gerais.

Os cavalos foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)

O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para resgatar os animais. A ação, que durou aproximadamente quatro horas, contou com quatro militares.

“O resgate foi difícil porque só tinha um local de passagem e a correnteza estava forte. Foi colocada uma corda tracionada sobre a água e os militares foram arrastando os animais”, explicou o Tenente dos bombeiros, Reinaldo Freitas, em entrevista ao G1.

Segundo moradores da região, a cheia do Ribeirão do Ouro é comum, porém em outros anos a água baixou rapidamente, ao contrário do que aconteceu desta vez.

Os cavalos foram resgatados sem ferimentos e deixados em uma parte alta da fazenda.

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Três cães ilhados são resgatados por voluntários em Caieiras (SP)

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Foto: Reprodução

Três cachorros foram salvos por voluntários ao ficarem ilhados em um salão de eventos às margens da rodovia Tancredo Neves, em Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, na tarde de sexta-feira (11). Dois filhotes de 20 dias de vida não tiveram a mesma sorte e seguem desaparecidos.

O Corpo de Bombeiros registrou 16 mortes em deslizamentos após chuva forte atingir a Grande São Paulo entre a noite desta quinta (10) e madrugada desta sexta-feira (11). Ao menos 7 cidades da Grande São Paulo foram atingidas. Em pouco mais de um dia, de quinta para esta sexta-feira, choveu 40% do esperado para o mês na capital paulista, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

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Foto: Reprodução

O G1 flagrou o salvamento de dois cães. Um deles é Margarida, aproximadamente 2 anos, mãe dos filhotes desaparecidos com a chuva e que não parou de chorar mesmo em segurança. O outro é Tobias, menos de 1 ano, que foi o último a ser socorrido. O terceiro cachorro já havia sido retirado na manhã de sexta-feira.

“Os cães são fruto de abandono, nós os recolhemos das ruas, tratamos e arrumamos late provisórios. Infelizmente aqui a água subiu muito rápido e não conseguimos tirá-los a tempo”, disse Rita de Cássia Andrade, presidente da ONG Sociedade Protetora dos Animais de Caieiras.

Drica Aparecida da Silva, 26 anos, dona de casa, saiu de Curitiba às 21h de quinta-feira (10), com a mudança. “Ficamos o dia todo pra carregar o caminhão, fizemos milagre colocando tudo lá. Foi debaixo de chuva e no muque mesmo, pois meu marido não conseguiu ajuda para carregar o caminhão”. Ela disse que está ilhada em Caieiras desde 4h. “A ideia era chegar perto de Diamantina de manhã, mas não deu.” “Fiquei na companhia da Kika (5 anos, cadela da raça pinscher). Ainda bem que não trouxe meu filho.”

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Divulgação

Fonte: G1

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Cavalos ilhados se salvam de enchente graças a ‘líder’ na Irlanda

Um grupo de cerca de doze cavalos que estava ilhado em meio à enchente do Rio Slaney, perto de Enniscorthy, na Irlanda, conseguiu se salvar porque um deles liderou o grupo até a terra firme, conforme relataram veículos da imprensa local e ativistas de defesa dos animais. “Os cavalos perto de Riverside estão a salvo. Eles foram até a margem, em segurança. Um bravo cavalo liderou o resto, foi incrível”, anunciou a organização South east animal Rescue em sua página no Facebook. Um outro grupo de cavalos foi salvo por uma equipe de resgate em outro ponto do mesmo rio, também nesta sexta-feira (14).

Cavalos foram liderados por um dos animais para sair da água (Foto: Reprodução/Facebook/South East Animal Rescue)
Cavalos foram liderados por um dos animais para sair da água (Foto: Reprodução/Facebook/South East Animal Rescue)

Fonte: G1

 

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Com enchente, animais ficam ilhados em telhados de casas em Itaqui (RS)

Foto: André Azeredo/RBS TV
Foto: André Azeredo/RBS TV

A chuva que atinge o Rio Grande do Sul desde a última semana além de afetar os moradores de várias regiões também impõe um drama aos animais dos locais atingidos. No bairro Cerrinho, um dos mais afetados da cidade de Itaqui, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, aves e gatos estão ilhados sobre telhados de casas invadidas pela água há mais de quatro dias em uma área onde o transporte só é possível através de embarcações.

Na tarde do último domingo (6), os moradores que passavam pelo local podiam observar um filhote de gato, preso no teto de uma casa parcialmente destruída e praticamente submersa. Sem árvores próximas, a única chance do animal é ser resgatado por alguém em um barco. Entretanto, os perigos de realizar o resgate assustam os moradores da região.

“È muito perigoso encostar na casa. Já fomos avisados pela AES Sul [companhia responsável pelo fornecimento de luz em Itaqui] sobre o risco de levar um choque”, explicou José Silveira, 55 anos, que conduziu o G1, de barco, a uma incursão pelas vias que se tornaram extensões do Rio Uruguai.

No telhado de outra residência inundada, dezenas de galinhas seguiam isoladas. Segundo Silveira, o proprietário dos animais preferiu deixá-los no local para impedir a fuga, algo que se tornou rotina nos últimos seis dias, quando quase 30% da cidade ficou embaixo d’água.

Diariamente, as aves são alimentadas pelo proprietário no local improvisado, garante o morador. Para chegar até lá, é preciso pegar um barco.

Foto: André Azeredo/RBS TV
Foto: André Azeredo/RBS TV

Fonte: G1

 

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Após quase cinco horas, cadela presa em tubulação no Arroio Dilúvio desaparece

Bombeiros vão averiguar porque o chamado
não foi atendido na quarta-feira

Passadas quase cinco horas de tentativa de resgate, não teve um final feliz o drama da cadela presa na tubulação do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre (RS). Apesar dos esforços dos bombeiros, o animal não pôde ser resgatado e desapareceu nos canos, levada pela água.

Cristine Vidaletti, que viu o animal na quarta-feira, ainda tem esperança de encontrá-la. Foto:Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Com o auxílio de técnicos do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), que abriram uma caixa de inspeção, os bombeiros conseguiram descer na tubulação e avistar o animal. Porém, o local era de difícil acesso e não foi possível resgatar a cadela.

O coronel Humberto Teixeira, comandante do 1º Comando Regional dos Bombeiros afirmou que vai averiguar porque o chamado não foi atendido na quarta-feira, quando as amigas Cristine Vidaletti, 33 anos, e Juliane Araújo, 35 anos, avistaram os animais ilhados no canal. Desde então, elas tentaram mobilizar autoridades na tentativa de salvar os cães, sem sucesso.

“Ligamos para vários lugares, os Bombeiros, a Polícia, o Batalhão Ambiental, e ninguém tinha disponibilidade de vir e salvar os cachorros”, afirma Juliane.

Foto: Ronaldo Bernardi

Apesar da desistência dos bombeiros, Cristine ainda tem esperança de encontrá-la: “Vou ficar lá mais um tempo para ver se ela sai”, afirmou.

Somente nesta manhã, a Associação Riograndense de Proteção aos Animais (Arpa) foi acionada. Com o auxílio de cordas, integrantes da ONG retiraram dois dos cachorros de dentro do córrego. Mas não foi possível salvar a cadela, que foi arrastada pela água assim que a chuva fez o nível do arroio subir.

Foto: Ronaldo Bernardi

Fonte: Zero Hora

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Você é o Repórter

Protetora continua ilhada com animais em chácara inundada em Itanhaém (SP)

Erika Messenberg
erikamessen@ig.com.br

No começo da semana, a ANDA publicou o caso da protetora de animais Altair, em Itanhaém,SP. Mas, infelizmente, a situação dela piorou com as recentes chuvas.

Colaboradores do blog “Patinhas Molhadas” estão se mobilizando para que a Prefeitura faça a sua parte, isto é, drenagem e canalização na Estrada Coronel Joaquim Branco, altura do n° 5012 (em frente à chácara da protetora).

Apesar dos reiterados pedidos da Altair, a Prefeitura diz que não pode fazer nada. Como todos sabem, que é dever da Prefeitura fazer a obra, foi feita uma petição pública (assine).

Altair, agora, precisa de muitas assinaturas e divulgação dessa petição. Caso contrário, terá que doar seus animais e sair da chácara. Será menos uma protetora de animais e mais 56 bichos sem destino.

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