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Centro de Recuperação de Aves Selvagens é inaugurado em Portugal

Foi hoje inaugurado o Centro de Recuperação de Aves Selvagens da Ilha do Corvo, o que, para o governante, faz da ilha mais pequena do arquipélago um exemplo da permanente mudança.

O projeto tem caráter pioneiro em sua estrutura e importância como sinal do respeito e do interesse que as espécies biológicas dos Açores merecem. O centro não nasceu do acaso, sendo fruto, também, de uma iniciativa de jovens corvinos e da pronta colaboração da Câmara Municipal do Corvo.

É um bom exemplo, mas há outro. O priolo, ave endêmica da zona oriental da ilha de São Miguel, deixou de estar criticamente ameaçado de extinção, graças a um trabalho conjunto, realizado entre a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, o Governo dos Açores e a Câmara Municipal do Nordeste, e financiado parcialmente pelo Programa LIFE.

Esse projeto foi reconhecido pela Comissão Europeia como um dos cinco Best of the Best e a recuperação do priolo certificada pela organização BirdLife International, com os resultados refletidos na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza.

No âmbito deste ato público, este processo ocorrido, não só pela sua evidente ligação mas também para ilustrar como este Centro faz parte de uma conduta consolidada na prática política regional.

Dentro de dias, e com o apoio do Governo, será editada a primeira lista abrangente das espécies dos Açores, constituindo os milhares de espécies ali referidos uma preciosa demonstração da nossa riqueza, mas também da nossa responsabilidade na sua preservação.

Para valorizar o Ambiente, o projeto “Sentir e Interpretar o Ambiente dos Açores Através de Recursos Auxiliares de Multimédia” (SIARAM), que está disponível a partir de qualquer computador com acesso à internet, valorizando a oferta ambiental dos Açores e, desde logo, as atividades econômicas inerentes.

Com informações de Correio do Norte

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Parque Natural da Madeira ajuda autoridades açorianas a recuperar habitats naturais e espécies ameaçadas

Técnicos do Serviço do Parque Natural da Madeira, em Portugal,  estão ajudando as autoridades açorianas a recuperar os habitats naturais e as espécies ameaçadas na ilha do Corvo, que pertence à reserva natural da biosfera e recebe, anualmente, centenas de aves marinhas para nidificar.

Com uma experiência de 15 anos na recuperação de habitats em ilhas desabitadas o Serviço do Parque Natural da Madeira centra-se nas ações de erradicação dos ratos e das plantas exóticas da ilha e participa do projeto LIFE “Ilhas Santuário para as Aves Marinhas”, proposto pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves em parceria com a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, do Governo Regional dos Açores.

O projeto será financiado até ao ano de 2012 por fundos comunitários, através do programa LIFE. Essa é uma iniciativa pioneira para a conservação das colônias de aves marinhas nos Açores através da recuperação do seu habitat com medidas de controle e erradicação de espécies invasoras introduzidas.

Segundo a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, a ilha do Corvo, a menor da ilha dos Açores, foi a escolhida para desenvolver este projeto pela sua localização geográfica e disponibilidade de habitat que tornam esta ilha um local privilegiado para milhares de aves marinhas que aqui nidificam todos os anos.

O Ilhéu de Vila Franca do Campo (IVFC), situado a Sul da ilha de São Miguel foi também incluído neste projeto, pois permite testar algumas das medidas de controle de plantas invasoras e de incentivo à nidificação destas aves.

O  projeto se iniciou em 2009 e, entre outros objetivos, pretende, no caso da ilha do Corvo, estabelecer uma colônia de aves marinhas baseadas em ninhos artificiais com expectativa de ocupação de 10%, fazendo um mapeamento das plantas invasoras e o controle das mesmas na reserva comunitária.

No caso do ilhéu de Vila Franca do Campo, o projeto prevê, entre outras metas, a colocação de 150 ninhos artificiais para aves marinhas, com expectativa de ocupação de 10% e limpar 50% da ilha de canas e outras espécies exóticas invasoras.

Com Informações do Jornal da Madeira

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Criação de ninhos artificiais recupera o habitat das aves marinhas nos Açores

A ilha do Corvo, a menor do arquipélago dos Açores, em Portugal, já conta com mais de duas centenas de ninhos artificiais, numa iniciativa que visa melhorar as condições de nidificação das aves marinhas.

Foto: Reprodução/IOL Diário

“Já colocamos mais de 200 ninhos artificiais no Corvo, equipados com sistemas sonoros para atrair as aves marinhas que, no passado, nidificavam em toda a ilha”, salientou Pedro Geraldes, coordenador do Projeto LIFE (Ilhas Santuário para Aves Marinhas).

Geraldes recordou que “a presença de ratos e gatos introduzidos pelo homem diminuiu radicalmente o número (de aves marinhas no Corvo)”. Para inverter este quadro, o projeto em curso “irá a testar tecnologia de última geração”.

A ilha, que foi declarada Reserva da Biosfera pela UNESCO, é uma das áreas de intervenção do Projeto LIFE, coordenado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).

Este projeto, que começou em Janeiro de 2009, visa recuperar os habitats e melhorar as condições de nidificação das aves marinhas nos Açores, estando em curso também no Ilhéu de Vila Franca do Campo, em S. Miguel.

O projeto prevê um investimento de mais de um milhão de euros até 2012. Os organizadores esperam demonstrar o quanto podem ser recuperados os habitats fortemente alterados pela ação humana.

Para Frederico Cardigos, diretor regional do Ambiente, “a proteção ativa das populações de aves marinhas dos Açores é um fator crucial para a valorização do patrimônio natural do arquipélago”.

Nesse sentido, considerou que “os objetivos já atingidos (pelo Projeto LIFE) fazem encarar o futuro com entusiasmo e confiança”.

Fonte: IOL Diário

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Projeto de proteção de aves é lançado na ilha do Corvo

(da Redação)

O presidente do Governo dos Açores, Carlos César, visitou uma exposição sobre a diversidade ambiental da ilha do Corvo em Portugal. A instalação realça o papel da menor ilha dos Açores na valorização da biodiversidade.

Na ocasião, foi apresentado um projeto de proteção de aves, na maioria marinhas, com núcleos centrais, numa primeira fase, na ilha do Corvo e no ilhéu de Vila Franca (São Miguel), uma iniciativa de interesse comunitário coordenada pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), com um orçamento global de 1,5 milhão de euros, dos quais a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar assumiu mais de 800 mil.

Ornitólogos já identificaram, na ilha do Corvo, 15 espécies raras na Europa.

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