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Orangotango estende a mão para ajudar trabalhador de ONG a sair de rio

As imagens foram captadas na Ilha de Bornéu, na Indonésia


Anil Prabhakar,

Recentemente, um orangotango tentou ajudar um homem parado em um rio oferecendo seu braço estendido na floresta protegida de Bornéu, na Indonésia.

O homem estava no local a procura de cobras e as imagens do momento foram registradas pelo fotógrafo amador Anil Prabhakar, que estava em um safari com seus amigos quando avistou a cena.

Posteriormente, o fotógrafo descobriu que o homem trabalhava para a Fundação de Sobrevivência do Orangotango em Bornéu – uma organização sem fins lucrativos destinada a proteger as espécies ameaçadas de extinção.

Segundo informações do site Daily Mail (6), o trabalhador estava retirando as cobras a fim de proteger os orangotangos, quando foi surpreendido com a presença do macaco.

Ainda segundo informações do site, o fotógrafo amador revelou que o homem recusou a mão do orangotango, por ser um animal selvagem.

Atualmente, a Fundação de Sobrevivência do Orangotango em Bornéu, que é uma organização sem fins lucrativos da Indonésia fundada em 1991, possui 400 funcionários e cuida de quase 650 orangotangos.


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China paga caro a indonésios para ter ninho de pássaro no cardápio

O lucrativo negócio que estimula o consumo de “ninho de pássaro”, comida muita apreciada pelo peculiar paladar chinês, é para a localidade indonésia de Kumai uma fonte de riqueza apesar da insalubridade causada pela invasão de aves.

Nesta cidade da ilha de Bornéu, as casas que têm mais de um andar são as que abrigam os ninhos de pássaros que começaram a surgir há uns seis anos, quando investidores chineses perceberam que o clima e a situação eram adequados para criar “andorinhão-preto”, a espécie de ave que produz o tipo de ninho exigido pelas empresas que os comercializam e pelos consumidores.

O “andorinhão-preto”, parecido com a andorinha, elabora o ninho com saliva e lhe dá uma textura única, que transforma esta substância em uma especialidade gastronômica pela qual chegam a pagar milhares de euros na China e nas grandes comunidades de chineses em todos os países da Ásia.

Fonte: MSN

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Malásia faz pontes para ajudar no acasalamento de orangotangos

Orangotango usa ponte de mangueira para cruzar rio.Foto:Ajiran Osman/AP

Orangotangos ameaçados de extinção na ilha de Bornéu estão usando mangueiras de bombeiros penduradas por seres humanos por cima de rios para se mover entre florestas isoladas e encontrar parceiros de acasalamento, aumentando a chance de sobrevivência da espécie, disse um grupo ambientalista.

Autoridades da Malásia estão construindo mais das pontes improvisadas, depois que alguns orangotangos foram vistos usando-as no ano passado, disse Marc Ancrenaz, cofundador do grupo Hutan, baseado na França e envolvido, junto com autoridades locais, na proteção aos orangotangos da Malásia.

Conservacionistas estimam que 11.000 orangotangos vivem no em Sabah, um Estado da Malásia em Bornéu, mas muitos estão isolados uns dos outros, porque as florestas foram cortadas por projetos econômicos, como extração de madeira e plantações de dendê.

Grupos ambientalistas e autoridades do meio ambiente têm pendurando antigas mangueiras de combate a incêndio entre árvores de diferentes lados de rios para ajudar os orangotangos – que não sabem nadar – a fazer a travessia. A primeira ponte foi estendida há sete anos, mas foi somente em 2009 que uma câmera registrou o uso do recurso pelos primatas.

Testemunhas assistiram ao feito mais vezes desde então, o que levou as autoridades a construir mais pontes.

“Demora um pouco para os animais se acostumarem… Se não formos capazes de reconectá-los, eles serão extintos em breve”, disse Ancrenaz. Mas as pontes são apenas “uma gambiarra”, porque a solução de longo prazo seria o reflorestamento, acrescentou.
Benoit Goossens, um assessor do Departamento de Vida Silvestre de Sabah, disse que mais pontes serão feitas, também sobre os fossos das plantações de dendê.

Estudos da população de orangotangos em parte de Sabah indica que eles podem se extinguir em 60 anos, por conta da endogamia e da perda de habitat.

Fonte: Estadão

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123 novas espécies são achadas em Bornéu

Uma rã sem pulmão e o inseto mais comprido do mundo fazem parte das 123 novas espécies descobertas durante os últimos três anos nas florestas tropicais da ilha de Bornéu, no sudeste da Ásia, anunciou nesta quinta-feira o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

A descoberta foi feita em uma zona de 220.000 km2 de floresta frondosa, conhecida como o “Coração de Bornéu” e protegida desde 2007 pela Malásia, Indonésia e o sultanato de Brunei, os três países que compartilham a ilha de Bornéu, esclarece o WWF em um relatório. “Descobrimos três novas espécies por mês, em média, 123 ao longo dos últimos três anos e pelo menos 600 há quinze anos”, comemorou Adam Tomasek, chefe do programa “Coração de Bornéu” do WWF.

“As novas descobertas demonstram a riqueza da biodiversidade em Bornéu e permitem esperar novos achados, alguns dos quais poderão contribuir para curar enfermidades como o câncer ou a Aids”. O “Coração de Bornéu” abriga 10 espécies de primatas, mais de 350 pássaros, 150 répteis e anfíbios, assim como 10.000 plantas que não são encontradas em nenhuma outra parte do mundo.

Entre as novas espécies achadas em 2008, figura uma rã de sete centímetros e cabeça plana, a Barbourula kalimantanensis, que respira através da pele, já que não possui pulmões. No mesmo ano, os pesquisadores descobriram o Phobaeticus chani, considerado o inseto mais comprido do mundo, com quase 36 cm (sem as antenas). Só foram achados três exemplares dessa espécie.

Entre os animais mais insólitos, figura também uma lesma encontrada no monte Kinabalu que lança “dardos de amor” para seu companheiro para injetar nele hormônios com os quais aumenta sua capacidade de reprodução. Os cientistas querem que os três países envolvidos em Bornéu garantam a proteção da biodiversidade da ilha.

A Indonésia e a Malásia são os dois principais produtores de óleo de palma (azeite de dendê), com 85% da produção mundial. Algumas organizações ecologistas culpam esta exploração por ser uma das principais causas dos desmatamentos e a consequente extinção dos orangotangos, principalmente em Bornéu.

Fonte: Terra


Nota da Redação: A descoberta de novas espécies deve ser comemorada pela celebração da biodiversidade e, principalmente, porque é necessário conhecer para preservar. No entanto, algumas instituições insistem em manter a postura especista de afirmar que novas descobertas podem “contribuir para curar enfermidades como o câncer ou a Aids”. Neste sentido, é lamentável que novas espécies sejam encontradas pelos seres humanos, já que, no anonimato, talvez estivessem protegidas. Agora, acabam de ser encontradas e já são vítimas potenciais da exploração.

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