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Novo estudo indica que veganismo melhora níveis de ansiedade e estresse

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Alexdoddphotography
Reprodução/Alexdoddphotography

Cada vez mais pesquisas têm demonstrado que a alimentação vegana pode melhorar a saúde física das pessoas. Agora um novo estudo, publicado na Nutritional Neuroscience, oferece pela primeira vez uma investigação em grande escala de o veganismo pode influenciar a saúde mental.

Os resultados são promissores. Os pesquisadores recrutaram cerca de 800 participantes, incluindo veganos, vegetarianos e onívoros, diz o Faunalytics.

Todos os participantes responderam a um questionário online sobre suas escolhas alimentares, uso de vitaminas e suplementos, estilo de vida, demografia e níveis de ansiedade, estresse e depressão.

Os resultados mostraram que a maioria dos veganos, e, em menor número, vegetarianos, relataram menos estresse e ansiedade do que os onívoros.

Mais especificamente, veganos e vegetarianos do sexo masculino relataram menos ansiedade do que os onívoros do sexo masculino.
Já as mulheres veganas apresentaram menos estresse em comparação com as mulheres onívoras. Em todos os grupos, os níveis de depressão foram semelhantes.

Os autores observam que os resultados baseiam-se no em seu trabalho anterior que ressaltava que a alimentação vegetariana de adventistas teve menor incidência de problemas relacionados com a disposição em comparação com a alimentação onívora.

O novo estudo também se baseia em uma pesquisa feita anteriormente que indicava que a retirada da carne promove a curto prazo melhorias na disposição de onívoros.

Uma das hipóteses para a maior disposição de vegetarianos e veganos trabalha com a possibilidade de que as gorduras animais podem ativar vias inflamatórias no cérebro que são responsáveis por distúrbios de estresse e de humor.

Na conclusão do trabalho, os autores expressam suas expectativas de que a alimentação vegana seja usada também no tratamento de distúrbios de humor.

“Uma dieta à base de plantas e com menor consumo de gorduras animais pode estar ligada a uma melhor saúde mental”, escrevem.

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Notícias

Gato flagrado com nota ‘roubada’ de seu tutor faz sucesso nas redes sociais

Um gato bebê muito teimoso recusou-se a devolver uma nota ao seu tutor, causando um momento, no mínimo, engraçado.

Enquanto o tutor tenta constituir uma espécie de negócio de troca, o gato vai fugindo pela divisão em que se encontra, mostrando-se renitente a devolver a quantia “furtada”.

Tudo aconteceu na Rússia. O momento foi registado em vídeo e está a fazer sucesso nas redes sociais. Veja abaixo:

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Danilo Gentili ataca rodeios em seu novo DVD

Com o seu humor crítico e inteligente, Danilo Gentili trata de um assunto sério e ataca os rodeios em seu novo DVD.

“Apesar das piadas, o rodeio ainda é considerado por muitos um esporte. Porém, rodeio não é nada mais do que uma exibição manipulada do domínio humano sobre os animais, mal disfarçado de “entretenimento”.

Os circuitos de rodeio são apenas um desvio na estrada dos matadouros. Embora os cowboys de rodeio voluntariamente arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os animais que eles usam não têm esta escolha.

Não existe rodeio sem crueldade. Os abusos e maus-tratos praticados contra os animais são confirmados através de material escrito (pareceres técnicos e decisões judiciais), fotografados e filmados (DVDs).”

Veja um outro momento onde o humorista critica os rodeios.

 

Fonte: Coletivo Vida

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Artigos

Holocausto vegetal: era pra rir?

No telefone, me perguntaram: “você viu que o Léo Lins fez um documentário falando sobre a morte dos vegetais, para debochar com o vegetarianismo?”. Minha primeira resposta foi: quem?

“Léo Lins, um dos integrantes do programa ‘Agora é tarde’, do Danilo Gentilli.”

Cheguei a assisti-lo em uma sessão de stand-up, mas até lá ele foi insignificante, tanto que o nome passou completamente despercebido. Fui para o google e, depois, para o youtube,  onde pude assistir ao documentário, se é que pode ser considerado um, intitulado “holocausto vegetal”.

Se você é vegetariano, é bastante provável que já tenha ouvido o termo “holocausto animal”, frequentemente usado em campanhas de conscientização e grupos ativistas que debatem assuntos como veganismo e crueldade com animais. A inversão de palavras – animal para vegetal – já foi usada outras vezes, em blogs a favor do consumo de carne e até em comunidades de redes sociais, como o quase pré-histórico Orkut.

Léo Lins fez uma sátira bem mambembe de documentários que mostram abates de animais, em tom de vídeo-reportagem com falas surreais, como essa: “a crueldade humana não tem limites. Você já ouviu falar da cenoura baby? Arrancadas do seio da mãe natureza na sua tenra infância, as mini cenouras, com apenas semanas de vida, são devoradas sem o menor remorso. Uma verdadeira pedofilia vegetal.”

Sem ter argumentos que rendam boas piadas, o vídeo chega a pecar na edição. Ao fazer menção a um trabalhador que garante seu sustento por conta do consumo de vegetais, na feira ele é um senhor de cabelos brancos, porém, na cena seguinte, em uma cozinha, ele é um jovem de cavanhaque, óculos escuros e facão em punho, que pica cebolas sem dó nem piedade. Nítida referência vinda dos açougueiros e de quem sobrevive da carnificina. Isso nos mostra que, até na suposta brincadeira, a realidade é cruel.

Sempre que vejo críticas – ou tentativas malfeitas como essa, sobre o vegetarianismo, me recordo imediatamente que isso só acontece porque, hoje, já somos muitos. Fazemos barulho, crescemos, aparecemos e, consequentemente, incomodamos. E, com a apelação do humor, tão avassaladora quanto o número de artistas que tentam fazer graça onde só há falta de bom senso, cada vez mais vamos nos deparar com passagens banais como o “holocausto vegetal”.

Se esconder atrás da liberdade de expressão, da licença poética e da comédia democrática, onde tudo é válido, nada mais é que falta de criatividade.

Para assistir ao Léo Lins novamente, sem pré-conceitos bem definidos, eu digo: agora é tarde.

 

 

 

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Ulissescão

O biocombustível de sangue

Uma ótima notícia para quem anda preocupado sobre a escassez de petróleo no futuro próximo: não vai faltar combustível, não.

Por um tempinho, continuaremos assim, preocupados com os preços para encher o tanque e especulando se os coitados dos milhões de pobres do mundo emergente terão o prazer de curtir seus fonfons como fizemos até aqui. Afinal, justo agora, dizem que essa multidão de neo classes médias vai exigir seu bife e seu carrinho. O problema é que não há estoque de bife suficiente nem combustível para eles, mesmo podendo pagar por isso a peso de ouro.

Mas calma, relax, as otoridades já estão se antecipando a catástrofe: neste momento, a opção é o biocombustível. Nós plantando mais cana e os Estados Unidos mais milho. Existe o detalhe indigesto que as usinas são altamente poluidores e 25 mil pessoas trabalham como mão de obra escrava nas fazendas de gado, milho, soja e canaviais no Brasil. E a carne é fraca e gulosa, pois haja soja para alimentar os bois, porcos e frangos que nos alimentam. Daí que o agro-negócio precisa invadir as florestas com lavouras e pastos. Cada um no seu quadrado: a indústria automobilística vai de vento em popa e os pecuaristas e fazendeiros correspondem. É a economia, estúpidos ambientalistas, veganos e defensores dos animais!

E os norte-americanos não ligam muito em transformar comida em fumaça, mesmo que o milho seja um alimento crucial para a humanidade.

Antes que alguém me critique pela opinião catastrófica, limpo minha barra com mais uma ótima notícia: os pesquisadores e cientistas já estão resolvendo os problemas antes que eles aconteçam.

Trocar o sangue negro (o petróleo) pelo sangue verde (plantas e legumes) tem sido aplaudido porque cumpre o prometido: mais energia por um preço menor.

E se preparam para o próximo passo: trocar o sangue de qualquer cor por sangue de verdade.

Se não é viável continuar usando o sangue negro, nem o trabalhoso sangue verde, que se obtenha combustível derramando o sangue vermelho mesmo. Assim pensam os produtores da alternativa para a crise de energia mundial.

Olha só quantas notícias bacanas para você contar a seus filhos (aos netos eu não garanto que dê tempo deles nascerem para ouvir):

A Força Aérea Americana testou e aprovou o novo tipo de querosene para que os aviões continuem no ar: é o querosene extraído da gordura das galinhas.

E a nossa nata científica (sim a brasileira) explica para nós, os ignorantes, que dá para extrair biocombustível de porcos, de qualquer bicho. Estão com várias patentes e produtos prontos para entrar no mercado. Coisa de primeiro mundo. Afinal, seus colegas lá de Lousianie, abastecem vários postos da cidade com biocombustível derivado de jacarés. Várias socialaites já dizem há muitos anos que é um desperdício o jacaré servir apenas para fazer seus sapatos.

Para quem acha que estou delirando, pode ir perguntar lá no professor Google, ou procurar nas publicações científicas sobre tecnologia de ponta e alternativas energéticas.

Na mídia gorda e burguesa, vão ver que tudo é bem justificado e bem intencionado, na onda ecologicamente correta. Matam o planeta em nome da sobrevida da civilização.

Um entusiasmado e jovem engenheiro afirmou que o homem historicamente sempre usou a energia dos bichos e das plantas, não é bonitinho?

Transformaram a sustentabilidade em pretexto para o cinismo do lucro. A natureza que se exploda e pague a conta, literalmente.

Talvez eu devesse aproveitar enquanto dá: sabem qual a planta recomendada pelos agrônomos para virar o melhor e mais barato biocombustível do século XXI?

Aquela que nasce em qualquer terreno árido: a maconha.

Tem um ladinho meio chato: nem a maconha consegue ser biocombustível mais barato que a gordura dos animais.

O que mais faltam inventar para manter girando a roda alucinada do consumo?

Humor negro do sistema zumbi que criamos e avalizamos: como a Terra já chegou aos 7 bilhões de habitantes e boa parte deles não poderá nunca andar em seu carrinho comendo seu churrasquinho, alguém acabará sugerindo aproveitar esse desperdício de gordura, carne e energia.

Afinal, humanos também são animais em extinção.

No caso deles, por genocídio.

No nosso, por suicídio.

Ulisses Tavares, em seus momentos pessimistas acha que ainda vamos acabar comendo merda e, em seus momentos otimistas, que não haverá merda suficiente para todos. Coisas de poeta.

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Você é o Repórter

Para descontrair: Como dar um comprimido a um gato

Guylla
guylla@terra.com.br

Encaminho o texto a seguir de um autor desconhecido. Quem convive com gatos vai adorar.

Como dar um comprimido a um gato

1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê, tendo o comprimido na palma da mão esquerda. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas. Quando o felino abrir a boca, pegue rápido o comprimido da palma da mão esquerda e atire-o lá para dentro. Deixe o gato fechar a boquinha e engolir.

2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato novamente no braço esquerdo e repita o processo.

3. Vá ao quarto buscar o gato e jogue fora o comprimido meio desfeito.

4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço, segurando firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir a mandíbula e empurre o comprimido com o indicador direito até o fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada e conte até 10.

5. Recolha o comprimido de dentro do vaso de planta e o gato de cima do guarda-roupa. Chame a sua esposa para ajudar.

6. Ajoelhe-se no chão, tendo o gato firmemente preso entre os joelhos. Segure as quatro patas. Ignore os rosnados ameaçadores do gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do bichinho com uma mão e force o comprimido para dentro.

7. Desça o gato de cima da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota mental de que precisará mandar consertar as cortinas. Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da sala e guarde-os para colar mais tarde.

8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa que se deite por cima de forma a que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco dela. Instale o comprimido na ponta de um canudinho, abra a boca dele e mantenha-a aberta. Assopre o comprimido do canudinho para dentro da boca do gato.

9. Consulte a bula para verificar se comprimido de gato faz mal a ser humano. Tome uma cerveja para lavar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue do carpete com água fria e sabão.

10. Retire o gato do galpão do vizinho. Pegue outro comprimido. Abra outra cerveja. Peça para sua mulher e filhos para segurar o gato. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Jeitosamente, utilize um elástico como atiradeira para lançar o comprimido pela garganta do gato.

11. Procure uma chave de fenda e ponha a porta do quarto novamente no lugar. Tome a cerveja. Procure uma garrafa de cachaça. Tome um traguinho. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data da sua mais recente vacina contra tétano. Aplique uma compressa de cachaça na bochecha para desinfetar. Tome mais um traguinho. Jogue a camiseta no lixo e procure outra no quarto.

12. Ligue para os bombeiros, pedindo que venham retirar o gato lá de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se machucou ao tentar desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido da embalagem.

13. Nas mãos, ponha luvas grossas. Do quintal, puxe a mangueira. Empurre o comprimido para dentro da boca do bichano, seguido de um pedaço de banana. Segurando firmemente a cabeça dele, mande-lhe meio litro de água goela abaixo, para que o comprimido desça.

14. Tome o que sobrou da cachaça. Peça à esposa que o leve ao pronto-socorro mais próximo. Aguente firme enquanto o médico lhe costura os dedos e o antebraço e retira os restos do comprimido de dentro do olho direito.. Lembre-se: “homem não chora”. A caminho de casa, use o celular para falar com as casas de móveis para se informar sobre o preço de uma nova mesa de jantar.

15. Peça à Liga de Proteção aos Animais que mande um funcionário com urgência para dar conselhos sobre esse bichinho que parece um raio mutante. Ligue para um abrigo de animais e pergunte se eles têm tartaruguinhas.

Acompanhe o próximo post: Como dar comprimido para uma tartaruguinha…

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Notícias

Cientistas estudam como a lua cheia interfere no comportamento dos animais humanos e não humanos

Foto: Divulgação

Dizem que a lua cheia deixa as corujas mais falantes, os sapos mais brincalhões, e cães e gatos mais agressivos. Os lobos também ficam mais propensos a uivar. Moluscos, crustáceos, insetos, peixes, pássaros, mamíferos e anfíbios são todos influenciados pela lua, de acordo com os pesquisadores. E os humanos também estariam na mira lunar, com estatísticas que provam o aumento de casos de violência, de envenenamento, de internações em hospitais e baixa nos estoques dos supermercados na lua cheia. Seria mesmo culpa dela?

Os efeitos da lua são há muito tempo uma fonte de fascínio. A maioria das pessoas – metade dos estudantes e 80% dos profissionais de saúde, de acordo com dois estudos – acha que as fases da lua podem mesmo interferir no comportamento. Um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade de Kioto prova que há, sim, uma alteração do campo geomagnético em períodos de lua cheia e que a atividade geomagnética cai 4% nos sete dias que antecedem a lua cheia e aumenta em quantidade similar logo após.

No estudo, os especialistas dizem: “Acreditamos que a lua aumente a sensibilidade de recepção magnética dos animais. Temos a hipótese de que os animais respondam à lua cheia por causa das mudanças nos campos geomagnéticos. Como isso interfere no comportamento ainda não está claro, mas uma das hipóteses é que essas alterações no campo eletromagnético interfiram na produção noturna de melatonina. A melatonina ajuda a regular outros hormônios e mantém o ritmo circadiano (o nosso relógio interno de 24 horas). E sua produção é afetada pela luz.”

A luz refletida pela lua cheia – cerca de 12 a 16 vezes mais potente em noites escuras do que a luz de outras fases lunares – também pode explicar a atividade dos lobos e de outros animais. Estudos sugerem que os lobos vagam mais e têm mais dificuldade de localizar as presas quando é noite de lua cheia. Pesquisa da Fundação Zoo-Botânica, no Brasil, descobriu que os lobos ficam mais estáticos em noites de lua cheia em comparação com as noites de lua nova.

– Há um efeito da lua sobre vários animais – diz a bióloga Rachel Grant, que estudou e monitorou a ação do satélite na Open University. – Em muitos casos, é uma reação ao aumento de luz, que facilita a ação dos predadores, mas também ajuda as presas a se esconderem. Mas há mudanças menos óbvias também. Há espécies de sapos que preferem copular na lua cheia e acreditamos que isso seja devido a um ritmo interno que programa o ciclo reprodutivo dos anfíbios.

Fonte: O Globo

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Estudo revela que o vegetarianismo contribui para o bom humor

Por Rachel Siqueira  (da Redação)

A equipe de pesquisa da Universidade Estadual do Arizona (ASU) realizou um estudo para comparar o humor de vegetarianos com o humor de adultos saudáveis onívoros que consomem alimentos de origem animal. Um total de 143 adultos saudáveis, membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, residentes dos Estados de Arizona e Califórnia – 64 vegetarianos e 79 não vegetarianos – foram incluídos no estudo e completaram um questionário de histórico clínico, Questionário de Frequência Alimentar (QFA) e dois testes psicométricos: o “Depression Anxiety Stress Scale” (DASS) e o “Profile of Mood States” (POMS).

De acordo com esse estudo, publicado no site Natural Products Market Place, os vegetarianos apresentaram redução significativa do consumo médio de EPA, DHA e ácido ômega-6 araquidônico (AA) e maior consumo dos ácidos ômega-3 alfa-linolenico (ALA) e ômega-6 linoleico (LA). Além disso, vegetarianos relataram muito menos emoções negativas do que os onívoros, em ambos os testes psicométricos. A média de pontos totais psicométricos foi positivamente relacionada ao consumo médio de EPA, DHA e AA, e inversamente relacionada à ingestão de ALA e LA.

Pesquisadores obseravaram que estudos anteriores mostravam que o consumo elevado de LA e ALA pode inibir a formação de metabólitos de cadeia mais longa. Mais adiante, citaram um estudo recente que descobriu que o consumo elevado de ALA ajuda a reduzir a relação LA/ALA, que regulamenta a conversão de LA para o AA inflamatório.

A equipe de pesquisa observou uma grande limitação do estudo – a não medição de concentrações sanguíneas de ácidos graxos ou marcadores inflamatórios; porém, o uso do QFA é geralmente considerado eficaz ao avaliar a ingestão de ômega-3.

Pesquisadores acrescentaram que há também a possibilidade de que vegetarianos podem fazer melhores escolhas alimentares e geralmente ser mais saudáveis e felizes.

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