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Carrefour substitui sacolas plásticas por redes de algodão na Espanha

A medida reduz a quantidade de plástico usado e descartado no meio ambiente


O hipermercado Carrefour substituiu as sacolas plásticas por redes de algodão para que os consumidores carreguem frutas e verduras em suas lojas da Espanha.

Reprodução/Hypeness

A iniciativa da rede, embora esteja restrita a uma localidade, é significativa, porque não só reduz a quantidade de plástico usada e, por consequência, descartada no meio ambiente, como conscientiza a população. As informações são do portal Hypeness.

Além de promover a mudança na área de hortifrúti, o Carrefour permite que os clientes levem sacolas reutilizáveis para transportar os demais produtos comprados no hipermercado, evitando o uso de plástico.

As redes de algodão, que estão em fase de teste, são vendidas pelo estabelecimento em pacotes de três unidades a um preço de 3,99 euros e podem ser reutilizadas, sendo necessário apenas lavá-las.

O hipermercado também eliminou ou substituiu embalagens de produtos, especialmente no setor de orgânicos, e optou por usar fitas para agrupar os itens ou embalagens de vidro reutilizáveis.

O próximo passo da rede é expandir a mudança, fazendo-a chegar às unidades de outros países.


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Vaca é explorada pela Unilever em ação de marketing

Uma vaca foi explorada durante uma ação de marketing que divulgava a marca de sorvetes Ben e Jerry’s, de propriedade da Unilever, no estacionamento do hipermercado Comper, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Vaca explorada pela Unilever era mantida em baia extremamente pequena (Foto: Valéria Marques)

Valéria Marques conta que recebeu a informação de que a vaca estava sendo exposta no hipermercado e se deslocou até o local. “Tinha outra moça lá, a Antônia, que é vegana também, e começamos a fazer barulho como se fossemos uma multidão. Fui ameaçada, um cara pediu para uma moça jogar meu celular no chão. Procurei o gerente do Comper, fiz ele admitir que o Comper sabia que iria ter um animal neste evento”, contou Valéria. Segundo ela, a vaca era mantida em um espaço extremamente pequeno, amarrada, e em um ambiente com temperatura alta.

A Polícia Militar Ambiental foi acionada e, ao chegar ao Comper, solicitou que a vaca fosse retirada do local. “O pessoal da polícia está de parabéns. Chegaram em três, fizeram uma escolta para gente, deixaram claro que aquelas não eram condições para manter a vaca”, disse Valéria. “Tiveram algumas discussões, de pessoas que quiseram ridicularizar a causa. Mas foi uma vitória tirar a vaca dali, foi uma vitória saber que algumas pessoas ouviram pela primeira vez o que estava acontecendo ali, pode ser que eu tenha plantado alguma semente”, completou.

Evento foi promovido pela Unilever, dona da marca Ben e Jerry’s (Foto: Valéria Marques)

Valéria conta que se aproximou da vaca e vivenciou um momento emocionante. “Ela chorou quando eu estava conversando com ela. E eu tinha certeza absoluta que aquele animal sabia o que estava acontecendo. As pessoas acham que os animais não falam nossa língua, eles falam porque os sentimentos são iguais”, afirmou.

Vaca chorou com a aproximação da ativista (Foto: Valéria Marques)

Após a ação das ativistas, um caminhão chegou ao local para levar a vaca. “É muito horrível saber que aquela vaca foi embora, eu vi ela indo para o caminhão, e saber que a exploração não acabou. Não tem como parar isso. Ela vai continuar sendo explorada na fazenda dela”, lamentou Valéria.

“Pelo menos fomos lá, demos voz a causa, demos voz aquela vaca naquele momento”, finalizou.

Confira o vídeo abaixo:

Nota da Redação: a ANDA repudia a exposição de animais em eventos e reforça que tal prática é demasiada estressante para eles e os trata como meros enfeites utilizados para entreter humanos, o que é inaceitável e configura exploração. 

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Gerente de hipermercado é detido por maus-tratos a animais em Uberlândia (MG)

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Divulgação

Um gerente do hipermercado Extra localizado no Bairro Tabajaras, em Uberlândia, foi detido na tarde desta segunda-feira (25) suspeito de maus-tratos a animais. De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar de Meio Ambiente, uma rede de nylon na foi instalada na fachada do estabelecimento para aprisionar as aves. A empresa informou que repudia qualquer ato de agressão a animais.

A rede – geralmente usada para pesca – capturava pássaros que pousavam no local. O sargento da Polícia Militar de Meio Ambiente, Léo Araújo, contou que três pombos foram resgatador, dois deles mortos. “O supermercado instalou esta rede para proteger a placa. Como os pássaros defecam e fazem ninho por li, os funcionários decidiram tomar esta providência. Os pássaros ficavam presos no local e encontramos dois mortos. Outro pombo foi levado para o hospital veterinário da UFU com ferimentos”, explicou o militar.

O gerente do hipermercado, de 30 anos, responsável pelo supermercado, foi detido e encaminhado junto com a rede que mede cerca de 43 metros de altura por 45 metros de largura para a Delegacia de Polícia Judiciária. Na delegacia o homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado. A ocorrência será encaminhada para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o hipermercado pode receber multa que varia de R$ 500 a R$ 5 mil.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação do Extra que informou que a empresa repudia qualquer ato de agressão a animais e informa que o fato não condiz com as normas da companhia. A empresa informa ainda que já providenciou a retirada da tela do local.

Fonte: G1

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