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Lewis Hamilton investe em empresa de hambúrgueres veganos

O campeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton está colaborando com a organização The Cream Group e seus investidores no lançamento do “Neat Burger”, a primeira rede fast food de hambúrgueres sustentáveis baseada em vegetais.

O logo do Neat Burger, verde e branco
Foto: Neat Burger

O Neat Burger, que irá inaugurar seu primeiro site no dia 2 de setembro, prometeu mudar a forma que as pessoas enxergam as comidas baseadas em vegetais. A rede espera alcançar também o público não vegano.

“A indústria da carne é a maior contribuinte para as emissões dos gases de efeito estufa na atmosfera e não é sustentável. O Neat Burger espera combater a indústria de alimentos não sustentável e se tornar uma força do bem”, afirmou Tommaso Chiabra, primeiro patrocinador da Beyond Meat, em entrevista ao Plant Based News.

Lewis Hamilton declarou que adora ser gentil com o mundo e apoia o Neat Burger. “Respeito o compromisso do Neat Burger com práticas mais éticas, tendo o apoio de pequenas empresas, então é algo que tenho muito orgulho em apoiar”, disse ele.

Completando, o piloto afirmou que também apoia o produto por ser bom. “Como alguém que segue uma dieta baseada em vegetais, acredito que precisamos de opções saudáveis na rua, com um sabor incrível e que ofereça algo interessante para aqueles que não querem comer carne”, concluiu.


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A indústria de carne vegana representa uma oportunidade de três trilhões de dólares

Harburgueres veganos, nenhuma animal sofreu para a confecção desses alimentos | Foto: Impossible Foods
Harburgueres veganos, nenhuma animal sofreu para a confecção desses alimentos | Foto: Impossible Foods

Pat Brown fundador e CEO da Impossible Foods, conta que a empresa produz 226 toneladas de carne vegana por mês. Eles desenvolvem e comercializam também laticínios feitos à base de vegetais e já levantaram 450 milhões de dólares.

A empresa cria produtos a partir de carne vegana, como o efeito “sangue escorrendo” do hamburguer vegano Impossible Burger, fez os comentários acima durante uma entrevista à CBNC. Ele explicou que o mercado de produtos animais como um todo tem previsão de alcançar cerca de três trilhões de dólares de valor em dez anos. “É gigantesco”, destacou ele.

Os meios de fabricar esses produtos, no entanto, estão desatualizados. Isso deixa a porta aberta para empresas de tecnologia de alimentos – como a Impossible Foods e sua concorrente Beyond Meat – atacar e transformar essa indústria, afirmou.

Ele continuou: “Se há uma coisa que sabemos, é que quando uma tecnologia antiga e sem melhorias bate de frente com uma tecnologia melhor desenvolvida e que esta continuamente sendo aprimorada, é apenas uma questão de tempo antes que o jogo termine”. Ele acrescentou: “Acho que os nossos investidores vêem isso como uma oportunidade de 3 trilhões de dólares”.

A Impossible Foods já está passando por um crescimento veloz. Seus hambúrgueres veganos, que parecem “sangrar” – cozinham da mesma forma e têm gosto de carne bovina – já estão nos cardápios dos restaurantes em toda a América, inclusive na cadeia de fast food White Castle.

A franquia “Impossible Slider” (hambúrguer vegano) é entre clientes e críticos de gastronomia, o renomado crítico gastronômico Ryan Sutton – que trabalha para a Eater – elogiou o hambúrguer dizendo que ele era “um dos melhores hambúrgueres de fast food da América”.

O hambúrguer também foi lançado em Cingapura, com os respeitados chefs Gordon Ramsay, Wolfgang Puck e David Myers acrescentando o produto aos cardápios de seus restaurantes no país.

É com esse tipo de apoio de “chefs celebridade” que Brown espera convencer pessoas que comem carne animal a experimentar seu hambúrguer.

“Nós esperamos que os amantes de carne despertem dentro de si uma suspeita: como você pode fazer carne deliciosa sem envolver um animal? A melhor maneira de levar as pessoas a descobrir essa resposta é ter gurus da comida e pessoas que nunca vão se comprometer em relação a qualidade da comida, colocando sua reputação por trás desses alimentos veganos ”, disse ele.

Mais e mais produtos derivados de carne vegana estão constantemente surgindo. A Beyond Meat – os criadores do hamburguer vegano “Beyond Burger” – lançaram recentemente um novo produto similar a carne moída no mercado, mas vegano. Segundo a empresa, com a mesma textura, sabor e versatilidade que a carne moída derivada de vaca possui.

Um número grande de investidores influentes já identificaram o potencial do setor de carne vegana. Em fevereiro, relatos contam que Bill Gates, Richard Branson e Jeff Bezos fizeram um aporte conjunto de 90 milhões de dólares na startup de carnes veganas Motif Ingredients.

“Nós estamos apenas começando, mas estamos crescendo muito rápido”, disse Brown.

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Termos como 'salsicha vegana' ou 'hambúrguer vegetariano são proibidos na rotulagem de alimentos à base de planas, na França (Foto: iStock)
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Empresas veganas podem ser multadas por usar rótulos de alimentos que ‘lembrem carne’

Varejistas franceses no ramo alimentício vegano serão obrigados a abandonar termos que lembrem carne na rotulagem de alimentos baseados em plantas, incluindo os termos ‘hambúrguer’ e ‘linguiça’.

Termos como 'salsicha vegana' ou 'hambúrguer vegetariano são proibidos na rotulagem de alimentos à base de planas, na França (Foto: iStock)
Termos como ‘salsicha vegana’ ou ‘hambúrguer vegetariano são proibidos na rotulagem de alimentos à base de plantas, na França (Foto: iStock)

Políticos locais declararam que a proibição está acontecendo porque os rótulos “enganam” os compradores. Parlamentares franceses votaram, então, na proibição de termos como ‘salsichas vegetarianas’ no início desta semana, sugerindo que é proibida a relação de termos de alimentos de carne com alimentos vegetarianos ou veganos.

Sendo assim, as empresas não podem mais utilizar usar ‘hambúrguer’, ‘bife’ e outras palavras para comida vegetariana, como ‘hambúrguer vegetariano’ ou ‘linguiça vegana’, e terão que apresentar novas maneiras de descrever os alimentos de quem não come derivados de carne ou de animais.

A proposta foi apresentada pelo deputado Jean-Baptiste Moreau, alegando que a rotulagem é enganosa para os consumidores. A proibição foi aprovada, e simboliza o resultado da ameaça representada pela indústria vegana a indústrias de carne e produtos lácteos, já que a popularidade das alternativas à base de plantas tem crescido entre os consumidores, conforme dito pelo Plant Based News.

'Leite de soja' é outro termo que será multado agora na França (Foto: Shutterstock)
‘Leite de soja’ é outro termo que será multado agora na França (Foto: Shutterstock)

Wendy Higgins, da Humane Society International (Sociedade Humanizada Internacional), disse ao DailyMail: “É uma pena que, em vez de abraçar comida vegana e vegetariana, a França tenha adotado uma posição de paranoia defensiva. Mas isso não impedirá o aumento da alimentação compassiva, porque os benefícios deliciosos, nutritivos e ecologicamente corretos da Terra prevalecerão, independentemente do que você chamar de ‘produtos’”.

As proibições de tal rotulagem ainda não estão em vigor na América do Norte, mesmo os Estados Unidos já tendo pressionado a Administração de Alimentos e Medicamentos a proibir o uso do termo ‘leite’ em alternativas à base de plantas.

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O hambúrguer de salmão livre de crueldade animal é criado usando ingredientes à base de plantas. (Foto: Divulgação)
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Alunos desenvolvem hambúrguer vegetal que imita salmão

Os formandos do curso Collider de Frutos do Mar à Base de Vegetais de Berkeley criaram um hambúrguer vegano de fungos que é indistinguível do hambúrguer de salmão da Whole Foods em sabor e valor nutricional.

O hambúrguer de salmão livre de crueldade animal é criado usando ingredientes à base de plantas. (Foto: Divulgação)
O hambúrguer de salmão livre de crueldade animal é criado usando ingredientes à base de plantas. (Foto: Divulgação)

A nova startup de tecnologia de alimentos Terramino Foods desenvolveu recentemente um hambúrguer de salmão vegano que imita o sabor e o perfil nutricional de sua contraparte baseada em animais.

Os fundadores Kimberlie Le e Joshua Nixon começaram a trabalhar no conceito enquanto participavam do curso “Plant-Based Seafood Collider” da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e aperfeiçoaram o produto durante o programa de incubação de quatro meses da Indiebio.

Terramino cria o salmão livre de crueldade animal usando ingredientes à base de plantas (principalmente fungos koji e algas) e um meio de crescimento para imitar as fibras musculares dos animais, mas sem células animais. A Media Company Fast Company comparou o hambúrguer de Terramino a uma versão baseada em salmão do Whole Foods Market e considerou os dois indistinguíveis.

A Terramino planeja lançar seus primeiros produtos veganos, um filé e um hambúrguer, até o final do ano. Em 2019, a equipe espera aumentar a produção para vender seus produtos – o que incluirá outras alternativas veganas à base de frutos do mar e substitutos de carne à base de fungos – a preço justo e, eventualmente, por um preço menor do que os alimentos de origem animal.

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Primeiro “hambúrguer impossível” é produzido pela Fatburger

Com o crescimento da consciência dos consumidores e da demanda por produtos veganos, os produtores de hambúrguer não poderiam ficar parados. Recentemente, a indústria de hambúrguer dos EUA “Fatburger” anunciou que o Impossible Burger, ou “Hambúrguer Impossível”, baseado em plantas, já garantiu o lugar de best-seller no ranking de vendas, superando alimentos de origem animal.

O produto em si também contém itens tradicionais de sanduíches comuns, incluindo alface, tomate, mostarda, cebola e salmoura. Os clientes também podem personalizar o sanduíche com itens adicionais.

Hambúrguer Impossível, sem produtos de origem animal, já é Best-Seller em Los Angeles

De acordo com o mercado, a Fatburger será a primeira indústria nacional a levar o Hambúrguer Impossível para todos os locais domésticos.

O chamado Hambúrguer Impossível é um produto de alta tecnologia feito a partir de plantas. O alimento contém “heme” – que transporta oxigênio no sangue e é criado a partir do processo de fermentação. O heme é, também, a substância responsável por garantir ao hambúrguer o seu sabor característico.

A empresa possui investidores de alto nível, incluindo Bill Gates e Google Ventures.

O CEO da Fatburger, Andy Wiederhorn, disse: “Eu sabia que, no momento em que estrelávamos o Hambúrguer Impossível em Los Angeles, isso seria bom para nossos clientes – rapidamente se tornou um dos nossos produtos mais vendidos.”
“Não há dúvida de que nossos clientes sempre amarão gorduras, mas esperamos também cativar os antigos e novos fãs com uma opção sem carne de alto nível”

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Hambúrguer vegano
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Ex-açougueiro se junta à empresa que produz hambúrgueres veganos

A empresa vegana Impossible Foods deu as boas-vindas ao ex-açougueiro David Lipman na equipe que criou o popular hambúrguer vegetal Impossible Burger.

Hambúrguer vegano
Foto: Reprodução, Veg News

David Lipman assumirá o cargo de Diretor de Ciência em Silicon Valley, na Califórnia (EUA), no próximo mês.

Surpreendentemente, Lipman foi criado em contato com a indústria de carne e é originário de uma família de açougueiros e pecuaristas, de acordo com a Veg News.

Seu trabalho mais recente foi como diretor do Centro Nacional de Informações Biotecnológicas, onde se tornou um dos cientistas mais citados na área de tecnologia de alimentos pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

“Isto é algo que eu tenho perseguido. Nunca vi nada parecido com o nível científico que eles têm trazido para a alimentação”, disse ele, referindo-se à Impossible Foods.

Atualmente, a empresa constrói uma fábrica em Oakland, também na Califórnia, que será capaz de produzir mais de 450 mil quilos de hambúrgueres por mês.

Esta não é a primeira vez em que um profissional da indústria de carne decidiu trocar a crueldade da indústria da carne e pela indústria de produtos vegetais.

Em 2012, o ex-executivo do Burger King Brian Swette e sua esposa Kelly fundaram a empresa vegetariana Sweet Earth Natural Foods.

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Universidade de Yale faz parceria com Beyond Meat para oferecer hambúrguer vegano a estudantes

Por Andressa Aricieri / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução, Veg News

A Universidade de Yale – criada há 315 anos – se juntou à empresa vegana Beyond Meat para se tornar a primeira instituição de cursos de graduação a oferecer o Beyond Burger no campus.

O hambúrguer vegano será servido em todos os 13 refeitórios do campus em um sanduíche com alface, tomate e um tempero “secreto”.

“É revigorante estar no meio de uma geração tão acostumada a questionar pressupostos fixos, incluindo, no nosso caso, que a carne deve vir de animais”, disse o chefe executivo da Beyond Meat, Ethan Brown.

“É particularmente engraçado fazer o lançamento em New Haven, lugar que se autoproclamou o primeiro restaurante da América a servir o hambúrguer original”, acrescentou.

Segundo a Veg News, o diretor-sênior de Yale, Adam Millman, disse que a adição do hambúrguer vegetal está em sintonia com as demandas dos alunos.

“Com tendências alimentares se movendo em direção a alternativas à base de vegetais, achamos prudente apresentá-las aos desejos dos alunos com a inclusão do Beyond Burger nos menus dos nossos campi. Oferecer essa opção reflete uma compreensão do progresso das preferências dietéticas das gerações futuras, nas quais a proteína animal possui um papel menos proeminente”, afirmou Millman .

“A Beyond Burger têm se expandido rapidamente em vários setores da indústria alimentícia, incluindo a cadeia vegana Veggie Grill, a seção de carne do Whole Foods Markets, e, mais recentemente, nas lojas de varejo de Hong Kong, Green Common.

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‘Sangrento’, hambúrguer sem carne pode vitaminar onda vegana

OS INGREDIENTES – Coco, soja, batata, trigo… e o “molho” secreto: heme (molécula rica em ferro, presente no sangue e em plantas — de onde é retirada —, e que simula o aspecto avermelhado) (Divulgação)

A preocupação com a conservação da natureza tem impulsionado o vegetarianismo mundo afora. Essa onda também abre oportunidades de negócios. Com foco tanto no discurso “verde” como na nova clientela, surgiu no Vale do Silício, na Califórnia, a startup Impossible Foods, que busca converter até os mais apaixonados por carne em vegetarianos.

A tática: deixar os produtos veganos cada vez mais parecidos com carne. A empresa foi fundada em 2011 pelo bioquímico americano Patrick Brown, que quer convencer quem gosta de comer um hambúrguer suculento a procurar alternativas veganas. Brown estudou a composição das peças bovinas e descobriu que o que dá gosto a elas é uma combinação de moléculas equivalente a outras encontradas em plantas.

Faltava recriar outro elemento fundamental: a aparência avermelhada. Aí está o molho secreto do que chamou de impossible burger: a molécula heme, que também existe na clorofila de plantas, de onde foi retirada por Brown. O truque dá aquele visual “sangrento”. O sanduíche improvável começou a chegar às mesas em julho do ano passado e hoje é servido em três lanchonetes californianas e em uma nova-iorquina.

Fonte: Veja

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