Notícias

Equipes de veterinários chegam no Pantanal para ajudar animais feridos

Reprodução: João Falcão. Fonte: El País.

O Grupo de Resgate Animal do UNI-BH, em parceria com o Grupo de Resgate de Animais em Desastres, enviou uma equipe de quinze veterinários voluntários ao Pantanal para auxiliar no resgate e no atendimento emergencial dos animais.

Coordenada por Aldair Woyames – doutor em patologia investigativa, vice-presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais e vice-presidente da Sociedade Mineira de Medicina Veterinária –, a equipe trabalha incansavelmente.

O grupo de resgate também conta com outros veterinários, bombeiros e alunos de medicina veterinária. Os profissionais voluntários adicionais foram convocados pelo CRMV-MG e pelo CRMV-MT.

Aldair conta que há pouco compromisso para com o resgate e o salvamento das espécies do Pantanal. “A quantidade de pessoas trabalhando, soldados empenhados, é muito pequena. Apesar de termos sido bem recebidos (…), podemos perceber que a quantidade de pessoas empenhadas é baixa, inclusive na área de veterinária”, reforça.

De acordo com os registros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Pantanal já bateu o recorde histórico de queimadas para todo o mês de setembro. A última vez em que houve incêndios tão numerosos e intensos no bioma foi em 2007. “A destruição é inacreditável e incalculável”, lamenta Aldair.

Em conjunto com a ONG Ampara, nos últimos dias, o grupo de Aldair tem feito uma quantidade crescente de resgates, incluindo uma onça pintada, pacas, lontras, ariranhas, viados e inúmeras aves. “Apesar disso, o número de animais encontrados mortos é muito maior”, alerta o doutor. As mortes são causadas tanto pelo fogo em si, quanto pelos danos causados pelos incêndios.

Nesta quinta-feira (17), Jair Bolsonaro disse que “o Brasil está de parabéns” pela luta travada em prol da preservação do meio ambiente. As congratulações, no entanto, parecem distantes do compromisso de realmente proteger a fauna e a flora do Pantanal.

“Não vejo nenhum esforço do poder público. Eu estive lá, vi com meus próprios olhos e nada está sendo feito. (…) O Pantanal está destruído”, declara Woyames.

Aldair reforça que o trabalho braçal deve ser realizado por pessoas que tenham treinamento para tal, pois a falta de conhecimento técnico pode ocasionar mais danos à natureza, além de colocar a própria vida em risco. “(…) estamos recolhendo doações para os voluntários que já estão lá. O dinheiro é revertido para ajudar os animais”, conclui.

Se você quiser colaborar ativamente, doações estão sendo recolhidas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais nas redes sociais.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Dia Mundial do Leão: confira fatos incríveis sobre o rei das selvas

Confira 6 curiosidades incríveis sobre os leões
Foto: Reprodução/ Pixabay

Hoje, dia 10 de agosto, é celebrado o Dia Mundial do Leão. A data tem como objetivo fomentar a adoção de políticas e ações para a proteção dos leões e de seus habitats. Estima-se que atualmente existem somente 20 mil leões no mundo, principalmente na África e na Ásia.

Com sua aparência oponente e forte, os leões (cujo o nome científico é Panthera Leo) são conhecidos como os “reis das selvas”, um título que reflete sua habilidade de conquistar e dominar os outros animais.

A grande maioria das pessoas amam os leões, e principalmente os seus filhotes que são realmente adoráveis. Existem muitos fatos desconhecidos pela grande maioria dos seres humanos sobre esses incríveis animais.

Separamos as seis maiores curiosidades sobre os leões para celebrar essa importante data:

1- Biotipo

Um leão macho pode pesar entre 150 e 250 quilos e medir quase 2,60 e 3,30 metros de comprimento. Já o peso de uma fêmea varia de 120 a 190 quilos e ela pode medir entre 2,40 e 2,70 metros.

Confira 6 curiosidades incríveis sobre os leões
Foto: Reprodução/ pixabay

2 – Velozes

Os leões podem atingir mais de 80 quilômetros por hora em distâncias curtas.

3 – Rugido

O rugido do leão pode ser ouvido a nove quilômetros de distância. Por isso, ele é considerado o “rei da selva”.

Confira 6 curiosidades incríveis sobre os leões
Foto: Reprodução/ Pixabay

4 – Anomalia genética

Em razão de uma anomalia genética podem existir leões brancos. Eles não são albinos e, por isso, não apresentam qualquer sensibilidade ao sol. Sua cor, no entanto, faz deles uma presa fácil nas savanas, já que não conseguem se camuflar. Seus olhos são azuis ou dourados. São encontrados livres na reserva de Timbavati, na África do Sul, onde são considerados sagrados por algumas tribos.

Foto: Reprodução/ Pixabay

5 – Onde vivem os leões

Leões vivem em pastagens, savanas, e em bosques abertos, não na floresta como costumamos imaginar. Esses habitats os dão espaço para perseguir e saltar em cima de suas presas na hora da caçada.

6 – Saltos

Um leão pode dar um salto de até 10 metros de distância.

Caça 

A caça de animais é uma prática retrógrada que, infelizmente, ainda tem muitos adeptos. Graças a essas pessoas, que estão dispostas a caçar e matar um animal apenas por prazer e diversão é que o mercado criminoso continua a crescer.

E como essa realidade já não fosse suficiente brutal, ela está ficando cada vez pior. Exemplo disso são as fazendas especiais dedicadas à criação de milhares de leões com intuito de vendê-los para caçadores.

Uma recente investigação relatou que até 12 mil leões são criados em cativeiros do tipo, sofrendo torturas e maus-tratos para depois serem vendidos para caçadores ricos.

A triste realidade desses animais criados em cativeiros foi revelada por um relatório feito pelo político conservador britânico Lord Ashcroft. No relatório divulgado, Ashcroft tenta ressaltar os excessos e a falta de limite dessa pratica terrível. Além de levantar um alerta para o que isso significa. Com o relatório, ele pretende pôr um fim a essa indústria brutal da caça.

Segundo o relatório, a África do Sul possibilita que mais de 800 esqueletos de leões, criados em cativeiros, sejam exportados por ano. A ossada de um leão custa mais de US$ 100 por quilo, e um esqueleto completo chega a valer até US$ 6 mil.

Para o biólogo Victor Cavalcante Basílio, 26 anos, que atualmente trabalha especificamente com resgate da fauna silvestre, o melhor caminho para amenizar a questão da caça é a criação de áreas de conservação ambiental.

Foto: Reprodução/ Pixabay

“O grande causador da extinção dos animais e dos impactos ambientais é o ser humano. Em relação a caça de leões, a primeira coisa a se fazer é criar unidades de conservação e fiscalizar essas áreas, com guardas armados de preferência, já que caçadores matam também nos parques”, disse o biólogo em entrevista à ANDA.

Victor ainda ressalta que a consciência ambiental é fundamental para extinguir essa prática em todo o mundo.

“É fundamental envolver a comunidade local nos projetos de conservação, direta ou indiretamente, trabalhando nesses projetos ou sendo beneficiados de alguma forma por eles. Quando percebem que aquilo que eles matam e destroem, são mais valiosos, até mesmo financeiramente, vivos e conservados, se tornam grandes colaboradores da natureza. Além disso, o ecoturismo também é uma excelente ferramenta, pois traz pessoas e recursos de fora, aumentando o alcance e impacto na conservação”, concluiu o biólogo.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Maior incidência de queimadas faz crescer número de animais resgatados

Foto: Corpo de Bombeiros

O número de animais silvestres resgatados nas cidades aumentou por conta do crescimento das queimadas, que têm o tempo seco como facilitador.

De janeiro a julho de 2019, o Corpo de Bombeiros de Varginha, em Minas Gerais, registrou 610 ocorrências de incêndios florestais. Em 2020, no mesmo período, foram 672 casos.

A comparação entre os dois períodos revela também um aumento no número de animais silvestres resgatados. Foram 279 este ano, ante 256 em 2019.

Um dos resgates, realizado na semana passada, envolveu uma fêmea de tamanduá-bandeira. Ameaçado de extinção, o animal foi examinado por um especialista e, depois, retornou ao habitat.

“Nós tivemos um aumento muito grande tanto de queimadas quanto de ocorrências que envolvem animais silvestres. Por exemplo, tivemos aproximadamente três resgates de cobras. Também tivemos resgate de um cervo, que é um animal que não vem para cidade. As queimadas [têm] aumentado muito mesmo na área urbana. Têm alguns bairros [em loteamentos e áreas com mato] em Varginha que têm mais probabilidade de pegar fogo”, disse ao G1 o subtenente do Corpo de Bombeiros, Paulo Estevam Cata Preta.

As queimadas, no entanto, não são as únicas responsáveis por forçar a migração de animais silvestres para áreas urbanizadas, conforme explicou a bióloga Jaara Tavares.

“A gente percebe que ocorre um aumento na aparição de animais silvestres em áreas urbanas. Isso ocorre devido a vários fatores. O primeiro dele sé a própria expansão da cidade, o que diminui cada vez mais o habitat natural dessas espécies. Outro fator muito comum são as queimadas e também a gente está percebendo, nesta época de pandemia, que com a diminuição do ruído nas cidades, os animais estão ficando mais curiosos e chegando mais perto da área urbana”, afirmou.

A especialista recomenda que os moradores das cidades não tentem resgatar animais silvestres por conta própria.

“O correto é a pessoa não se aproximar desse animal, muitas vezes a pessoa quer tirar uma foto e mostrar essa curiosidade. Mas não se aproximar e manter certa distância desse animal para que ele não fique estressado, para que ele possa até mesmo sair daquele local e voltar para a área dele. E, em um segundo momento, se a pessoa perceber que o animal não vai embora, que ele pode estar machucado e com alguma dificuldade para sair dali, o correto é chamar o Corpo de Bombeiros para fazer o resgate e, se possível, a soltura dele na natureza”, salientou.

Um minucioso trabalho de reabilitação é feito nos animais que, por alguma razão, não podem ser devolvidos à natureza imediatamente após o resgate.

“Muitas vezes esses animais passam muito tempo no cativeiro e mesmo que a gente consiga que eles estejam saudável para irem à natureza, muitas vezes o comportamento desses animais já foi alterado. Então, muitas vezes a soltura é uma coisa bem delicada. A gente tem que trabalhar muito bem antes de ter certeza que aquele animal vai se adaptar e que aquela área está preparada para receber aquele animal. Quando a gente fala dessa época do ano, das queimadas e da chegada desses animais no ambulatório, o que a gente tem que trabalhar é a prevenção, para que haja cada vez mais conscientização da população para que não faça essas queimadas”, explicou ao G1 a médica veterinária, Samanta Favoretto, do ambulatório de animais selvagens da Universidade Federal de Lavras (Ufla).

A veterinária informou que o ambulatório da Ufla não cobra para atender animais feridos por atropelamentos ou outras causas. Após serem atendidos pelos profissionais do local, eles são levados ao Instituto Estadual de Floresta, órgão que os encaminha para a soltura na natureza ou decide o destino daqueles que não têm condições de retornar ao habitat.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Mais de 1,5 mil animais silvestres são resgatados neste ano no Acre

Foto: Divulgação/CBM-AC

O Corpo de Bombeiros resgatou 1.598 animais silvestres em áreas urbanas do Acre nos primeiros meses de 2020. O levantamento, feito a pedido do G1, mostra que a maior parte dos resgates se concentrou na capital, Rio Branco, onde 927 animais foram salvos até o último sábado (23).

Os dados mostram o número de resgates feitos desde janeiro. São salvamentos de animais aprisionados em cativeiro, encontrados feridos nas ruas ou que aparecem em locais em área urbana, inclusive em quintais de residências.

“Todos os dias temos esses resgates, só que divulgamos pouco. Para se ter uma ideia, em Rio Branco, nós temos em torno de 10 capturas todos os dias de vários animais como cobra, jacaré, preguiça”, informou ao portal da Globo o major Claudio Falcão.

A maior parte dos animais é devolvida à natureza imediatamente. Outros passam por tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), na capital.

Um dos casos recentes envolve um bicho-preguiça, encontrado no quintal de uma casa em Tarauacá, no interior do Acre. Saudável, o animal silvestre foi solto na floresta após o resgate.

“No interior também tem o mesmo número aproximado, o que leva a pelo menos 20 resgates diários em todo estado. São muitos casos”, reforçou o major.

Retorno à natureza

A devolução ao habitat é uma forma de reparar os danos causados aos animais retirados da natureza e garantir vida digna a eles.

No Pará, uma equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) soltou, na última sexta-feira (22), dez tartarugas no rio Tocantins, em Baião, região do Baixo Tocantins, no Pará.

Os animais foram resgatados de um cativeiro, onde viviam aprisionados, e reabilitados durante mais de três anos pelo Centro de Triagem da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH).

Foto: Divulgação ICMBio

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Em um ano, resgate de animais silvestres aumenta mais de 900% em São Vicente (SP)

Jacaré do papo amarelo, macaco-prego, ouriço-cacheiro, tamanduá-mirim, jabuti-piranga, bicho-preguiça, coruja, falcão e até um golfinho estão entre os animais resgatados


Dados da Guarda Civil Ambiental Municipal de São Vicente, no litoral de São Paulo, revelaram um aumento de mais de 900% no resgate de animais silvestres na cidade em 2019, quando 209 animais foram salvos, ante a 22 do ano anterior.

Espécies como jacaré do papo amarelo, macaco-prego, ouriço-cacheiro, tamanduá-mirim, jabuti-piranga, bicho-preguiça, coruja, falcão e até um golfinho estão entre os resgatados.

Foto: Antonio Ferreira / Prefeitura Municipal de São Vicente

Após o resgate, os animais são avaliados por especialistas, passam por tratamento e reabilitação e, depois, retornam à natureza. Os que não pertencem à fauna local, aguardam em instituições até serem destinados ao local de origem.

A expansão urbana de áreas regulares e irregulares está relacionada ao aumento do aparecimento de animais silvestres nos imóveis, conforme informou a GCM Ambiental ao portal Diário do Litoral. O crescimento dessas regiões reduz o habitat dos animais, que acabam migrando para as cidades em busca de abrigo e alimento.

A capacitação dos agentes também está relacionada ao aumento de resgate. Na Baixada Santista, a corporação vicentina é referência na área.

Parte dos animais também é resgatada após ser vítima do tráfico. Alguns fogem e outros são resgatados pelas autoridades nos cativeiros em ações de combate a esse crime.

O lixo no mar também tem responsabilidade nesta questão no que se refere aos animais marinhos. Redes de pesca também matam ou ferem esses animais, como tartarugas. Atropelamentos causados por embarcações também são registrados.

Para denunciar crimes cometidos contra animais silvestres e solicitar o resgate ou retirada do corpo de um animal morto, basta acionar a Secretaria do Meio Ambiente e Defesa Animal (Semam) pelo telefone (13) 3569-2274 ou para a Guarda Civil Municipal (GCM) por meio do número 153.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Coruja obesa volta a voar após fazer dieta e perder peso no Reino Unido

A obesidade é um fenômeno raro em animais selvagens e costuma ocorrer por conta de uma maior oferta de alimento


Uma coruja obesa, que não conseguia voar devido ao sobrepeso, recuperou-se e foi devolvida à natureza após ser submetida à dieta. O caso aconteceu no Reino Unido.

O animal foi encontrado por um morador do condado de Suffolk. A coruja estava dentro de uma vala, tentando voar. Ao vê-la, o rapaz acreditou que ela estava machucada e, então, a resgatou e encaminhou para o Santuário de Corujas de Suffolk.

Reprodução

No santuário, a ave foi examinada por veterinários que, a princípio, acreditaram que ela poderia realmente ter se ferido. No entanto, após realizar exames, a equipe constatou o que impedia a coruja de voar era o sobrepeso. As informações são do portal RIC Mais.

Plump, como passou a ser chamada, pesava aproximadamente 245 gramas, um terço a mais do que o peso ideal para sua espécie, a mocho-galego ou Athene noctua.

Segundo os veterinários, obesidade é um problema incomum entre animais selvagens. A explicação para o caso de Plump seria o verão mais quente, que fez aumentar a população de ratos, animais que fazem parte da alimentação das corujas. “Ela se empolgou e ficou gorda”, avaliou o especialista Rufus Samkin.

Plump foi, então, submetida a uma dieta rigorosa. Ela também teve que realizar exercícios no solo com alimentos. Com isso, a ave perdeu quase 30 gramas em pouco mais de 15 dias e retornou ao seu habitat.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Destaques, Notícias

Coala e seu bebê são devolvidos à natureza após serem salvos de incêndio

Os coalas receberam cuidados e a mãe teve suas queimaduras tratadas antes da soltura


Uma coala e seu bebê foram devolvidos à natureza na Austrália após terem sido resgatados de incêndios. A mãe queimou as patas enquanto tentava salvar a vida do filhote.

Foto: Reprodução/Facebook

Tippy e Jellybean, como passaram a ser chamados a mãe e o filhote, respectivamente, receberam cuidados no zoológico de Victoria. As informações são do CM Jornal.

Em bom estado de saúde, os dois foram devolvidos ao habitat semanas após o resgate. A soltura foi anunciada pela equipe do zoo no Facebook.

Como o habitat da dupla levará anos para se reconstituir, os coalas foram soltos em uma zona florestal nas proximidades de Bairnsdale.

Os incêndios que assolam a Austrália desde setembro de 2019 já mataram mais de um bilhão de animais de diversas espécies.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Governo Trump é responsável por matar 72 ursos nos Estados Unidos

As matanças foram realizadas para acomodar animais que pastam na floresta nacional de Bridger-Teton


Robert Balog /Pixabay

Recentemente, o Centro de Diversidade Biológica e o Sierra Club, entidades de conservação e proteção animal, comunicaram que pretendem processar o governo Trump, isso porque, o mesmo autorizou que 72 ursos pardos fossem mortos para acomodar animais que pastam na floresta nacional de Bridger-Teton, no Wyoming, estado dos Estados Unidos.

Segundo o site World Animal News desta quarta-feira (22), o local é um importante ecossistema de preservação da espécie. “Eliminar os ursos para dar lugar para o gado pastar em terras públicas simplesmente não faz sentido.”, declarou Andrea Santarsiere, advogada do Centro de Diversidade Biológica, em comunicado.

As entidades terão 60 dias para responder ao aviso de intenção de processar, após o qual os grupos de conservação poderão entrar com uma ação judicial.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias, Videos

Raposa dócil é salva após ser confundida com um cachorro

Dawn, que significa “amanhecer” em inglês, é uma raposa que não pode ser devolvida à natureza. Segundo a postagem do site One Green Planet de 14/01, o animal é residente do santuário Nuneaton e Warwickshire Wildlife Sanctuar, no Reino Unido. A maioria dos animais acolhidos pela instituição é devolvida ao habitat, no entanto, o caso da raposa é diferente.

A raposa foi trazida por uma pessoa que a encontrou e pensou ser um cachorro, em razão do animal apresentar características muito mansas. Dessa forma, devido ao temperamento “zen”, o animal não pode ser devolvido ao ambiente natural, pois seria incapaz de se defender sozinha.

O site também ressalta que embora a raposa apresente o comportamento de um cão, não deve ser visto como um animal doméstico, uma vez que pertence à natureza.

No vídeo, Dawn está com Geoff, funcionário do santuário, comprovando que suas características são similares as de um cachorro. Nas imagens, Dawn claramente gosta e aceita os carinhos de Geoff.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Elefante esperto pula muro para pegar mangas em árvore do outro lado

Foto: Kennedy News/Ian Salisbury
Foto: Kennedy News/Ian Salisbury

Um menino do condado inglês de Lancashire, em viagem de férias à Zambia, captou o momento “incrível” em que um elefante particularmente ágil escalou um muro de um metro e meio, numa tentativa de pegar mangas de uma árvore.

Os convidados do hotel Mfuwe Lodge no Parque Nacional South Luangwa, na Zâmbia, tinham acabado de sair para um passeio de safári à tarde no sábado (4), quando o elefante do sexo masculino fez uma visita inesperada.

O gerente geral do local, Ian Salisbury, 68, viu o elefante que parecia “calcula” como transportar suas quatro pernas gigantes por cima do muro de pedra sem cair.

Fotos hilárias capturadas por Ian mostram o mamífero gigante erguendo as pernas sobre o muro da mesma maneira que um humano faz para atravessar o obstáculo.

E enquanto entrava no acampamento, Andy Hogg, diretor da The Bushcamp Company, empresa proprietária do hotel, gravou a breve, mas malsucedida, tentativa de pegar a fruta feita pelo animal gigante.

Uma família de elefantes visita o local no sul da África entre outubro e meados de dezembro, mas esse visitante inesperado chegou atrasado – procurando por mangas fora de estação.

Foto: Kennedy News/Ian Salisbury
Foto: Kennedy News/Ian Salisbury

Ian, originário de Bacup, Lancs, disse: “Ele escolheu a rota mais direta até as frutas e se sentiu em casa”.

Os convidados acharam muito divertida a ideia de um elefante escalar um muro. Eles ficaram surpresos ao saber que ele se deu ao trabalho de escalar um muro tão alto.

“Eles estavam em um passeio de safári no Parque Nacional na época, então lamentamos ter perdido a oportunidade de vê-lo em ação pessoalmente”.

Foto: Kennedy News/Ian Salisbury
Foto: Kennedy News/Ian Salisbury

O alojamento possui uma área central de entrada aberta e muitas vezes atrai uma família de elefantes no início do inverno.

Mas o rebanho geralmente segue um caminho pavimentado, em vez de seguir a rota direta do muro.

Ian disse: “Ele era um estranho para nós. Ele queria investigar. Ele queria entrar na área central onde esta grande mangueira cresce”.

Obviamente, ele estava com muita fome e esperava conseguir algumas mangas selvagens para si mesmo, embora não restem mais agora. As frutas já foram todas consumidas ou caíram da árvore com o passar do ano.

Ele veio e se espreguiçou, deu uma olhada ao redor, comeu um pouco de grama, depois estranhamente se virou e voltou da mesma maneira, o que foi bastante divertido.

Foto: Kennedy News/Ian Salisbury
Foto: Kennedy News/Ian Salisbury

A maneira mais fácil de chegar lá era escalar esse muro alto. É um comportamento realmente incomum para um elefante subir tão alto.

“Era impressionante que ele conseguisse coordenar as quatro patas para ultrapassar o muro, porque o elefante era um touro muito importante, talvez por volta dos 30 anos, na meia idade”.

Com o tempo incomumente chuvoso, Ian acredita que o elefante solitário pode ter sido encorajado a fazer um desvio para evitar inundações.

Ian disse: “Os elefantes tendem a vagar por grandes distâncias e, dependendo da disponibilidade de comida, eles aparecem em certas áreas”.

“Estava bastante seco na última semana, tivemos uma quantidade enorme de chuva que quase causou uma inundação. Se isso o encorajou a seguir por outro caminho, não tenho certeza”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Destaques, Notícias

Coalas buscam abrigo dos incêndios em tronco de árvore no meio de rio

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Coalas visivelmente exaustos e maltratados pela fuga foram capturados pelas câmeras de Lorene McRae se resfriando em um rio para evitar o calor de incêndios devastadores que destruíram seus habitats.

McRae flagrou a visão emocionante enquanto acampava nas margens do rio Murray em Tocumwal, Nova Gales do Sul, durante o Natal e a véspera de Ano Novo.

Ela disse que todos os dias vários coalas se aproximam do rio e mergulham as costas e as patas na água, apesar de barcos e jet skis passarem.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

“Em meio ao horror, ao sofrimento e morte de nossa bela vida selvagem, pensei que seria bom compartilhar uma história de coalas vivos se refugiando, uma visão de esperança e bem-estar’”, escreveu McRae no Facebook.

Todos os dias os coalas desciam até as margens do rio ao amanhecer para sentar e dormir nas toras úmidas, na areia ou nos sistemas de raízes das árvores caídas.

“Ocasionalmente, eles recuavam e colocavam a parte de trás do corpo na água e voltavam a dormir”.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Ela disse que os coalas só se agarravam mais aos galhos e saiam da água quando os barcos passavam.

“Nenhuma pessoa na água os notou. Quando debruçados, eles realmente pareciam pedaços de madeira!”, comentou.

A campista disse que, quando a noite caía, os coalas retornavam às árvores, mas desciam novamente para o rio pela manhã.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Fotos dos animais tiradas na região mostram os marsupiais amontoados em grupos ao longo da margem do rio, enquanto outros dormem sentados na água.

Como a Austrália está enfrentando uma de suas piores temporadas de incêndios florestais, um dos maiores impactos tem sido na vida selvagem do país.

Acredita-se que cerca de um bilhão de animais tenham perecido nos incêndios. Estima-se que cerca de 25 mil coalas tenham morrido apenas na ilha Kangaroo, no sul da Austrália.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Vários grupos conservacionistas em todo o país fizeram de sua missão cuidar de coalas feridos após os incêndios.

O Adelaide Koala Rescue está cuidando de mais de 100 animais em um salão da escola primária Paradise Primary School.

O hospital improvisado foi criado para cuidar de coalas que foram queimados no incêndio da cidade de Cudlee Creek.

Um casal, Paul e Christeen McLeod, cuidam dos coalas que foram queimados nas chamas em sua própria sala de estar, administrando o serviço de coalas na casa deles na cidade de Taree.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Juntamente com os animais que foram mortos nos incêndios, 26 pessoas morreram e quase 2 mil casas foram destruídas.

As evacuações estão em andamento e alertas de emergência estão em vigor em Nova Gales do Sul (NSW), Victoria e Austrália do Sul, já que as autoridades preveem que os devastadores incêndios florestais continuarão queimando pelo menos até março.

NOVA GALES DO SUL/ACT (Australian Capital Territory)

Pelo menos 130 incêndios florestais estavam queimando em NSW na sexta-feira de manhã

20 pessoas mortas

Mais de 5,2 milhões de hectares queimados – igual às áreas metropolitanas das cinco capitais dos estados do continente

1870 casas destruídas, mais de 3774 dependências e 200 instalações destruídas

VICTORIA

Três pessoas mortas

12 incêndios florestais queimando nas regiões Gippsland, nordeste e alpina

Mais de 1,2 milhão de hectares queimados

330 estruturas destruídas

SUL DA AUSTRÁLIA

Três pessoas, incluindo duas da ilha Kangaroo, estão mortas

Seis incêndios queimando na ilha Kangaroo

Mais de 274.000 hectares queimados

161 casas destruídas, juntamente com 413 galpões e dependências

Cerca de 600 propriedades na Ilha Kangaroo permanecem sem energia

Redes de televisão avisando que pode levar algum tempo até que as equipes possam acessar o local do incêndio para avaliar os danos

QUEENSLAND

33 incêndios
2,5 milhões de hectares queimados

48 casas destruídas

AUSTRÁLIA OCIDENTAL

Mais de 35 incêndios, dois de importância

1,5 milhão de hectares queimados

Uma casa destruída

TASMANIA

23 incêndios, dois importantes

30.000 hectares queimados

Duas casas destruídas

TERRITÓRIO DO NORTE

Cinco incêndios florestais em chamas

Cinco casas destruídas

As informações são do Daily Mail.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Destaques, Notícias

Filhote de elefante atormentado pelo barulho de festival de música invade o evento

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

Um filhote de elefante selvagem, cuja família foi assustada e incomodada pelo barulho de um festival de música, saiu em defesa dos seus, invadiu o evento que acontecia na Tailândia e provocou pânico nos presentes.

Com seus habitats invadidos pela presença humana, esses animais selvagens se veem cada vez mais restritos em seus espaços e, desacostumados com o barulho e a agitação que vieram junto com a chegada do festival, os animais se assustaram e reagiram.

A banda estava ensaiando para sua apresentação quando a música assustou um rebanho de elefantes próximo a cidade de Chiang Mai.

A matriarca dos elefantes fugiu para a floresta, mas o bebê se dispersou da manada antes do começo do show na segunda-feira à tarde (06).

Alguns moradores da região aterrorizados fugiram enquanto outros dois tentavam puxar o elefante pelo rabo.

Mas o elefante os ignorou e continuou sua jornada de autodefesa, arremessando as cadeiras para fora do caminho com sua tromba poderosa.

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

O músico Watcharin Yodkamlueng estava no palco na hora e gravou o bebê enorme atacando as cadeiras e os equipamentos.

Watcharin disse que a mãe foi encontrada e os locais ajudaram a acalmá-la. Mas o bebê se recusou a render-se e desapareceu na floresta.

O cantor disse: “Fui contratado para tocar aqui pela vila e o local onde montamos o palco era perto de um local frequentado por elefantes”.

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

“Quando estávamos ensaiando para o show, a mãe e o filhote elefante que estavam em uma manada, ficaram assustados com o barulho alto e correram para a área do evento”.

A mãe foi pega com facilidade e se acalmou, mas o bebê foi mais difícil de ser contido. Ele entrou e derrubou as mesas e cadeiras.

“Posso dizer com certeza que esta é a primeira vez que os elefantes interrompem qualquer um dos meus shows”.

A banda continuou com a apresentação da música folclórica tailandesa tradicional uma hora depois, os danos foram resolvidos e a mãe elefante foi levada de volta à floresta

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

Acredita-se que o filhote de elefante acabaria voltando ao seu rebanho.

Infelizmente para esses animais os espaços em que estão acostumados a viver e circular estão cada vez mais reduzidos e a presença humana traz consigo os inconvenientes de barulhos altos, carros, casas, pessoas, sem falar nas ameaças de caça e exploração para o turismo que rondam esses gigantes gentis.

Animais selvagens, belos, livres, inteligentes e com um forte senso de vínculo e estrutura familiar são frequentemente capturados para servir de entretenimento para turistas, escravizados para carregar madeira em indústrias ou mortos pelo marfim de suas presas. Isso quando não são vendidos para serem caçados, mortos e depois terem partes de seu corpo exportadas como troféus de caça.

O legado de crueldade e indiferença da humanidade deixa suas marcas, muitas delas indeléveis na natureza, nos animais e no planeta, que indefesos assistem a tudo em silêncio. As informações são do Daily Mail.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

​Read More