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Três elefantes são encontrados mortos por envenenamento

Foto: AFP
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Acuados e espremidos pela invasão humana em seus habitats naturais os elefantes acabam entrando nas plantações de alimentos cultivados que encontram por seu caminho, inocentes e herbívoros os animais querem apenas se alimentar.

Suspeitas apontam que esse pode ter sido o caso dos três elefantes que foram mortos por envenenamento nos arredores de uma plantação de óleo de palma na Malásia, conforme informações das autoridades do país divulgadas na sexta-feira (7).

Este é o último caso de que se tem notícias envolvendo esses belos animais, que estão ameaçados de extinção, sendo mortos perto de assentamentos humanos.

A polícia local do estado de Johor, no sul do país, encontrou os cadáveres dos animais e alertou os oficiais da vida selvagem na terça-feira, disse à AFP o diretor-geral do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, Abdul Kadir Abu Hashim.

Acredita-se que os animais mortos façam parte de um grupo de 30 elefantes que vivem na reserva florestal próxima.

“Fizemos um exame ‘post mortem’ nos três elefantes do sexo feminino com idade entre 18 e 22 anos, e o resultado revelou que eles foram envenenados”, disse Abdul Kadir.

“Estou chocado e triste com este incidente. Se esta tendência continuar, todos os nossos elefantes selvagens serão exterminados.”

“As cercas elétricas usadas para manter os elefantes longe das plantações da aldeia não estavam funcionando e permitiam que os animais invadissem a área”, disse Abdul Kadir.

As amostras de fígado e rim dos elefantes estavam sendo examinadas para determinar o tipo de veneno usado, disse o ministro do departamento de Recursos Naturais, Xavier Jayakumar Arulanandam.

A Malásia tem sido palco de uma série de mortes de elefantes como consequência de assentamentos humanos ou plantações agrícolas se expandindo para os habitats das criaturas.

Ano passado, seis elefantes pigmeus foram encontrados envenenados em plantações de óleo de palma no leste do estado de Sabah.

Conservacionistas estimam que há apenas cerca de 1.500 elefantes selvagens na Malásia.

A Malásia abriga vastas áreas de floresta tropical e uma variedade de espécies exóticas da vida selvagem, que vão desde elefantes a orangotangos e tigres, mas o número de representantes de muitas espécies raras caiu drasticamente nas últimas décadas.

Muitos animais em extinção também são covardemente caçados pelas partes de seus corpos que são vendidas por valores elevados para o uso na medicina tradicional chinesa e em outros lugares da Ásia.

Abdul Kadir disse que o último incidente foi um ato criminoso de crueldade.

“Culpados neste incidente de envenenamento, cuidado. Vamos ‘caçar’ você”, avisou Kadir.

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Segundo 'Censo Animal, Londrina (PR) tem um cachorro para cada quatro habitantes

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Divulgação

Londrina possui um cão para cada quatro pessoas. É o que aponta o 1º Censo Animal de Londrina, no Paraná. Foram aplicados 385 questionários em seis bairros, e um patrimônio de Londrina – San Remo, Leonor, Maria Celina, Jamile Dequech, Piza e Patrimônio Espírito Santo – no período de agosto de 2013 a fevereiro de 2014. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a proporção de um cão para sete pessoas.

Segundo a professora Patrícia Mendes, do Departamento de Clínicas Veterinárias, do Centro de Ciências Agrárias (CCA), e diretora do Hospital Veterinário (HV), Londrina está “bem fora da recomendação da OMS, o que mostra uma superpopulação de cães em Londrina”, afirma. Ela acrescenta que, estatisticamente, o município possui 192 mil cães e 30.336 mil gatos.

Ao comparar o número de crianças com a quantidade de animais criados em domicílio, a professora aponta que a proporção é de uma criança para cada dois cães, e quatro crianças para um gato. O Censo também quantificou que há uma média de 1,8 cães por residência. Ainda conforme a pesquisa, 46% dos animais domiciliados tem acesso à rua principalmente durante o dia.

“Com esse Censo, o que era uma desconfiança nossa passou a ser certeza. O grande problema nosso não é só o cachorro em situação de abandono. O problema também são os cachorros ‘semidomiciliados’, ou seja, o animal tem uma casa, tem uma família, não é castrado, e que está o tempo inteiro na rua, sem identificação alguma”, explica Patrícia Mendes. Para ela, os dados são muito semelhantes em todos os bairros.

Castração
Outro ponto que chama a atenção é a castração. Conforme mostra o levantamento, cerca de 88% dos cães e 68% dos gatos não são castrados. Os tutores foram ouvidos sobre o assunto. Segundo a professora, 68% dos entrevistados são a favor da castração, mesmo assim 32% não querem cadastrar o animal, e 40% não pensou no assunto.

Na avaliação da diretora do HV, isso mostra o preconceito da população acerca do procedimento de castração. Eles acreditam que o animal irá engordar, ficará muito dócil, ou ficará apático. “Elas são a favor da castração alheia, mas não do seu animal. A castração vai prevenir câncer, gestação, doença venérea, e que o cachorro e gato saiam na rua e se machuquem. Enfim, às vezes as pessoas gastam muito mais com uma cria do que se tivesse feito a castração. Todos os animais deveriam ser castrados”, ressalta Patrícia.

A professora ressalta ainda que o censo se torna fundamental para se começar a ter uma política séria em relação à superpopulação de cães, porém um ponto anterior precisa ser trabalho: a educação dos donos de animais. “A população não está preparada para diminuir esses números, então precisamos educá-la. Os tutores de animais precisam encarar a castração de outra forma, e também identificar os animais corretamente, por meio da educação, da informação e quebra de preconceitos”, completou.

Dissertação
Os dados do censo animal resultaram na dissertação de mestrado da estudante Veruska Martins da Rosa na Pós-graduação em Ciência Animal, do CCA, com o tema “Caracterização demográfica das populações canina e felina domiciliada e semidomiciliada em Londrina – Paraná – Brasil”, defendida em fevereiro deste ano.

Fonte: Bonde

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Três Lagoas (MS) possui um cão para cada cinco habitantes

Foto:Divulgação/ Jornal do Povo de Três Lagoas
Foto:Divulgação/ Jornal do Povo de Três Lagoas

A cada grupo de cinco habitantes, há um cão em Três Lagoas (MS). A média é baseada no resultado do Censo Canino, elaborado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. O estudo, iniciado no dia 13 de maio desse ano, foi concluído nessa quarta-feira e o resultado surpreendeu.

Conforme o coordenador do CCZ, o veterinário Luiz Antônio Teixeira Empke, o censo contabilizou uma população canina, de 19.923 animais, sendo desses 8.660 machos e 9.089 fêmeas. Além disso, também foi identificada a quantidade de gatos existentes na cidade, 5.947 ao todo (2.563 machos, 2.256 fêmeas e 1.155 não definidos pelos tutores).

“Esse resultado nos surpreendeu. Desde 2005, quando assumi o CCZ, trabalhávamos apenas com a estimativa repassada pelo Ministério da Saúde, que era de 10 mil cães. Agora, com o censo descobrimos que temos praticamente o dobro. Isso mostra que o CCZ não promoveu matança de animais na cidade”, disparou.

Em 2002, Três Lagoas tinha uma população canina estimada em 20 mil animais. Três anos depois, com o surgimento da leishmaniose, esse índice reduziu pela metade. O novo crescimento, segundo Empke, também pode estar relacionado ao aumento populacional e conscientização sobre a doença.

O censo canino foi realizado por uma equipe composta por 14 profissionais, desses um motorista e um veterinário, que percorreu todos os bairros da cidade. O objetivo, como explicou o coordenador, foi, com os dados tabulados, melhor planejar as campanhas de prevenção de doenças e também de vacinação canina. “Como usávamos a estimativa do Ministério da Saúde, recebíamos dez mil doses para as campanhas de vacinação. Agora, esse número terá de ser revisto já para a campanha de setembro. Além disso, também terá que ser revista a verba destinada para a realização da campanha”, destacou.

O CCZ ainda pretende, nos próximos dias, tabular a população canina e felina por bairro. Com isso, o coordenador espera poder desenvolver ações específicas para cada região.

Castração
O censo canino, porém, despertou a preocupação do CCZ para outro problema: o da superpopulação. Os dados mostraram que, no caso dos cães, existem mais fêmeas do que machos. “Isso mostra que precisamos dar uma atenção especial à superpopulação. No caso dos cães, por ser as fêmeas, a maioria. Já no caso dos gatos, devido à rapidez com que se reproduzem. Três meses em média”.

A intenção do coordenador é de implantar, dentro do CCZ, uma unidade de pequenas cirurgias de castração. O projeto, de acordo com ele, já está pronto. No entanto, precisa de recursos e também da contratação de mais um veterinário para ser colocado em prática.

Fonte: Jornal do Povo de Três Lagoas

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Vila na Suíça propõe matar cães dos contribuintes que não pagam imposto

Foto: sem crédito

(da Redação)

Na maioria das cidades, as autoridades podem ameaçar os contribuintes com multas altas e processos se não pagarem os impostos. Na pequena vila de Reconvilier, na Suíça, as autoridades encontraram uma maneira criminosa para obrigar tutores de cães a pagar o imposto anual de seus animais: se não pagarem, o cão é morto.

Reconvilier tem pouco mais de dois mil habitantes e 280 cães. Segundo as leis locais, os tutores são obrigados a pagar anualmente uma taxa de US$ 50.

Pierre-Alain Nemitz, uma autoridade local, diz que a medida é uma forma de pressionar os contribuintes e recuperar milhares de dólares em impostos não pagos.

A imposição pegou tão mal na cidade que as autoridades alegam já ter recebido ameaças de morte depois do anúncio. Némitz, porém, defende a medida. “O objetivo não é uma execução em massa de cães, mas sim pressionar quem não colabora”.

Mas ele já declarou em uma entrevista que “Há cerca de 30 anos, quando tivemos de resolver um problema sanitário de pessoas que viviam em condições deploráveis com cachorros, optamos por dar um tiro na cabeça dos animais. Eles não sofreram. Injeções letais são um sentimentalismo”.

Némitz prometeu, no entanto, que as autoridades veterinárias serão consultadas antes do ato final.

Segundo esse tirano, uma lei de 1904  permite que a vila mate os cães se os tutores não pagarem o imposto sobre a guarda deles.

Nota da Redação: A atitude desse déspota deve ser repudiada em todo o mundo. É uma das medidas mais crueis, inconscientes e absurdas tomadas por uma autoridade que, infelizmente, está no poder. Ele está tentando exterminar os animais usando uma lei ultrapassada e despropositada.

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Camelos vítimas da seca serão mortos a tiros no deserto australiano

Por Karina Ramos (da Redação)

As autoridades australianas pretendem encurralar cerca de 6 mil camelos selvagens por meio de helicópteros e depois disparar contra os animais. Essa estúpida decisão foi tomada após os camelos terem ocupado uma pequena cidade do deserto australiano em busca de água, derrubando cercas, danificando tanques e contaminando alguns recursos.

Fonte: Yahoo News
Fonte: Yahoo News

O governo do Território Norte anunciou seu plano ontem (25) para Docker River, uma cidade de 350 habitantes onde camelos morrendo de sede têm chegado todos os dias, há algumas semanas, devido à seca na região.

“A comunidade de Docker River está em estado de sítio por causa de 6 mil camelos selvagens saqueadores”, declarou o ministro do governo local, Rob Knight, em Alice Springs, cidade situada 500 km a nordeste de Docker River. “A situação naquele local é muito crítica, muito incomum e demanda uma ação urgente.”

Os camelos, que não são nativos da Austrália, mas foram introduzidos pela ação humana no país, perto do ano de 1840, danificaram tanques de água, se aproximaram das casas para beber água de unidades de ar-condicionado e derrubaram a cerca de proteção da pequena pista de decolagem do aeroporto, de acordo com Rob – movidos sempre por seus instintos de sobrevivência.

As carcaças dos camelos mortos durante a dispersão que estão em áreas de armazenamento de água estão contaminando o fornecimento de água.

O governo planeja usar helicópteros para reunir os camelos a cerca de 15 km de distância da cidade na próxima semana, onde serão mortos com tiros e seus corpos serão deixados para apodrecer.

O governo estadual oferecerá 49 mil dólares australianos (o equivalente a 45 mil dólares americanos) para reparos nas estruturas danificadas na cidade.

“Não podemos nos dar ao luxo de perder tempo, pois o grupo de camelos está crescendo”, disse, friamente, Rob Knight.

É comum ver camelos na comunidade remota, mas a seca contínua e o calor antecipado secaram outras fontes de água e forçaram os camelos a procurar por esse recurso na cidade. Uma grande parte da Austrália está sendo afetada por uma das piores secas já registradas.

Em agosto, o governo federal direcionou 19 milhões de dólares australianos para um programa de redução do número de camelos, incluindo um possível assassinato em massa.

Glenys Oogjes, diretora executiva do grupo de advocacia nacional Animals Australia, disse que o plano para matar camelos por helicóptero era brutal e que, em vez disso, a comunidade poderia instalar barreiras para manter os animais à distância.

“É horrível que as pessoas reajam a essas situações com tiros”, declarou Glenys. “A preocupação real é a angústia e dor que esses animais terão que enfrentar quando forem atingidos pelos helicópteros. O sofrimento será terrível.”

Os camelos foram introduzidos na Austrália para ajudar os exploradores em suas travessias pelo deserto. Estima-se que agora a população de camelos já tenha atingido 1 milhão de indivíduos na região selvagem do país.

Com informações do Yahoo News

Nota da Redação: Primeiro os animais são forçosamente transferidos de seus habitats para novas terras onde possam ser explorados e utilizados conforme a necessidade humana. Enquanto esses mesmos animais servem ao homem, sem causar-lhes “incômodos”, é conveniente que continuem vivos; caso contrário, basta matar todos eles, como se não fosse deles, também, o direito de viver em liberdade. O homem erra primeiro ao manipular vidas, depois erra novamente, e irreversivelmente, ao escolher tirar-lhes a vida. Brutal, injusto, inaceitável.

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Já há habitantes no maior parque de ursos do mundo

O maior parque de ursos polares do mundo, o Polar World, abriu portas na Suécia. Situado em Orsa, Dalarna, e com uma área total de 41 mil metros quadrados – o equivalente a seis campos de futebol – o Polar World já começou a receber os primeiros habitantes.

O Polar World irá funcionar como um centro europeu de reprodução de ursos polares e como centro de informação sobre os animais. O centro pretende explicar quais as ameaças a que a espécie está sujeita, devido às alterações climáticas a nível global.

O parque foi criado como uma extensão do já existente parque para outras espécies de ursos, o parque Orsa Björnpark.

«Esta é sem dúvida a maior e mais bem planeada reserva de ursos polares alguma vez criada», afirmou Torbjörn Wallin, director da reserva, à BBC Brasil.

A terra dos sonhos dos ursos

O Polar World é um sonho tornado realidade para os ursos. Águas profundas, cavernas para hibernação, áreas de pesca e neve artificial para os períodos mais quentes são os elementos da melhor recriação do habitat natural da espécie.

«Ouvimos os maiores especialistas internacionais e fizemos uma lista do que seria necessário para criar a reserva de ursos polares que correspondesse aos seus sonhos. O resultado final é o Polar World», explicou o director.

Wilbär e Ewa são o primeiro casal de ursos polares do parque. Wilbär veio do jardim zoológico de Stuttgart, na Alemanha e Ewa veio do jardim zoológico de Roterdão, na Holanda. Foram apresentados no parque e agora vão viver num clima mais frio, com longos invernos e neve em abundância.

Torbjörn Wallin revela que o principal objectivo do Polar World é a reprodução e as condições em que os ursos vivem.

«O foco central é o programa de reprodução e o mais importante para nós é dar aos ursos as melhores condições para que tenham uma existência de qualidade, com o maior espaço possível», afirmou o director.

Os ursos polares são considerados uma espécie ameaçada devido ao aquecimento global.

 Fonte: IOL Diário

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