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Debilitados, cães com sintomas de leishmaniose são abandonados em Gurupi (TO)

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Dois cachorros com sintomas de leishmaniose foram abandonados em terrenos baldios em Gurupi, no Tocantins. Os animais foram deixados no setor Valdir Lins desnutridos e visivelmente doentes.

Um morador que denunciou o caso ao G1 filmou os animais no local. Um deles aparece quase imóvel em meio a um matagal. Jarlan afirma que acionou a Prefeitura de Gurupi, mas que não conseguiu socorro para os cães, que precisam ser submetidos a exames para investigar a possibilidade de contágio por leishmaniose.

“Liguei no CCZ [Centro de Controle de Zoonoses], o pessoal também ligou várias vezes e eles dizem que não tem como vir. Muito menos a população aqui. Não tem como levar”, lamentou.

De acordo com ele, os animais foram abandonados no local há dias. Jarlan cobra atitudes do poder público. “Prefeitura, não é só Covid que mata. Leishmaniose também. Olha a situação do cachorro. Como ele está”, criticou.

Em nota, a prefeitura informou que o veículo usado para resgatar animais doentes está com problemas mecânicos, mas que os cachorros serão retirados do terreno no qual foram abandonados.

Neste ano, 1,8 mil dos 11 mil animais domésticos que vivem em Gurupi foram testado para leishmaniose. Cerca de 400 cachorros testaram positivo. Embora muitas vezes as pessoas optem por tirar a vida desses animais, há tratamento para a doença.

“Não mate, trate” é o nome de uma campanha em prol da vida de animais diagnosticados com a leishmaniose, também conhecida como calazar. Em 2017, a iniciativa foi apoiada pela atriz Paolla Oliveira. 

“Por muito tempo os animais com leishmaniose visceral canina estavam condenados à morte induzida, mas hoje em dia isso mudou. A doença tem tratamento e, com dedicação, cuidado e carinho, seu amigo pode voltar a ter uma vida saudável. Não Mate Trate”, disse a artista.

A campanha apoiada por Paolla é uma iniciativa da ONG Arca Brasil em parceria com o Brasileish, uma associação que desenvolve pesquisas e emite orientações a respeito do manejo clínico da leishmaniose.

Coleiras repelentes e a manutenção da limpeza de quintais, para evitar a proliferação do mosquito palha, responsável pela transmissão da doença, estão entre as medidas preventivas. O inseto se atrai por lixo orgânico.


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Número de animais que sofrem maus-tratos aumenta em Gurupi (TO)

O número de animais maltratados aumentou no município de Gurupi, no Tocantins. Toda semana, uma ONG de proteção animal da cidade recebe, em média, 20 animais. Os casos são diversos: abandono, falta de alimentação, espancamento, entre outros.

Foto: Pixabay

A presidente da ONG, Dianna Perinazzo, conta que no final do ano passado, durante as festividades, uma cadela fugiu de casa e foi encontrada por ela e levada para o abrigo da entidade. O animal estava ferido. As informações são do portal G1.

“Diante da situação que ela estava eu não aguentei. Fui lá resgatei e coloquei dentro do carro e deixei lá na associação. Sentia muita dor, estava gemendo de dor. O animal estava com cortes profundos”, conta Dianna Perinazzo. Os casos são frequentes na cidade.

Uma lei estabelece punição de 1 a 3 anos de detenção, além de multa que pode chegar até mil salários mínimos, para quem maltratar animais. A condenação pelo crime, porém, não costuma levar o agressor à prisão, isso porque a infração é considerada de menor potencial ofensivo e, por isso, a pena é substituída, por exemplo, por prestação de serviços à comunidade.

“Se os maus-tratos são evidentes, é um caso flagrante de maus-tratos, a pessoa tem total autonomia e direito de entrar no local e resgatar o animal. Tem se formado esse entendimento. Agora se a pessoa não quer se envolver ou teme por sua integridade física, ela pode acionar os órgãos de segurança”, diz a advogada Naylane Lopes, que atua pela defesa e direito dos animais, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Tocantins.

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Mais de 30 filhotes de papagaios e araras são resgatados em Gurupi (TO)

Filhotes de papagaio apreendidos (Foto: 3ª Companhia de Polícia Ambiental de Gurupi/ Divulgação)
Filhotes de papagaio apreendidos (Foto: 3ª Companhia de Polícia Ambiental de Gurupi/ Divulgação)

Uma denúncia anônima levou ao resgate de 32 filhotes de papagaio e um filhote de arara, neste sábado (17) por volta das 15h30, em Gurupi, região sul do Tocantins. De acordo, com a 3ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental da cidade, os animais foram encontrados em uma casa no setor Vila São José. A suspeita é de que os animais seriam comercializados.

A polícia informou que no momento do resgate, apenas Eleuza Francisco de Matos, de 43 anos, estava na casa. Segundo ela, as aves estavam sob a guarda ao marido que não estava no local. Eleuza foi levada para delegacia, mas vai cumprir pena em liberdade e pagar uma multa de R$ 16,5 mil.

Os animais estavam em cativeiro há cerca de duas semana e após o resgate foram levados para uma clínica veterinária da cidade. Depois de receberem os primeiros cuidados, as aves ficarão no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Araguaína. Lá elas receberão os cuidados necessários e depois devolvidas para a natureza.

Fonte: G1

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Cães de Gurupi (TO) continuam recebendo coleira para o controle da leishmaniose

Durante todo o dia desta segunda-feira (17), equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Gurupi, estiveram visitando as casas do setor do Sol Nascente, dando sequência ao trabalho de entrega de coleiras repelentes à base de deltametrina 4%, para o controle da leishmaniose visceral.

O Coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Henrique Alencar Araújo, informou que também foi feita a coleta de sangue para verificar a sanidade desses animais, ressaltando que esta ação está sendo desenvolvida em parceria do Ministério da Saúde em cumprimento a uma pauta estabelecida por aquele ministério para o controle à leishmaniose no município.

O trabalho de encoleiramento já foi realizado no bairro Alto da Boa Vista e no Residencial Parque das Acácias, que junto com o Sol Nascente são considerados com maior número de cães na cidade. No setor Alto da Boa Vista foram encoleirados mais de 600 cães, enquanto que no Parque Acácias, 274. Já para o setor Sol Nascente a previsão é para que 776 animais recebam essa coleira.

O coordenador do CCZ explicou ainda que que duas mil coleiras estão sendo disponibilizadas nessa primeira etapa do programa, ressaltando que no último levantamento feito, foram registrados mais de 12 mil cães em Gururpi. Nesta esta etapa o CCZ só está providenciando as coleiras para os animais que ficam em áreas de risco, porém, o objetivo é que 80 por cento dos animais recebam o acessório até 2015.

Fonte: Surgiu

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Capivara entra em residência e fica por três horas até ser resgatada

O Corpo de Bombeiros demorou cerca de três horas para resgatar uma capivara que entrou em um lote ao lado de uma residência, no centro de Gurupi (TO), na madrugada desta segunda-feira (25). De acordo com os Bombeiros, os moradores se espantaram com o animal e chamaram os militares.

Foto: Reprodução/G1
Foto: Reprodução/G1

A capivara foi vencida pelo cansaço, depois que os bombeiros jogaram uma lona preta em cima dela. Ainda segundo os Bombeiros, o animal é adulto, saudável e arisco, mas só ataca se sentir ameaçado.

Segundo a corporação, não é comum a presença desses animais no meio urbano.

Os Bombeiros acreditam que a capivara saiu de chácaras próximas à cidade para procurar alimentos. Após o resgate, ela foi solta próximo ao córrego Pouso do Meio, na zona rural de Gurupi.

Fonte: G1

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Animais soltos nas ruas são recolhidos em Gurupi (TO)

Veículo do CCZ. (Foto: Surgiu)
Veículo do CCZ. (Foto: Surgiu)

A Prefeitura de Gurupi (TO), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), intensificou o trabalho de fiscalização de animais de grande porte na cidade. A ação busca tirar animais como cavalos, por exemplo, que estejam soltos nas ruas e avenidas do município, visando proporcionar mais saúde e ainda segurança aos animais e à comunidade.

De acordo com o Coordenador do CCZ de Gurupi, Henrique Alencar, só nesta terça-feira (16) foram recolhidos seis cavalos que estavam soltos pelas ruas do setor Jardim Tocantins.

“Estamos fiscalizando e nosso trabalho é realizado todos os dias. Vamos tirar os animais que estão soltos na rua, pois correm riscos, causam transtornos e ainda podem provocar acidentes de trânsito”, afirmou Henrique Alencar, lembrando que o objetivo do trabalho é conscientizar os tutores que os mesmos não podem ficar soltos pelas ruas da cidade e devem permanecer em locais adequados.

Segundo Henrique, no primeiro resgate o animal fica retido no CCZ e após três dias o tutor paga uma taxa diária de R$ 11,00. Já no segundo resgate, o tutor tem até cinco dias para ir buscá-lo, caso isso não ocorra, o animal será encaminhado para adoção.

O CCZ de Gurupi funciona das 7h30 às 18 horas, no Setor Pedroso. O telefone é (63) 3313-3631.

Fonte: Surgiu

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