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Cãozinho segue viatura por mais de 1 km para acompanhar seu tutor até a delegacia

Cãozinho segue viatura por mais de 1 km para acompanhar seu tutor até a delegacia.
Foto: Rodrigo Viana/Policia Militar

O amor e o companheirismo dos animais está cada vez mais presente no nosso dia a dia e um exemplo disso é o caso do cãozinho “Chei de pulga”, nome dado pelo tutor ao seu cachorrinho. O seguiu por mais de 1 km uma viatura da guarda-civil que levava seu tutor para ser identificado em uma delegacia. O caso aconteceu no ano passado e comoveu os moradores da cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

A cena impressionou os moradores da cidade, que poucas vezes tinham se deparado com um momento de tanto carinho e companheirismo, como foi demonstrando pelo fiel cachorrinho ao seu tutor.

Depois de percorrido boa parte do caminho sem aparentar cansaço, os policiais se comoveram com a situação e deixaram “Chei de pulga” ir com o seu tutor dentro da viatura até a delegacia.

A operação foi uma parceria entre a Guarda Civil e a Polícia Militar junto com a assistência social, realizando identificação de pessoas desabrigadas na cidade de Volta Redonda, Rio de Janeiro.

O rapaz que foi identificado pelo nome de Fabio de Souza Cesário e o seu cachorrinho “Chei de pulga” tiraram fotos com a Guarda Municipal e logo em seguida foram liberados.

Divulgação

Companheirismo

Atitudes como essa do pequeno cãozinho que acompanhou o seu tutor até a delegacia, em Volta Redonda, provam a fidelidade dos animais com os seus tutores. Um estudo realizado pela Universidade Eotvos Lorand, na Hungria, mostrou que muitas vezes os cachorros preferem ficar com os seres humanos a interagir com os outros cachorros.

Cães são excelentes companheiros e sempre farão de tudo para proteger sua família. O olfato apurado e audição ultrassensível dos animais servem de radares, principalmente à noite, mesmo quando estão em sono profundo.

O metalúrgico Douglas Ferreira conta que graças à sua cadela chow chow, não roubaram a sua moto. “Eu sempre coloco minhas duas motos perto do portão, porque não tem espaço na garagem, então ela fica visível as pessoas que passam na rua, uma certa noite, estava dormindo, e comecei a ouvir latidos da minha cadela, ela se debatia contra o portão. No outro dia, quando acordei, reparei que faltava algumas peças na minha moto, então entendi que os latidos que minha cachorra fazia era porque ela sentiu a presença de pessoas querendo roubar minha moto”, contou Douglas Ferreira em entrevista a ANDA.

Foto: Elida Cândido

Para a veterinária Renata Saccaro, em entrevista ao jornal Zero Hora, “Qualquer que seja a raça, o instinto de defesa e proteção sempre vem em primeiro lugar”, disse.

Os cachorros precisam de ar livre, de espaço, de brincadeiras e principalmente de amor. Garantir que eles sejam tratados com carinho é preservar uma amizade para toda a vida.


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Cachorro fica preso fora de janela de apartamento e é resgatado no RJ

Apesar do risco de queda, o animal foi retirado do local em segurança graças à ação rápida da Guarda Municipal


Um cachorro foi resgatado na terça-feira (25) por guardas municipais de um prédio em Copacabana, no Rio de Janeiro, após ficar preso para fora da janela de um apartamento no sétimo andar. O animal estava em cima do ar-condicionado externo do imóvel.

A Guarda Municipal informou ao G1 que realizava um patrulhamento na região quando foi acionada por moradores, que pediram ajuda para salvar o cão.

Foto: Guarda Municipal/Divulgação

Os guardas chegaram a acionar o Corpo de Bombeiros, mas decidiram agir por conta própria por conta do risco de queda ao qual o animal estava exposto. Os agentes, então, entraram em contato com o síndico do prédio e pediram para ter acesso ao apartamento. O tutor do animal não estava em casa no momento.

“O síndico do prédio providenciou um chaveiro e os guardas foram até o sétimo andar. Os agentes tentaram chamar a atenção do cachorro para que ele voltasse para dentro do apartamento, o que aconteceu antes que o chaveiro conseguisse abrir a porta”, diz nota  da Guarda Municipal.

Depois que o chaveiro abriu a porta do apartamento, o cachorro foi entregue ao porteiro do prédio. O tutor do animal não apareceu no local até o término da ocorrência.

Foto: Guarda Municipal/Divulgação

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Guarda Municipal resgata mais de 100 ovos de tartaruga em praia na Bahia

Este é o segundo resgate de ovos de tartaruga marinha realizados em janeiro na região. Mais de 300 ovos foram resgatados


Uma equipe do Grupo Especial de Proteção Ambiental (GEPA) da Guarda Civil Municipal de Salvador, na Bahia, resgatou mais de 100 ovos de tartaruga na praia de Patamares no sábado (25).

Foto: Divulgação/Guarda Civil Municipal

O resgate ocorreu após pessoas que passavam pelo local avistarem uma tartaruga desovando na praia e acionarem os guardas. As informações são do G1.

O local não é comum para desova de tartarugas, que costumam deixar os ovos com mais frequência no Litoral Norte da Bahia.

Robson Pires, supervisor da GEPA, afirmou ao G1 que este é o segundo resgate de ovos de tartaruga marinha realizados pela equipe em janeiro. Mais de 300 ovos foram resgatados.

As equipes são treinadas pelo Projeto Tamar, que monitora as tartarugas e soltou 40 milhões de animais da espécie na natureza em 2019.

O trabalho de resgate de ovos implica em técnica, paciência e disciplina, segundo Pires, já que eles são bastante delicados.

Os ovos ficaram sob a responsabilidade do Tamar, que irá levá-los para local apropriado e seguro.

Em casos semelhantes a este, a população de Salvador pode acionar a Guarda Civil Municipal através do telefone 71.3202-5312.


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Soldados britânicos ajudam a salvar 17 rinocerontes negros ameaçados de extinção

Foto: African Parks
Foto: African Parks

Tropas britânicas numa missão conservacionista ajudaram a realocar rinocerontes negros ameaçados em uma ação recente contra a caça.

De acordo com a Sky News, o segundo batalhão “Royal Gurkha Rifles” passou três meses no Malawi, na África. As tropas treinaram guardas florestais antigos e novos em patrulhas mais eficazes. Enquanto estiveram lá, eles ajudaram o African Parks – uma organização sem fins lucrativos de conservação que trabalha com governos e comunidades locais – a transferir 17 rinocerontes negros da África do Sul para o Malawi.

O Departamento de Parques Nacionais e Vida Selvagem Ezemvelo KZN Wildlife também trabalhou no projeto.

Rinocerontes negros em perigo

Foi uma das maiores realocações internacionais de rinocerontes até agora, atendendo aos animais transportados por terra e ar. As populações de rinocerontes negros caíram drasticamente no século 20 por ação de caçadores e colonizadores europeus.

Entre 1960 e 1995, o número de rinocerontes negros caiu 98%, para apenas 2.500, segundo o WWF (World Wildlife Fund). Suas populações fizeram uma recuperação dramática. Hoje, existem cerca de 5.500 desses animais vivendo em estado selvagem. Mas a espécie ainda está criticamente ameaçada. Eles ainda são alvo de caçadores, que matam o animal para vender seus chifres no mercado negro.

A missão de transporte teve “um enorme sucesso”, de acordo com o major Jez England, oficial que comandava a equipe de combate à caça do exército britânico em Liwonde.

Ele disse à Sky News: “Não apenas compartilhamos habilidades com os guardas florestais, melhorando sua eficiência e capacidade de patrulhar áreas maiores, mas também oferecemos uma oportunidade única para nossos soldados treinarem em um ambiente desafiador. Ajudar com a mudança dos rinocerontes foi um encerramento adequado para o nosso tempo no Malauí, aproximar-se dos animais que estamos aqui para ajudar a proteger foi uma experiência que os soldados não esquecerão”.

Até agora, as tropas britânicas ajudaram a treinar 200 guardas florestais no Malawi. Não há caça ilegal de “espécies de alto valor” (cujas partes do corpo alcançam alto valor no mercado negro) desde 2017.

O secretário de Defesa Ben Wallace disse à Sky News: “Trabalhar com comunidades locais, governos anfitriões e grupos de defesa de animais selvagens é essencial para nossa abordagem. Queremos ver soluções sustentáveis lideradas pela comunidade que ajudem a promover a segurança e a estabilidade para as pessoas e a vida selvagem da África”.

No Parque Nacional Kruger, na África do Sul, as autoridades estão considerando tomar medidas exclusivas para proteger a vida selvagem. O Times relata que selfies de turistas estão atraindo a atenção dos caçadores, involuntariamente, revelando a localização de animais em extinção. O parque está considerando obstruir os sinais do telefone como resultado.

O governo do Reino Unido comprometeu cerca de 192 milhões de reais entre 2014 e 2021 para  um programa de guarda florestal contra a caça, financiado pelo Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais.

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Moradores de vilarejo se unem para salvar elefanta presa em poço de água

Foto: Euronews
Foto: Euronews

Os moradores de uma comunidade na Índia estão sendo aplaudidos e elogiados nas redes sociais, após sua participação decisiva no resgate de uma elefanta que caiu em um poço ter sido divulgada em um vídeo na internet.

Aldeões residentes no distrito de Sundargarh, em Odisha, encontraram a elefanta depois que ela de alguma forma caiu na água profunda e escura no poço. Ela estava lutando desesperadamente para sair, se debatendo com quase todo o corpo submerso.

Os guardas florestais e os bombeiros compareceram ao local com ferramentas de resgate e trabalharam por duas horas ao lado dos moradores para libertá-la. Eles colocaram longas cordas embaixo das pernas da elefanta e puxaram o máximo que puderam para tirá-la da água, com membros da multidão ao redor se unindo no esforço para ajudar o animal em apuros.

A elefanta agarrou-se a um galho de árvore e se jogou na lama na beira da água, onde lutou para se equilibrar. Com um impulso final de seus socorristas, ela se levantou e correu para a floresta enquanto a multidão aplaudia.

O resgate heroico, que foi capturado no vídeo que tornou viral, nos lembra que, trabalhando juntos por uma causa comum, as pessoas podem realizar grandes coisas – especialmente quando se trata de resgatar animais.

Foto: Euronews
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Dois rinocerontes são mortos por caçadores em reserva ambiental

Imagem ilustrativa, rinocerontes na Namíbia | Foto: Nampa
Imagem ilustrativa, rinocerontes na Namíbia | Foto: Nampa

Dois rinocerontes foram encontrados mortos no Parque Nacional Etosha, uma reserva natural que fica na Namíbia, na semana passada, confirmou o Ministério do Meio Ambiente e Turismo na terça-feira.

De acordo com o diretor de relações públicas do ministério, Romeo Muyunda, os corpos dos animais foram descobertos no sábado por membros da equipe, e o incidente foi confirmado como morte por caçadores.

Os rinocerotes deveriam estar protegidos dentro da reserva, que é vigiada por guardas armados, os caçadores provavelmente entraram escondidos no local.

A informação foi divulgada depois que os funcionários do ministério e a Unidade de Recursos Protegidos da Polícia da Namíbia examinaram a cena e determinaram que as mortes dos rinocerontes estavam ligadas à caça.

“Eles foram até o local para encontrar os cartuchos de balas usados”, explicou Muyunda. Embora os corpos dos rinocerontes tenham sido descobertas por patrulhas que fazia a roda a pé, há também vigilância por helicóptero na área.

No entanto, dada a ampla área e vegetação do parque, a vigilância por helicóptero não é capaz de detectar todos os incidentes de caça.

“Etosha é enorme, e fazemos patrulhas regularmente. Algumas áreas têm muita vegetação, então você não pode ver muito de cima, enquanto algumas áreas não são acessíveis a pé”, disse ele.

Muyunda confirmou que um total de 29 espécies ameaçadas foram caçadas este ano, com 23 rinocerontes e seis elefantes.

Ele acrescentou que a maioria desses animais foram caçados em fazendas particulares.

Com base nas estatísticas fornecidas ao Ministério da Namíbia em meados de maio, esses números são comparativamente inferiores aos dos cinco anos anteriores.

O país experimentou um dos maiores incidentes registrados de caça de rinocerontes em 2015 quando um total de 97 rinocerontes foram mortos por caçadores.

Desde então, o total de rinocerontes caçados ficou em uma média entre 50 e 60 por ano.

Em uma reunião de 45 membros do grupo de especialistas em rinocerontes africanos da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) realizada no início deste ano, a vice-ministra do Meio Ambiente, Bernadette Jagger, atribuiu a redução dos casos de caça aos esforços combinados da Força de Defesa da Namíbia, da polícia, dos proprietários de fazendas privadas e das unidades do Ministério do Meio Ambiente.

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Primeira-dama do Quênia parabeniza guardas florestais no dia dos Heróis da Conservação

A primeira-dama do Quênia, Margaret Kenyatta, juntou-se no ultimo domingo, ao Kenya Wildlife Service (KWS) e a muitos participantes ilustres na comemoração anual do Conservation Heroes Day , realizada na sede da KWS.

Foto: Reprodução | Facebook

O dia especial é designado para reunir as famílias dos funcionários do KWS que perderam suas vidas no cumprimento do dever enquanto lutavam para preservar a vida selvagem.

Em sua conta no Twitter, Margaret disse: “Para as famílias dos heróis mortos, meras palavras são inadequadas para expressar a gratidão que sentimos em relação aos nossos heróis de conservação“. No entanto, o Quênia agradece a você, o mundo agradece a você, nossa vida selvagem te agradece”.

O dia também reconhece os “heróis vivos”, aqueles que vão além de sua zona de conforto para cumprir seus deveres.

A primeira-dama também falou sobre a crise alarmante na população selvagem no Quênia e no mundo ao longo das últimas décadas, afirmando que “o Quênia deve proteger seus inestimáveis ​​recursos naturais”.

Foto: Reprodução | Facebook

Para isso, o Quênia investiu pesado no treinamento de seus guardas florestais para capacitá-los à tarefa através da modernização da força, melhorias na faculdade de treinamento de guardas florestais e treinamento rigoroso. O resultado foi uma redução de mais de 90% na caça de rinocerontes no Quênia em cinco anos. As informações são do World Animal News.

“No entanto, a guerra contra a caça ilegal não será vencida se os países que demandam por esses produtos não fecharem os mercados”, disse a primeira-dama do Quênia em um comunicado. “Portanto, convocamos a comunidade internacional a prevalecer sobre os países que impulsionam a demanda mundial por troféus; para vencê-los”.

A Secretária de Gabinete do Ministério do Turismo e Vida Selvagem Najib Balala também expressou sua gratidão a Margaret por seus esforços dedicados à conservação, incluindo viagens ao exterior para fazer lobby contra o comércio de troféus da vida selvagem, que contribuíram em parte para a China proibir a venda de marfim.

Kenyatta reafirmou o compromisso do governo de melhorar o bem-estar dos guardas florestais da fauna silvestre através de re-treinamento, provisão de seguro médico e equipamento de proteção.

 

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Kaziranga: o parque que atira em pessoas para proteger rinocerontes

Guardas como Avdesh e Jibeshwar têm poder de atirar em invasores do parque (Foto: David Reid)

Guardas de uma área de proteção na Índia defendem a vida selvagem disparando tiros fatais contra caçadores suspeitos.

O parque nacional de Kaziranga tem um histórico de sucesso em conservação. Há um século, o número de rinocerontes de um chifre não passava de cinco na região do Assan, no extremo leste do país. Agora existem mais de 2,4 mil – dois terços da população do animal no mundo inteiro.

Mas a maneira como o parque protege seus animais divide opiniões. Seus seguranças têm poderes de atirar e matar normalmente garantidos apenas a forças policiais.

O resultado é a morte, em média, de duas pessoas por mês – mais de 20 por ano. Em 2015, mais suspeitos foram mortos por guardas do parque do que o total de rinocerontes mortos por caçadores.

Mercado lucrativo

Um chifre de rinoceronte custa caro Vietnamita ou na China, onde são vendidos como a cura milagrosa a diversos males, do câncer à disfunção erétil.

Vendedores de rua cobram o equivalente a até R$ 14 mil por 100 gramas de chifre – o que torna o produto mais caro que ouro. Os rinocerontes da Índia têm chifres menores que os africanos, mas aparentemente são vendidos como mais potentes.

Eu perguntei a dois guardas de Kaziranga quais procedimentos eles devem adotar caso encontrem caçadores no parque.

“A instrução é: sempre que você vir caçadores, use suas armas para caçá-los”, explica um deles sem hesitação.

“Você atira neles?”, questionei.

“Sim, a ordem é matá-los. Sempre que forem vistos caçadores ou qualquer pessoa durante a noite, a ordem é atirar neles.”

O guarda conta que atirou em pessoas duas vezes nos quatro anos em que tem essa função no parque, mas nunca matou ninguém. Mas ele sabe que, se tivesse matado, a chance de sofrer punições seria baixa.

O governo deu aos guardas de Kaziranga poderes que lhes permite proteção contra ações judiciais em caso de mortes. Críticos dizem que, com isso, os guardas estariam sendo instruídos a realizar “execuções extrajudiciais”.

Mas conseguir dados sobre o número de pessoas mortas ali é difícil. “Nós não guardamos todos os registros”, diz um oficial sênior do Departamento de Florestas da Índia, que controla os parques nacionais.

O diretor do parque de Kaziranga, Satyendra Singh, recebeu a reportagem num imponente prédio colonial onde funciona a sede do parque.

Singh fala das dificuldades de controlar caçadores, explicando que as gangues de caça costumam recrutar pessoas da região para ajudá-las a entrar no parque. Os atiradores, no entanto, vêm de outros Estados do país.

“Primeiro fazemos a abordagem: ‘quem são vocês’?”, diz Singh, sobre as regras de aproximação entre guardas e caçadores. “Mas se eles decidirem disparar, nós temos que matá-los. A prioridade é tentar prendê-los, para que possamos obter informações sobre as gangues.”

Ele revela que 50 caçadores foram mortos nos últimos três anos.

Duas vacas

Para Singh, o número de moradores locais recrutados pelo mercado de chifres de rinoceronte cresceu – mais de 300 locais estariam envolvidos na prática, estima.

Já para os moradores, grupos tribais que vivem na floresta há séculos, o aumento da taxa de homicídios se tornou um grande problema. Eles dizem que o número de inocentes assassinados está crescendo.

Em uma dessas vilas às margens do parque vive Kachu Kealing e sua esposa. O filho deles, Goanburah, foi baleado por guardas florestais em dezembro de 2013.

Goanburah procurava as duas vacas da família. Seu pai acredita que elas entraram na área do parque e que seu filho – que tinha distúrbios graves de aprendizagem – também entrou para buscá-las. Esse é um erro comum, já que não há cercas demarcando o perímetro da reserva.

As autoridades do parque, por sua vez, dizem que os guardas dispararam contra Goanburah porque ele não respondeu à abordagem.

Kachu Kealing acha que não pode fazer nada sobre o caso, especialmente por causa da proteção que os guardas têm contra processos judiciais. “Eu não entrei na Justiça. Sou um homem pobre, não poderia pagar por isso.”

Os esforços de preservação focam em algumas espécies consideradas emblemáticas na Índia. Rinocerontes e tigres se tornaram símbolos nacionais. Além disso, Kaziranga atrai por ano mais de 170 mil visitantes que contribuem com a economia local.

Em 2013, quando o número de rinocerontes mortos por caçadores mais do que dobrou, somando 27, políticos locais pediram ação.

O antigo diretor do parque, MK Yadava, detalhou num relatório sua estratégia para combater a caça em Kaziranga.

Ninguém sem autorização poderia entrar, disse. E qualquer um descoberto na área do parque deveria “obedecer ou ser morto”. Ele recomendou que “matar os indesejados” deveria ser o princípio orientador dos guardas.

Yadava ainda explicou sua crença de que crimes ambientais, incluindo a caça, são mais graves que assassinato: “Eles corroem silenciosamente a raiz da existência de todas as civilizações da Terra”.

De 2013 a 2014, o número de mortes de supostos caçadores subiu de cinco para 22. Em 2015, 23 pessoas perderam a vida, contra 17 rinocerontes no mesmo período.

Em julho do ano passado, Akash Orang, de 7 anos, ia para casa pelo principal caminho de sua vila, que contorna o parque.

Sua voz vacila quando se lembra do que aconteceu. “Estava voltando das compras. Os guardas florestais estavam gritando ‘Rinocerontes! Rinocerontes!'”. Ele fez uma pausa. “De repente, eles atiraram em mim.”

O tirou atingiu sua panturrilha direita. Akash ficou internado por cinco meses e foi submetido a várias cirurgias. Hoje ele mal consegue andar. Seu irmão mais velho tem que carregá-lo até à venda local.

Seu pai, Dilip Orang, diz que Akash está diferente. “Ele era alegre, mas não é mais. Ele acorda à noite com dor e chora, pedindo a atenção da mãe”.

O parque admite que cometeu um erro terrível. Pagou pelas despesas médicas e deu à família cerca de 200 mil rúpias (R$ 9,2 mil) em compensação. Isso não é muito se considerada a gravidade de suas lesões, diz o pai, preocupado que seu filho não consiga ganhar a vida sozinho no futuro.

O caso de Akash comoveu os moradores do vilarejo, se transformando no estopim da grande inquietação diante do número crescente de mortes. Centenas protestaram na sede do parque.

Fonte: G1

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Protetores denunciam maus-tratos a cães explorados como guardas em Santa Catarina

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Em vigor desde 6 de janeiro de 2016, a lei estadual 16.863/16, que proíbe a prestação de serviços de vigilância de cães de guarda com fins lucrativos em Santa Catarina, tem sido descumprida. Protetores de animais denunciam que os animais continuam sem tratamento adequado enquanto são explorados para realizar o “serviço” de vigilantes em casas, galpões ou terrenos.

Em uma casa para alugar na rua General Bittencourt, no Centro de Florianópolis, um rottweiler faz a vigilância do local. Preocupados com a alimentação do cão, vizinhos jogam comida em um saco plástico e água para o animal, além da preocupação com a higiene do local, que é limpo somente uma vez por semana.

“Depois que denunciamos começaram a vir mais vezes aqui, mas o cachorro fica dias sem comida e sem limpeza do local”, diz Michel Guterres, 26, que é vizinho do local onde o cachorro vive. Com a lei estadual promulgada no início do ano, as empresas que faziam o serviço de alugar cães para vigia podem manter, por até um ano, somente os contratos antigos e não firmar novos convênios. De acordo com a protetora animal Patrícia Jerosch, diretora do Instituto É o Bicho, continuamente as ONGs em defesa dos animais recebem denúncias de maus-tratos e de empresas que ainda operam esta prática abusiva.

“Eles colocam cães para vigiar e não cuidam do bem estar deles, da saúde e da alimentação. Em alguns casos as empresas se antecipam antes de receber visitas e acabam trocando os animais debilitados por um mais saudável”, explica ela. Patrícia reclama da fiscalização, que praticamente não existe. Na prática, a lei não cita qual órgão é responsável pela fiscalização e acaba sendo trabalho de protetores animais e da população de fazer Boletins de Ocorrência e denunciar casos que contrariam a lei à polícia.

“Retiramos animais de alguns locais, como em Campinas, São José, em que o animal saiu de lá sem conseguir andar. É um absurdo”, diz a protetora animal Paula Jabur.

Lei foi passo importante
Depois de anos batalhando por uma lei que tirasse dos animais a responsabilidade de vigiar locais sem tratamento adequado, os protetores animais agora esperam que a lei faça um ano para que a prática de explorar cães como vigilantes seja totalmente proibida. Empresas ou pessoas acabam “contratando” cães para vigia por ser mais barato do que manter um trabalhador durante a madrugada no local.

“Muita gente me pergunta indignada se a lei foi realmente aprovada, mas acredito que só terá uma força maior quando for definitivamente tudo proibido. A lei foi importante, mas é preciso punições reais”, diz a protetora animal Paula Jabur.

Para Patrícia Jerosch, quando se coloca um cão para vigiar um local está sendo tirado o trabalho de uma pessoa e limitando o animal. “Os cães não são objetos que você coloca para viver sozinhos. Eles são sociáveis, precisam de convivência e cuidados”, afirma ela.

O que diz a lei estadual 16.863/16
Fica proibida a celebração expressa ou verbal de contratos de locação, prestação de serviços, de mútuo e comodato e de cessão de cães para fins de vigilância, segurança, guarda patrimonial e pessoal nas propriedades públicas e privadas de Santa Catarina. São
infratores da lei o tutor dos cães, o proprietário do imóvel em que os animais estejam realizando guarda/vigilância e qualquer pessoa que contrate o animal para este fim.

Os contratos vigentes serão extintos após 12 meses a partir da promulgação da lei, desde que: no período de transição as empresas realizem cadastro, identificados os cães com microchips, os animais recebam alimentação, assistência médica veterinária e abrigo apropriado, o local de abrigo dos cães tenha bebedouro automático, limpeza do local feita diariamente, resíduos sólidos do animal recolhidos uma vez ao dia pela empresa contratante, entre outros. O infrator da lei fica sujeito ao pagamento de multa de R$ 1 mil multiplicada pelo número de animais que residir.

Fonte: Notícias do Dia

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Você é o Repórter

Projeto Batalha Animal realiza campanha contra a exploração de cães como guardas

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O cão é amigo e companheiro do ser humano desde os primórdios da civilização. Ele não deve ser explorado para guarda, nem como alarme, pois é um ser senciente que demonstra emoções (afeto, alegria, medo, tristeza, solidão), assim como outros animais.
A senciência dos animais já é fato comprovado cientificamente por muitos pesquisadores, inclusive pelo renomado neurocientista canadense Philip Low.

O uso de cães para guarda
O medo da violência tem feito muitas pessoas adquirirem cães para “guardar” suas residências, empresas, terrenos, sítios, etc.
É importante considerar que os cães não impedem assaltos nem invasões. Quem quiser invadir um local assim o fará com ou sem animais (muitos cães usados para guarda são envenenados ou mortos com tiros e armas brancas).

Cães nada podem fazer contra homens armados
Existem outras alternativas de segurança: guardas humanos, alarmes, cercas elétricas, câmeras, monitoramento de empresas. Segundo especialistas em segurança, para evitar assaltos é importante as pessoas terem cuidado ao estacionarem, entrarem e saírem de seus veículos e de suas casas…evitar permanecer dentro do carro enquanto esperam alguém, ter atenção nos faróis principalmente à noite.

É importante fazer algumas reflexões antes de adotar um animal
Gosto de animais? Tenho condições para cuidar de um animal? Tenho espaço adequado para ele? Tempo para cuidar? Condições financeiras? Tenho paciência para educar? Vou assumir o animal até o fim de sua vida (entre 14 e 18 anos aproximadamente)? Ou vou doá-lo depois de um tempo usando as seguintes desculpas: dá trabalho, gastos, vou mudar de residência, vou viajar, vou casar, vou separar, vou ter filhos, estou sem emprego. Pense bem antes de adotar um ou mais animas, pois eles dependerão de você pelo resto de suas vidas.

Para quem quer ter um amigo fiel, é bom saber um pouco mais sobre as características dos cães, estes seres tão fascinantes:
Os cães precisam de cuidados, atenção carinho, passeios, dão gastos, adoecem e envelhecem. Eles precisam de vacinas, vermifugação, boa ração, banho mensal e produtos que contribuem com sua saúde e bem-estar;
Cachorros não devem ficar confinados em locais pequenos nem acorrentados pois ficarão depressivos e neuróticos. Confinar animais configura maus-tratos (maltratar animais é crime!);
Cães adoram passear e explorar novos ambientes, eles devem fazer caminhadas, sendo conduzidos com coleira e guia pelo menos uma vez ao dia. É importante identificá-los com microchips e mantê-los permanentemente com coleira com plaquinha com telefone dos tutores, cidade e código, para facilitar sua devolução em caso de fuga;
Os cães são descendentes dos lobos que vivem em matilhas, por isso são seres sociais e não gostam de viver sozinhos. Eles precisam conviver com outros de sua espécie ou com humanos (que seriam os substitutos dos seus semelhantes);
Caso vivessem num grupo, soltos na natureza, ocorreriam brigas e o grupo se organizaria com alguns líderes (machos e fêmeas “alfa”, igual aos lobos). Porém em abrigos, canis ou outros ambientes fechados, esta organização é um pouco diferente, as brigas podem ser constantes e as lutas podem levar alguns animais à morte;
Para quem tem espaço, o ideal é a aquisição de um casal para que os animais não fiquem isolados e tristes, mas é importante a castração de ambos para evitar crias;
A fêmea deverá ser castrada antes do primeiro cio (5 meses aproximadamente) para evitar câncer de mama, de útero, e infecções uterinas (piometra). O macho sendo castrado evita-se hiperplasia na próstata e tumores no testículo;
A castração também evita a fuga dos animais em busca de cruzamento, nascimento descontrolado, abandono e morte de animais.
Não é aconselhável a aquisição de dois cães do mesmo sexo, mesmo sendo irmãos ou pais e filhos, pois quando os animais se tornarem adultos poderão ocorrer brigas pela liderança, disputa por comida e território (com raras exceções);
Caso precisem ficar algumas horas do dia presos, os animais deverão ficar em quintal ou canil seguro, com espaço adequado para que possam se movimentar livremente. O local deverá ter cobertura para abrigá-los da chuva, do frio,do sol, com água limpa e ração de boa qualidade, sempre disponíveis;
É importante a colocação de um estrado de madeira e um colchonete ou edredom macio para os animais não ficarem deitados no cimento duro e gelado. Isso pode gerar a formação de calos, reumatismo e pneumonia. No frio é importante a colocação de casinha(s) fechada(s) com cobertor. O local deve ser limpo no mínimo 2 vezes ao dia;

Quando e porque os cães atacam?
– Quando estão com medo, sentindo-se ameaçados ou quando ficam traumatizados e neuróticos por sofrerem maus-tratos (agressões físicas ou psicológicas, fome, sede, quando vivem isolados sem contato com pessoas e outros animais, acorrentados, ou confinados);
– Quando estão com desconforto físico ou com dor (fraturas, machucados, dores de ouvido, bicheiras, infestados de parasitas, sarnas. Cães atropelados também podem morder por estarem com dor e confusão mental, ao socorrê-los deve-se ter cuidado, pegá-los bem devagar e com cuidado;
– Quando alguém mexer em suas crias. Isto é normal, pois o mesmo faríamos caso algum estranho pegasse nossos bebês sem o nosso consentimento;
– Cães são territorialistas, alguns são mais do que outros, por isso eles defendem seus espaços assim como faríamos caso algum estranho invadisse as nossas residências;

Bem tratados os cães tornam-se animais equilibrados, alegres e dinâmicos
Adote um cão para ser seu melhor amigo e não explorado como alarme ou guarda. Procure em ONGs ou CCZs (Centros de Controle de Zoonoses) de sua cidade. Embora seja proibida a morte induzida em algumas localidades, todos os dias, milhares de animais ainda são mortos nos CCZs de muitas cidades do país, oficialmente ou às escondidas. Salve uma vida, ganhe um amigo muito especial!

Você tem direito de não gostar de animais mas tem o dever de respeitá-los. Maus-tratos contra animais é crime, previsto em lei federal 9605/98.

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Notícias

Filhote de capivara é encontrado por guardas florestais em Jundiaí (SP)

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Divulgação

Um filhote de capivara com aproximadamente 70 centímetros e 30 kg foi encontrado na quarta-feira (27) por guardas municipais da Divisão Florestal. O animal estava preso em uma caixa de passagem de água no bairro do Medeiros, em Jundiaí (SP).

De acordo com a equipe, uma moradora do bairro viu o bicho no quintal de sua chácara, localizada na rua Alfedo Abaid, no último sábado (23) e avisou os guardas.

Eles foram até o local e retiraram o filhote, que estava com ferimentos na boca e nas patas. Segundo os guardas, os ferimentos ocorreram após o animal tentar sair do local.

A capivara foi levada até o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, para uma avaliação e ficará em observação para o tratamento especializado.

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Fonte: G1

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Milícias africanas estão assassinando animais selvagens e guardas florestais

Redação ANDA – Agência de Notícias dos Direitos Animais

Reprodução/TheGuardian
Reprodução/TheGuardian

Brigadier Venant Mumbere tinha 35 anos e quatro filhos. Ele foi o 150º guarda-florestal morto, nos últimos 10 anos, enquanto protegia gorilas, elefantes e outros animais selvagens no parque nacional de Virunga em abril.

Mumbere e seu colega congolês Fidèle Mulonga Mulegalega foram cercados por uma milícia local, capturados e, em seguida, mortos, informa o The Guardian.

Neste ano, cinco guardas-florestais de Virunga já foram mortos. Para o administrador do parque Emmanuel de Merode, esses assassinatos representam a face dos conflitos brutais relacionados à vida selvagem e que atingem o sul do Sudão, a República Centro-Africana, o Congo e partes da Uganda, Chade e Tanzânia.

O próprio Merode foi baleado e ferido por milícias em 2014. “Não podemos sustentar estas perdas neste trabalho de conservação, que é o mais perigoso do mundo.”

A batalha pela vida selvagem se acirrou pois as milícias visam caçar elefantes e rinocerontes e matam indiscriminadamente quem tenta proteger os animais. Na última semana, um tiroteio no parque nacional de Gamba deixou três guardas mortos e dois feridos.

Os cinco guardas de Garamba eram membros do grupo Parques Africanos, uma organização sem fins lucrativos, com sede em Johannesburgo, que treina guardas-florestais para atuarem em 10 parques de vida selvagem.

De acordo com o diretor do grupo Peter Fearnhead, Garamba é agora o coração do comércio ilegal de vida selvagem na África.

“Em sete anos, cerca de 30 pessoas foram mortas somente em Garamba. Centenas de elefantes são assassinadas anualmente. A vida de um guarda da vida selvagem é muito perigosa em alguns países”.

Poderosas redes de criminosos, milícias, exércitos e políticos corruptos são os responsáveis pelos assassinatos de animais e de humanos. Estima-se que a venda de presas e chifres de rinocerontes arrecade 20 bilhões de dólares que financiam a guerra, o terrorismo e a criminalidade.

Um estudo feito em 2014 pelo C4ADS para o grupo de conservação US Born Free revelou que o marfim se tornou a moeda preferida de militantes e rebeldes para comprar armas e financiar conflitos na África central.

Acredita-se que grande parte da caça começa no Sudão, onde milícias ligadas ao genocídio em Darfur na década de 1990 começaram a financiar suas operações por meio do assassinato de animais selvagens em países distantes como Camarões, a República Centro-Africana e a República Democrática do Congo.

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