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Confira as atividades físicas mais indicadas para os cães

Cão se exercita numa piscina (Foto: Reprodução/Extra Online)

Em qualquer época do ano, reeducação alimentar e uma boa malhação são recomendados para os animais e seus tutores. Nada de exagerar nos petiscos e permitir o sedentarismo, pois esses hábitos respondem por cerca de 95% dos casos de obesidade nos cachorros.

No entanto, as heranças genéticas e a castração são fatores que ainda podem, literalmente, pesar. Raças como beagle e labrador apresentam tendência para armazenar gordura e, mais do que os outros tipos de cães, eles precisam se mexer e para queimar os pneuzinhos.

Como acontece com o ser humano, até alterações hormonais influenciam nesse ganho de peso. A ausência de estrógeno nas fêmeas responde, por exemplo, pelo aumento do apetite, já a queda nos níveis dos andrógenos nos machos causa apatia e, consequentemente, pouca atividade física.

Guloseimas caninas podem perfeitamente ser substituídas por frutas ou legumes, de acordo com a sugestão de muitos veterinários. Existem, inclusive, opções de rações light para ajudar na dieta, com proteínas, fibras e carboidratos complexos nas medida certa.

Além das caminhadas e corridas, as atividades aquáticas são indicadas para a turma de cachorros gordinhos, já que não sobrecarregam as articulações.

Fonte: Extra Online

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Saúde implanta chip em 20 mil cães para combater leishmaniose visceral

Projeto ‘Legal para Cachorro’ vai acompanhar
a saúde dos cães por dois anos na região de Marília

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia nesta semana um projeto que utiliza microchips em cães para identificar animais infectados com a Leishmaniose Visceral Americana.

Batizado de “Legal pra Cachorrro”, a proposta inicial é monitorar pelos próximos dois anos a população canina em 10 municípios localizados na região de Marília, onde foram registrados 96 casos e oito mortes de humanos pela doença em 2008 e 2009.

Aproximadamente 20 mil cães passarão por inquérito censitário. Os animais receberão um microchip, onde ficarão armazenadas as informações sobre sua saúde e endereço. No chip também ficarão armazenados os resultados dos exames laboratoriais de sangue que forem realizados no período da pesquisa.

Em Adamantina, os cães receberão também uma coleira, que além do efeito repelente é também inseticida, matando o flebotomínio (inseto transmissor da Leishmaniose Visceral Americana) ao picar o cão. Os 4 mil cães de Adamantina servirão de controle para comprovar a eficácia da coleira.

A guarda responsável também será estimulada durante as atividades. Para os proprietários que quiserem, o projeto prevê também a castração de animais para controle da densidade populacional canina.

A Secretaria investigará também os hábitos alimentares dos insetos. Através dos exames do conteúdo estomacal será possível identificar o sangue de quais animais os insetos mais se alimentam. Já é sabido que o cão é um dos animais preferidos para flebotomínios se alimentarem e hospedeiro do parasito Leishmania chagasi, que causa a LVA.

Os municípios participantes são Adamantina, Flórida Paulista, Inúbia Paulista, Lucélia, Mariápolis, Osvaldo Cruz, Pacaembu, Pracinha, Sagres e Salmorão. A idéia é expandir o projeto para outras regiões do Estado.

Fonte: Diário de Marília

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