Você é o Repórter

Negão precisa de um novo lar em Guaratinguetá (SP)

Ana
anamechetti@gmail.com

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Esse lindo cachorro com pelos pretos é o Negão. Ele foi abandonado pelos antigos tutores que se mudaram e o deixaram para trás. Conseguiu um novo lar, porém, mais uma vez foi visto no portão de sua antiga casa, mais uma vez na rua. Ele é muito dócil e carinhoso e precisa de um novo lar e um tutor responsável que o dê atenção e muito carinho pois não merece passar por isso.

Contato: Guilherme, (12) 997830074

 

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Filhote achado perambulando pela rua aguarda um novo lar, em Guaratinguetá (SP)

Tatiana Tavares
tatiana_tali@hotmail.com

Fotos: Arquivo pessoal

Achei esse cachorrinho na rua Guaratinguetá, interior de São Paulo. Estava cheio de vermes, carrapatos, pulgas e perambulando sozinho pela rua. Resgatei-o levei-o para uma  clínica veterinária, onde está sendo cuidado. Ele está hospedado na clínica, mas preciso achar um tutor para ele. Infelizmente, não posso ficar com essa criaturinha linda, tenho dois cachorros em uma casa sem quintal.

Não estou conseguindo achar um tutor na minha cidade. Posso tentar levar para outra cidade, se alguém estiver mesmo interessado em cuidar e adotar com responsabilidade. Garanto castração.

Procuro uma família amável e responsável que queria dar um lar carinhoso e cheio de cuidados para ele.

Contato:
Tatiana Tavares
(12) 9172-1863
 

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Cavalo atropelado em Guaratinguetá (SP) é morto com 4 tiros

Mário Oliveira
mario-oliveira-br@uol.com.br

Houve um atropelamento de um cavalo no centro da cidade (Guaratinguetá), nesse domingo, 19/09.

Segundo o representante da Prefeitura que estava no local, o Sr. Paiva, o mesmo não conseguia contato com nenhum veterinário para sacrificar o animal. Na manhã de segunda-feira fico sabendo que o animal foi sacrificado no local a tiros, cerca de 4 tiros. Não sei quem praticou tal brutalidade. Mas é em crime! Pior, um massacre cruel e doentio.

Fica a pergunta: nenhum veterinário para atender uma emergência como essa? E quem praticou isso? Que punição terá? Se for da representante da Prefeitura, penso que deveria ser afastado SUMARIAMENTE do cargo. Demonstra total desequilí­brio! Um perigo para sociedade!

Não há nem mesmo a desculpa de que foi pro bem do animal, porque 4 tiros (foi o que apurei) causa tanto sofrimento quanto o atropelamento. O cidadão que conduzia a carroça falava “mole”, parecia ter feito uso de bebida alcoólica. Será que tiveram o bom senso de confirmar tal estado e reter a carroça com o outro animal para evitar mais desgraça ou o liberaram assim mesmo?

Ele puxava o cavalo por uma corda. Ele apresentou o GTA (guia de transporte animal) ou não precisa disso? Ou pior, quem estava no local representando a prefeitura não sabe o que é GTA? Já basta a crueldade que ocorre na Cavalaria. Após a cavalaria vários animais amarrados aos postes pela cidade enquanto outros animais enchem a cara de bebida e saem pela rua fazendo barbaridades. Nenhuma autoridade de trãnsito aparece para fiscalizar e reter os animais quadrúpedes e prender os outros animais bêbados.

E quando passam pela cidade romarias vinda de outras cidades, na contramão e sobre calçadas? Onde está o trãnsito? Eu respondo, durante a semana para anotar estacionamentos proibidos, falta do uso de cinto, motorista falando ao celular? Será que a prefeitura não enxerga que há mais coisas que precisam ser feitas? Quando a prefeitura vai acabar com essa trãnsito de animais que ocorre de qualquer forma pela cidade? Com a palavra V. Excelência A sociedade espera uma resposta justa, honesta, transparente.

Sem mais,

Revoltado e enojado Mário

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Notícias

Entidades recuperam animais vítimas de maus-tratos

Quem tem um animal sabe a alegria que eles trazem para as nossas casas. Isso se as pessoas souberem como cuidar e respeitar as espécies que não podem ser domesticadas. Algumas entidades lutam pelos direitos dos animais. E, por incrível que pareça, é muito comum encontrar cenas de desrespeito.

Foto: Reprodução/VNews
Foto: Reprodução/VNews

As aves foram impedidas de voar. Um falcão, símbolo de inteligência no mundo animal, não escapou do abuso do ser humano. “Ele teve as penas das asas cortadas. É uma técnica que as pessoas usam para manter esses animais em cativeiro”, explica Daniel Porto de Nogueira, analista ambiental do Ibama de Lorena.

E a história se repete com centenas de bichos. Só no Ibama de Lorena existem quase 900 animais. Todos foram salvos do tráfico ou dos maus-tratos. Os tucanos e outras aves silvestres, por exemplo, não podem ser domesticados. Mas há papagaios e araras retirados da natureza e contrabandeados. Os jabutis também são comuns. A maioria é adotada irregularmente e os cuidados inadequados comprometem a estrutura do casco e a vida da tartaruga.

O macaco-prego, quando é retirado da natureza, não se adapta em ambientes fechados. Quando o tutor percebe o temperamento selvagem, o primata é abandonado e condenado a viver em cativeiro. E só mesmo a conscientização pode resolver isso. É necessário que “as pessoas se neguem a ter animais silvestres em cativeiro”, salienta Daniel.

Foto: Reprodução/VNews
Foto: Reprodução/VNews

Hoje, quem recebe animais silvestres irregulares é principalmente o Ibama, que tem 50 centros de triagem em todo o Brasil. São unidades que recebem cerca de 50 mil animais por ano.

Para cuidar de tantas vidas, a ajuda de voluntários é essencial até para atividades básicas. “Nós nunca tivemos um veterinário, o que quer dizer que temos atendimento veterinário, mas voluntário”, explica Daniel.

Lumoa Cristina Ramos Santos é voluntária e ajuda no dia a dia do centro de triagem de Lorena. “Junto com eles eu tive a conscientização de que a minha casa não é a casa deles, não tem como levá-los para minha casa”, fala.

Foto: Reprodução/VNews
Foto: Reprodução/VNews

Mudam os animais, mas não a realidade. Pepa, Branca e Abu são exemplos da matilha da protetora Judite. Eles chegam abandonados e ficam até aparecer um tutor. “Quando ele vai, eu desocupo o lugar para outro que está precisando”, disse a voluntária. O voluntariado é essencial, já que a proteção aos animais é uma área pouco atendida pelo poder público.

O “Terra, Vida ou Morte” fez um levantamento nas maiores cidades da região: Bragança Paulista, Caraguatatuba, Guaratinguetá, São José dos Campos e Taubaté. Desde o início do ano, três delas não castraram nenhum animal. A boa notícia vem com os números de Caraguá e Taubaté.

Foto: Reprodução/VNews
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No quesito doação, destaque novamente para Taubaté. Já Guaratinguetá conseguiu guarda para apenas seis animais. A prefeitura de Bragança nem sabe responder.

Foto: Reprodução/VNews
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Nos abrigos municipais, nota zero novamente para Bragança, que não tem alojamento para animais. Guaratinguetá está com sete animais do centro de controle de zoonoses. São José dos Campos e Caraguatatuba abrigam 46. E Taubaté 592.

Foto: Reprodução/VNews
Foto: Reprodução/VNews

A falta de atendimento é compensada, em parte, por organizações não governamentais, como o Iepa, de São José dos Campos. Nos últimos dois anos a entidade fez mil castrações. Encaminhou para novos lares mais de 4 mil animais desde 2004. A fiscalização também fica por conta do voluntariado, que atende pedidos do Ministério Público. Acompanhamos um dia de trabalho da organização.

O primeiro caso é para atender um chamado comum. Um filhote de passarinho caiu de uma árvore. “O certo é as pessoas verificarem se não é possível colocar de volta no ninho”, disse o biólogo Marcelo Godoy. Partimos então para a fiscalização. A primeira parada é em uma casa onde haveria um cão magro e abandonado. O responsável não mora no local.

Foto: Reprodução/VNews
Foto: Reprodução/VNews

“O cachorro já era do antigo inquilino, então a gente deixa o cachorro aqui, tem a ração dele, tem a água, um lugar protegido e um acompanhamento veterinário, mas as pessoas acham que ele está maltratado por não ter ninguém morando na casa”, explicou o engenheiro, José Ricardo Campos. A equipe vai acompanhar o caso.

Já na segunda visita do dia, más notícias. O cão que o Iepa procurava já não estava mais no local indicado, havia morrido. Na semana de proteção à fauna, vimos que há pouco a ser comemorado. Melhor seria se todos os humanos pudessem enxergar os animais como parte da natureza. Uma natureza que queremos viva.

Fonte: VNews

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