De olho na saúde

Gripe canina: saiba como identificar e tratar a doença

Mimi tem 12 anos e recebe cuidados especiais quando fica gripada (Foto: Elisa Colombo/Arquivo pessoal)

Com a chegada do outono, surgem as baixas temperaturas e o clima seco. De acordo com a veterinária Cristina Braz Batista, esta combinação pode causar uma série de doenças respiratórias nos cãezinhos, entre elas a gripe canina, enfermidade que atinge o sistema respiratório do animal e pode desencadear outros problemas de saúde. Ainda de acordo com ela a transmissão pode ser passada do animal para o ser humano.

“A traqueobronquite infecciosa canina, ‘tosse dos canis’, ou como é popularmente conhecida gripe canina, possui vários agentes etiológicos, ou seja, vários causadores da doença. A bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina são os mais comuns. A Bordetella pode ser considerada uma zoonose, ou seja, pode passar dos cães para os seres humanos. Porém, isso é mais observado quando a pessoa se encontra com baixa imunidade, como idosos, crianças e portadores de HIV”, explica Cristina Braz Batista.

Assim como para nós humanos, a doença pode causar muito desconforto e desânimo nos pets. A operadora de caixa Elisa Colombo, de 23 anos, conta que sempre que a cadelinha Mimi, uma asset de 12 anos, gripava a família se preocupava em manter a cadelinha em um local mais agasalhado.

“Quando a Mimi adoecia, ela demonstrava sintomas igual a gente. Ela espirava muito, nariz escorria e temperatura corporal dela aumentava. E para ajudar ela sarar logo colocávamos roupinhas quentes nela e sempre providenciamos um lugar mas quente para ela ficar”.

Sintomas

Segundo a veterinária Cristina Braz, os sintomas da gripe canina se assemelham muito aos dos seres humanos. “Geralmente os proprietários chegam relatando tosse e episódios de vômito que pode vir acompanhada ou não de secreção nasal. Já a anorexia e a dificuldade respiratória geralmente estão relacionadas a casos mais graves da doença”, afirma.

Sintomas mais característicos da doença:

Tosse contínua;
Coriza/corrimento nasal;
Espirros;
Febre;
Falta de apetite.
Evite contato com outros doentes

A estudante Mariana Ingrid Dias, de 17 anos, é tutora de três cachorros e diz que se preocupa com o bem-estar de todos os animais, por isso, sempre que um adoece costuma isolar o doente dos os outros animais. “Sempre que nossos cães adoecem nos preocupamos com eles, por isso costumamos isolar o que estiver doente com medo de contagiar os outros animais. Colocamos eles no canil, porque lá eles tem cobertores e algumas almofadas para mantê-los aquecidos”.

Cristina Braz explica que o contágio pode ocorrer através o contato com a secreção de outros animais que estiverem doentes. Ainda de acordo com a veterinária, o vírus também pode ser pego no ar de ambientes frequentados por cães, como canis e petshop, por isso o alerta sobre a higienização dos locais em que os animais frequentam.

Ainda segundo a veterinária as formas de prevenção contra a gripe canina são simples e muito eficazes, com a vacinação e o fortalecimento imunológico do animal. “O uso da vacinação pode ser de forma intranasal e injetável. Fazemos uso de antibioticoterapia, antitussigenos, nebulização e esta somente deve ser prescrita por veterinários”, lembra Cristina.

Fonte: G1

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De olho na saúde

Cães também ficam gripados e sofrem com o frio no inverno

Divulgação

Faltando pouco menos de um mês para o início do inverno, já podemos pensar em proteger nossos animais do frio, providenciando para eles uma casinha bem vedada, camas quentinhas, roupinhas e se possível, um cantinho dentro de casa.

Além de sofrerem com as baixas temperaturas, nesta época, nossos pets também ficam vulneráveis, podendo ser afetados por várias doenças, entre elas, a gripe. Isso mesmo, os cães, assim como nós, também ficam gripados.

Chamada de Tosse dos Canis, a Traqueobronquite Infecciosa Canina, é a gripe altamente contagiosa que atinge os cachorros, no frio e em outras épocas do ano, já que é transmitida pelo ar ou pelo contato direto com outros cães.

Então, para proteger ainda mais seu cãozinho, a grande dica é manter as vacinas em dia, incluindo as doses contra a Tosse dos Canis, que podem ser dadas a partir da 8ª semana de vida do cãozinho. Cães adultos recebem uma dose anual.

Sintomas da Tosse dos Canis:

– Tosse seca, forte e persistente
– Dificuldades respiratórias
– Ânsia de vômito
– Febre
– Perda de apetite
– Apatia
– O animal ainda pode parecer que está engasgado.

Fonte: TRI Tribuna

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França mata milhares de patos e gansos após surto de gripe aviária

Foto: REUTERS/Regis Duvignau
Foto: REUTERS/Regis Duvignau

O governo francês ordenou a morte de milhares de patos e gansos em três regiões do país. O pretexto é conter o surto de gripe das aves, segundo o Ministério da Agricultura.

Os animais começaram a ser assassinados no dia 6 deste mês e a brutalidade se estenderá até 20 de janeiro em várias explorações do sudoeste francês. As três regiões mais afetadas são Gers, Landes e Altos Pirenéus.

No entanto, algumas explorações estão excluídas desta medida drástica para controlar a doença que se espalhou rapidamente no último mês.

Os casos de gripe aviária não param de aumentar. No último mês foram confirmados 95 em aviários e cinco casos na floresta.

 O vírus H5N8 propaga-se de forma fulgurante desde o final de novembro em França e está classificado como “altamente contagioso”. Segundo Jean-Luc Guérin, professor na Escola Nacional de Medicina Veterinária de Toulouse e investigados no Instituto Nacional de Pesquisa Agrónoma (INRA), este é “claramente mais mortífero” que a estirpe H5N1 em finais de 2015.

Mais de 300 mil patos foram já mortos nas zonas infectadas, mas o ministério francês da Agricultura decretou novo assassinato em massa. Esta é a primeira vez que o executivo age dessa forma.

Os maiores produtores de foie gras estão concentrados no sudoeste francês. No ano, a região foi palco de um grave surto de gripe das aves.

Fonte: As vozes do mundo

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Japão assassina mais 210 mil galinhas após surto de gripe aviária

Foto: Edgar's Mission
Foto: Edgar’s Mission

As autoridades japonesas ordenaram a morte de 210 mil galinhas em uma fazenda na ilha de Hokkaido, no norte do país, após detectar os primeiros casos de gripe aviária em instalações avícolas.

O governo local solicitou o desdobramento de pessoal das Forças de Autodefesa (Exército japonês) para completar o sacrifício das aves, que começou no sábado (17) no complexo da cidade de Shimizu, para conter a propagação do surto da cepa (vírus) altamente contagiosa H5N6, segundo publicou neste domingo (18) a agência japonesa “Kyodo”.

Outras sete instalações que contêm um total de 192 mil aves se situam em um raio de 10 quilômetros do centro afetado, por isso que as autoridades argumentaram tomar medidas de quarentena para evitar o contágio entre os animais.

Fonte: G1

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Clima frio proporciona aumento nos casos de gripe canina

Divulgação
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O número de casos de gripe canina, conhecida popularmente como tosse dos canís, sobe em média 80% durante o inverno. Os dias frios possibilitam que a bactéria causadora da doença se espalhe com mais facilidade entre os animais, especialmente nos canís.

De acordo com o médico veterinário César Baschirotto, é importante que os tutores de cães fiquem atentos a eventuais “afogamentos” de seus animais. “Esses engasgamentos são geralmente secos e se parecem com tosses mais violentas. Podem significar que o cão contraiu a bactéria”, completa.

A tosse dos canís afeta o sistema respiratório dos cães, dificultando a passagem de ar. Geralmente os sintomas consistem em tosse e redução do apetite, além de inchaço nos linfonodos (pequenas massas de pele) maxilares do animal. A infecção dura em média sete dias e não pode contagiar seres humanos.

Xaropes, antibióticos e anti-inflamatórios são utilizados para o tratamento da infecção. A prevenção é feita através de uma vacina aplicada no cachorro, seguida de um reforço no mês seguinte, além de outros anuais. “Deve-se prestar atenção ao período da vacina. Para que faça efeito, o animalzinho não pode estar doente”, explica o veterinário.

Além da vacina, outras opções são roupinhas e cachecóis para os cães. Esses acessórios mantêm a temperatura corporal do animal sempre elevada, ajudando na proteção contra a bactéria. Ambientes aquecidos também são indicados.

“É preferível que o local onde o pet passa a maior parte do tempo possua algum tipo de proteção para que o cãozinho não encoste no chão, que geralmente é gelado ou até úmido”, completa Baschirotto.

Nos felinos

Por ter origem alérgica ou relacionada a doenças da traqueia, a gripe felina pode ser mais difícil de ser percebida. Também pode ser transmitida por outros gatos. Dias frios ou chuvosos influenciam a infecção do animal.

O tutor deve prestar atenção aos espirros do gato. Geralmente indicam algum problema pulmonar felino, mas também podem significar que o bichano contraiu gripe. “Assim que o gatinho começar a espirrar, a recomendação é leva-lo ao veterinário o mais rápido possível, já que a gripe felina pode levar a óbito”, alerta Baschirotto.

A gripe dos gatos não afeta seres humanos. O tratamento é feito com antibióticos e dura de sete a 15 dias. Não existe vacina preventiva para a doença.

Fonte: Portal SATC

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Veja alguns cuidados para evitar gripe e pneumonia nos animais

(Foto: Imagens Google)
(Foto: Imagens Google)

Nesta época do ano, os animais também sofrem com as baixas temperaturas. Os veterinários alertam para os cuidados na hora de evitar gripe e até pneumonia neles.

Assim como nos humanos, a pneumonia em cães pode ser extremamente perigosa, levando o animal a um cenário de risco de vida.

Causando a inflamação dos brônquios e dos pulmões do animal, a pneumonia em cachorros aparece em função de outras doenças mais leves, como a própria gripe, que causam uma baixa considerável na imunidade do animal.

A dificuldade de respirar é o principal e mais visível sintoma em um cão com pneumonia, que também pode apresentar sinais como muita tosse, febre, secreções e corrimentos nasais, respiração ofegante, desidratação, perda de apetite e latidos de aparência rouca.

Em alguns casos, é possível perceber que o cão com pneumonia fica com língua e boca da cor azul, apresentando uma respiração bastante rápida e, ainda, um aumento considerável da temperatura corporal.

Fique atento ao seu cãozinho!

Fonte: R7

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Nesse inverno, saiba como proteger seu animal da gripe e outras doenças respiratórias

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O inverno está chegando e já podemos sentir os dias mais frios começarem a surgir. Nessa época do ano a incidência de gripes e resfriados é maior em humanos, mas não somos os únicos a sofrer com esses males, nossos animais também estão sujeitos a doenças típicas de inverno, e assim como nós demandam cuidados especiais para aumentarem sua proteção.

De acordo com Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Merial Saúde Animal, é preciso ficar atento aos primeiros sintomas apresentados por cães e gatos. “As doenças respiratórias são as mais comuns nessa época do ano. A gripe canina ou felina apresenta sintomas bem parecidos com o que sentimos, como secreção nasal, tosse e espirros.”

Existem ainda inúmeras outras doenças infecciosas que podem acometer os animais, e no inverno outros males também podem surgir como é o caso da cinomose, doença viral transmitida entre cães, que apresentam sintomas similares aos da gripe canina, mas com uma gravidade maior, podendo levar o animal à morte.

O veterinário reforça que são necessários alguns cuidados e pontos de atenção para mantermos nossos amigos animais saudáveis nessa época do ano. “O clima seco, ambientes fechados, sem ventilação e o contato direto entre animais saudáveis e animais doentes facilitam a transmissão de microorganismos.

Confira algumas dicas para cuidar dos animais no frio:

Banhos

Evite banhos em dias muito frios, isso pode causar uma sensação de frio maior ao seu animal. Caso seja necessário, use água morna e capriche no momento de secar.

Pelos

Os pelos auxiliam na retenção do calor. Embora existam animais com pelo curto que não sentem necessariamente mais frio no inverno, essa época não é indicada para tosa completa dos animais.

Roupas

Aposte em cobertores, mantas e roupinhas confortáveis para seu animal, principalmente se eles ficam do lado de fora da casa. Comumente os animais não gostam de ficar o tempo todo com a roupinha, então utilize apenas ao perceber temperaturas muito baixas e sinais de que o animal está sentindo frio.

Fonte: R7

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Entenda como detectar e tratar a gripe canina

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Durante o inverno, estação em que aumenta a probabilidade de gripes e resfriados, os cães devem receber uma atenção especial. Neste período o cão corre um risco maior de contrair a gripe canina, que pode gerar sangramento nos pulmões e até pneumonia. Por isso, entenda o que é essa gripe, como detectá-la e como ela precisa ser tratada.

H3N8 – Gripe canina

O vírus conhecido como H3N8 é um tipo específico do vírus influenza que causa a doença em cães, mas não em seres humanos. Ele foi inicialmente um vírus de contaminação específica dos cavalos, modificando-se e adaptando-se para o organismo de animais menores, os cachorros. Com uma rapidez na transmissão, acredita-se agora que a doença só seja transmitida nos cães, tendo mudado o foco do hospedeiro com o passar dos anos.

O vírus foi descoberto há mais de 40 anos e apenas em 2004 houve a notícia que um cão havia sido contaminado. Ele foi diagnosticado primeiramente na raça galgo, apenas depois disseminando-se para outras raças.

Ele é transmitida pelo contato direto via secreções respiratórias, como a gripe humana é transmitida para as pessoas. O H3N8 pode entrar no organismo dos animais com contato do cão infectado, objetos contaminados e por pessoas que possam estar com as mãos ou roupas com o vírus espalhado. Ele pode permanecer vivo em superfícies por até 48 horas, em roupas por no máximo 1 dia e nas mãos por 12 horas. Nos animais contaminados, o vírus fica multiplicado em um alto nível nas secreções nasais por volta de 2 a 4 dias, podendo espalhá-lo por até 10 dias. Muitas vezes, no período em que os cães não aparentam sinais clínicos da doença (primeiros 2 dias), é quando mais prolífero o vírus está.

Sinais do vírus no cão

Em 80% dos cães que adquirem a doença, os sinais são leves e podem incluir uma tosse incômoda e persistente, sem melhora por tratamento, alguns espirros, febre e coriza.

“Suspeitamos que o cão esteja com o vírus se o animal estiver mostrando os sinais da doença, mesmo que ela não seja diagnosticada apenas com os sinais clínicos, necessitando um teste de anticorpo específico para resultados mais exatos” explica Aldo Macellaro, veterinário e proprietário do Clube de Cãompo. São realizadas duas coletas de sangue, uma retirada no momento em que há a primeira suspeita do vírus e a segunda apenas 10 a 14 dias mais tarde. “Se o cão for levado ao médico logo no começo, que são 72 horas após os primeiros sinais, as secreções nasais podem ser testadas para confirmar a presença do H3N8” complementa.

Tratamento

A gripe canina não tem um tratamento específico, mas o animal precisa de cuidados como ingestão de líquidos para não haver desidratação, uma boa alimentação e antibióticos para prevenir ou tratar uma infecção secundária, especialmente em casos de pneumonia ou quando há secreção nasal de cor esverdeada e densa. Embora raros, em casos mais graves, alguns cães podem necessitar de auxílio respiratório com oxigênio.

“Todos os animais que demonstram algum sinal de infecção respiratória devem ficar isolados dos outros cães por, pelo menos, duas semanas” explica o veterinário. Todos os objetos, roupas ou superfícies que possam ter tido contato com o animal e com o vírus devem ser limpos e desinfetados. O vírus morre quando eliminado dessa forma, com desinfetantes do dia à dia. As pessoas devem ter higiene nas mãos antes e depois de ter contato com o cão que mostra sinais da infecção. “É muito importante que outros animais não compartilhem brinquedos ou pratos de comida e água com o cão infectado” exorta Macellaro.

Há uma vacina específica disponível, que infelizmente não irá tratar a doença e nem evitá-la totalmente, mas pode diminuir drasticamente a gravidade da mesma caso o cão seja infectado. A vacina também ajuda a diminuir o quanto de vírus é espalhado no ambiente, já que os vacinados são menos propensos a transmitir o vírus. Os veterinários recomendam que apenas os que têm contato com muitos animais devam tomar a vacina, como os que moram em um abrigo, em canis, frequentam parques de cachorros ou habitam casas com vários outros cães.

Fonte: Itu

 

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Gripe é inimiga dos animais no inverno

Foto: Divulgação
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Nessa época do ano, devido ao clima seco, ambientes fechados sem ventilação e ao frio, os animais domésticos como cães e gatos são mantidos juntos e em lugares fechados, o que facilita a transmissão dos agentes da gripe. Por isso, os profissionais de canis, pet shops e tutores de animais precisam tomar algumas prevenções para evitar a transmissão de micro-organismos causadores de doenças entre os animais.

Cães e gatos podem sofrer de doenças parecidas com a gripe humana, com sintomas como secreção nasal, tosse e espirros. Em situações como essa é preciso ficar atento aos primeiros sintomas apresentados pelos animais. A veterinária, mestranda em Ciência Animal pela UFG, Layla Lívia Queiroz dá dicas de como proporcionar cuidados especiais nesta época do ano.

Layla assegura que não é preciso muito para evitar os problemas comuns da época, sendo que uma das primeiras medidas para se evitar doenças como as respiratórias é a vacinação. “A vacinação ainda é o melhor processo para proteger os animais, para os cães recomendamos a vacina contra traqueobronquite, tosse dos canis”, recomenda.

Roupas

Layla acrescenta que, além disso, é essencial proteger os animais do frio, não os expondo ao vento e à chuva, bem como preparar um bom abrigo para eles dormirem. “A cama do animal deve ser mantida em lugar protegido do vento e da chuva”, ressalta. O uso de roupinhas é variável para cada caso. “No caso de animais de pelos longos, evite tosas curtas e animais de pelo curto usar roupas”, sugere.

Há animais que já estão bem protegidos dentro de casa e não sentem frio, sendo desnecessário o uso de roupinhas. Mas Lívia assegura que é importante salientar que o animal não deve ser exposto a vento à noite sem proteção. Assim como evitar banhos em dias muito frios e diminuir a frequência dos mesmos. “Se for dar banho, dê com água morna e seque bem com o secador”, explica.

Quanto aos cuidados especiais com os animais idosos e filhotes, a veterinária destaca que os cuidados devem ser maiores. “Os cuidados devem ser maiores, porque quando filhotes ou idosos eles têm dificuldades na regulação da temperatura corporal”, pontua.

Confira as dicas para cuidar de seus animais domésticos:

Banhos – O ideal é evitar banhos em dias muito frios devido à dificuldade de deixar o animal completamente seco após o banho, o que faz com que a sensação de frio seja maior. Caso seja necessário, use água morna e seque muito bem.

Roupas – As roupas e os cobertores ajudam a diminuir a sensação de frio, principalmente nos animais que passam o inverno do lado de fora da casa. O uso das roupinhas pode ser feito caso o animal esteja sentindo frio, neste caso, ele fica encolhido e tremendo. No entanto, deve-se tomar cuidado na escolha da roupa: ela deve ser confortável e de fibras naturais, de preferência.

Pelos – É verdade que os pelos ajudam a reter calor. Mas existem animais com pelo curto que não sentem necessariamente mais frio no inverno.

Vacinas – Mantenha a carteira de vacinação do seu animal sempre atualizada.

Fonte: Diário da Manhã

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Cachorro tem gripe como a dos humanos?

 

(Foto: Divulgação)
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Muito comuns aos seres humanos, as gripes e resfriados aparecem bastante nas épocas em que as temperaturas são baixas e secas e, na maioria das vezes, são facilmente tratadas. No entanto, o que muitos não sabem é que os animais também sofrem com este tipo de ocorrência ao longo da vida.

Os cães podem ser contaminados pelo problema de diferentes maneiras e, na maioria das vezes, não é difícil identificar quando um cachorro tem gripe, já que os seus sintomas se apresentam de forma similar como das pessoas. Fatores que incluem friagem, ventos fortes e gelados e a temperatura muito baixa também influenciam na aparição da gripe canina; no entanto, o vírus da Parainfluenza Canina e do Adenovirus Tipo II, além da bactéria Bordetella Bronchiséptic, também podem ser tidos como agentes da doença, e provocar, inclusive, a famosa Tosse dos Canis.

Em todos os casos, os sinais são bastante característicos, e destacam a tosse seca (que dá a impressão de que o animal está engasgado com alguma coisa.

Espirros, secreções nasais e a expectoração de uma espuma branca pela boca também são ocorrências frequentes nos cães gripados. Porém, nos casos em que a doença ganha mais força, ela pode ser responsável por gerar uma série de outras complicações para a saúde do animal; podendo até transformar-se em uma pneumonia – que é muito mais difícil de ser tratada e pode levar o animal ao óbito.

Os cães com uma propensão maior a desenvolver casos mais graves da gripe e da tosse canina são os filhotes, os idosos e os que, por algum motivo, tenham problemas de imunização. Além destes, os cachorros de raças braquicefálicas (de focinho mais curto) também têm uma predisposição maior a enfrentar problemas sérios durante uma gripe; já que contam com uma capacidade menor de “filtrar” o que é respirado pelo nariz até que o ar chegue ao seu pulmão, levando mais impurezas e bactérias para seu corpo.

Conforme a doença se desenvolve e se torna mais agressiva, sintomas como febre, secreções oculares, falta de apetite e apatia, entre outros, começam a aparecer – sendo que, se a doença não for tratada de maneira correta, esse quadro pode evoluir para a pneumonia. Com isso em mente, fica claro que, ao notar qualquer sinal de gripe no seu cãozinho, a melhor pedida é correr para uma clínica veterinária – onde ele poderá ser avaliado por um profissional e, se for necessário, medicado.

Embora haja casos em que a doença pode trazer graves consequências (incluindo a morte do animal), esse tipo de situação acontece, principalmente, em função do não tratamento do animal e, na grande maioria dos casos, os cachorros com gripe são facilmente curados – exigindo apenas alguns cuidados como ficar longe de friagens e a administração de antibióticos (que devem ser receitados por um médico veterinário) e anti-inflamatórios.

Fonte: Cachorro Gato

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Você é o Repórter

Amigo dos animais não usa Naldecon

Planeta dos Animais

As ONGs Sociedade Protetora dos Animais de Volta Redonda e Instituto Planeta dos Animais de Barra Mansa (ambas do estado do Rio), criaram no facebook um grupo entitulado “DIGA NÃO A NALDECON – Amigos dos animais não usa Naldecon”.

Em flagrante desrespeito aos animais e a legislação vigente, o produto NALDECON, do laboratório BRISTOL, lançou uma campanha de “Combate a Gripe”, usando ovelhas para personificar a gripe e usando imagens de pessoas “combatendo” a gripe através de chutes ou lançamento de dardos tranquilizantes nas ovelhas.

Esse tipo de propaganda, além de claramente incitar a violência contra os animais, fere diretamente as leis 24.645/34 e 9605/98, e aos preceitos de qualquer código de ética.

O objetivo do grupo é mobilizar pessoas para dizer que não concordam com a postura da empresa, do produto e da agência que criou um material tão ofensivo, antiético e desumano, exigido a interrupção imediata da veiculação da propaganda e o investimento da empresa em ações educacionais de proteção animal.

Se você também não concorda com isso, entre no grupo https://www.facebook.com/groups/376490649147126/

Afinal de contas, amigo dos animais preserva, ama, cuida e principalmente respeita.

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Cães que tossem? A saúde dele pede atenção

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A tosse dos cães, conhecida popularmente como a gripe, atinge o sistema respiratório e é contagiosa. Negão, um simpático cachorro SRD, de 10 anos, já é um senhor de idade que requer uma atenção especial de seus tutores.

Por isso, quando o animal começou a ter tosse alta e seca, sua tutora logo correu com ele para o veterinário. Chegando lá, a médica veterinária Carolina Suzuki, da clínica Zoo Planet, em Bauru (SP), pediu os exames para eliminar as hipóteses de uma broncopneumonia ou algo pior.

Ufa, não era nada tão grave, era apenas mais um caso da famosa tosse dos canis, popularmente conhecida como gripe canina.

“Nessa época do ano, essa doença é bastante comum”, diz Carolina. O clima frio e seco favorece a proliferação de bactérias e vírus e, assim como ocorre nos humanos, os cães também podem contrair a doença. A tosse dos cães atinge o sistema respiratório do animal, por isso, a prevenção ainda é a melhor forma de impedir o contágio ou a evolução da doença que, no estágio mais grave pode resultar em pneumonia.

Como cuidar
O tratamento é simples e feito com a própria vacina. Negão, por exemplo, foi medicado com remédios contra a tosse e também com uma dose da vacina intranasal.

Segundo o professor César Dinóla, doutor em microbiologia veterinária, Assessor Acadêmico & Gestor do Canil da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi, além de cuidados básicos, a vacinação anual do mascote pode proteger principalmente os filhotes e cães idosos que apresentam debilidades por conta da idade.

Porém, os cães adultos não estão livres da gripe, principalmente se estabelecerem contato com animais doentes ou inalarem gotículas de ar que contenham os vírus e bactérias agentes da gripe canina.

“No dia a dia, recomenda-se a proteção básica contra correntes de vento e chuva, manter o ambiente limpo e evitar a exposição do cão à mudanças bruscas de temperatura.

Focinho achatado é mais suscetível
Cães braquicefálicos, ou seja, aquelas raças que tem o focinho chato – como buldogue francês, pug, boston terrier, pequinês, boxer, buldogue inglês, shih tzu, entre outros –, são mais suscetível às doenças que atacam o sistema respiratório. “Para estes clientes nós dizemos que a vacina é praticamente obrigatório, isso porque eles realmente têm mais tendência a terem a tal gripe canina”, diz a veterinária Carolina.

Fonte: Rede Bom Dia

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