Ativistas protestam em frente ao banco
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Ativistas protestam contra cédulas de dinheiro produzidas com gordura animal

As notas contêm sebo (gordura animal) e despertaram a indignação de veganos, vegetarianos e vários grupos religiosos, incluindo hindus, sikhs e jains.

Ativistas protestam em frente ao banco
Foto: AWP Twitter

O Partido do Bem-estar Animal [AWP] também se juntou aos manifestantes. Apesar da revolta do público após o lançamento das cédulas em 2016 (incluindo uma petição assinada por mais de 135 mil pessoas), o BoE decidiu que seria muito caro fazer novas cédulas sem sebo.

Quando a questão surgiu, um porta-voz do banco alegou que as notas já estavam em fase de produção e quase 25 milhões de libras passaram a ser impressas com gordura animal, informa o Plant Based News.

O porta-voz declarou: “Tendo em vista as considerações, o Banco concluiu agora que seria apropriado manter a nota de polímero de £ 5 em circulação e emitir a nota de polímero de £ 10 conforme planejado, em Setembro”.

Porém, a luta continua. Sam Morland, representante do Partido do Bem-estar Animal, afirmou:  “O evento teve uma boa conclusão – tivemos cerca de 50 pessoas, todas vieram para fazer com que suas vozes sejam ouvidas. O novo £ 10, obviamente, está entrando em circulação agora – esta luta tem ocorrido desde que o banco lançou seus 5 novos £, que também contêm sebo”.

“Porém, era o caso de informar o Banco de que o protesto prosseguirá e continuaremos enquanto ainda existem perguntas em torno dos £ 20. A mensagem foi ouvida, mas ainda não foi colocada em prática”, completou.

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Banco da Inglaterra anuncia substituição de cédulas produzidas com sebo após protestos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Dylan Martinez - WPA Pool/Getty Images
Foto: Dylan Martinez – WPA Pool/Getty Images

O Banco de Inglaterra anunciou que mudará suas cédulas de polímero e está trabalhando em soluções potenciais após despertar indignação em ativistas após ter emitido cédulas de £ 5 com sebo.

“As informações recentemente fornecidas por nosso fornecedor, Innovia, e sua cadeia de suprimentos mostram que uma quantidade extremamente pequena de sebo é usada em uma fase inicial do processo de produção de pelotas de polímero que são então usados para criar o substrato de base para as notas de cinco libras “, disse o governador Mark Carney em um comunicado.

Em um post do Twitter, o Banco da Inglaterra confirmou os vestígios do sebo usado no substrato de base das notas. O sebo é uma substância produzida a partir da gordura animal de bifes ou carne de carneiro.

A notícia provocou um tumulto entre internautas que começaram uma petição para “deixar de usar produtos de origem animal na produção de moedas”. A petição ganhou mais de 120 mil signatários.

“Estamos cientes das preocupações de algumas pessoas sobre vestígios de sebo em nossa nova nota de cinco libras. Respeitamos essas preocupações e as tratamos com a maior seriedade”, acrescentou Carney.

Em setembro do ano passado, o banco assinou um acordo com a Innovia para trocar os seus papéis por notas de polímero. De acordo com funcionários, a instituição não sabia desta questão ao assinar o contrato. Em uma declaração oficial, as autoridades dizem que as novas notas de polímero seriam mais limpas, mais resistentes e durariam cerca de cinco anos.

De acordo com o Telegraph.co.uk, as autoridades afirmam que as novas notas com a imagem de Winston Churchill são mais difíceis de falsificar. “A Innova agora está trabalhando intensamente com sua cadeia de suprimentos e manterá o Banco informado sobre o progresso em direção a possíveis soluções”, acrescentou Carney.

A nova nota de polímero de £ 10 será emitida no verão de 2017 e a nota £ 20 até 2020, de acordo com o Nature World News.

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Café vegetariano se nega a aceitar notas de cinco libras com gordura animal

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A descoberta do uso de gordura animal em nota de cinco libras já trouxe muitas alterações no dia a dia de cidadãos inglêses. Após o anúncio do Banco Central, Sharon Meijland, dona de um café vegetariano em Cambridge, decidiu colocar cartazes avisando seus clientes que, em seu estabelecimento, a nova nota de cinco libras não será aceita.

Em entrevista ao site Sky News, Sharon explicou que entre os clientes a reação foi positiva. Mesmo assim, a comerciante diz que recebeu alguns comentários contrários e críticas, mas assegura que não está à procura de publicidade. Ela acredita que está sendo alvo de críticas e insultos porque assumiu uma posição pública contra a exploração de animais.

Após o anúncio, a comunicação social britânica recebeu críticas e queixas. Uma petição pública, criada pelo cidadão cidadão vegano Doug Maw, já reúne mais de 10 mil assinaturas pedindo que o Banco da Inglaterra utilize uma alternativa ética e livre de exploração animal na emissão de notas de cinco libras.

Com informações de Notícias do Mundo

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Pelo menos três países emitem dinheiro contendo gordura animal

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

No início desta semana, o banco central inglês causou revolta entre vegetarianos e veganos ao divulgar que suas novas notas de 5 libras contêm gordura animais. As cédulas passaram a circular no país em setembro e contêm gordura extraída através da exploração e morte de bois, ovelhas e cavalos.

Mas, de acordo com o CNN Money, ele não é o único com traços de exploração animal em sua fabricação. Os bancos centrais do Canadá e da Austrália também admitiram que suas cédulas são fabricadas com o mesmo material, o que, segundo representantes dos governos “minimiza danos de uso”.

Em todos os casos, o material é fabricado pela mesma companhia, a Innovia Films, com a qual a reportagem do site entrou em contato. Nos últimos anos, notas de dinheiro feitas de plástico vêm sendo adotadas por serem mais resistentes a sujeira e durarem mais que papel.

Como resposta, representantes da companhia disseram que nunca adicionariam propositalmente ingredientes animais em seus produtos, e a empresa busca formas de eliminar o problema. A solução para isso, porém, deve demorar. Eles alegam que este é “um processo difícil”.

Com informações de InfoMoney

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Banco da Inglaterra anuncia uso de gordura animal em notas de 5 libras

Por Rafaela Pietra | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Banco da Inglaterra anunciou a utilização de gordura animal para fazer as novas notas de cinco libras, revoltando vegetarianos e veganos em todo o mundo. Mais de 7 mil pessoas já assinaram uma petição contra o uso da gordura animal para fabricar as novas cédulas de polímero, que foram lançados em setembro.

A instituição defendeu o uso da gordura animal alegando que é utilizado na fabricação de velas e sabão. Muitos britânicos ameaçaram boicotar as notas, que são feitas de plástico, e declararam a total recusa em utilizá-las.

Segundo Doug Maw, funcionário de hotel, 47 anos, que iniciou a petição contra a utilização do sebo nas novas notas de cinco libras, a posição do governo inglês deixa os vegetarianos e vaganos enojados. “Eu entendo que as notas antigas contêm coisas também – nós não podemos fazer nada sobre o que já está em circulação – mas o fato de que eles estão produzindo novas notas da mesma forma é o que realmente me irrita. Não há desculpa para isso. Tem que existir outras formas de ganhar dinheiro sem usar produtos de origem animal”, declarou.

“Eu não acho que nada vai acontecer com o que já foi feito, mas eu só espero que eles produzam novas [notas] sem o uso de gorduras animais. Eles não podem vir com algo um pouco mais moderno? Estamos sendo forçados a utilizar produtos de origem animal.”

Maw disse que iniciou uma segunda petição no site de Petições Governamentais do Reino Unido e que está aguardando autorização. De acordo com ele, esta é uma tentativa de fazer com que a questão seja debatida e endereçada ao parlamento.

Uma porta-voz do Banco da Inglaterra disse ao ITV.com: “Podemos confirmar que a pastilha de polímero a partir da qual o substrato de base é feita contém um traço de uma substância conhecida como sebo, que é derivado a partir de gorduras de origem animal. É também uma substância amplamente utilizado na fabricação de velas e sabão.”

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Gordura de carne e produtos lácteos aumentam em 53% o risco de câncer pancreático

Carne vermelha e produtos lácteos podem aumentar o risco de câncer pancreático, segundo relatório do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, divulgado no último dia 26 de junho.

Câncer de pâncreas, que geralmente é fatal, é a quarta principal causa de mortes por câncer naquele país. Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença foi “encontrada uma associação entre a alta ingestão de gordura e câncer pancreático – especificamente alimentos ricos em gordura de origem animal” , disse a pesquisadora Rachael Z. Stolzenberg-Salomão.

“Estas conclusões estão em consonância com as orientações dietéticas para americanos reduzirem a quantidade de gordura que comem”, disse ela. “Reduzindo a gordura pode reduzir o risco de câncer pancreático”.

Os pesquisadores coletaram dados de mais de meio milhão de pessoas – 308.736 homens e 216.737 mulheres – que participaram do National Institutes of Health-AARP Diet and Health Study.

Durante os seis anos da pesquisa, 1.337 pessoas foram diagnosticadas com câncer pancreático. Homens que consumiram mais gordura de origem animal tiveram o risco aumentado em 53% de desenvolver a doença, as mulheres em 23% – em comparação com homens e mulheres que consumiram pouca gordura animal.

Dr. Brian M. Wolpin, oncologista do Dana-Farber Cancer Institute, em Boston, disse que o estudo pode fornecer pistas para a doença. “Sabemos muito pouco sobre câncer pancreático e quais são as causas, e não fazemos um trabalho muito bom no tratamento”, disse Wolpin.

Ele observou que, para além da possibilidade de uma ligação entre câncer pancreático e de gordura, existem outros bons motivos para limitar o consumo de carne vermelha e gordura animal, incluindo um aumento do risco de outros cânceres. Pessoas que comem muita carne vermelha tendem a se engajar em outros comportamentos insalubres vida, disse Wolpin.

Eric J. Jacobs, diretor estratégico da farmacoepidemiologia no American Cancer Society, disse que o estudo “constitui uma importante prova de que uma dieta rica em gordura animal pode aumentar o risco de uma das principais causas de mortes por câncer”.

* com informações de Forbes

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