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Greta Thunberg é premiada por seu papel e sua dedicação no combate às mudanças climáticas

Foto: Anders Hellberg
Foto: Anders Hellberg

A ativista ambiental Greta Thunberg, que em agosto de 2018, ausentava-se das aulas escolares para protestar, ficando em frente ao parlamento sueco e exigindo mais ações para combater as mudanças climáticas por parte dos políticos de seu país acabou influenciando e inspirando jovens e adultos do mundo todo com seu ativismo dedicado.

Greta foi reconhecida com o prêmio “Modelo para a Juventude” do ano pela ONG de defesa dos direitos animais PETA.

A ativista climática de 16 anos recebeu a honra como parte da premiação anual da entidade. Os prêmios “reconhecem os jovens mais poderosos que estão promovendo a causa pró-animal”.

Ser vegano pelos animais e pelo planeta

Segundo a instituição, Thunberg ‘”nunca perde a oportunidade de abordar a ligação entre a criação de animais para consumo e a mudança climática global e instar outras pessoas a se tornarem veganas”.

Ao se descrever como vegana por “razões éticas, ambientais e climáticas”, Thunberg incentivou outras pessoas – incluindo seus pais – a abandonar ou reduzir os produtos de origem animal.

“Ela se recusa a sentar e assistir”

“Esteja ela liderando uma greve, participando de uma passeata ou comendo uma refeição, a PETA saúda Greta Thunberg, por se recusar a sentar e assistir enquanto o planeta é destruído e seus cidadãos animais morrem por um sabor fugaz de um nugget de frango ou uma fatia de queijo”, disse Marta Holmberg, diretora sênior de programas para jovens da PETA.

“A PETA está reconhecendo Greta por falar a verdade e inspirar jovens ativistas apaixonados a rejeitar qualquer coisa que seja proveniente de um animal”.

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Espécies ameaçadas de extinção são vítimas da falta de ação do governo em relação às mudanças climáticas

Tigre, especie ameaça da extinção listada pela IUCN | Foto: : A. G. on Unsplash
Tigre, especie ameaça da extinção listada pela IUCN | Foto: : A. G. on Unsplash

Um novo estudo realizou previsões com base nos planos do governo americano classificados pela análise como inadequados para lidar com as mudanças climáticas e espécies ameaçadas.

Segundo os pesquisadores, mais de 99% das espécies ameaçadas de extinção são vulneráveis às mudanças climáticas. E agências federais não estão fazendo sua parte para protegê-las.

O estudo aparece no British Journal Nature Climate Change. Atualmente, existem 459 espécies na lista de espécies ameaçadas de extinção da IUCN (Internacional Union for Conservation of Nature). As mudanças climáticas afetam a qualidade da água, habitat, temperatura e espécies invasoras. Todos esses fatores influenciam animais já ameaçados de extinção.

A principal autora do estudo, Aimee Delach, disse sobre a pesquisa: “Nossas descobertas demonstram que, embora a mudança climática seja uma ameaça premente para espécies ameaçadas, as agências que gerenciam espécies protegidas pelo governo federal não deram atenção suficiente a essa ameaça”.

“Pior ainda, descobrimos que as agências estão caminhando na direção errada, com ações em documentos de recuperação que abordam ameaças às mudanças climáticas em declínio desde 2014. A administração atual produziu apenas um documento relacionado a essas espécies no período de 2017-18, que incluía ações de gerenciamento para lidar com os impactos climáticos”, disse a especialista.

Quanto aos planos atuais para espécies ameaçadas, segundo o estudo, as agências federais sugerem intervenções para 18% das espécies e listam apenas 64% das espécies como potencialmente afetadas pelas mudanças climáticas.

Um porta-voz do Departamento de Vida Selvagem dos EUA disse que a “sensibilidade às mudanças climáticas pode não ser tão severa para significar que um animal precisa ser colocado em uma lista especial”.

Os autores da pesquisa afirmam que seu estudo confirma que a mudança climática tornaria mais difícil para os animais ameaçadas evitar a extinção. As informações são do One Green Planet.

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Mais de 50 ursos polares famintos procuram por comida em aldeia russa

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

Uma aldeia russa recebeu a visita inesperada de 56 ursos polares famintos que, ao não encontrem alimento em seu habitat natural, se reuniram nos arredores do agrupamento humano remoto, atraídos pelo cheiro.

Imagens e filmagens notáveis mostram como a aldeia de Ryrkaypiy está agora em um “bloqueio virtual” devido à presença dos enormes e belos animais.

Todos os eventos públicos foram cancelados para evitar conflitos entre humanos e animais, e as crianças foram acompanhadas pelas autoridades quando iam e vinham do jardim de infância e da escola.

Patrulhas especiais designadas para acompanhar os animais, sem ferí-los, estão tentando impedir que os ursos “famintos” entrem em áreas residenciais.

Até agora, a presença dos animais se concentra nos arredores da vila – que tem uma população de 766 habitantes – e fica na região mais oriental da Rússia, em Chuktoka, onde os animais se alimentam de corpos de focas no Cabo Kozhevnkov, segundo relatos.

Ambientalistas e moradores disseram que o gelo ártico frágil e ralo deixou os ursos incapazes de andar sobre suas plataformas. A filial russa da ONG WWF ou World Wildlife Fund (Fundo Mundial da Vida Selvagem) disse que a mudança climática é responsável pelo fato, já que temperaturas incomumente quentes impediram a formação de gelo costeiro, como é comum para a época.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

O WWF está preocupado com o fato dos ursos poderem entrar na vila, lar de menos de 1.000 pessoas, e patrulhas foram criadas para monitorar seus movimentos sem ferí-los.

É o segundo ano em que a vila enfrenta dezenas de ursos polares a sua porta, mas os habitantes locais dizem que este ano há mais ursos do que nunca.

“Quase todos os ursos polares são magros”, disse Tatyana Minenko, chefe da Patrulha do Urso Polar da WWF em Ryrkaipiy.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Existem ursos adultos, adolescentes e ursos mãe com filhotes de diferentes idades.”

A vila fica perto de uma rota de migração de ursos e os guardas florestais estão usando trenós móveis e veículos para desencorajar os animais de se aproximarem das casas.

Os moradores também haviam reunido cadáveres de morsas na área para alimentar os animais famintos e dessa forma, tentar impedir que os ursos vagassem pela vila.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“O número de encontros humanos e animais de grande porte no Ártico está aumentando”, afirmou o WWF em comunicado.

“O principal motivo é o declínio da área de gelo marinho devido às mudanças climáticas. Na ausência de cobertura de gelo, os animais são obrigados a sair em busca de comida”.

Minenko e sua colega Maksim Deminov estão trabalhando 24 horas por dia para impedir confrontos entre ursos e pessoas.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Criamos um ponto de alimentação com corpos de morsa que reunimos ao longo da costa”, disse Minenko à agência de notícias RIA Novosti.

“Enquanto não houver um grande congelamento de água, o gelo do mar não se formará e os ursos permanecerão na costa”, disse ela.

É ilegal na Rússia atirar em ursos polares, mas os guardas estão prontos para usar balas de borracha para evitar conflitos.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Há guardas de plantão perto do jardim de infância e da escola local”, relatou o The Siberian Times.

“Todos os eventos públicos, como a preparação para shows de fim de ano, ensaios e reuniões locais, foram cancelados durante a presença dos ursos”.

“As crianças são levadas para a escola e jardim de infância e voltam para casa em ônibus reservado apenas para isso”.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

Os habitantes locais dizem que o clima de inverno anormalmente ameno levou à invasão de ursos polares, pois o mar não congelou apesar das temperaturas abaixo de zero.

Em vez de caçar peixes, os ursos comem corpos de focas deixadas no outono.

No ano passado, militares do exército limparam a costa da vila dos corpos de focas mortas e são esses agora de que os ursos estão se alimentando.

A vila de Ryrkaypiy, em Chukotka, fica perto de uma rota de migração de ursos e o clima de inverno anormalmente ameno levou os ursos a invadir devido à falta de gelo marinho | Tatiana Mineko/The Siberian Times
A vila de Ryrkaypiy, em Chukotka, fica perto de uma rota de migração de ursos e o clima de inverno anormalmente ameno levou os ursos a invadir devido à falta de gelo marinho | Tatiana Mineko/The Siberian Times

O serviço meteorológico da Rússia disse que as temperaturas na região devem cair e que o gelo costeiro deve congelar até 11 de dezembro.

Os ursos polares visitam regularmente áreas habitadas por seres humanos na Rússia no Ártico, em busca de comida, atraídos pelo cheiro e, geralmente, revirando lixo.

Mas o número de visitas vem crescendo à medida que o derretimento do gelo do Ártico vem aumentando devido às mudanças climáticas, o que obriga os ursos a passar mais tempo em terra onde competem por comida.

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Secretário geral da ONU avisa que a mudança climática se aproxima de um “ponto sem retorno”

Foto: Independent
Foto: Independent

O secretário-geral da ONU alertou que o planeta está próximo de um “ponto sem volta” e classificou os esforços globais para combater as mudanças climáticas de “totalmente inadequados”, enquanto os líderes mundiais se reúnem para uma conferência vital sobre o Acordo de Paris.

Antonio Guterres deu o aviso contundente antes da conferência da ONU sobre mudança climática (COP25), que se iniciou segunda-feira (02) e vai durar duas semanas, em Madri, na Espanha.

Governantes e delegados de quase 200 países tentarão firmar os compromissos assumidos em 2015, estabelecer novas regras internacionais para o comércio de emissões de gases e intermediar sistemas de compensação para os países mais pobres já afetados pelo aquecimento global.

A Aliança dos Pequenos Estados Insulares, representando as nações em maior risco com a subida do mar, vê as negociações como a última chance de evitar uma potencial catástrofe, enquanto a organização Save the Children (Salve as Crianças) adverte que 33 milhões de crianças africanas estão enfrentando a fome como resultado de ciclones e secas mais provável pelas mudanças climáticas.

“O ponto sem retorno das mudanças climáticas não está mais no horizonte”, disse Guterres a repórteres em Madri. “Ele já está à vista e avançando em nossa direção”.

“Observando que o mundo tem conhecimento científico e os meios técnicos para limitar o aquecimento global, o secretário da ONU denunciou a falta de ação dos formuladores de políticas diante de uma “emergência climática global”.

Guterres disse: “Os sinais de esperança estão se multiplicando. A opinião pública está despertando em todos os lugares, os jovens estão mostrando liderança e mobilização notáveis”.

“Mais e mais cidades, instituições financeiras e empresas estão se comprometendo com um caminho de 1,5°C (nível de aumento temperatura que não deve ser ultrapassado), o que ainda falta é vontade política”.

“Vontade política de colocar um preço no carbono. Vontade política de interromper os subsídios aos combustíveis fósseis. Vontade política de parar de construir usinas a carvão a partir de 2020. Vontade política de mudar a tributação da renda para o carbono. Tributando a poluição em vez das pessoas”.

Ele disse que, o fato dos líderes de todos os países, mostrarem “algo menos” que prestação de contas e responsabilidade, além de disposição para se comprometer com metas ambiciosas, “seria uma traição a toda a nossa família humana e a todas as gerações vindouras”.

Mas ele insistiu que sua mensagem era “uma fala de esperança, não de desespero. Nossa guerra contra a natureza deve parar e sabemos que isso é possível”.

Cerca de 70 países – muitos deles entre os mais vulneráveis às mudanças climáticas – se comprometeram a parar de emitir mais gases de efeito estufa até 2050. Mas alguns dos maiores emissores do mundo ainda o fazem.

O chefe da ONU disse esperar que a reunião de Madri leve os governos a almejarem emissões líquidas zero até 2050, antes do prazo para fazê-lo na COP26 em Glasgow no próximo ano.

Na semana passada, a Organização Meteorológica Mundial das Nações Unidas alertou que o nível de gases de efeito estufa havia atingido outra máxima histórica, “sem sinais de desaceleração e muito menos de declínio”.

Quatro anos após o Acordo de Paris, os negociadores ainda devem abordar a questão controversa da criação de um mercado mundial de emissões – um elemento-chave do sexto artigo do acordo de 2015.

“Estamos aqui para encontrar respostas para o artigo seis, não para encontrar desculpas”, disse Guterres.

Embora essas conversas representem a última chance dos países manterem o Acordo de Paris vivo, firmando suas metas para 2050 após um período de carência de cinco anos, a conferência também marca a primeira desde o anúncio de Mike Pompeo de que os EUA recusariam o acordo, como Donald Trump havia ameaçado há muito tempo.

Os EUA serão representados por Marcia Bernicat, a secretária de Estado assistente para assuntos ambientais internacionais, enquanto a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, também liderará uma delegação de legisladores democratas.

Os organizadores esperam cerca de 29 mil visitantes no total, incluindo 50 chefes de estado e de governo para a abertura na segunda-feira (02), além de cientistas, negociadores experientes e ativistas durante a reunião de duas semanas.

As conversações seriam inicialmente organizadas no Chile, mas protestos violentos contra o governo em Santiago fizeram a conferência ser transferida para a Espanha.

Greta Thunberg está atravessando o Atlântico em um catamarã (barco) para participar das negociações e deve chegar em Lisboa na terça-feira (03) de manhã. As informações são do Indepedent.

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Pamela Anderson pede ao primeiro ministro indiano que promova o veganismo pelo bem do planeta

Foto: Twitter
Foto: Twitter

A atriz e ativista pelos direitos animais, Pamela Anderson, pediu ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que promova a alimentação vegana e o consumo de produtos veganos para combater a atual crise climática.

A estrela da série Baywatch (SOS Malibú) escreveu uma carta para Modi, que já é vegetariano, em nome da organização de defesa dos direitos animais PETA India – solicitando que todos os alimentos nas reuniões e funções do governo sejam baseados em vegetais.

Crise ambiental

“Converter animais em carne e criar cada vez mais vacas porque os seres humanos são viciados em laticínios está contribuindo para a nossa crise ambiental compartilhada pelo mundo todo”, escreveu Anderson.

“Com a inovação e o histórico agrícola de seu país; tenho certeza de que a soja produzida na Índia e outras alternativas alimentares podem facilmente substituir esses alimentos prejudiciais”.

Desperdício de recursos

A estrela também disse que ficou “abalada” com as descobertas do impacto da mudança climática no país – citando pesquisas que sugerem que “36 milhões de indianos podem enfrentar a ameaça de inundação costeira anual até 2050 – 31 milhões de pessoas a mais do que anteriormente”.

“A coisa mais fácil de mudar são nossos cardápios”, acrescentou Anderson. “A criação de animais para consumo de carne, ovos e laticínios é responsável por quase um quinto de todas as emissões de gases de efeito estufa induzidas pelo homem e usa um terço das terras agrícolas globais – um enorme desperdício de recursos”.

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Nova lista revela as dez cidades do mundo mais amigáveis aos veganos

Londres, na Inglaterra, ficou no topo da lista | Foto: Adobe
Londres, na Inglaterra, ficou no topo da lista | Foto: Adobe

O famoso e reconhecido guia on-line de restaurantes veganos, HappyCow, lançou uma lista das 10 principais cidades mais favoráveis aos veganos no mundo.

O HappyCow usou três critérios para montar sua lista – sua impressão geral de convivência vegana em uma cidade, o número de restaurantes veganos no raio de oito quilômetros na área com maiores densidades de restaurantes da cidade e o número de restaurantes que oferecem comida vegetariana e vegana nesta área.

No topo da lista está Londres – que abriga 152 restaurantes veganos – seguida por Nova York, Berlim, Los Angeles e Toronto, entre outros.

Estilo de vida

“No ano passado, o número de restaurantes veganos adicionados ao HappyCow aumentou substancialmente e o interesse pelo veganismo continua a crescer exponencialmente”, afirmou a organização.

“Há 10 anos, constando no HappyCow, nessa mesma época do ano, havia 625 restaurantes totalmente veganos listados na plataforma. Hoje, existem mais de 8100 restaurantes veganos listados em nosso recurso, com muito mais listagens de comidas vegetarianas e outras veganas disponíveis no site”.

O interesse no veganismo está aumentando, de acordo com a organização | Foto: Adobe.
O interesse no veganismo está aumentando, de acordo com a organização | Foto: Adobe.

“Enquanto o número de opções veganas em todo o mundo é vertiginoso, em algumas cidades o número total de restaurantes veganos puros aumentou devido à maior disponibilidade de opções veganas. Os restaurantes veganos muitas vezes precisam de todos os clientes que puderem ter para ficar no topo”.

Top 10

1. London

2. New York City

3. Berlin

4. Los Angeles

5. Toronto

6. Warsaw

7. Portland

8. Bangkok

9. Tel Aviv

10. Praga

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Ativista Greta Thundberg entrevistará líderes no combate às mudanças climáticas em programa de rádio

Greta Thunberg | Foto: Plant Based News (edição)
Greta Thunberg | Foto: Plant Based News (edição)

A ativista adolescente, Greta Thunberg, foi convidada para participar de um episódio de Natal do programa Today da BBC Radio 4.

A ambientalista de 16 anos está atualmente se preparando e navegando pelo Atlântico para a Cúpula de Ação Climática da ONU que ocorrerá em Madri, Espanha.

Ativistas da linha de frente

Como entrevistadora convidada, ela “falará com os principais líderes mundiais do combate às mudanças climáticas e ouvirá ativistas da linha de frente”, segundo a BBC.

Greta também “encomendou relatórios” sobre a situação da Zâmbia e da Antártica e fará uma entrevista com o apresentador de notícias da BBC Mishal Husain.

Outros entrevistadores convidados incluem o artista condecorado pela monarquia britânica Grayson Perry, a presidente da suprema corte do país Lady Hale e o artista de poesia falada, Geroge the Poet (George Mpanga). Entre os apresentadores convidados anteriormente estão a atriz Angelina Jolie, o professor Stephen Hawking e o duque de Sussex, príncipe Henry.

Cada convidado fará um episódio do programa da Rádio 4 no Boxing Day (26 de dezembro) – Véspera de Ano Novo (1º de janeiro).

“Notável”

No início deste mês, o lendário radialista Sir David Attenborough descreveu Greta como “notável” – afirmando que ela está “agitando o mundo” com sua determinação.

Attenborough, cuja série de documentários ambientais “Seven Worlds One Planet” está atualmente em exibição na BBC1, também disse estar feliz com o fato da mensagem climática estar alcançando as massas.

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Cientistas avisam que o derretimento do gelo pode elevar o nível do mar submergindo regiões costeiras

Foto cedida pela Divisão Antártica Australiana mostra um dente frouxo na plataforma de gelo Amery no leste da Antártica
Foto cedida pela Divisão Antártica Australiana mostra um dente frouxo na plataforma de gelo Amery no leste da Antártica | Foto: AFP/Getty Images

Cidades inteiras podem ser dizimadas pelo aumento do nível do mar, com milhões de pessoas deslocadas antes do final do século, alertam os cientistas.

Os níveis de água podem subir 11 pés (cerca de 3,35m) até o final do século, de acordo com estimativas baseadas em um período semelhante de aquecimento há 125 mil anos.

Estudando novos dados do “último interglacial”, um período de altos níveis do mar e baixos níveis globais de gelo, os cientistas acreditam que podem prever a taxa em que o próximo “aquecimento global extremo” poderá ocorrer.

Durante a “última interglacial”, as temperaturas da Terra eram apenas um grau mais quentes do que são agora.

O derretimento das calotas polares na Antártica fez com que o nível do mar subisse rapidamente – aproximadamente 3 metros a cada 100 anos.

Isso continuou por séculos, subindo para cerca de 11 metros acima dos níveis atuais, com áreas de terra cobertas por água.

Cientistas da Universidade Nacional da Austrália estudaram corais fossilizados e sedimentos antigos do Mar Vermelho para analisar a taxa em que o último “aquecimento global extremo” aconteceu.

Enquanto o “último aquecimento interglacial” foi um fenômeno natural, o aquecimento que estamos experimentando agora é causado principalmente por atividades humanas, explicam os cientistas.

O autor principal do estudo, Professor Eelco Rohling, disse ao Daily Mail, em reportagem de 7 de novembro, que o último aumento do mar se deveu a instabilidades naturais do clima: “Estes eventos eram menores e mais lentos do que a perturbação climática causada por humanos de hoje”.

“Nosso estudo mostra claramente que a Antártica, há muito considerada um gigante adormecido quando o nível do mar sobe, é de fato o principal ator da questão. E pelo que estamos vendo, isso pode mudar em grandes quantidades e em prazos altamente relevantes para a sociedade, de maneiras que teriam efeitos profundos na infraestrutura humana”, disse o especialista.

Foto: EPA
O Copernicus Support Office divulgou esta imagem do iceberg D83 saindo da plataforma de gelo Amery na Antártica, em 20 de setembro de 2019 | Foto: EPA

O estudo mostra pela primeira vez quanta perda de gelo ocorreu na última região interglacial na Antártica, seguida pela Groenlândia.

Os cientistas alertam que os efeitos do aquecimento global causado pelo homem podem ser mais devastadores, pois atualmente estão aquecendo os dois polos na mesma proporção.

Se as camadas de gelo da Groenlândia e da Antártica derretessem completamente, haveria um aumento devastador de 90 metros nos níveis de água.

A co-autora do estudo, Fiona Hibbert, disse que na atual mudança climática causada por gases de efeito estufa, o rápido aquecimento atmosférico e oceânico ocorre nas duas regiões polares ao mesmo tempo.

O Dr. Hibbert completou: “Isso causa perda simultânea de gelo na Antártica e na Groenlândia”.

“Mas o que é vital lembrar é que a perturbação climática de hoje é maior e se desenvolve mais rapidamente do que a da última interglacial”.

“Como resultado, as taxas de aumento do nível do mar podem se desenvolver nos próximos séculos, ainda mais altas do que as encontradas para o interglacial que estudamos”.

O estudo foi conduzido em conjunto pelo professor Rohling e pelo Dr. Hibbert da ANU, com colegas da Austrália, Noruega, Espanha, Estados Unidos e Alemanha. Foi publicado na Nature Communications.

Mais evidências

Em fevereiro deste ano, um estudo realizado por pesquisadores do King’s College London descobriu que, no final deste século, o nível global do mar aumentará em um total geral de menos de 120 cm – um pouco menos dramático do que as previsões do “dia do juízo final” descrito por um artigo de 2016 em que cientistas norte-americanos estimaram que o nível do mar excederia dois metros no mesmo período.

Focas de Crabeater descansam no bloco de gelo na Antártica. A Península Antártica Ocidental é uma das áreas mais importantes biologicamente do Oceano Antártico e sofreu os impactos das mudanças climáticas mais do que em qualquer outro lugar da Terra | Foto: Florian Ledoux
Focas de Crabeater descansam no bloco de gelo na Antártica. A Península Antártica Ocidental é uma das áreas mais importantes biologicamente do Oceano Antártico e sofreu os impactos das mudanças climáticas mais do que em qualquer outro lugar da Terra | Foto: Florian Ledoux

Agora, o estudo realizado por pesquisadores da ANU prevê que há ainda mais motivos de alarme do que o “estudo do dia do juízo final” sugeriu pela primeira vez, com um aumento de 11 pés (3,35m) esperado no nível do mar a cada século.

O estudo vem em seguida da publicação de um artigo assinado por 11 mil dos maiores cientistas do mundo, declarando que um “sofrimento humano incalculável” é inevitável sem mudanças profundas e duradouras nas atividades humanas.

O documento declarou a emergência climática antes de fornecer um conjunto de ações eficazes que os humanos poderiam tomar.

Para limitar os danos causados pelas emissões de gases de efeito estufa dos seres humanos, o jornal exige mais controle sobre a crescente população global, que atualmente aumenta em mais de 200 mil pessoas por dia.

Acrescentando que o controle populacional teria que ser abordado com métodos que garantissem justiça social e econômica, a fim de sustentar um mundo moral e ecologicamente correto.

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Universidade torna obrigatória disciplina sobre mudança climática para todos os alunos

Foto: Universidade de Sheffield
Foto: Universidade de Sheffield

A Universidade de Sheffield, na Inglaterra, está introduzindo novas aulas obrigatórias de sustentabilidade em uma tentativa de enfrentar a crise causada pelas mudanças climáticas.

O presidente e vice-chanceler da universidade, Professor Koen Lamberts, anunciou a decisão durante a greve global pelo clima em setembro. A universidade incorporará a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (ESD) no currículo de todos os cursos da universidade.

Membro do prestigiado Russell Group, a Universidade de Sheffield é uma das principais universidades do mundo. “Realizamos pesquisas que realmente contribuem”, disse Lamberts em discurso na greve.

“Centenas de nossos acadêmicos e estudantes trabalham em uma enorme variedade de tópicos altamente relevantes – desde tecnologia energética, produção sustentável de alimentos, química atmosférica até mudança de política e comportamento – para dar apenas alguns exemplos”, continuou ele.

Muito além de sustentabilidade

A ideia da ESD começou como uma iniciativa das Nações Unidas e vai além de “ser verde”, diz a universidade. Ela incentiva grandes mudanças no conhecimento, habilidades, valores e atitudes para ajudar a moldar um futuro mais sustentável.

A universidade trabalhará ao lado da União dos Estudantes de Sheffield e dos representantes de cada curso para incorporar a ESD na educação de todos.

“Quer nossos estudantes se tornem médicos, engenheiros, cientistas, economistas ou historiadores, queremos que eles sejam equipados com os conhecimentos, habilidades, valores e atributos necessários para trabalhar e viver de maneira sustentável”, continuou Lamberts.

A universidade está liderando pelo exemplo. Desde 2005, reduziu suas emissões em mais de 30%. Até 2020, espera atingir sua meta de redução de 43%. Ela não detém mais participação em empresas que se dedicam à extração de combustíveis fósseis, 30% de sua frota de transporte é elétrica e incentiva os alunos a caminhar e pedalar dentro e ao redor do campus.

Seu objetivo geral é tornar-se neutra em carbono e a entidade está trabalhando em uma estratégia de sustentabilidade de cinco anos para atingir esse objetivo.

“Nosso objetivo é nos tornarmos uma das universidades de pesquisa intensiva mais sustentáveis do país”, continuou Lamberts. “Sabemos que ainda há muito trabalho a ser feito, principalmente em relação as emissões, mas estamos comprometidos em adotar uma abordagem liderada pela ciência no desenvolvimento de um plano de ação para tornarmo-nos 100% neutros em carbono”.

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Marcha mundial pelos direitos animais bate recorde de participantes

As marchas aconteceram em 44 cidades em todo o mundo, incluindo Berlim, Zurique e Praga e foram as maiores marchas de direitos animais na história de seus respectivos países


 

Foto: Rebecca Thomas
Foto: Rebecca Thomas

Cerca de 40 mil ativistas participaram da Marcha Oficial pelos Direitos Animais no mundo todo este ano – o número mais alto ja registrado na história do evento.

Ainda há algumas marchas a serem realizadas, com expectativa de participação global final entre 40 e 41 mil no total de ativistas em todo o mundo.

Marchas pelos direitos animais

O evento, que foi fundado em 2016 pela organização de direitos animais Surge, atraiu 2.500 pessoas marchando em Londres.

No ano passado, mais de 28 mil participantes marcharam em 25 cidades em todo o mundo, exigindo o fim de toda a opressão animal.

Em 2019, houve marchas em 44 cidades em todo o mundo, incluindo Berlim, Zurique e Praga, que Surge diz que foram as maiores marchas de direitos animais na história de seus respectivos países.

Londres

Este ano, 12 mil veganos, recorde de participação, estiveram presentes na Marcha pelos Direitos Animais de Londres.

Os participantes marcharam para a Praça do Parlamento em 17 de agosto para uma manifestação, parando no caminho para bloquear a Trafalgar Square por quase uma hora.

Entre os palestrantes estava o ativista e YouTuber, Earthling Ed, o diretor da série de documentários Vegan Round The World, James Hoot, representantes da Animal Rebellion e muitos outros.

‘Não toleraremos o uso de animais’

“Estamos crescendo, somos mais fortes e estamos unidos para exigir justiça para todos os animais”, disse Ed Winters – também conhecido como Earthing Ed – co-fundador da Marcha Oficial pelos Direitos Animais, ao Plant Based News.

“Sou muito grato por todo o trabalho incrível que está sendo feito no mundo todo pelos animais e o crescimento da Marcha Oficial pelos Direitos Animais representa perfeitamente o crescimento do veganismo e do ativismo vegano”, reiterou ele.

“Estamos nos levantando e nos posicionando coletivamente contra toda opressão animal; não toleraremos a continuação do abuso de animais”.

A marcha de 2020 ocorrerá em agosto do próximo ano.

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Especialistas alertam: perda irreversível de gelo torna impossível a sobrevivência dos ursos polares

Foto: MIKE LOCKHART/POLAR BEARS INTERNTIONAL
Foto: MIKE LOCKHART/POLAR BEARS INTERNTIONAL

Afetadas pela mudança climática e o aumento da temperatura do planeta, as populações da espécie pode ser dizimadas na natureza com o derretimento contínuo do gelo e consequente perda de habitat

O grupo de conservação Polar Bears International (PBI) disse que a falta de ação em relação as mudanças climáticas causará uma queda severa no número de ursos polares em no meio deste século.

As notícias são divulgadas depois que o Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (IPCC) alertou em seu último relatório que a mudança climática não poupará ninguém.

Steven Armstrup, cientista chefe da PBI, disse ao jornal Express UK: “O último relatório do IPCC deixa claro que os líderes políticos e os interesses monetários não podem mais “aumentar o volume do rádio do carro para encobrir o barulho perturbador que vem do motor”.

Foto: KT MILLER/POLAR BEARS INTERNATIONAL
Foto: KT MILLER/POLAR BEARS INTERNATIONAL

“Esse barulho – incluindo um colapso no Ártico, um recorde de calor e tempestades devastadoras – se tornou alto demais para ser ignorado”, disse cientista.

As mudanças climáticas e os efeitos do aquecimento global reduziram o gelo do mar do Ártico para o segundo nível mais baixo já registrado. A drástica perda de gelo reduziu os habitats naturais da fauna polar e está contribuindo para o aumento global do nível do mar. As varreduras de satélite do Ártico sugerem que o mínimo registrado caiu para o menor nível em 18 de setembro. Parte do gelo retornará no outono e no inverno, mas o final da estação derrete e os ventos entre agora e outubro podem afetar ainda mais a região.

“Para preservar um mundo onde ursos polares e humanos continuam florescendo, precisamos exigir que nossos líderes ouçam a ciência e tomem medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa antes que seja tarde demais”.

O mínimo de gelo marinho no Ártico atingiu um nível de apenas 4,15 milhões de quilômetros quadrados neste mês.

Foto: KT MILLER/POLAR BEARS INTERNATIONAL
Foto: KT MILLER/POLAR BEARS INTERNATIONAL

De acordo com a agência espacial americana NASA, o gelo do mar de setembro está diminuindo a uma taxa de 12,8% por década, em comparação com a média de 1981 a 2012.

O Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo (NSIDC) dos EUA disse que os números mais recentes confirmam uma tendência de queda na extensão do gelo no Ártico.

A extensão do gelo no Ártico é a área total do oceano coberto de gelo, que cresce e derrete ao longo do ano em resposta ao clima.

Segundo o cientista da equipe do PBI Dr. Thea Bechshoft, o mínimo de gelo baixo está diretamente relacionado às emissões de gases de efeito estufa e ao aquecimento global.

Se não forem tomadas medidas agora para limitar as emissões de dióxido de carbono (CO2), o cientista argumentou que as populações de ursos polares provavelmente desaparecerão antes mesmo do gelo.

Ela disse: “A extensão deste ano de gelo marinho está vinculada à segunda mais baixa no registro de satélites e afetará negativamente as populações de ursos polares em muitas áreas”.

“Embora os impactos possam não ser imediatamente visíveis, precisamos nos concentrar em como este ano de gelo realmente ruim e um verão quente batendo recordes são símbolos do que o futuro trará”.

“Anos ruins como esse serão cada vez mais frequentes e piorarão – se permitirmos que os níveis de CO2 continuem a subir. Claro, isso não é inevitável”.

As temperaturas ao redor do mundo estão aumentando, gerando emissões de efeito estufa | Foto: EXPRESS
As temperaturas ao redor do mundo estão aumentando, gerando emissões de efeito estufa | Foto: EXPRESS

“Precisamos diminuir a poluição dos gases de efeito estufa e priorizar o futuro do nosso planeta”.

“Caso contrário, a frequência desses anos ruins de gelo impossibilitará a sobrevivência dos ursos polares até que outro ano bom aconteça”.

“Isso significa que os ursos polares podem desaparecer de algumas sub-populações, mesmo antes do gelo marinho desaparecer pouco a pouco todos os anos”.

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Notícias

Leonardo DiCaprio incentiva pessoas a comparecerem a Greve Global Pelo Clima

O ator premiado Leonardo DiCaprio, que também é ambientalista, compartilhou em seu Instagram uma publicação do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC, na sigla em inglês), que anunciava a Greve Global Pelo Clima.

Uma montagem da ativista Greta Thunberg ao lado de Leonardo DiCaprio
Foto: LiveKindly

“Em todo o mundo, ativistas climáticos irão às ruas, pedindo para que os governos deem a devida importância para a crise – porque gerações futuras dependem disso”, dizia o post.

Estima-se que o evento na cidade de Nova York irá atingir recordes. O município americano anunciou que mais de 1,1 milhões de alunos de escolas públicas estarão liberados para participar do protesto. 

Leonardo DiCaprio é defensor do meio ambiente há muito tempo. Em 1998, o ator lançou a Fundação Leonardo DiCaprio – a organização foca nas mudanças climáticas, na conservação da vida selvagem e nos direitos dos indígenas.

 

Ver essa foto no Instagram

 

#Regram #RG @nrdc_org: On Friday, September 20, NRDC is following the lead of young climate leaders like @GretaThunberg and others, and striking for #climateaction! ✊ Around the world, climate activists will be taking to the streets, calling on governments to tackle the crisis with the urgency it deserves—because future generations depend on it. 🌎Just days before the U.N. Climate Summit in New York, the strike will kick off a week of action and send a clear message to decision makers that there is no more time to deliberate. Join the fight for a livable planet and #strikewithus! Visit the link in their profile to find a march in your city, or text CLIMATE STRIKE to 21333! 🙌 – #activism #environmentalism #climate #actonclimate #climatechange #climateaction #strike #climatestrike #GretaThunberg

Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em

No mês passado, DiCaprio pediu aos seus 35 milhões de seguidores no Instagram para aderirem a dietas vegetais. 

A Greve Global Pelo Clima acontecerá ao redor do mundo. Para saber mais informações, acesse o site dos protestos. Você também pode consultar o Facebook Greve Pelo Clima Brasil e encontrar as cidades que acolherão os protestos.


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