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Burrinhos gêmeos nascem em santuário na Inglaterra

Ronnie e Reg | Foto: Daily Mail/Reprodução
Ronnie e Reg | Foto: Daily Mail/Reprodução

Em um evento raro e pouco registrado na literatura veterinária, um burro do sexo feminino deu à luz os únicos burrinhos gêmeos vivos conhecidos da Grã-Bretanha, os irmãos foram nomeados em homenagem aos famosos gangsteres gêmeos: os Kray.

John Stephenson, 77 anos, ficou chocado quando a burrinha Violet inesperadamente entrou em trabalho de parto e trouxe ao mundo dois potros saudáveis em sua fazenda, em Stanley, County Durham (Inglaterra), no último fim de semana.

Ele não tinha ideia de que ela estava esperando gêmeos, uma ocorrência incrivelmente rara e pouco documentada em burros e os nomeou de Ronnie e Reg, em homenagem aos Kray, dupla de irmãos famosos em Londres durante as décadas de 1950 e 1960.

O sr. Stephenson conta: ‘Eu estava sentado tomando meu chá e recebi um telefonema avisando que Violet estava entrando em trabalho de parto. Larguei o chá imediatamente e fui direto para baixo, no alojamento dos animais.

“Eu mal pude acreditar quando percebi que ela estava tendo gêmeos e ambos estavam vivos – é algo único e muito difícil de acontecer”.

“Normalmente, quando os burros ou jumentos têm gêmeos, um deles morre ou é muito fraco. Eu sabia que ela estava grávida, mas não fazia ideia de que eram gêmeos. Eles são inacreditáveis”.

“Isso é realmente muito, muito incomum. Tenho 77 anos e nunca vi isso na minha vida. Eu tenho um santuário de burros desde que eu tinha sete anos – por 70 anos – mas nunca vi nada assim antes”.

“Até onde sei, eles são os únicos burros gêmeos do país. Estou surpreso e ao mesmo tempo muito orgulhoso de poder fazer essa afirmação”.

“Devo admitir que estou simplesmente encantado por esses dois bebês, eles são animais especiais. Me sinto abençoado”.

Ele acrescentou: “Eu tive um par de cavalos por um longo tempo chamados de Ronnie e Reg também, foi apenas uma ideia que veio à minha cabeça”.

“Se eu deixasse que as crianças escolhessem os nomes deles, elas escolheriam nomes ´fofos´. Eu não queria nomes assim, queria algo marcante.”

“Achei que eram dois meninos no começo, mas depois que já havíamos escolhido os nomes Ronnie e Reg é que descobrimos que um deles era uma garota: Ronnie.”

“Violet é uma mãe muito protetora e carinhosa, eles realmente estão cercados de amor e atenção por todo lado”.

A família agora tem sete burros na fazenda, incluindo Ronnie e Reg.

Ele disse: “Vamos mantê-los dentro de casa por algumas semanas, só para deixá-los fortes, então poderemos deixá-los sair para correr por aí”

“Pessoas de todo os lugares querem vir visitá-los, mas por enquanto eles não estão recebendo visitas, pois são muito jovens”.

Um porta-voz do The Donkey Sanctuary disse: ‘É muito raro um jumento dar à luz gêmeos.

Em 2003, dois burros gêmeos, Bill e Ben, foram entregues aos cuidados do The Donkey Sanctuary.

“Ben, agora na casa dos 20 anos, ainda está vivendo uma vida muito feliz em nossa sede internacional em Sidmouth, infelizmente seu irmão faleceu, Bill , faleceu há alguns anos”.

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Histórias Felizes

Elefante dá à luz gêmeos em santuário africano

Cerca de 1.600 elefantes andam livremente, junto com suas famílias e amigos, no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. Mesmo com essa grande quantidade de animais, recentemente, os novos bebês que foram acolhidos eram muito especiais. Eles são tão raros, na verdade, que o parque não via isso desde 1980: elefantes gêmeos.

Reprodução | The Dodo

Um macho e uma fêmea, os filhotes nasceram no final de maio. A mãe, uma adulta de 38 anos chamada Paru, faz parte de uma família de 40 membros – e todos, incluindo a irmã mais nova dos bebês, estão ajudando a cuidar deles. Pesquisas sugerem que há menos de 1% de chance de que os elefantes da mãe dêem à luz gêmeos e, caso eles nasçam, é muito provável que um morra logo após o nascimento.

Agora com dois meses de idade, os pequenos continuam a desafiar as estatísticas. Eles estão se cuidando muito bem; nunca se afastam muito da mãe ou do resto da família. Eles estão no melhor lugar para se manterem seguros também: no parque nacional, membros da comunidade local e guardas florestais se unem para proteger os animais de serem vítimas da caça.

Reprodução | The Dodo

Felizmente, os bebês vivem na natureza, que é onde pertencem – mas nunca estão muito longe de guardas florestais para o caso de precisarem de ajuda. Sábia decisão, já que os oficiais já sentem que os elefantes são da família, e não poderiam estar mais animados para vê-los crescer.

Reprodução | The Dodo

“Este é um cenário muito singular em termos de conservação, particularmente na população de elefantes”, disse Kenneth Ole Nashu, diretor do parque, em entrevista a portal da região. “Estamos muito orgulhosos e agora estamos monitorando tudo para garantir que os bebês estejam saudáveis”.

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Notícias

Foz do Iguaçu (PR) registra 1º caso de anta com filhotes gêmeos

Ao lado de Zefa, o cuidador Dirceu Soares e o biólogo Marcos de Oliveira (à direita) seguram os gêmeos (Foto: Nilton Rolin/Itaipu Binacional/Divulgação)

Veterinários, biólogos e tratadores do Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), em Foz do Iguaçu (PR), tiveram uma grande surpresa no final do mês de julho. Zefa, uma das antas do refúgio, teve filhotes gêmeos – algo que, de tão raro, não encontra paralelo nas pesquisas dos profissionais do local. “É o primeiro caso de que temos conhecimento”, ressalta o biólogo Marcos de Oliveira, da Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu. “E até onde a gente sabe, é a primeira vez que acontece, pelo menos no Brasil”.

Para sanar a dúvida, a equipe do RBV procurou ajuda externa e consultou o veterinário Paulo Mangini, pesquisador da vida selvagem e integrante do Grupo de Especialistas em Antas (Tapir Specialist Group), organização internacional formada por defensores da preservação desse animal. O veredito: “Não há registro conhecido de gestação gemelar em antas”, disse. “Vocês deveriam escrever uma nota científica para relatar este caso”, disse Mangini aos profissionais da Itaipu.

Fêmea exige cuidados especiais

Com quase um mês de vida, um dos pequenos é macho; o outro, fêmea. O casal segue em período de amamentação, que dura em torno de dez meses, aliada à ingestão de alimentos sólidos, iniciada na 2ª semana de vida. São cerca de cinco mamadas por dia. O macho pesou no primeiro dia 8,7 kg; a fêmea, 7,6.

Os filhotes ainda não ganharam nomes e devem acompanhar a mãe por aproximadamente um ano. Um pouco mais fraca que o irmão, a fêmea eventualmente precisa se separar da família para receber os cuidados da equipe do Hospital Veterinário do RBV. A literatura disponível não apresenta informações conclusivas sobre a longevidade do animal, mas o refúgio já teve a anta Raito, que viveu até os 25 anos.

Foi surpresa

Zefa tem três anos e chegou ao RBV ainda jovem. Quando atingiu a maturidade sexual, por volta dos dois anos, conheceu Pimpolho – seu parceiro, que já tem 20 anos de idade. Logo em seguida, teve uma cria. Depois do desmame, veio outra – a dos gêmeos. “Foi uma grande surpresa”, diz Oliveira.

Diferentes espécies, o mesmo sucesso

Reproduções em cativeiro bem-sucedidas têm se tornado uma marca do trabalho dos profissionais do RBV. A prioridade é dada a espécies ameaçadas, como o cervo-do-pantanal, a harpia e a jaguatirica, entre outras. “Quando tudo vai bem, com um bom abrigo, manejo, alimentação, enfim, com os devidos cuidados, os animais respondem bem”, afirma Oliveira. “Tudo isso faz diferença, e a reprodução é reflexo disso”.

Fonte: Terra

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Gorila em vias de extinção tem gêmeos na Ruanda

A Gorilla Organization, uma ONG que busca a preservação dos gorilas, anunciou nesta quarta-feira (9) o nascimento de gêmeos gorilas da montanha no Parque Nacional de Vulcões, em Ruanda. É a quinta ocorrência de gêmeos já registrados para esta espécie (Gorilla beringei beringei).

Gêmeos são vistos com gorila nas motanhas da Ruanda (Foto: Reprodução/Galileu)

O Parque Nacional de Vulcões abrange territórios da Ruanda, da República Democrática do Congo e da Uganda. Ele faz parte de um dos dois únicos habitats de gorila das montanha do mundo.

Os gorilas das montanhas são extremamente raros devido à caça, guerras, doenças e perda de habitat natural. No entanto, depois de décadas de conservação, a população à qual pertencem os gêmeos passou de uma baixa histórica em 1970 para uma população estimada em 480 atualmente. No mundo inteiro, a Gorilla Organization estima que apenas 800 animais da espécie estão vivos.

Fonte: Revista Galileu

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