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Idosa lamenta morte de gatos em incêndio: ‘foi muito triste, eu só queria salvá-los’

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Um incêndio que pode ter sido criminoso tirou a vida de 22 dos 40 gatos cuidados pela carreteira aposentada Maria Aparecida da Silva Brito, de 60 anos. Os animais viviam em uma mata em frente à casa da idosa, em Franca, no interior de São Paulo.

Há seis anos, a aposentada utiliza os R$ 2 mil de sua aposentadoria para alimentar os animais e nutre um sentimento de afeto por todos eles. Diante da morte dos gatos, Maria Aparecida vive um difícil período de luto.

“Foi muito triste. A sensação é indescritível. Só consegui ficar em pé porque Deus me segurou”, disse a aposentada sobre o incêndio ocorrido na última quarta-feira (7).

“Sempre amei animal. Já morei em chácara e tive mais de 150 animais. Sou pobre, luto, sempre trabalhei, tenho problemas no coração, mas isso não significa nada comparado com o quanto amo eles. Deixei de ter coisas mais luxuosas para cuidar deles”, acrescentou.

A rotina de Maria Aparecida começa às 4h, quando ela acorda para alimentar os animais. Duas horas depois, a aposentada retira os potes de ração distribuídos pela mata. Às 15h e às 18h, ela os alimenta novamente.

“São cinco quilos de carne e cinco quilos de ração por dia, e eu dou ração premium. Eles comem o dia inteiro. Gasto R$ 1,3 mil de carne e R$ 800 de ração. É todo meu dinheiro. É todo meu salário”, afirmou ao G1.

Quando o incêndio se iniciou, Cida, como é conhecida na vizinhança, desesperou-se. Para tentar salvar os animais, a aposentada os colocou dentro de seu vestido e os carregou para dentro de sua casa. A filha de Maria Aparecida, Elisandra, acionou o Corpo de Bombeiros e usou baldes de água para controlar o fogo até a chegada da corporação. Vizinhos também se uniram e, com uma mangueira, tentaram conter as chamas.

“Sozinha, não teria condições. Não chorei, não gritei. Eu só queria salvá-los. A única coisa que fiz foi levantar o vestido, no meio de todo mundo, e pôr eles dentro”, disse.

Câmeras de segurança de imóveis da região registraram o fogo. Sob perícia do Instituto de Criminalística, as imagens levantam a hipótese de incêndio criminoso. A análise é realizada a pedido da Polícia Civil, que investiga o caso.

No vídeo, é possível ver uma mulher entrando e saindo da área verde, que começa a pegar fogo minutos depois. Além dos gatos, outros animais, incluindo pássaros, vivem no local.

Identificada pela Polícia Civil, a mulher deve ser chamada para depor às autoridades nos próximos dias. Maria Aparecida e Elisandra já prestaram depoimento. A Comissão de Proteção e Defesa Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Franca foi acionada e está colaborando com a polícia nas investigações.

O crime foi registrado como crueldade contra animais. Caso o envolvimento da mulher no caso seja comprovado, ela poderá ser condenada a até cinco anos de prisão graças à Lei Sansão, recentemente sancionada.


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Dia Nacional de Prevenção da Obesidade: cães e gatos também precisam ter seus pesos regulados

Dia Nacional de Prevenção da Obesidade: como prevenir o ganho de peso em cães e gatos
Foto: reprodução/ pixabay

No dia 11 de outubro comemora-se o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Esta data foi oficializada em 2008, com a Lei N° 11.721, para conscientizar os brasileiros da importância de prevenir e combater a obesidade.

A obesidade é uma doença resultante do acúmulo excessivo de gordura corporal. Pode ser causada por diversos fatores: genéticos, nutricionais, fisiológicos, psiquiátricos ou ambientais. No Brasil, cerca de 50% da população está com excesso de peso e 15% são considerados obesos.

Mas, não é somente os humanos que sofrem com o sobrepeso. Os animais também são propensos a terem problemas de saúde devido ao excesso de peso. Segundo estudos, publicado por cientistas da Universidade de São Paulo (USP), 40 % de 286 cães avaliados tinham problemas com a balança. Estima-se que a obesidade seja a principal doença nutricional que acomete cães e gatos, atingindo 25% a 40 % da população desta espécie.

Dia Nacional de Prevenção da Obesidade: como prevenir o ganho de peso em cães e gatos
Foto: Reprodução/ pixabay

Nos Estados Unidos, um levantamento da Association For Pet Obesity Prevention, em 2014, revelou que 63% dos cães e 67% dos gatos domésticos estão acima do peso; destes, 18% dos cães e 28% dos gatos são obesos.

Os quilos a mais têm potencial para reduzir em cerca de 15% a expectativa de vida de um cão, o que representa menos dois anos e um mês para raças com média de vida de 14 anos, por exemplo. Além disso, traz impactos negativos para a saúde como um todo, alimentando processos inflamatórios que atingem coração, fígado e articulações, entre outros órgãos.

Para a médica veterinária Paula Colferai Rolim, 30 anos, que trabalha no atendimento clínico a cães e gatos, no hospital veterinário Cão Bernardo, em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo, a falta de atividade física e de um controle de dieta adequado são os maiores fatores que levam cães e gatos a ter um aumento de peso considerável.

“Uma alimentação desbalanceada de iodo pode causar hipotireoidismo. Mas, o comum dentro dessa patogenia é a disfunção hormonal da glândula tireoide devido a doença metabólica”, destacou a médica veterinária.

Paula ainda alerta para os riscos que o sobrepeso pode provocar nos animais. “A obesidade está cada vez mais comum nos animais domésticos, isso pode provocar problemas de saúde como: sobrecarga de peso em articulações levando a quadros ortopédicos, dificuldades respiratórias, doenças endócrinas devido a alterações hormonais, aumento de colesterol e hepatopatias”, ressaltou a médica veterinária em entrevista à ANDA.

Dia Nacional de Prevenção da Obesidade: como prevenir o ganho de peso em cães e gatos
Foto: Arquivo pessoal/ Paula Rolim

Sobrepeso

Alguns órgãos podem ser afetados quando um animal doméstico está acima do peso: confira na lista abaixo:

Focinho: os animais obesos têm mais dificuldade para respirar, especialmente se possuem focinhos achatados. Há risco, inclusive, de colapso da traqueia

Boca: a doença periodontal, marcada por mau hálito, é mais frequente em animais sem controle da dieta.

Tireoide: numa via de mão dupla, o excesso de peso pode ser causado por disfunções hormonais ou agrava-las. Alguns animais têm hipotireoidismo.

Articulações: os quilos extras sobrecarregam as juntas e levam à artrose.

Coração: problemas cardiovasculares são bem frequentes em animais com sobrepeso.

Fígado: o mais comum é o aparecimento de uma inflamação que compromete esse órgão.

Estômago: diversos tumores estão relacionados ao excesso de gordura no organismo animal.

Foto: Reprodução/ Pixabay

Tratamento

Os cães e gatos domésticos não podem escolher sozinhos quanto vão comer e se mexer. Precisam contar com os tutores tanto na prevenção, como no controle da obesidade. “Para evitar o sobrepeso o ideal é a atividade física, controle de uma dieta adequada (pesando e fracionando o alimento que oferece ao longo do dia aos animais)”, pontuou Paula.

A doutora ainda sugeri para tutores de animais já obesos; procurar ajuda profissional. “Para animais já com obesidade o primordial é começar urgentemente a fazer atividades físicas, fazer o animal se movimentar o máximo possível, dietas terapêuticas são fundamentais e alguns casos até fisioterapia”, explicou a médica veterinária.

O estabelecimento do balanço energético negativo é um passo primordial para o controle e reversão da obesidade, realizado por meio da diminuição da ingestão calórica, associada ou não ao aumento do gasto energético. Um objetivo importante para a redução efetiva de peso é o de promover a perda de gordura ao mesmo tempo minimizar a perda de massa magra, o que é diretamente influenciado pela composição dietética. Restrição de gordura nas dietas de perda de peso reduz a ingestão de calorias, pois sabe-se que a gordura têm mais que o dobro de calorias por grama quando comparado a proteína ou carboidrato.


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Projeto arrecada tampinhas plásticas para custear a castração de cães e gatos

Pixabay

O projeto “Tampatinhas” foi criado por voluntários que estão recolhendo há cerca de dois meses tampinhas plásticas para vender com o intuito de financiar castrações em animais em situação de rua, em sua maioria vítimas de maus-tratos.

A ação conta o auxílio de 50 unidades coletoras espalhadas por pontos em Cuiabá e Várzea Grande. Alguns desses locais são: Setasc; Sede do Detran; CETEPS; Shopping Pantanal; Shopping Estação; Papelaria Universitária; Café Havana; Pet Shop Mundo Animal; Pet shop Agropev Cuiabá e VG; Clínica Bellus; Hotel Novo Lar; Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral (Jardim Imperial); Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Os condomínios: Rio Manso, Rio Claro, Rio Cachoeirinha e Belvedere; dentre outros.

Podem ser doadas tanto tampinhas de garrafas pet quanto de produtos de limpeza. Tampas de xampu e condicionadores, creme dental e hidratantes, óleo de cozinha, requeijão, margarina, sucos, maionese, e molhos prontos, também são aceitos pela campanha.
Para o descarte nos pontos de coleta é importante que as tampinhas sejam higienizadas para evitar a proliferação de odores e bactérias.

Segundo a idealizadora do Projeto, Kelly Rondon, o “Tampatinhas” preocupa-se com a causa animal e ambiental. Ela afirmou que para castrar um gato são necessários 200 quilos de tampinhas, número que custeia o valor da castração. Já para um cachorro, a soma é de 400 quilos.

“O projeto visa também a retirada de quilos e mais quilos de materiais recicláveis do meio ambiente, que se acumulam com facilidade em leitos, margens de rios, córregos e nascentes, ajudando, ainda, na geração de renda”, explicou.


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Gatinho é salvo após ficar quatro dias preso em árvore

Divulgação

Considerados por muitas pessoas puros e amorosos, os animais vêm ganhando cada vez mais espaço nos lares brasileiros.

Em uma pesquisa recente foi apontado que possuem mais animais em casa do que filhos. Os animais são uma alternativa para preencher o vazio, além de entreterem o lar.

No último domingo (4), uma moradora de Sangão acionou os bombeiros voluntários de Jaguaruna porque seu gato estava há quatro dias em cima de uma árvore, alguns moradores tentaram salvar o animal, mas não obtiveram sucesso.

Após a chegada dos bombeiros, o animal foi resgatado e entregue para sua dona.


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Cinco mil animais são encontrados mortos em caixas de papelão na China

Reprodução/Wutuobang

Cinco mil animais, entre coelhos, porquinhos-da-índia, gatos e cachorros, foram encontrados mortos em um depósito no município de Luohe, na China. Os corpos estavam dentro de gaiolas de plástico ou metal embrulhadas em caixas de papelão com alguns orifícios.

O caso foi descoberto pelo projeto Wutuobang, que atua no resgate de animais. Voluntários conseguiram salvar 200 coelhos e 50 cachorros e gatos com vida. Parte deles foi adotada e os mais feridos foram internados em clínicas veterinárias. A retirada dos corpos dos animais mortos e a desinfecção do depósito ficou sob a responsabilidade das autoridades locais.

Hua, como preferiu se identificar a fundadora do projeto, que não quis expor seu nome real, afirmou à CBS que “o depósito estava abarrotado de caixas com milhares de animais que já haviam morrido, e todo o lugar cheirava a corpos apodrecendo. Era como o inferno. Certamente morreram de asfixia, desidratação e fome”.

Apesar das leis da China não permitirem que animais sejam enviados dentro de embalagens comuns, a suspeita é que eles tenham sido comprados através da internet e deixados no depósito após uma empresa de logística se negar a realizar as entregas para não violar a legislação.

Nas caixas foram identificadas etiquetas que mostravam que o transporte até o depósito foi realizado pela empresa de entrega expressa Yunda. Os animais chegaram ao local no início de setembro.

Ao jornal Global Times, dois funcionários da empresa disseram que não tinham conhecimento do caso. Segundo eles, a Yunda permite o transporte de animais vivos, que “são transportados em caixas com buracos”.

“A regras sobre o transporte de animais foram impostas décadas atrás, em 1990, sem uma pena equivalente ao crime. Por isso não é fácil punir diretamente os infratores”, disse o advogado Zhang Bo ao jornal chinês. O caso é investigado pela polícia.


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Cadela adota filhotes de gato órfãos e produz leite para amamentá-los

Foto: Arquivo Pessoal Dayana Rosa

Uma cadela salvou a vida de quatro filhotes de gato órfãos ao adotá-los e produzir leite para amamentá-los. O caso, que aconteceu na cidade de Goiatuba, em Goiás, é um exemplo da sensibilidade dos animais e da força do instinto materno.

Os filhotes foram acolhidos pela secretária Dayana Rosa de Freitas, de 38 anos, que tinha a intenção de deixá-los aos cuidados de sua gata, que acabou de parir e seria uma espécie de “mãe de leite” dos gatinhos órfãos. Grande foi a surpresa da secretária ao perceber que a nova mãe dos bebês seria a cadela Megui, que passou até a produzir leite para amamentá-los.

Os filhotes foram resgatados por uma entidade de proteção animal após serem encontrados na rua, em situação de abandono, ao lado da mãe, que estava morta.

“A ONG postou nas redes sociais que tinha resgatado os gatinhos e que precisava urgente de uma gata para amamentá-los. Pensei na Jurema, minha gata, que está amamentando 4 filhotinhos dela. Mas quem tomou conta foi a Megui, minha cadela, que não deixa a gata chegar perto”, disse Dayana ao G1.

Abandonados ainda com o cordão umbilical, os filhotes recém-nascidos necessitam de cuidados. E a cadela soube disso no momento em que colocou os olhos neles.

“Ela [cadela] ficou cheirando os gatinhos. Eu virei as costas, e ela já deitou perto. Tive medo de ela acabar machucando os filhotes. Fiquei surpresa com a situação, porque ela deu leite”, disse a secretária.

Assim que estiverem em idade adequada para serem doados, os filhotes precisarão de novos lares. Os interessados em realizar a adoção devem entrar em contato com a ONG responsável pelo resgate.

“Um filhotinho acabou não resistindo. Eles foram abandonados assim que nasceram. Com os meus, estou com sete filhotes em casa, mas só os que foram resgatados vão para adoção. Os da Jurema são dos meus filhos”, afirmou.

Dayana pede ajuda também para arrecadar fundos para custear a castração dos filhotes. O procedimento é essencial para evitar crias indesejadas e, dessa forma, combater o abandono. Além disso, a esterilização é benéfica para a saúde do animal, que vive por mais tempo e fica livre de determinadas doenças, incluindo alguns tipos de câncer.


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Casa de passagem para cães e gatos faz apelo para alimentar animais

Pixabay

A casa de passagem Eu Amo Animais vive um momento de grande dificuldade devido às condições financeiras. A casa, criada em 2014, já recebeu 400 animais durante seis anos. Atualmente, conta com 80 gatos e nove cães que vivem sob os cuidados de duas voluntárias e dois administradores.

Um dos fundadores da casa, Elpídio Araújo, explica que a maior necessidade é arrecadar ração para os animais.

“Hoje nossa maior necessidade é a ração para estes animais. Uma saca de 10 quilos de ração para gatos custa em média R$ 135,00, e uma de 25 quilos para cachorros tem o valor de R$ 100. Usamos duas sacas por semana para alimentação dos felinos e uma saca a cada duas semanas para os cachorros”.

Ele revela que o custo para bancar o tratamento dos animais é caro e quando a imunidade cai o Hospital do Recife não oferece o suporte.

“O último atendimento que fizemos chegou ao valor de R$ 1.600,00 cinco dias de internação”, explica.

De acordo com ele, o número de abandono de animais cresceu no início da pandemia do coronavírus.

“Todos os dias recebemos mensagens de pessoas querendo devolver os bichinhos. As pessoas desistem de cuidar ou porque os animais ficam doentes ou algum parente que já cuidava do pet morre, e aí eles não querem ficar”, contou.

Para doação de dinheiro ou alimentos, adoção de animais, os interessados devem entrar em contato com a Casa de Passagem através do Instagram @euamoanimaispe.

Para doações

Caixa Econômica Federal

Elpidio Alberico A Araujo

CPF: 698.243.804-00

Agência: 1028

Operação: 013

Conta-corrente: 00000549-2


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Projetos sociais incentivam adoção de animais por apadrinhamento

Pixabay

Muitos apaixonados por cães gostariam de tê-los em casa, mas a falta de espaço, tempo, ou até mesmo a moradia podem impossibilitar a tão sonhada adoção. Pensando nisso, muitas instituições realizam apadrinhamento de animais.

No apadrinhamento, as pessoas podem escolher um ou dois animais para mantê-los com uma quantia mensal para ajudar na alimentação e medicação. A quantidade que é doada vária de acordo com as condições da pessoa e da ONG. Na DNA Animal, que atua no Paraná e é parceira do Instituto PremieRpet®, o projeto tem o nome de Cãofilhado. Atualmente, a ONG abriga 150 cães e 80 deles têm padrinhos.

Segundo a presidente da ONG, Andréa Barth, o projeto é crucial para o equilíbrio dos custos mensais “Vivemos 100% de doações. As despesas mensais são muito altas e fechamos todos os meses no vermelho. Com o projeto, temos um pouco de segurança em relação a certos custos”, explica.

Na DNA Animal, os padrinhos contribuem mensalmente com R$ 65. “A gente sugere esse valor, mas têm padrinhos que doam mais, tem pessoas que são padrinhos de mais de um animal. Quando a pessoa não tem condição de doar os R$ 65, nós oferecemos outros projetos ou indicamos que ela doe esporadicamente. Nós aceitamos todas as doações, mas não colocamos como padrinho para mantermos o controle”, finaliza.

Na DNA animal os padrinhos são informados sobre os cães, recebem fotos, vídeos e notícias sobre o dia a dia.

Na Associação de Proteção Animal Tânia Angiolucci (APATA), ONG parceira do Instituto PremieRpet®, atua na região de Osasco e Cajamar (SP), o apadrinhamento começou há pouco tempo.

Para a fundadora da APATA, o apadrinhamento é uma opção para os animais que estão há muito tempo na ONG. “Toda ajuda é bem-vinda. O apadrinhamento ajuda em tudo. Eu tenho uma ‘madrinha’ que deposita R$ 50 [mensais] para um gatinho e agora ela vai apadrinhar mais um. Isso me ajuda na ração, no anti-pulga, é um custo a menos”, explica a fundadora.

Segundo Tânia, as pessoas que estão comprometidas com a causa animal sempre ajudam com a quantia que podem, e isso faz diferença no final do mês. Na hora da adoção é necessário preencher um formulário antes de assumir o posto. Há uma aba no site da ONG chamada “apadrinhe”, onde o interessado coloca seus dados para que Tânia possa entrar em contato.

“O padrinho ou madrinha pode ajudar com uma contribuição mensal. Independente do valor, a ajuda é muito importante para continuar com o projeto”, finaliza.


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Cadeia para maus-tratos a animais: sobre os desdobramentos da aprovação do PL1095

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Com a aprovação do PL-1095/2019 no Senado Federal, na última quarta-feira 9/9, a pena para quem comete crime de maus-tratos vai passar para 2 a 5 anos de reclusão. Antes, era de 3 meses a 1 ano. O texto agora depende de sanção presidencial para começar a valer. Mas algumas pessoas estão se posicionando contra, com o argumento falacioso que qualquer um passaria a ser preso em todas as hipóteses de maus-tratos, das situações mais brandas as mais graves.

Não é bem assim. Essas pessoas – por desinformação ou má fé –, além de não considerarem o ANPP – Acordo de Não Persecução Penal (CPP, art. 28-A), ignoram que o cálculo da pena para cada caso parte da condenação mínima, com os acréscimos, se houver, das circunstâncias judiciais (art. 59, CP), depois atenuantes/agravantes e, por último, as causas de aumento ou diminuição da pena (sistema trifásico). Ou seja, muito raramente a condenação alcançaria a pena máxima de 5 anos, mesmo em caso de reincidência, o que é difícil de caracterizar, pois o réu tem que ter cometido outro crime após o trânsito em julgado do primeiro (Súmula 444, STJ). Finalmente, para condenações até 4 anos, se o réu não fizer jus à substituição da pena, o regime de prisão será o aberto.

A grande vantagem do PL-1095 é que poderá haver prisão em flagrante, da qual o réu se libertará pagando fiança, arbitrada pelo juiz, ou mesmo sem fiança, se for pobre. Ou seja, em caso de flagrante, o infrator dormirá ao menos uma noite na cadeia, até que seja realizada a audiência de custódia perante o juiz. Poderá ainda ocorrer prisão preventiva, se o infrator estiver ameaçando testemunhas ou tentando se evadir.

O principal avanço do PL-1095 não é a prisão do infrator, o que ocorrerá raramente em casos bem específicos. A grande conquista é que o crime sairá da competência dos Juizados Especiais Criminais (menor potencial ofensivo), onde o réu sai praticamente impune, pagando umas cestas básicas ou realizando serviço comunitário, e passará a ser julgado por uma Vara Criminal, podendo deixar de ser primário a partir do segundo crime cometido. Justamente por este motivo, o PL-1095 acaba trazendo um efeito “colateral” que é a proteção dos humanos.

O PL-1095, além de proteger os cães e gatos, também protege os seres humanos, haja vista a enorme correlação (70 a 80%) entre os maus-tratos a animais e a violência doméstica (Teoria do Link/FBI). Condenado por maus-tratos a animais, o criminoso deixará de ser primário ao eventualmente cometer outro crime e não poderá ser beneficiado com penas alternativas se agredir um ser humano. Dessa forma, o PL-1095 protege animais humanos e não humanos. Não é hora de termos dúvidas. O PL-1095 é um grande marco civilizatório na história dos direitos animais no Brasil. Pela sanção já!

*Vanessa Negrini é doutora e mestre em Políticas de Comunicação (UnB) e coordenadora do GEDAI – Grupo de Estudos Sobre Direitos Animais e Interseccionalidades, professora de Mobilização Pública e Direitos Animais na UnB. Ana Paula de Vasconcelos é secretária adjunta da Comissão Nacional da OAB de Proteção e Defesa Animal, vice-presidente da Comissão de Direito Animal da OAB Taguatinga, advogada do Fórum Animal e Projeto Adoção São Francisco.


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Bolsonaro insinua que pena de 5 anos para maus-tratos a animais é excessiva

Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contestou a aprovação do Projeto de Lei nº 1095/2019, que altera a Lei de Crimes Ambientais, aumentando a pena para maus-tratos a cães e gatos para de dois a cinco anos de reclusão, além de estabelecer multa e perda da guarda do animal por parte do agressor.

Através de uma live realizada nas redes sociais, Bolsonaro insinuou que condenar o agressor de um animal a cinco anos de prisão é desproporcional e usou exemplos rasos para deslegitimar a pena proposta pelo projeto de lei.

“Pessoal do campo tem que tomar cuidado. Às vezes o cachorro nem é teu. Vem o fiscal e vê o cão sarnento: dois a cinco anos de cadeia. É comum a gente ver no campo um cachorro magro aparecendo as costelas. E aí? Dois a cinco anos de cadeia”, afirmou. Em outro momento do vídeo, o presidente usou mais um exemplo superficial para se opor à punição mais rigorosa contra maus-tratos: “pode até alguém pegar um cachorro doente e jogar dentro da sua casa. E daí? Como é que fica?”.

Se viessem a ocorrer, os exemplos citados não levariam à prisão da pessoa que se deparou com um cão com sarna ou que teve um animal doente jogado dentro de seu quintal – afinal, os criminosos em questão seriam as os que abandonaram esses animais, não as pessoas que os encontraram.

No entanto, enquanto foca em casos imaginários criados por ele mesmo, Bolsonaro deixa de olhar para crimes reais. Em 2018, a cadela Manchinha foi brutalmente morta após ser agredida por um funcionário do hipermercado Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo. Neste ano, o pit bull Sansão teve suas patas traseiras decepadas. Enquanto luta para se adaptar à nova vida, o cachorro pode reforçar sua condição de símbolo da batalha contra os maus-tratos caso a proposta seja sancionada, ou pode ver a Lei Sansão, como passou a ser chamado o PL 1095/2019, ser vetada.

Para o presidente, a decisão de sancionar ou não a proposta é bastante difícil. Por isso, ele anunciou que irá se guiar pela opinião dos internautas através de uma espécie de enquete que será feita no Facebook.

“O que eu pretendo fazer, vou colocar no meu Facebook o texto da lei para o pessoal fazer comentários. Só deixo avisado, quem for para a baixaria é banimento. Pode reclamar, a pena é excessiva, é grande, tem que sancionar, tem que vetar. Porque não é fácil tomar uma decisão como essa daí”, disse.

Junto de Bolsonaro, estavam o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, e a youtuber mirim Esther Castilho. Em um determinado momento, Bolsonaro se direciona à menina, que tem apenas 10 anos, pergunta a opinião dela sobre o projeto de lei e questiona a necessidade de uma pena mais rigorosa do que a atual, que prevê detenção de três meses a um ano e costuma ser convertida em prestação de serviços à comunidade e multa.

“Dá para você entender o que são dois anos de cadeia porque uma pessoa maltratou um cachorro? A pessoa tem que ter uma punição, mas dois anos… Dois a cinco anos?”, afirmou Bolsonaro, dirigindo-se à Esther, que discordou do presidente.

“Eu acho que é muito pouco [a pena], viu. A gente tem que cuidar do animal, não tem que maltratar ele”, afirmou a youtuber mirim.

Os questionamentos acerca da proposta aprovada no Senado também foram direcionados ao presidente da Embratur. Bolsonaro citou a pena para abandono de incapaz, de seis meses a três anos, e perguntou a opinião de Gilson Machado Neto, que respondeu que tanto os maus-tratos a animais como o abandono de bebês e crianças devem ser punidos com mais rigor. “Os animais são realmente incapazes, eles precisam do apoio de todos nós para que eles não sofram”, disse.

Neto, no entanto, aproveitou a situação para defender o rodeio e a vaquejada, práticas que condenam os animais a intenso sofrimento e que foram excluídas do projeto de lei. Na opinião do presidente da Embratur, os animais explorados para esses fins “já estão protegidos”. A veterinária e zootecnista Julia Maria Matera discorda. Nos autos nº. 8.961/97 da Segunda Vara da Fazenda Pública de Santos/SP consta o posicionamento da profissional, embasado em fatos concretos e científicos. Em um laudo técnico, Julia é taxativa sobre os maus-tratos intrínsecos aos rodeios.

“A utilização de sedém, peiteiras, choques elétricos ou mecânicos e esporas gera estímulos que produzem dor física nos animais em intensidade correspondente à intensidade dos estímulos. Além da dor física, esses estímulos causam também sofrimento mental aos animais uma vez que eles têm capacidade neuropsíquica de avaliar que esses estímulos lhes são agressivos, ou seja, perigosos à sua integridade”, diz o documento. As vaquejadas, por sua vez, são tão cruéis que foram consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal.

A crueldade imposta aos cachorros e gatos é exposta por ativistas dos direitos animais diariamente. Há anos, eles lutam pela aprovação de uma proposta que coloque fim à impunidade por meio de penas mais rigorosas. Para Bolsonaro, no entanto, essa luta é um lobby do “pessoal que defende animais” para que a Lei Sansão entre em vigor.

Segundo o presidente, há pessoas próximas a ele que são contrárias ao Projeto de Lei nº 1095/2019 por considerarem a pena de até 5 anos de prisão “muito alta”.


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Famílias reencontram animais um mês após explosão no Líbano

Reprodução/Instagram/@animalslebanon

Os últimos dias têm sido de grande emoção para famílias que puderam rever seus animais após a explosão em Beirute, no Líbano. A tragédia, ocorrida há pouco mais de um mês, separou cães e gatos de seus tutores, mas a saudade finalmente chegou ao fim.

A explosão aconteceu no porto de Beirute em um depósito de nitrato de amônio no dia 4 de agosto. Vários animais foram afetados pelo acidente, incluindo os que vivem em um abrigo nas proximidades do local.

Diante da situação, mais de 300 voluntários da ONG Animals Lebanon se uniram para resgatar cães e gatos e, mais de um mês depois, esses animais puderam voltar para os braços de seus tutores. Os reencontros foram emocionantes.

Reprodução/Instagram/@animalslebanon

O trabalho da entidade inclui a busca por animais desaparecidos. Parte deles ficou ferida, outros fugiram assustados. Para viabilizar as ações, uma campanha de arrecadação de fundos foi realizada pela Animals Lebanon nas redes sociais.

O dinheiro está sendo usado para promover os cuidados necessários aos animais resgatados. No Instagram, a entidade divulga as ações realizadas para comprovar que os recursos estão sendo usados em prol dos animais.

Confira vídeos dos reencontros abaixo:

 

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Notícias

Cadela se recupera do trauma de perder filhotes após adotar gatinhos órfãos

Reprodução/Metro Jornal

Uma cadela resgatada nas proximidades da fronteira entre Estados Unidos e México se curou do trauma de perder seus filhotes após adotar gatos órfãos. Georgia encontrou nos gatinhos um motivo para viver e, por outro lado, permitiu que eles tivessem uma mãe.

Salva pelos voluntários da Sunshine Dog Rescue, a cadela estava grávida quando foi encontrada comendo restos de comida na rua. No abrigo, os filhotes de Georgia nasceram prematuros e morreram. Desolada, a cadela vivenciou um difícil período de luto que só chegou ao fim graças a sua nova família: os gatinhos recém-nascidos.

Depressiva, a cadela passou a rasgar os colchões do abrigo, num ato visto pelos voluntários da ONG como uma forma de Georgia procurar pelos seus filhotes de maneira desesperada.

A tristeza profunda que a cadela sentia comoveu a equipe do abrigo e levou a fundadora da instituição, Anita Osa, a apresentar filhotes de gato para Georgia numa tentativa de confortar seu coração, que estava aos pedaços.

Anita não sabia se a cadela aceitaria os gatos órfãos, mas decidiu arriscar. E Georgia não só acolheu os gatinhos, como se recuperou de seu trauma graças a eles.

”Foi incrível ver como Georgia se acalmou instantaneamente, e acho que para os gatinhos também, eles não têm ideia de que ela é um cachorro”, afirmou Anita ao Metro Jornal.

Desde que adotou os filhotes, Georgia não só começou a cuidar deles, como tem os amamentado, provando que pode ser a melhor mãe do mundo.


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