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Rinha de cães em Mairiporã (SP) fazia parte de torneio internacional

O delegado que investigou o caso classificou a rinha desarticulada pela polícia como “um ritual macabro”


A rinha de cachorros que foi desarticulada pela polícia em Mairiporã (SP) integrava um torneio internacional, segundo o delegado Matheus Layola, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) em Curitiba (PR), que faz parte das investigações.

Foto: Polícia Civil do Paraná/Divulgação

“Ano passado a disputa foi na República Dominicana, esse ano no Brasil e ano que vem provavelmente seria em outro país. Eles eram extremamente organizados. Na camiseta do evento tinha a pesagem de cada animal. As apostas, além de físicas, também eram feitas pela internet, em grupos fechados do mundo inteiro”, explicou.

Na rinha, denominada Circuito Internacional 4 x 4, havia premiação com troféu e dinheiro, apostas online e separação de categorias entre machos e fêmeas. No evento realizado em outubro na República Dominicana, um cachorro do Paraná venceu as brigas. As informações são do portal Tribuna PR.

“Temos informação de que queriam comprar este animal por R$ 50 mil, mas o criador não vendeu”, afirmou o delegado. Os cães podem ser vendidos, segundo o delegado, por até R$ 200 mil.

Os cães eram criados por um homem do bairro Capão da Imbuia, em Curitiba (PR), e treinados em São José dos Pinhais (PR). Os filhotes eram selecionados geneticamente e, ao serem preparados para as lutas, eram forçados a fazer esteira, natação, além de consumirem suplementos alimentares e anabolizantes. Antes das brigas, eles ficam sem água e comida, para se manterem estressados e, consequentemente, mais agressivos com outros cães, por conta da fome e da sede.

“Era uma cena de terror. Tinha cachorro morto, cachorro machucado, cachorro que era morto e assado para eles comerem”, afirmou Layola. A carne era usada para instigar os cães e para consumo do próprio público da rinha.

“Parecia um ritual macabro. A médica veterinária que nos acompanhou foi quem disse que a carne assada era de cachorro. A gente inicialmente não acreditou”, completou.

Foto: Gerson Klaina / Tribuna do Paraná

Alguns cães apresentam escoriações, outros cinco estão em estado grave de saúde. Um deles estava tão machucado que urinou sangue.

O crime foi descoberto após a Polícia Civil do Paraná começar a investigar o criador e o treinador dos cães. Em seguida, os policiais paranaenses pediram ajuda à polícia de São Paulo. Cerca de 100 policiais participaram da operação que desarticulou a rinha em Mairiporã.

Foram presas 35 pessoas no local e outras cinco, que tinham fugido, foram detidas em seguida. Eles irão responder por associação criminosa, maus-tratos a animais com agravante de morte e prática de jogo de azar.

Os cães foram entregues para ONGs de proteção animal. “Pelas imagens, dá para ver que eles são extremamente dóceis com humanos. A gente chegava perto, eles ficavam com os rabinhos abanando, mesmo bastante machucados. Mas se colocar esses cachorros perto de outros animais, eles se matam”, concluiu o delegado.


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Chef Erick Jacquin adota um gato e o batiza de “Tompero”

O nome do gato foi escolhido após a palavra “Tompero”, dita pelo chef francês para se referir a “tempero”, cair no gosto dos internautas


O apresentador e chef de cozinha Erick Jacquin resolveu adotar um gato. A boa ação repercutiu positivamente nas redes sociais e o nome do animal chamou atenção dos internautas.

Arquivo pessoal

De origem francesa, Jacquin tem um sotaque bastante característico. Por isso, suas frases são usadas em brincadeiras feitas por internautas. Uma das palavras bastante repetidas pelos fãs do chef é “tompero” – que seria, na verdade, tempero. E foi justamente esse o nome escolhido para o novo membro da família.

Tompero foi adotado por Jacquin e por sua esposa, Rosângela. Ele tem quatro meses de idade e foi resgatado pela ONG paulistana Adote um Gatinho. As informações são do portal Metrópoles.

A companheira do apresentador escolheu o nome Elvis para o gato. No entanto, Jacquin não aceitou e, após insistir em chamá-lo de Tompero, acabou convencendo a esposa.

Reprodução/Instagram

Além do animal recentemente adotado, a família já tutela outro gato, chamado Johnny, que nasceu no mesmo dia em que Jacquin e Rosângela se casaram: 23 de outubro de 2015.

Jacquin ficou famoso no Brasil após apresentar o programa “Master Chef”. Ele é apresentador também do “Pesadelo na Cozinha”.


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Gato rejeitado por ter deficiência faz amizade com menino que o visita diariamente

Um gato rejeitado pela maioria das pessoas por não ter um olho foi acolhido por um garotinho que se encantou por ele. O animal tem um lar, mas as crianças da vizinhança costumam fugir quando o encontram por temerem a deficiência dele. Com o menino, no entanto, o desfecho foi outro.

Foto: YouTube/Norma Maikovich

Ace, como é chamado o gato que foi resgatado da rua, perdeu um dos olhos por causa de uma infecção que sofreu. A deficiência, no entanto, não o impede de viver normalmente, nem de ser um gato doce e carinhoso. As informações são do portal I Love My Dog.

Os tutores de Ace o amam, mas sempre souberam que as pessoas costumam estranhar a aparência dele, especialmente as crianças. Por essa razão, eles ficaram surpresos ao assistir as imagens da câmera de segurança da residência onde vivem e notar que um menino visita o gato com frequência e fica brincando com ele.

Foto: Norma Maikovich

E o carinho que o menino sente por Ace é recíproco. A amizade que eles criaram é tão especial que o gato passou a sentar em frente à casa onde mora para esperar o garoto chegar. Quando ele aparece, Ace corre na direção dele.

A família do gato ficou tão feliz ao saber da interação do menino com o animal que procurou o garoto e disse que ele é sempre bem-vindo na casa, deixando claro que ele não precisa se esconder para fazer carinho em seu amigo de quatro patas.

Nota da Redação: apesar da linda mensagem presente na notícia acima, é importante ressaltar que animais domésticos não devem ter, em hipótese alguma, acesso à rua. Deixar que eles saiam sozinhos de suas casas, mesmo que para ficar apenas em frente a elas, os submete a riscos. Eles podem contrair doenças, ser vítimas de envenenamento e atropelamento ou ainda, no caso dos que não são castrados, procriar, contribuindo para o aumento do abandono com o nascimento de filhotes na rua. Por isso, a ANDA recomenda aos leitores que mantenham cachorros em quintais com muros e portões altos e que coloquem telas no portão, quintal ou janelas para impedir a saída dos gatos e dos cães de porte pequeno ou daqueles que ainda são filhotes e conseguem passar pelas grades do portão.


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