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Cadela adota filhotes de gato órfãos e produz leite para amamentá-los

Foto: Arquivo Pessoal Dayana Rosa

Uma cadela salvou a vida de quatro filhotes de gato órfãos ao adotá-los e produzir leite para amamentá-los. O caso, que aconteceu na cidade de Goiatuba, em Goiás, é um exemplo da sensibilidade dos animais e da força do instinto materno.

Os filhotes foram acolhidos pela secretária Dayana Rosa de Freitas, de 38 anos, que tinha a intenção de deixá-los aos cuidados de sua gata, que acabou de parir e seria uma espécie de “mãe de leite” dos gatinhos órfãos. Grande foi a surpresa da secretária ao perceber que a nova mãe dos bebês seria a cadela Megui, que passou até a produzir leite para amamentá-los.

Os filhotes foram resgatados por uma entidade de proteção animal após serem encontrados na rua, em situação de abandono, ao lado da mãe, que estava morta.

“A ONG postou nas redes sociais que tinha resgatado os gatinhos e que precisava urgente de uma gata para amamentá-los. Pensei na Jurema, minha gata, que está amamentando 4 filhotinhos dela. Mas quem tomou conta foi a Megui, minha cadela, que não deixa a gata chegar perto”, disse Dayana ao G1.

Abandonados ainda com o cordão umbilical, os filhotes recém-nascidos necessitam de cuidados. E a cadela soube disso no momento em que colocou os olhos neles.

“Ela [cadela] ficou cheirando os gatinhos. Eu virei as costas, e ela já deitou perto. Tive medo de ela acabar machucando os filhotes. Fiquei surpresa com a situação, porque ela deu leite”, disse a secretária.

Assim que estiverem em idade adequada para serem doados, os filhotes precisarão de novos lares. Os interessados em realizar a adoção devem entrar em contato com a ONG responsável pelo resgate.

“Um filhotinho acabou não resistindo. Eles foram abandonados assim que nasceram. Com os meus, estou com sete filhotes em casa, mas só os que foram resgatados vão para adoção. Os da Jurema são dos meus filhos”, afirmou.

Dayana pede ajuda também para arrecadar fundos para custear a castração dos filhotes. O procedimento é essencial para evitar crias indesejadas e, dessa forma, combater o abandono. Além disso, a esterilização é benéfica para a saúde do animal, que vive por mais tempo e fica livre de determinadas doenças, incluindo alguns tipos de câncer.


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Cadela se recupera do trauma de perder filhotes após adotar gatinhos órfãos

Reprodução/Metro Jornal

Uma cadela resgatada nas proximidades da fronteira entre Estados Unidos e México se curou do trauma de perder seus filhotes após adotar gatos órfãos. Georgia encontrou nos gatinhos um motivo para viver e, por outro lado, permitiu que eles tivessem uma mãe.

Salva pelos voluntários da Sunshine Dog Rescue, a cadela estava grávida quando foi encontrada comendo restos de comida na rua. No abrigo, os filhotes de Georgia nasceram prematuros e morreram. Desolada, a cadela vivenciou um difícil período de luto que só chegou ao fim graças a sua nova família: os gatinhos recém-nascidos.

Depressiva, a cadela passou a rasgar os colchões do abrigo, num ato visto pelos voluntários da ONG como uma forma de Georgia procurar pelos seus filhotes de maneira desesperada.

A tristeza profunda que a cadela sentia comoveu a equipe do abrigo e levou a fundadora da instituição, Anita Osa, a apresentar filhotes de gato para Georgia numa tentativa de confortar seu coração, que estava aos pedaços.

Anita não sabia se a cadela aceitaria os gatos órfãos, mas decidiu arriscar. E Georgia não só acolheu os gatinhos, como se recuperou de seu trauma graças a eles.

”Foi incrível ver como Georgia se acalmou instantaneamente, e acho que para os gatinhos também, eles não têm ideia de que ela é um cachorro”, afirmou Anita ao Metro Jornal.

Desde que adotou os filhotes, Georgia não só começou a cuidar deles, como tem os amamentado, provando que pode ser a melhor mãe do mundo.


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Gatinha abandonada dentro de um saco plástico é salva em SP

Gatinha é resgatada após ser jogada na rua dentro de um saco plástico na região do Butantã-SP.
Foto: Arquivo Pessoal/ Tatiana Góes

Uma gatinha foi resgatada no último no dia 26 de junho após ter sido covardemente abandonada dentro de um saco plástico nas ruas da Vila Polopoli, comunidade próxima ao bairro do Butantã, na zona Oeste de São Paulo. Felizmente, a filhote foi salva da morte certa por uma moradora que estava no lugar certo na hora certa. A diarista Eliana Silva passava pela rua quando se deparou com uma sacola plástica com algo se mexendo em seu interior. Deixando o medo de lado, ela abriu a sacola e ficou profundamente surpresa com o que encontrou: uma gatinha magra, debilitada e muito assustada.

A diarista salvou a bebê e a entregou aos cuidados da diretora de arte Tatiana Góes, que também atua como protetora de animais. Ela acolheu e batizou a gatinha de Luna, garantindo que ela tivesse os primeiros cuidados. A filhote foi levada ao veterinário para realizar exames. Tatiana afirma que a gatinha está reagindo bem ao tratamento. “Cada dia que passa ela fica mais esperta, no começo ela comia os comprimidos no meio da ração, hoje em dia ela cospe, já conseguiu ganhar mais de 500 gramas em apenas seis dias”, disse a protetora em entrevista à ANDA.

Para conseguir atendimento médico para a gatinha, Tatiana contou com a ajuda do projeto Animais Alzira, que auxiliou indicando atendimento veterinário a preços acessíveis. O futuro de Luna é otimista, mas, apesar disso, a protetora esclarece que a gatinha ainda precisa de alguns cuidados e resiliência para estar plenamente recuperada. “Ela está comendo, bebendo, sendo medicada, mais está com uma diarreia muito forte, então decidi levar ela novamente ao veterinário para fazer novos exames”, afirmou a protetora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Tatiana Góes

Com Tatiana, a gatinha conheceu a bondade, o carinho e amor, mas o seu “primeiro lar” é temporário. A protetora, infelizmente, não poderá adotá-la, pois já cuida de quatro gatinhos, e um deles está com problemas de saúde, demandando muitos cuidados e despesas financeiras. Luna precisará encontrar um novo lar e essa missão não será das mais fáceis, pois a diretora de arte só a entregará para alguém de confiança. “É muito difícil saber para quem doar, da um receio, mas a pessoa que pretendo doar foi uma indicação de uma amiga minha”, confessa.

Abandono e maus-tratos

A protetora lembra que, lamentavelmente, o abandono cruel de Luna não é algo inusitado. Ela conta que não é incomum encontrar animais abandonados na região do Butantã. Dos quatro gatos que Tatiana tutela, três foram salvos das ruas e da maldade humana. Dados apontam que no Brasil há mais de 30 milhões de animais em situação de abandono. Apenas no Estado de São Paulo esse número pode chegar a 2 milhões, sem contar a grande quantidade de animais retirados das ruas por ONGs e protetores independentes.

Segundo o consultor jurídico da ANDA, Leandro Ferro, maus-tratos a animais é crime e precisa ser combatido através de denúncias. “Maltratar qualquer animal, mesmo que não ocorra a morte, é crime previsto no artigo 32 da e ser for reincidente, não poderá converter a pena em cestas básicas ou serviços a comunidade, tendo que enfrentar um processo criminal, podendo também ser responsabilizado na esfera civil pagando uma indenização financeira pelo crime cometido e a recomposição dos valores pagos a recuperação do animal”, assevera Ferro.

Vida nova

O exemplo dado por Tatiana mostra a importância da compaixão pelos mais indefesos. Cães e gatos são capazes de grandes gestos de fidelidade, gratidão e amor. Retirar um animal das ruas e dar a ele a dignidade e proteção de um lar é um exemplo inspirador de compaixão que precisa ser replicado em uma grande corrente do bem. “Os gatinhos são a minha vida, meus amores, minhas alegrias, restabelecem minhas energias, me dão força, e eu faço tudo por eles”, concluiu.

Sobre o projeto Animais Alzira

A iniciativa nasceu há três anos cidade de Osasco, na Grande São Paulo, durante a realização de um mutirão de castração em que voluntários alertaram a população sobre a importância da esterilização para a saúde dos animais e para o controle populacional de cães e gatos em situação de abandono. Na ocasião, uma protetora, chamada Alzira, recebeu ajuda para doar 50 animais resgatados que estavam sob sua guarda.

A protetora foi homenageada nomeando o projeto que já ajudou dezenas animais a encontrar lares definitivos e temporários, além resgatar vários outros em situação de rua. A iniciativa sobrevive com venda de camisetas, brinquedos e rifas, mas o que realmente sustenta e financia o projeto, são doações e o apoio da população. Atualmente, há uma campanha de financiamento coletivo hospedada na plataforma Vakinha. Para colaborar, basta clicar aqui.

Foto: ONG Animais Alzira/ Facebook

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Gatos mutilados e ensanguentados são abandonados dentro de gaiola na rua

Foto: Arquivo pessoal

Cinco filhotes de gato vítimas de maus-tratos foram abandonados dentro de uma gaiola no bairro Maracanã, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Mutilados e ensanguentados, os gatinhos foram resgatados e receberam cuidados veterinários.

Com cerca de quatro meses de idade, os animais foram encontrados na tarde do último domingo (21) por moradores do bairro. Uma câmera de monitoramento flagrou o momento em que um homem chegou ao local, em uma bicicleta, e abandonou os gatos.

As imagens mostram que o abandono ocorreu por volta das 17h30. O resgate foi feito por volta das 20h. “O meu sogro foi levar o lixo e viu uma gaiola enferrujada, quando percebeu que havia vários gatinhos. Tinha água suja lá dentro, arroz com cebola dentro de uma latinha de sardinha. Eles estavam ensanguentados”, contou ao G1 a autônoma Ana Paula do Nascimento, de 21 anos.

Os gatos foram resgatados e levados para uma clínica. “Chegamos muito nervosos no veterinário e eu ressaltava o tempo todo que eu não entendia o porquê daquilo”, disse.

Foto: Reprodução

A veterinária informou que os ferimentos não foram causados por atropelamento ou mordida de algum animal, mas sim por maus-tratos.

“Os machucados são iguais. Dedos das patas arrancados, pernas cortadas. Tem uma que está com a pata por dentro dilacerada, a veterinária falou que não consegue nem fazer sutura, que precisaria fazer enxerto, porque a pele dela mesmo não ia dar”, afirmou.

A família que resgatou os filhotes precisa de ajuda. Os gastos com o tratamento dos animais está alto, impossibilitando que Ana e seu sogro arquem sozinhos com os valores. Eles também buscam pessoas dispostas a adotar os gatinhos, que ainda necessitam de cuidados e procedimentos, como raio-x. Um deles precisa amputar uma das patas por conta de uma fratura severa que levou à necrose de um osso.

Foto: Arquivo pessoal

“Não podemos ficar com eles. A gente precisava muito de alguém que consiga. A gente acabou gastando uma fortuna no veterinário e estamos sem nada para dar medicação. Ainda temos os cachorros e tem que dar total atenção para eles, porque são fraturas muito delicadas”, afirmou.

Ana também pede justiça para o caso. “Estou revoltada. Quero tentar achar esse cara e fazê-lo pagar pelo que fez, porque foi desumano. Foi um monstro que fez isso com os gatinhos”, concluiu.

Foto: Arquivo pessoal

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Após seus filhotes morrerem, cadela adota gatinhos órfãos e os amamenta

Stacee Jones

Filhotes de gato resgatados pelo Jelly’s Place, em San Pablo, na Califórnia (EUA), tiveram suas vidas salvas graças a uma cadela que os adotou.

Durante cinco semanas, Keeper, como é chamada a cadela, cuidou dos gatinhos. Após perder seus filhotes, que morreram, a cadela dedicou-se a alimentar e amar os órfãos resgatados pelo abrigo.

A voluntária Stacee Jones, que atua no Jelly’s Place, temeu que a cadela não aceitasse os gatinhos quando a entidade recebeu um pedido de resgate para os recém-nascidos, mas decidiu tentar. E sua tentativa funcionou.

Resgatada após ser abandonada atrás de uma lixeira, Keeper parecia saber que os gatinhos tinham sofrido tanto quanto ela e precisavam de amparo.

“Tomei muito cuidado. Sentei-me ao lado da mamãe cachorra com uma gatinha. Eu lentamente mostrei a ela a gatinha para ver como ela reagiria. Eu tinha medo de que ela rosnasse ou não aceitasse muito bem”, contou Jones ao site The Dodo. “Ela acolheu o primeiro gatinho imediatamente. Ela o lambeu”, completou.

Stacee Jones

A voluntária, então, trouxe os outros dois filhotes. “Ela deitou-se e aninhou-os em sua direção. Ela deixou eles mamarem. Foi muito maternal. Ela sabia o que fazer imediatamente”, contou. “Realmente funcionou”, acrescentou.

O gesto da cadela emocionou Jones, que não conseguiu conter as lágrimas. “Eu fiquei tipo, ‘isso é tão bonito’. Eu nunca vi pessoalmente algo assim. Tudo se juntou tão rapidamente, como deveria ser”, disse.


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Salvo de ser sacrificado, cachorro cuida de filhotes de gato resgatados

Reprodução/Instagram/@raylan_the_dog

Raylan foi adotado quando estava prestes a ser sacrificado em um abrigo. E como em um ato de gratidão por ter sido salvo, ele passou a se dedicar a salvar outras vidas, transformando o dia a dia de filhotes de gato resgatados através do amor.

Após adotar Raylan, sua tutora decidiu ajudar também gatinhos que precisavam de um lar. Há 6 anos, o primeiro filhote foi levado para a casa dela e a dúvida sobre o cão aceitar ou não animais de outra espécie se transformou, naquele momento, na certeza de que ele estava disposto a cuidar de cada um dos filhotes que passaram por seu lar.

A história de Raylan e seu amor pelos gatos conquistaram os internautas. Atualmente, um perfil no Instagram criado para mostrar a rotina do cão e dos filhotes resgatados ultrapassa 22 mil seguidores. Não bastasse o cuidado que o cachorro tem com os gatinhos, sua fama nas redes sociais também os ajudou a encontrar novos lares.

“Raylan é um cãozinho muito esperto que está sempre disposto a uma nova aventura. Eu descobri que ele gostava de gatinhos quando trouxemos nosso primeiro filhote resgatado, o Watson, há 6 anos atrás, quando Raylan já tinha 3 anos. Ele imediatamente começou a brincar com o “rival”, e se mostrou gentil e paciente com o novo hóspede. Hoje, Watson é nosso vizinho e eles sempre se encontram”, disse a tutora do animal ao site Bored Panda.

Reprodução/Instagram/@raylan_the_dog

Inteligente, o cachorro aprendeu a fazer coisas como buscar cerveja na geladeira para sua tutora e apagar a luz. Seu jeito esperto e doce conquistou o coração de sua tutora, que dá a ele o valor que outras pessoas lhe negaram na época em que vivia no abrigo.

“Raylan é um vira-lata de raça pura que adora pegar uma cerveja para seus amigos, viajar na estrada e fazer conchinha com gatinhos resgatados. Ele foi adotado de um abrigo bastante cruel onde ele seria sacrificado. Ele foi muito rejeitado por ser um cãozinho muito enérgico e sem treino, mas a verdade é que ninguém sequer tentou treiná-lo”, concluiu a tutora do animal.

Reprodução/Instagram/@raylan_the_dog

 

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Gatinha com Síndrome de Down tem livro sobre inclusão lançado por tutores

A famosa Maya, uma linda gatinha diagnosticada com Síndrome de Down agora tem um livro ilustrado dedicado a incentivar e instruir crianças e adultos sobre a importância da inclusão.

Foto: @meetmayacat

Resgatada em 2017 de um lixão pela ONG Odd Cat Sanctuary, Maya teria sua morte induzida por ter características diferentes de outros gatos. Ela nasceu com um cromossomo extra que a faz ter os olhos assimétricos, pernas curtas e patinhas muito grandes. Apesar da diferença física foi adotada e recebida com muito amor por seus tutores Harrison Makofsky e Laura Beader que além dela são responsáveis por outro gatinho, Dragon.

O amor que seus tutores possuem por seus companheiros de quatro patas é tão grande que os levaram a escrever e publicar um livro infantil sobre a amada gatinha, o “Meet the Maya Cat”, que além de mostrar o dia a dia de Maya com sua família também é repleto de valores e reflexões com o propósito de transmitir para as crianças a importância da empatia e amor ao próximo a aceitação do diferente.

A renda arrecadada com a venda dos livros é destinada aos Jogos Olímpicos Especiais de Massachusetts, nos Estados Unidos e ao Odd Cat Sanctuary, o abrigo responsável por resgatar a encantadora gatinha é responsável por atuar no resgate e cuidado de animais que possuem doenças físicas ou comportamentais.

Maya possui um perfil no Instagram que é administrado por sua tutora, Laura, na página podemos acompanhar o dia a dia dela que como todo gatinho é curiosa e bastante amorosa.

Foto: @meetmayacat

Respeitar os animais é algo que todo ser humano deveria fazer, afinal para eles não existe o diferente, eles nos amam da forma como somos sem nos julgar e a única coisa que podemos fazer para agradecer a esse amor incondicional é ama-los e respeitá-los como eles merecem.


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Gatinho famoso completa 21 anos no próximo dia 20

Se um dia você estiver visitando o bairro Menino Deus, na Avenida Getúlio Vargas em Porto Alegre (RS), não deixe de visitar e brincar com o famoso gatinho Negão que circula pelas redondezas do bairro.

Foto: Lauro Alves/Agência RBS

Prestes a completar 21 aninhos, o animalzinho é sinônimo de sucesso entre os habitantes do bairro que chegam até mesmo a trocar de calçada apenas para poderem acariciar e brincar com o carinhoso gatinho que costuma frequentar alguns estabelecimentos locais. Lotérica, academia, farmácia e lanchonete são seus pontos favoritos.

Negão apareceu nos arredores do bairro há 16 anos e foi tratado pela veterinária Vanessa, que diagnosticou que o animalzinho sofria de insuficiência renal. Após se recuperar ela adotou o gatinho, que rebelde, continuou frequentando as ruas do bairro.

“Não adiantava, ele já vivia há cinco anos na rua. Apesar de sair, ele sempre voltava, então deixamos ele circular.”, disse a veterinária que este ano irá comemorar o aniversário de seu companheiro de quatro patas com uma pequena festinha.

Foto: Lauro Alves/Agência RBS

Recentemente, Negão teve um grave problema de saúde ao sofrer de hérnia diafragmática, o rompimento da musculatura que liga o tórax ao abdômen. Foi operado e se recuperou perfeitamente bem da cirurgia que era de risco devido a sua idade avançada.


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Dia Mundial do Gato é comemorado em 17 de fevereiro

Um bom momento para refletir sobre o comportamento felino e derrubar certos mitos que contribuem para o abandono como, por exemplo, que não podem conviver com grávidas

Mito: Gato gosta da casa e não do tutor. Foto: Fátima ChuEcco

Os gatos têm várias datas comemorativas ao longo do ano. O Dia Mundial do Gato ficou estabelecido em 17 de fevereiro, mas também tem o Dia Internacional do Gato em 8 de agosto e no decorrer do ano Dia de Apreciação do Gato Preto e Dia de Abraçar o Gato, entre outros datas.

É fácil deduzir o motivo de tanta consideração pelos felinos: só no Brasil já são pouco mais de 22 milhões deles domiciliados com tendência a ultrapassarem 30 milhões até 2022 segundo o IBGE. A verticalização das cidades contribuiu bastante para isso, pois, é mais fácil manter um gato em apartamento do que um cachorro, já que eles não precisam sair para fazer suas necessidades básicas.

Mas ainda existe um lado sombrio quando o assunto é gato. Os pequenos felinos, principalmente os de cor preta, ainda sofrem preconceito e são os menos adotados nos abrigos. Os gatos também são alvos de mitos que muitas vezes contribuem para o abandono e maus-tratos dos mais perversos. Por isso, no Dia Mundial do Gato vale conhecer e derrubar alguns desses mitos.

Mito: Gato dorme de dia e fica acordado de noite. A grande maioria dos gatos se adapta ao estilo de vida dos tutores. Foto: Fátima ChuEcco

Mito: Gato é o maior transmissor de toxoplasmose

Muitos gatos são descartados quando surge uma gravidez na família devido ao mito de que transmitem toxoplasmose. Mas isso só pode acontecer em casos raríssimos, pois, a mais comum forma de pegar essa doença é ingerindo carne mal-passada. Nem todo gato tem a bactéria da toxoplasmose e, mesmo quando tem, só a elimina na fezes uma vez na vida. Uma única vez. E é nessa ocasião que, se a pessoa tiver contato muito direto com as fezes poderá se contaminar. Mas todo mundo usa pazinha para recolher as fezes. Então contaminação por meio do gato é algo muito raro.

Mito: Gato sempre cai em pé

Depende da distância do solo e do tipo físico do gato. Um gatinho fora do peso não pode não conseguir girar no ar para cair em pé. Se a altura for pequena e o gato for solto de barriga para cima ele pode cair deitado e se ferir. Se a altura for alta demais ele pode morrer ou sofrer graves fraturas. O gato tem a habilidade de cair em pé, mas depende das condições dele e da queda.

Mito: Gato gosta da casa e não do tutor

Uma das maiores inverdades já espalhadas. Os gatos amam e acompanham seus tutores como qualquer outro animal que tenha uma família humana. Existem inúmeros casos de gatos que uma vez perdidos ou abandonados conseguiram voltar para casa depois de meses e até de anos.

Mito: Todo gato caça passarinho

Nem todo gato caça, embora todos tenham habilidades naturais para isso. Depende da personalidade de cada um e do meio em que vive. Um gato que precisa sobreviver nas ruas tende a caçar, mas é muito comum gatos criados em casa não se interessarem por pássaros e às vezes nem mesmo por insetos. Muitos gatos comunitários que vivem em parques também acabam perdendo o interesse pela caça já que são bem alimentados.

Mito: Todo gato detesta água e caça passarinho. Depende muito da personalidade do gato e do ambiente em que vive. Foto Fátima ChuEcco

Mito: Gato que não usa a caixa de areia é mal-educado

Todo gato instintivamente, desde pequeno, procura a caixa de areia ou o jardim de uma casa para fazer xixi e coco. Atentos a sua higiene pessoal, eles cobrem tudo. Quando fazem fora da caixinha é porque ela já está suja demais, com pouca areia, perto da comida ou porque eles estão com algum problema de saúde e querem chamar a atenção para isso.

Mito: Gato fica atento de dia e dorme à noite

Depende da personalidade do gato e costumes da casa onde vive. Em geral, gatos se adaptam ao ritmo de seus tutores dormindo e acordando junto com eles. Alguns, geralmente mais jovenzinhos, continuam brincando à noite, mas a tendência é se ajustarem aos costumes dos tutores e dormirem a noite toda. Claro que isso não vale para gato em situação de rua que precisa sair à noite em busca de comida.

Mito: Gato detesta água

A maioria não gosta de banho, mas há cada vez mais exceções como casos de gatos que até nadam coim seus tutores. No entanto, vale lembrar que não há necessidade de dar banho em gato, principalmente, se ele não sai de casa. Eles mesmos se banham e precisam fazer isso. Pote com água para beber é essencial, mas eles preferem água corrente, saindo da torneira ou de uma fonte.

Mito: Gato é traiçoeiro

Inverdade sem qualquer fundamento. Gatos amam e defendem seus tutores. São carinhosos e companheiros, com exceção de um ou outro que já esteja muito traumatizado ou tenha se mantido selvagem, mas ainda assim o termo traição não se aplica. Algumas pessoas e principalmente crianças desavisadas, passam a mão onde alguns gatos não gostam de serem tocados como, por exemplo, na barriga deles e isso pode, dependendo do gato, resultar num arranhão ou mordida.

Verdade: Gatos absorvem e dissipam energia negativa como a eletrostática, que é a emitida por aparelhos eletrônicos. Foto: Fátima ChuEcco

Verdade: Gato absorve energia negativa

Gatos absorvem e dissipam energia eletrostática de aparelhos elétricos e eletrônicos e de seus tutores se estiverem “carregados” dessa energia (que é ruim) por passarem o dia todo na frente de um computador por exemplo. Mas vários  especialistas em energia cósmica acreditam que os gatos fazem uma “faxina” natural nos ambientes onde vivem captando e dissipando a energia negativa.

Verdade: Gatos curam

Aquele ruído produzido pelos gatos que no passado foi considerado um perigo por supostamente causar doenças como a asma em humanos, hoje é reconhecido como um elemento terapêutico para problemas físicos e emocionais. Segundo estudos pode contribuir para a cura de problemas nos ossos, músculos, tendões, ligamentos e articulações. Faz bem ainda para a pressão arterial, coração, depressão e ansiedade segundo estudos.  Os felinos ronronam através de movimentos da laringe e dos músculos do diafragma num padrão vibratório entre 25 e 150 hertz e essas frequências – dizem os cientistas – podem melhorar a densidade óssea e promover a cura de células. Saiba mais acessando AQUI

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Vídeo encantador mostra garotinho dando aula a três gatinhos

Com 5 milhões de visualizações e 120 mil compartilhamentos até o momento, o vídeo está conquistando pessoas no mundo todo

Foto Sbringser/Pixabay

Há cerca de duas semanas, um usuário do facebook chamado Shuhaida Shamsuddin postou um vídeo sem dizer quando e onde se passa a encantadora cena (ou quem é o autor da gravação) em que um garotinho, aparentemente com idade entre 3 e 5 anos, se faz de professor de três gatinhos tigrados (bem jovens também). O garotinho improvisa a lousa numa parede e vai escrevendo nela enquanto tenta chamar a atenção dos gatinhos para o que está ensinando.

Curiosamente, os gatinhos parecem estar focados na aula por alguns instantes antes de um deles abandonar a “sala de aula”. Em dado momento, o “professor”, vestido muito informalmente, acaricia um dos gatos e depois volta a se concentrar na “matéria”. Até a data de 21 de janeiro o vídeo estava  com 5 milhões de visualizações e 120 mil compartilhamentos. Imperdível!

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Países onde os gatos são os preferidos registram também altos índices de extermínio desses animais

Enquanto os gatos adentram cada vez mais os lares, inclusive no Brasil, o que tem acontecido com aqueles em situação de rua? Cidades como Los Angeles e Paris, por exemplo, escolhem o extermínio para diminuir a população felina urbana

Cresce o número de gatos nos lares, mas muitos ainda sofrem abandono. Foto site ONG Best Friends

Os gatos vão dominar o mundo. É o que dizem várias pesquisas e tendências, já que a falta de espaço (verticalização das cidades com apartamentos cada vez menores) e a escassez de tempo nos grandes centros urbanos se encaixam melhor com a adoção dos pequenos felinos.

Segundo o site “Statista” especializado em estatísticas, “os cães se destacaram como o principal animal de estimação em todo o mundo em 2018: eram 471 milhões de cães e 373 milhões de gatos”. No entanto, os gatos são maioria nos EUA, Brasil, Rússia, Alemanha, França e Japão. Mas qual será o tratamento dado aos gatos em situação de rua nesses países?

Extermínio de “gatinhos” em Los Angeles

De acordo com a Pesquisa Nacional de Proprietários de Animais de Estimação 2017-2018 da American Pet Products Association são aproximadamente 95,6 milhões de gatos vivendo em domicílios nos Estados Unidos contra 89,7 cães.

Filhotes de gato são induzidos à morte em Los Angeles (EUA). Foto site ONG Best Friends

Mas embora os números apontem que os gatos estão “reinando” mais que os cães nos lares americanos, 860 mil deles são mortos todos os anos naquele país sendo a maioria animais perdidos, ou seja, que já tiveram um lar. Anualmente, 1,5 milhão de animais são induzidos à morte nos EUA sendo 670 mil cães. Em alguns locais ainda se usa câmaras de gás do tamanho de um frigobar onde são colocados até 3 animais.

Como se não bastasse, a turística Los Angeles tem um lado bem obscuro: o extermínio de gatinhos no período entre março e outubro que é quando há maior incidência de cios e nascimento de filhotes.

E o pior: o extermínio é feito, inclusive, por alguns abrigos privados que alegam não ter recursos e nem mão de obra para alimentar os filhotes com mamadeira.

ONGs procuram salvar filhotes condenados à morte, mas milhares não escapam ao triste destino. Foto site ONG Best Friends

Segundo estimativa da ASPCA – American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra Animais) são 34 mil gatinhos que entram em abrigos de Los Angeles anualmente, sendo 90% no período de extermínio.

Por isso, toda sexta-feira, a ASPCA salva 30 filhotes levando-os para abrigos de Seattle e Portland. O trabalho de resgate de gatinhos é também feito pela ONG Best Friends (Melhores Amigos) em abrigos com voluntários encarregados da alimentação com mamadeira. Um vídeo da ONG mostra esse trabalho:

A Michelson Found Animals Foundation (Fundação de Animais Encontrados em Michelson) em Culver City (cidade no Condado de Los Angeles) também tem um programa voltado para o resgate de filhotes que certamente seriam mortos entre a primavera e o verão dos EUA.

Paris, a cidade luz, também mata gatos

A França tem várias leis em defesa dos animais, mas um cenário muito triste e cruel ainda persiste por lá em pleno século XXI, principalmente em Paris: o governo ainda mata os animais que não são adotados dentro de um prazo.

“São mais de 11 milhões de gatos vadios! Muitas vezes abusados e frequentemente capturados e sacrificados. Nosso objetivo é interromper a reprodução descontrolada, criando uma campanha nacional de esterilização para frustrar as operações de captura para fins de eutanásia, ainda muito comuns em nosso país”, diz a atriz e ativista Brigitte Bardot no site de sua Fundação.

Em alguns países vigoram leis de proteção animal e, ao mesmo tempo, animais saudáveis são mortos em canis municipais. Foto site Fundação de Animais Encontrados em Michelson

A atriz conseguiu alterar o Código Rural para que gatos vadios esterilizados possam ser liberados em seu local de captura. Além disso, a FBB – Fundação Brigitte Bardot, em 2018, ajudou associações, protetores independentes e municípios esterilizando 11 mil gatos. Este ano as castrações continuaram.

Dois pesos e duas medidas para os gatos no Brasil

De acordo com o IBGE em 2018 havia no país 54,2 milhões de cães e 23,9 milhões de gatos. Segundo a pesquisa, o gato foi o animal que mais cresceu nos lares brasileiros com alta de 8,1% desde 2013. A maior concentração de gatos está em São Paulo (21,6%), Rio de Janeiro (9,1%), Minas Gerais (7,2%) e Rio Grande do Sul (7,2%).

Matéria de capa da mais recente edição da Veja São Paulo fala dessa tendência e de como o comércio tem se voltado para esse novo nicho, afinal, 1,25 milhão dos gatos está em SP. São serviços, eventos e produtos cada vez mais especializados em gatos para atender uma demanda que cresce sem parar.

Os gatos estão tão em evidência que até foram parar na capa de importante revista brasileira

Embora os gatos estejam dominando os lares, para os que vivem em situação de rua o cenário não é dos melhores. Salvo iniciativas de controle populacional por meio do método de CED – Captura, Esterilização e Devolução ao lugar de origem – recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) –  os gatos são vítimas de envenenamento em massa em praticamente todos os bairros de SP (talvez do Brasil).

Além disso, colônias de gatos de cemitérios são frequentemente alvo de crueldade extrema. A situação só não é pior em SP porque desde 2008 a Lei 12.916 passou a proibir a matança de animais em situação de rua e instituiu proteção ao “animal comunitário” – categoria na qual gatos de praças, parques, cemitérios e outros locais públicos se encaixam, embora nem sempre sejam respeitados conforme a lei.

Países com mais gatos domiciliados

Como dito acima, os EUA disparam como país com maior número de gatos domiciliados: 95,6 milhões. O Brasil atingiu a segunda posição com 23,9 milhões. Em terceiro lugar a Rússia cuja população de gatos era de 22,5 milhões em 2018.

De acordo com o site “Statista” em seguida vem a Alemanha com 14, 5 milhões e depois a França com 13, 5 milhões de gatos. O Reino Unido tem 7, 5 milhões, a Itália 7, 3 milhões, a Polônia 6, 4 milhões, a Romênia 4, 3 milhões e a Espanha pouco mais de 3 milhões.

EUA, Brasil, Rússia, Alemanha, França e Japão são os países com maior número de gatos. Foto Site Best Friends

Conforme levantamento da Japan Pet Food Association, são cerca de 9,6 milhões de gatos domesticados no Japão – conhecido como um país amante dos felinos e com diversas ilhas dominadas por gatos.

Mas vale ressaltar: em todos os países citados existem iniciativas de CED para controle populacional de gatos em situação de rua e comunitários (que é uma tendência mundial por ser o método mais eficaz e ético), mas em nenhum deles existe “lei” proibindo que os gatos sejam mortos em canis municipais, muitas vezes levados pelos próprios tutores.

No Brasil existem leis proibindo o extermínio de animais em situação de rua em diversos estados e, em 2018, passou a vigorar em Portugal, onde existe 1, 5 milhão de gatos domiciliados, uma lei federal com essa mesma proibição.

Que os gatos estão ganhando os lares é fato, resta saber se o respeito a eles acompanhará o mesmo ritmo.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal.

 

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Notícias

Cabra fica apavorada ao ser perseguida por filhotes de gato brincalhões

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

Este é o momento divertido em que dois gatinhos bebês aterrorizaram uma cabra perseguindo-a por um jardim, apesar de terem apenas semanas de idade.

Nunca tendo estado ao ar livre antes, o par curioso corre para encontrar o animal de aparência estranha para eles, e vê-lo de perto, mas acaba assustando-o.

O momento adorável foi capturado na área de Moses Lake, no estado de Washington, nos EUA.

Andrea Mills estava cuidando dos dois gatinhos recém-nascidos por apenas algumas semanas, quando chegou a hora de deixá-los se aventurar fora de casa.

Parecia mais sensato deixá-los correr livremente nos limites seguros de seu quintal, onde os únicos outros animais seriam os bodes familiares dóceis amigáveis, que não ofereceriam risco algum aos bebês inocentes.

Mas depois de ser liberado de dentro de casa, o par foi visto perseguindo obstinadamente uma das cabras, curioso e decidido a se aproximar dela.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

A cabra, que a princípio parecia perplexa, rapidamente salta para fora do caminho quando vê os gatinhos se aproximarem.

Os minúsculos gatinhos perseguem o animal incansavelmente enquanto ela foge com medo. Os pequenos parecem decididos a correr atrás dela embora a cabra seja muito maior que eles.

O vídeo termina com o bode saltando um conjunto de escadas para sair do alcance dos pequenos inimigos felinos.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

“Foi o primeiro dia dos gatinhos lá fora no quintal”, disse a tutora dos animais Andrea Mills.

“Eles estavam muito curiosos sobre o que eram as cabras. Eles decidiram correr atrás delas porque tinham quatro pernas também”, disse ela, “eu acabei de descobrir que as cabras têm medo de pequenas coisas correndo atrás delas”, concluiu ela de forma divertida”.

Foto: ViralHog
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