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Gatinha adotada ensina o verdadeiro significado da palavra amizade

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

Hoje, dia 20 de julho, é comemorado o Dia do Amigo no Brasil. A data foi criada em 1969, na Argentina, pelo médico Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, momento em que as pessoas acreditavam que a chegada do homem no satélite terrestre seria uma oportunidade de fazer novos amigos em toda parte do universo. O médico argentino enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países com intuito de instituir o Dia do Amigo.

No dia em que é celebrado a amizade, nós seres humanos temos uma boa oportunidade para lembrarmos da importância de ter amigos para compartilharmos os bons momentos e, claro, para fazer companhia nas horas mais difíceis da vida.

Além dos humanos, os animais domésticos desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leais, carinhosos e enchem o dia a dia dos tutores de graça e alegria.

Esse é o caso da pequena gatinha Lilica, que foi adotada pela fisioterapeuta Nayara Pereira Caldeira, de 28 anos, após ser encontrada no quintal da casa da cuidadora junto com os seus filhotes.

“Como nós sempre tivemos animais em casa, minha mãe sempre teve o hábito de deixar um pouquinho de ração e água fora da nossa residência, e um certo dia para nossa surpresa, a Lilica apareceu aqui em casa com os seus cinco filhotes”, disse a fisioterapeuta em entrevista à ANDA.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Segundo a cuidadora, após encontrá-la com suas crias, foi decidido que a pequena gatinha seria adotada, mas, infelizmente, os filhotes não poderiam ficar com mãe, pois a situação financeira da família não permitia acolher tantos animais.

“Foi muito difícil afastar ela dos seus filhotes, a cada filhote que conseguíamos um novo lar era um sofrimento para nós e para ela”, pontuou Nayara.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Lilica chegou a casa da família Pereira no começo de 2018 e, imediatamente, se tornou um membro da família, compartilhando o espaço com o outro gato da casa. “Quando ela chegou aqui em casa, ela me escolheu como sua tutora, se apegando muito comigo”, afirmou a cuidadora.

Nayara ressalta que atualmente a gatinha só dorme em casa, quando ela está na residência. “Geralmente eu não durmo em casa no sábado, e quando eu chego em casa no domingo, minha mãe sempre me fala, que ela (Lilica) dormiu fora de casa”, conta a tutora.

Segundo a fisioterapeuta, hoje ela não se vê mais sem a presença da pequena gatinha. “Ela é minha companheira de todas as horas, se eu levanto ela vem atrás, se deito quer deitar também, sem contar o carinho diário dela por mim”, disse.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Ela lembra ainda os momentos de maior demonstração de afeto de sua gatinha. “Ela é extremamente carinhosa, ela dorme do meu lado colocando as patinhas sobre a minha mão, demonstrando todo seu amor por mim”, relembrou a fisioterapeuta.

“Agradeço a Deus por ele ter colocado esse anjinho de quatro patas na minha vida”, concluiu a Nayara.

Amor em dobro

Mas quem pensa que a família Pereira se limita a dar carinho e amor somente a gatinha Lilica, se engana. Além da gata, a família cuida de mais um gato na sua residência na cidade de São Bernardo do Campo, Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo a zeladora Deuzana Pereira, 50 anos, mãe de Nayara, Mimi como foi batizado o lindo gato, é completamente diferente da gatinha Lilica.

“A Lilica é extremamente amorosa, já o Mimi não gosta de muito carinho, ele é mais agitado, ele gosta mais de brincar com seus brinquedinhos, andar pelo quintal, enquanto ela é muito mais tranquila”, afirmou a cuidadora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Para a zeladora, os animais são muito importantes para a rotina da família. “Eles são meus bebês, quando eles estão doentes ou fogem aqui de casa eu fico desesperada, trato eles como membros da família mesmo”, salientou.

Ela explica ainda teme pelos animais e que sua maior preocupação é a segurança deles. “Eu fico preocupada principalmente com a Lilica, às vezes, gatos maiores vêm aqui no quintal de casa e batem nela. E o Mimi, porque ele foi criado só dentro de casa, tenho medo dele fugir e não voltar mais”, concluiu.


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Destaques, Notícias

Tutor publica despedida emocionante após gatinha falecer

Tutor publica despedida emocionante de sua gatinha que faleceu
Foto: Arquivo Pessoal/ Marcelo Luís Dias

O eletrotécnico Marcelo Luís Dias, 48 anos, publicou nas suas redes sociais a despedida emocionante da sua gatinha Micaela, falecida no dia 29 de junho, após sofrer de uma anemia severa. O caso aconteceu na cidade de Curitiba, capital paranaense.

Ele decidiu publicar as fotos e os vídeos do velório, após ser surpreendido com o serviço da empresa de cremação, que realizou uma linda cerimônia, possibilitando-o de dar o último adeus a sua pequena gatinha.

“Decidir registrar para mostrar para minha esposa e para minha filha que não puderam ir ao local, e resolvi compartilhar nas minhas redes sociais, porque queria homenagear a minha gatinha, ainda mais que ela parecia que apenas estava dormindo”, disse Dias em entrevista à ANDA.

Marcelo ainda cita que ficou muito surpreso com a preparação do velório pela empresa de cremação. “Eu não conhecia este serviço, achei que seria apenas a cremação em si, fiquei muito feliz e sensibilizado em poder fazer um último carinho na minha pequena Micaela”, pontua.

Veja no vídeo abaixo a bela homenagem feita para a pequena gatinha Micaela:

Micaela, como foi batizada a pequena gata, chegou recém-nascida a casa do eletrotécnico em novembro de 2005 e imediatamente se tornou membro da família, inspirando Dias e sua esposa, Valdirene Malta, a adotar mais quatro gatos ao longo dos últimos 15 anos.

“Ela foi a única que comprarmos, minha esposa comprou ela em uma feira de filhotes no estacionamento de um supermercado, quando eu sai, a gata já estava com minha esposa e minha filha, que na época tinha cinco anos”, ressaltou.

Marcelo afirma que Micaela não foi apenas um animal doméstico, mais sim uma verdadeira companheira, estando ao seu lado em todos os momentos e ainda o ensinando o sentindo do verdadeiro amor.

“Nesses 15 anos, ela me ensinou a entender e amar incondicionalmente os animais, pois antes de casar com sua mãe humana, não conhecia esse amor imenso que os gatos trazem para dentro de uma casa” afirmou o tutor.

O eletrotécnico ainda lembra de muitos momentos que viveu com a gatinha que jamais serão esquecidos. “Vou sentir falta do seu ronronar no meu peito, dela amassar pãozinho no meu corpo, de bater suas patinhas me avisando para não escovar seus pelinhos, do seu olhar penetrante para mostrar que manda”, relembrou o protetor.

Já para a assistente de atendimento Valdirene Malta Dias, 46 anos, esposa de Marcelo, Mika, como era carinhosamente apelidada pela tutora, foi quem fez o seu marido despertar o amor pelos animais domésticos. “Foi a Mika que despertou o amor do Marcelo pelos gatos, e o reforço desse amor foi com a adoção da nossa segunda gatinha (Sissy), nossa ferinha que adorava implicar com a Mika”, lembra a tutora.

Ela completamente reforçando o quanto a gatinha fará falta para toda a família. “Mika é o amor da minha vida, quando passo pelo cantinho da casa que ela mais gostava de ficar, parece que vejo ela, ela tinha um jeitinho único de me olhar, ainda dói muito a falta dela, muito mesmo”, concluiu.

Foto: Arquivo Pessoal/ Marcelo Luís Dias

Amor sem limites

Mas quem pensa que a família Dias se limitava dar carinho e amor somente a gatinha Micaela, se engana. Além da gata Mika, que, infelizmente, faleceu no último mês, o casal Dias cuida de mais quatro gatas na sua residência em Curitiba (PR).

São elas: (Sissy- toda cinza), (Laleska- tricolor), (Kyra- pretinha) e a caçulinha Maya.

Arquivo pessoal/ Marcelo luís Dias

Para o eletrotécnico, os animais são muito importantes para a rotina da família. “É uma relação de quase filhas, eu e minha esposa chamamos elas de filhas, e minha filha chama as gatas de irmã”, afirmou.

Ele salienta ainda que cada uma tem uma característica especifica e todas são insubstituíveis. “Uma é diferente da outra, tem personalidades diferentes, então quando uma morre, não tem como simplesmente substituir aquele amor que você tinha pelo animalzinho”, disse Dias.

Já para sua esposa Valdirene Malta, só quem vive a experiência de tutelar gatos em casa pode entender o quanto eles são amorosos e companheiros. “Meus gatos são a minha vida, do meu marido e da minha filha, se eles não estão bem, ninguém aqui em casa fica bem”, ressaltou.

Ela conta ainda que já deixou de receber visitas em casa por conta das suas gatinhas, pois o bem-estar delas é a prioridade da família. “Muita coisa aqui em casa gira em torno delas, elas dão muito carinho a nós, e retribuirmos todo esse amor em dobro”, concluiu.


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Gatinha resgatada precisa de ajuda para cirurgia de construção do ânus

Vênus | Foto: GoFundMe
Vênus | Foto: GoFundMe

Esta linda gatinha da foto chama-se Vênus. A primeira coisa que muitos notam nela são seus olhos lindos e brilhantes. Então depois é possível que as pessoas reparem que ela não tem rabo. O que a maioria das pessoas não percebe sobre ela, no entanto, é que ela realmente não tem ânus.

Esse problema foi descoberto em Vênus quando ela foi morar com a cuidadora e responsável por seu lar temporário, Jodie Dewane, que agora está arrecadando fundos para a cirurgia da gatinha.

Jodie pegou Vênus de um centro de resgate chamado Feline Friends (Amigos Felinos), sediado em Londres e apoiado por doações e voluntários.

Ela disse: “Eu estava pensando em oferecer lar temporário a um gato. Cresci com gatos e queria ajudar a cuidar de animais vulneráveis. Não demorou muito para que a organizadora do Feline Friends, Barbara, entrasse em contato comigo para dizer que eles tinham uma gatinha que precisava de um lar temporário – Vênus”.

A pequena gatinha preta sem rabo havia sido encontrada abandonada próxima de um matagal e sem qualquer proteção entregue a própria sorte, então Jodie ficou mais do que feliz em poder ajudar.

“Mas logo ficou claro que ela tinha outras complicações de saúde além de não ter rabo”, disse Jodie. “Ela foi vista pelo veterinário e descobrimos que ela não tinha ânus e estava fazendo cocô pela vagina. Parece que o fato dela ter nascido sem rabo e sem ânus foi o que causou seu abandono, ou seja, quando se tornou evidente que ela era uma menininha tão especial”.

Vênus | Foto: GoFundMe
Vênus | Foto: GoFundMe

Isso provavelmente se deve a uma condição chamada “ânus não-perfurado”, que é um defeito de nascença que afeta o desenvolvimento do ânus. Em alguns casos, o reto se abre para outras estruturas – no caso de Vênus, sua vagina. A gatinha, que tem cerca de quatro meses de idade, às vezes chora de dor, e Jodie, compreensivelmente, quer que as coisas sejam resolvidas logo.

Como resultado, o veterinário sugere cirurgia para a corajosa gatinha. Jodie diz: “No entanto, ela ainda é uma das gatinhas mais amorosas, afetuosas e doces que eu já conheci!”

A cirurgia custará 5 mil dólares (em torno de 20 mil reais), incluindo raios-x, medicamentos e a própria intervenção operatória. Jodie disse que este é um número aproximado, pois as consultas com o veterinário estão em andamento, mas qualquer excesso será doado ao abrigo Feline Friends. As informações são do METRO UK.

Atualmente, a página do GoFundMe chegou a arrecadar 205 libras (cerca de mil reais), mas ainda há um longo caminho a percorrer. Se você deseja ajudar Vênus, pode fazê-lo aqui.

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Gatinha abandonada é encontrada com bilhete comovente preso em sua coleira

Foto: Effingham County Animal Shelter
Foto: Effingham County Animal Shelter

Uma gatinha abandonada em um abrigo de animais partiu o coração dos funcionários do local depois que o bilhete de uma criança foi encontrado amarrado à sua coleira.

Quando Violet, a gata chegou ao abrigo de animais de Effingham County, em Illinois, nos Estados Unidos, na segunda-feira (25), ficou claro que ela costumava ter uma casa e um tutor muito amoroso.

O socorrista que encontrou Violet a descreveu como “um animal muito doce que adora ser coçada na cabeça”, e seu temperamento amigável foi logo explicado pela mensagem anexada em sua coleira rosa.

O pedaço de papel A4 dobrado estava coberto com caligrafia roxa escrita com canetinha por uma criança, com erros de ortografia adoráveis, sob o enorme cabeçalho de “Vilet”.

A mensagem, corrigida pela ortografia, dizia: “Tchau, Violet. Acho que esse nome escolheu você. Gostaria de poder mantê-la. Tchau, Violet, espero que você consiga um bom tutor. Com amor, Lacey”.

Do outro lado da página, continuava: “Para o futuro tutor: cuide bem dela. A propósito, eu que dei esse nome a ela. Obrigada!”

A carta deixou os funcionários devastados, sabendo que Violet não estava sentindo falta de uma casa, mas uma criança estava sentindo falta de Violet, conforme relatado pelo The Dodo.

Foto: Effingham County Animal Shelter
Foto: Effingham County Animal Shelter

Vanessa Skavlem, uma oficial de controle de animais no abrigo, disse: “Quando retiramos o papel da coleira do animal e lemos, isso tocou nosso coração”.

“Eu apenas imagino uma criança amando essa gatinha profundamente e sabendo que não pode ficar com ela”.

Violet não tinha um microchip, então o abrigo postou uma foto da gata adorável em sua página no Facebook, onde o desejo da criança de encontrar um bom lar para ela foi visto por Cindy Murray.

Cindy disse que o bilhete trouxe lágrimas aos seus olhos e ela decidiu ir para o abrigo em seu dia de folga para conhecer Violet.

Antes de partir, ela enviou uma mensagem para o marido, dizendo: “Eu quero pegar essa gata. De verdade – me fale o que você acha”.

Ele não se incomodou em tentar, e assim, Violet tinha uma família que poderia cumprir o pedido comovente feito na carta, de cuidar bem dela.

Depois de parecer nervosa no abrigo, Violet agora está confiante em sua nova casa, ronronando muito e feliz.

Cindy diz que deseja conhecer a criança que escreveu a carta para que ela saiba que sua amada gatinha está em boas mãos.

Ela disse: “Pensei em fazer um pequeno vídeo para essa garota dizendo: “Querida Lacey, adotei sua linda Violet”.

“‘Ela terá uma vida maravilhosa – cheia de guloseimas, carinhos e tudo de melhor que pudermos dar a ela.'”

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Gatinha filhote se encanta ao ver a chuva pela primeira vez

Foto: Morgan Smith
Foto: Morgan Smith

A família de Betty a adotou há seis meses em uma clínica veterinária local, então ela ainda está aprendendo tudo sobre sua nova casa. Betty é uma gata de Interior, mas adora ver o mundo através de suas janelas e, às vezes, sua tutora a leva para fora e a deixa brincar lá supervisionada por alguém como um tratamento especial.

Como Betty estava olhando pela janela recentemente, aconteceu algo que ela nunca tinha visto antes – começou a chover.

“Eu a vi espiando pela porta da tela totalmente confusa”, disse Morgan Smith, mãe de Betty, ao The Dodo.

Foto: Morgan Smith
Foto: Morgan Smith

Smith decidiu levar Betty para fora e deixá-la experimentar a chuva em primeira mão e sua reação foi absolutamente inestimável.

“Ela estava muito confusa”, disse Smith.

Betty tentou freneticamente pegar as gotas de chuva, impressionada e ao mesmo tempo chocada com a água que caía do céu.

Eventualmente, Smith levou Betty de volta para dentro – mas isso não a impediu de continuar tentando descobrir toda a situação da chuva.

Foto: Morgan Smith
Foto: Morgan Smith

“Quando eu a levei de volta para dentro, ela correu direto para a porta novamente para tentar pegar a chuva”, disse Smith.

Eventualmente, Betty se acalmou e seguiu em frente com seu dia, mas sua família mal pode esperar para ver o que acontecerá na próxima vez que chover.

Para assistir o vídeo de Betty descobrindo a chuva clique aqui.

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Gatinha minúscula e corajosa conquista o título de chefe de sua família

Nimbus, uma gatinha minúscula, tem uma aparência que engana qualquer um. Seu corpinho pequeno, frágil e fofo esconde a personalidade de uma verdadeira lutadora.

A gatinha enrolada em uma mantinha na mão de sua nova tutora
Foto: Sam Gerth

Sam Gerth a conheceu quando ela mal tinha idade para abrir os olhos. Sua namorada encontrou a gatinha branca coberta de sujeira e óleo da estrada, enquanto caminhava para casa.

“Nós demos um banho nela na pia, para tentar limpá-la um pouquinho, então ligamos o aquecedor e a colocamos para descansar na frente porque ela tremia de frio”, relembrou Sam. “Ela acabou dormindo na minha mão por 45 minutos”.

Com dois cachorros e dois outros gatos em casa, o casal não tinha certeza se estava pronto para acrescentar mais um membro à família. Os dois decidiram, então, manter Nimbus separada dos outros animais até que ela recuperasse suas forças – o que dava tempo para eles pensarem no seu futuro.

Logo ficou claro que a gatinha não iria a lugar algum. “Ela rapidamente roubou nossos corações, o que tornou a decisão fácil”, disse Sam, em entrevista ao The Dodo.

Conforme o tempo passou, se tornou impossível adiar mais a apresentação de Nimbus para seus novos irmãos. Ao conhecer pela primeira vez os cachorros grandes, muito maiores do que ela, a gatinha não se intimidou. Pelo contrário: se empertigou toda, elevando-se o máximo que sua pequena estatura permitia, e arrepiou seus pelos para se mostrar tão intimidadora quanto possível.

A gatinha com os pelos arrepiados para cima
Foto: Sam Gerth

Foi então que os cachorros descobriram quem era o chefe da casa.

Zep, um de seus novos irmãos, ganhou a confiança de Nimbus desde o início. Gentil e amável, o grande cachorro ficou feliz em aconchegar e proteger a gatinha sempre que possível.

A relação com os gatos foi um pouco mais demorada, mas em poucos dias Nimbus ganhou a confiança deles também. Segundo Sam, todos se dão bem e brincam o tempo todo.

Quando completou um mês e meio em sua nova casa, Nimbus se tornou uma gatinha saudável e feliz – mas Sam não acredita que crescerá muito mais. “Ela é uma pequena peça, com uma personalidade dez vezes maior que seu tamanho!”, brincou ele.


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Histórias Felizes, Notícias

Gatinha e rinoceronte se tornam as melhores amigas

Foto: Ami Vitale
Foto: Ami Vitale

Capazes de vínculos verdadeiros e sentimentos sinceros, os animais são seres sencientes que dão lições valiosas e únicas aos seres humanos, tanto sobre amor incondicional, como de amizade, fidelidade e lealdade.

Cenas de ternura e carinho entre animais das mais diversas espécies são registradas diariamente, comprovando que esse esses seres especiais não colocam fronteiras quando se tratar se oferecer um ombro amigo, ajuda ou proteção àqueles que necessitam ou estão em dificuldades.

Mia e Emilka são o melhor exemplo disso.

O fotógrafo da National Geographic, Ami Vitale, capturou este vídeo emocionante de uma gata e um rinoceronte do sexo feminino que se tornaram as amigas mais improváveis, mas isso não as impediu de criar laços entre si, sem falar no carinho.

“Mia, a gatinha, teve seu rabo mordido por um rinoceronte diferente quando era filhote. Mas mesmo com essa infeliz experiência anterior, ela persistiu, manteve o coração aberto e um dia encontrou a amizade verdadeira em uma rinoceronte chamada Emilka no Dvur Kralove @safariparkdvurkralove na República Tcheca ”, escreveu Vitali no Instagram.

Este é o guardião da vida selvagem Joseph Wachira dá e recebe carinho do bebê rinoceronte branco do sul no OL Pegeta Conservancy | Foto: Ami Vitale
Este é o guardião da vida selvagem Joseph Wachira dá e recebe carinho do bebê rinoceronte branco do sul no OL Pegeta Conservancy | Foto: Ami Vitale

“Este é o mesmo lugar onde os últimos rinocerontes brancos do norte vivem e eles têm sido fundamentais para salvar a espécie que esta à beira da extinção.”

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Gata visita casa vizinha todos os dias procurando pela amiga cachorra que morreu

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

Já passou um ano desde que Gracie, a melhor amiga de Baby Grey, faleceu, mas a gata ainda aparece para as datas programadas de brincadeira entre as duas.

Como um relógio, Baby Grey entra no quintal e ficar de pé na porta de correr, aparentemente esperançosa de que sua amiga venha correndo para encontrá-la no vidro como sempre fez. Lá, ela espera, às vezes por 20 minutos, às vezes mais.

A tutora de Gracie, Shea Belew Brennaman, professora da quarta série em Decatur, Alabama, nos Estados Unidos, notou pela primeira vez a misteriosa gata visitando seu quintal há dois anos e meio. “Eu acho que ela vive há dois quarteirões de nós e eu não sei o nome”, disse Brennaman ao The Dodo. “Eu e minha família apenas nos referimos a ela como Baby Grey.”

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

Quando Baby Gray entrou pela primeira vez no cercado do quintal de Brennaman, ela foi recebida por Gracie, uma cachorrinha mais interessada em fazer amigos do que assustar intrusos.

“Gracie ficava no quintal quase o tempo todo”, disse Brennaman. “Ela amava a natureza e, enquanto ela era uma protetora de nossa casa, ela amava todos os outros animais e eles a amavam também”.

Gracie era amiga de todos em sua propriedade, dos esquilos e coelhos até os falcões, e estava ansiosa para aprender mais sobre a visitante mais nova.

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

“Gracie aceitou-a em nosso jardim imediatamente e as duas se tornaram amigas rapidamente”, disse Brennaman.

Com o tempo, as visitas de Baby Grey tornaram-se mais frequentes. Gracie sempre foi uma anfitriã generosa quando sua amiga felina apareceu – e parecia que os dois animais tinham encontrado um no outro um espírito semelhante.

“Nós deixamos os tomates Gracie na nossa varanda, já que eles eram seu petisco favorito, e ela os compartilhava com a gata”, disse Brennaman, “o que era uma atitude especial, porque Gracie era muito ciumenta em compartilhar comida”.

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

“Quando Baby Grey começou a vir com frequência, as duas compartilharam tomates e tomavam sol juntas”, disse ela. “O banho de sol era a atividade favorita absoluta das duas.”

Enquanto Brennaman se maravilhava com o estreito relacionamento dos animais, isso parecia condizente com a personalidade da cachorrinha. Gracie faria qualquer coisa por seus amigos e familiares – incluindo salvar Brennaman de um ataque de uma cobra d’água quando ela era apenas um filhote de cachorro de 8 meses de idade.

“Ela tinha uma personalidade doce”, observou Brennaman. “Gracie era uma amiga para todos e era muito maternal, especialmente com o nosso Yorkie.”

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

No final de outubro de 2017, logo após o 12º aniversário de Gracie, Brennaman notou que a cachorrinha emagreceu dramaticamente. Uma visita ao veterinário e numerosos testes e raios-X revelaram a causa: Gracie tinha um linfoma agressivo.

“Gracie passou a maior parte de seus dias restantes na varanda fria”, disse Brennaman. “Acho que parte disso lhe deu alívio, mas, na verdade, ela estava se despedindo de seu território e de todos os amigos que fez em seu quintal.”

E, com certeza, Baby Gray estava lá.

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

“Baby Grey veio vê-la várias vezes em seus últimos dias e, enquanto não estavam comendo tomates, as duas apenas deitavam lá para estar uma com a outra”, acrescentou ela. “Elas tinham esse tipo de conexão onde nada precisava ser dito ou feito. Eles só queriam estar uma com a outra.

Gracie faleceu em novembro de 2017, menos de um mês depois de ter sido diagnosticada com câncer. E, embora a morte da cachorrinha tenha sido difícil para todos, Baby Grey parece estar lidando com a dor dela mantendo um tipo especial de vigília para sua amiga.

Isso, ou ela se recusa a acreditar que o cachorrinha realmente se foi.

 Foto: Shea Belew Brennaman
Foto: Shea Belew Brennaman

“Desde a morte de Gracie, várias vezes por semana, Baby Grey vem para a nossa varanda”, disse Brennaman. “Ela aparece primeiro na porta e procura por Gracie. Eu não sei quanto tempo ela aguarda, às vezes ela espera por 20 minutos e depois vai embora para a varanda onde vai sentar um pouco antes de finalmente se deitar e tomar sol. ”

Brennaman chegou a esperar as visitas continuadas de Baby Grey, e embora ela odeie ver a pequena gata sofrendo, ela inspira alguns sentimentos edificantes também.

“Meu coração parte ao ver Baby Grey ainda procurando por Gracie”, acrescentou Brennaman, “mas ao mesmo tempo me dá tanta esperança ao notar quão forte é a ligação entre esses dois animais”.

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Gatinha considerada “feia” escapa da morte e se torna estrela das redes sociais

Abandonada e sozinha, Willow estava em situação de rua quando Lori a encontrou, encantada com a gatinha, a futura tutora a levou ao veterinário e descobriu sobre sua condição rara, o que a fez amá-la ainda mais


 

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

A mulher responsável por salvar a vida de uma gatinha abandonado que sofre de uma condição “semelhante à Síndrome de Down” revelou como o felino ficou famoso ao se tornar uma estrela do Instagram.

Lori Farris, 50, professora de alunos com necessidades especiais na Flórida (EUA), encontrou Willow, agora com dois anos, andando pelas ruas com o nariz sangrando e infestada de pulgas quando a gatinha tinha apenas cinco semanas de idade.

Depois de levá-la a um veterinário para ser tratada e limpa, Lori foi avisada que caso entregasse a gatinha a um abrigo de animais, lá ela poderia ser sacrificada por não ser “bonita o suficiente”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

A gatinha tem características físicas semelhantes aos humanos com Síndrome de Down, incluindo tônus muscular baixo no rosto e uma ponte nasal plana.

No entanto, como o número de cromossomos em gatos e humanos é diferente, é tecnicamente impossível para os gatos terem Síndrome de Down.

Lori decidiu acolher Willow, que recebeu o nome da rua em que foi encontrada, e agora vive feliz ao lado da melhor amiga canina Ella, uma cachorra da raça boxer – e possui 130 mil seguidores on-line.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

Lori disse: ‘Um dia, quando saí da casa de uma estudante, havia uma gatinha pequena e suja na porta e ela me seguiu até o meu carro.

“Levei-a para casa e a limpei porque ela tinha muitas pulgas e seu nariz sangrava”.

“Quando a levei para um veterinário da minha confiança examiná-la alguns dias depois, foi quando soube que era uma menininha de cinco semanas.

“A pobre gatinha tinha infecções oculares, pulgas e parasitas intestinais, mas no geral o veterinário disse que ela estava saudável, além da condição do rosto e da boca – que o profissional explicou tratar-se de uma Síndrome de Down felina.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

“O veterinário disse que o abrigo certamente a sacrificaria, já que ela provavelmente não seria considerada ‘bonita o suficiente para ser adotada’, então eu decidi mantê-la.”

Lori acrescentou: “Ella e Willow se deram bem desde o dia em que se conheceram”.

Quando eu trouxe Willow pela primeira vez, Ella ficou tão interessada por ela que acabou criando coragem para vir vê-la.

Willow então deu-lhe um toque e uma mordida divertida, e elas se tornaram inseparáveis desde então.

“Elas comem juntas, brincam juntas e até dormem juntas.”

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

A gatinha peculiar possui 136 mil seguidores em sua página do Instagram, que consiste em grande parte em fotos de Willow com vários chapéus diferentes, geralmente feitos de flores.

Lori disse: “Willow adora usar seus diferentes chapéus de flores e seu Instagram teve uma ótima resposta a isso”.

“Acho que as pessoas gostam tanto dela porque ela é um símbolo de amor, bondade e é linda, apesar de parecer diferente dos demais gatos”.

“Eu não ligou com o fato das pessoas dizerem que ela é estranha ou diferente porque ela é, mas eu não gosto quando as pessoas a chamam de feia, retardada ou nojenta”.

“Ela é uma gatinha maravilhosa em todos os sentidos e estou tão feliz que ela esteja na minha vida”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

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Gatinhos que viviam fugindo de casa ganham pátio feito especialmente para eles

Theo, Mika e Zara viviam querendo sair para a rua, mas seus tutores sabendo do perigo que corriam longe de casa tiveram uma ideia para solucionar o problema


 

Foto: Aimee Heywood
Foto: Aimee Heywood

Theo, Mika e Zara são todos muito diferentes, mas eles têm pelo menos uma coisa importante em comum – todos amam a ideia de dar um passeio na rua. Ter três gatos correndo do lado de fora de casa é muito para gerenciar, portanto, seus tutores não costumam levá-los para aventuras ao ar livre.

“As duas garotas sempre ficavam por perto, mas Theo costumava pular uma cerca e passávamos a tarde tentando trazê-lo para casa novamente”, disse Aimee Heywood, tutora do trio, ao The Dodo. “Sabemos o quanto eles adoram sair pra rua, mas, a menos que possamos estar por perto, há o risco de eles se machucarem”.

Foto: Aimee Heywood
Foto: Aimee Heywood

Heywood e o marido amam seus animais mais do que tudo, e queriam encontrar uma maneira dos gatos terem a experiência de ficar do lado de fora sem os riscos associados a isso – então o casal decidiu construir um “pátio especial” que batizaram de “cátio” (pátio dos gatos, cats em inglês) para eles.

No início, o casal pensou em construir um grande pátio para gatos no meio do quintal, mas, infelizmente, eles não tinham espaço para isso. Depois de um pouco de reflexão, eles decidiram que seria melhor o “catio” ser estendido a partir da janela da cozinha e, uma vez que a ideia estava foi concebida, eles rapidamente começaram a trabalhar.

Foto: Aimee Heywood
Foto: Aimee Heywood

“Demorou duas tardes para construí-lo e não poderíamos estar mais felizes com o resultado”, disse Heywood. “Era tudo o que eu imaginava e muito mais.”

Agora, Theo, Mika e Zara têm seu pequeno refúgio ao sol e, desde o momento em que o viram pela primeira vez, se apaixonaram completamente pelo cantinho deles.

“Os gatos adoram”, disse Heywood. “Cheguei em casa todos os dias, desde então e encontrei Theo, Zara e Mika me olhando da rua.”

Foto: Aimee Heywood
Foto: Aimee Heywood

Partes do “cátio” ainda estão sendo desenvolvidas e construídas. Heywood espera conseguir algumas plantas “amigas dos gatos” e mais roupas de cama e estantes para colocar no local e os gatos brincarem. Para os gatos, no entanto, o “cátio” é absolutamente perfeito do jeito que é, e seus tutores adoram encontrá-los juntos, descansando e fazendo coisas de gato ali.

“Os três são atrevidos e safadinhos, se você encontrar os três juntos, certamente haverá conspirações acontecendo”, disse Heywood.

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Gatinha rejeitada por ter manchas no rosto é vítima de preconceito

Daisy tem nove anos e vive atualmente em um abrigo para animais abandonados, ela aguarda por uma família, mas os possíveis adotantes a recusam alegando que suas manchas são “desagradáveis”


 

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

Por Eliane Arakaki

Daisy é uma adorável gatinha da raça ragdoll. Ela é peluda, muito fofa e, provavelmente, nada é mais agradável para ela do que “aconchegar-se em qualquer coisa quente, feliz em ver o tempo (e o mundo) passar”.

Assim sendo, seria é lógico concluir que os amantes de gatos deveriam estar ansiosos para adotar a gatinha que vive em um abrigo.

No entanto, Daisy tem manchas faciais que segundo o centro de resgate da Mini Kitty Commune em Sydney, na Austrália, as pessoas (possíveis adotantes) consideram “desagradáveis”, explicando ainda que, embora “alguns digam que ela tenha marcas faciais infelizes”, eles a chamam de “única”.

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

As pessoas podem ser cruéis.

Descrevendo ainda mais a doce felina, o centro escreve: “A bela Daisy está pronta para adoção. Daisy tem nove anos e espera ansiosamente para gastar seu tempo aconchegando-se em seu novo tutor ou tutora junto à sua nova família”.

“Ela é muito simpática e não quer muita coisa, Daisy adora companhia de humanos, mas também já esteve com outros gatos, por isso convive bem com todos após as devidas e corretas apresentações”.

Apesar das pessoas aparentemente estarem tirando sarro de seu rosto, Daisy ainda é uma gata amigável que não faz ideia de que suas marcas são motivo de preconceito.

Na verdade, em resposta à publicação do abrigo feita no Facebook, muitas pessoas apontaram que as marcas da gatinha pareciam muitas outras coisas.

“Parece um coração de amor alongado”, escreveu um fã.

“Huh … parece mais asas de anjo para mim”, acrescentou outro.

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

Assim como Daisy milhões de outros gatinhos, cachorros e animais domésticos aguardam por um lar e uma família, muitos deles são preteridos por serem deficientes, idosos ou doentes.

Assim como os seres humanos, animais podem sentir, sofrer e se alegrar, animais não são produtos para serem vendidos e comprados. São vidas e merecem respeito.

Não compre um animal, adote. Ter um membro de quatro patas na família exige responsabilidade e compromisso, pois eles dependem de nós, mas são capazes de uma lealdade, companheirismo e amor únicos e incondicionais.

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Gatinha vítima de crueldade tem os olhos colados por abusadores de animais

Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução
Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução

Uma gata “tímido e amigável” teve suas pálpebras coladas e foi forçada a fazer uma cirurgia de emergência.

Claire Isaac, 26 anos, percebeu que sua gatinha, Primrose, estava se comportando de forma diferente quando ela começou a fugir sempre que Claire se aproximava.

A tutora preocupada, foi forçada a trancar a gata em casa para dar uma boa olhada em seus olhos e impedi-la de fugir.

Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução
Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução

Foi quando ela encontrou a garrafa de super-cola no estacionamento que levava à sua casa em Llwynhendy, Llanelli, no País de Gales, na noite de terça-feira.

Ela correu com Primrose, de quatro anos, para o veterinário, que notou que a cola havia queimado a parte superior do olho – a gatinha teve que ser depilada na região dos olhos, ter o ferimento higienizado e tomar anestesia para o profissional poder tirar a cola do olho do animal.

Claire compartilhou o ocorrido no Facebook e recebeu 760 curtidas e 300 comentários em seu post.

Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução
Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução

Ela escreveu: “Estou horrorizada que alguém possa fazer isso, isso realmente me fez mal. Que tipo de monstro poderia fazer isso com um gato indefeso?”

Claire admitiu que se sentiu importante e ficou chocada que alguém pudesse agir tão cruelmente com um animal.

“Se alguém a chamasse, claro que Primrose iria deixar-se ser acariciada. Ela adora escalar e pular coisas, não consigo entender como alguém poderia fazer algo assim com um animal”.

Outro pedaço de cola caiu nos olhos da gata na manhã seguinte e Primrose ficou extremamente angustiada, mas os veterinários disseram a Claire que a visão dela não sofreu danos.

Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução
Gatinha Primrose | Foto: Facebook/Reprodução

Claire acrescentou que, enquanto isso, ela também estava com muito medo de deixar seus outros animais domésticos fora de casa.

“Eu não penso neles como animais domésticos, eles são parte da minha família e não apenas uma coisa que você possui, eu penso neles como filhos, eles significam o mundo para mim.”

A tutora escreveu no Facebook ontem: “Primrose está com um ligeiro inchaço, uma pequena queimadura acima dos olhos e muito menos pelo! Ela já está de volta ao seu antigo ‘eu’ feliz, diferente de mim, que ainda estou muito nervosa e preocupada. Não a deixarei longe dos meus olhos tão cedo”.

As pessoas ofereceram seu apoio em profusão nas mídias sociais, Helen Richards comentou: “Rezo para que o a lei do retorno faça o pior para este criminoso. Espero que este lindo bebê melhore logo”.

Becca Jane Williams disse: “Quem fez isso precisa ser torturado!”

Lauz Thorbzarella escreveu: “Pobre bichano. Espero que você esteja cheia de pelos novamente logo, desejo a esse bebê uma excelente recuperação. Não havia impressões digitais na garrafa de cola que a polícia pudesse prender?”

A polícia de Dyfed-Powys foi contatada pelo Daily Mail mas não comentou o caso.

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