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Pendurada em muro, gata morre enforcada após ser vítima de armadilha

Reprodução/Facebook

Uma gata morreu enforcada na cidade de Bodoquena, no Mato Grosso do Sul, após ser vítima de uma armadilha. O corpo do animal foi encontrado pendurado no muro da casa de um casal de protetores de animais.

“É muito triste saber que o ser humano chega nesse ponto”, escreveu Luara Rocco, filha da protetora, nas redes sociais. O caso foi denunciado à polícia.

O boletim de ocorrência foi registado pela professora Ivone Aparecida Rocco, que mantém o projeto “Anjos de Patas” em parceria com seu marido, Valdemar. Juntos, eles alimentam animais abandonados.

Um dos animais que recebia cuidados do casal era a gata que foi enforcada. Recentemente, ela teve filhotes na rua, que também estão sendo tratados pelo projeto. Um dos bebês foi adotado por uma policial que atendeu a ocorrência. Outros dois aguardam adoção.

Ivone encontrou o corpo após ser acordada por latidos de cachorros. Ela afirmou ao G1 que o agressor do animal planejou o crime e estudou a melhor forma de executá-lo. “Foi tudo muito planejado, para a gata passar pela corda e ainda ficar com o corpo pendurado”, disse.

“Sinceramente não consigo entender a motivação, mesmo que seja por alguém que estivesse insatisfeito com os filhotes na casa dele. Levantamos algumas hipóteses sobre o que pode ter levado alguém a fazer essa crueldade, mas agora cabe à polícia investigar”, completou.


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Homem é condenado à prisão por matar gata grávida em secadora de roupas

Uma câmera de segurança registrou o momento em que a gata foi colocada dentro da secadora de roupas em uma lavanderia em Kuala Lumpur, capital da Malásia


Um homem foi condenado a 34 meses de prisão na Malásia por maus-tratos a animais após colocar uma gata grávida em uma secadora de roupas, levando o animal à morte. A decisão judicial foi emitida nesta terça-feira (5).

Pixabay/Konevi/Imagem Ilustrativa

O crime aconteceu em setembro de 2018 em uma lavanderia em Kuala Lumpur, capital da Malásia. Uma câmera de segurança registrou o ato brutal e as imagens revoltaram a população, segundo a agência de notícias Bernama.

“Espero que esta sentença sirva de lição para o acusado e para o público em geral. Para que ninguém seja cruel com os animais”, declarou o juiz Rasyihah Ghazali.

Ao ser interrogado, K. Ganesh, de 42 anos, confessou o crime. Além da prisão, ele foi condenado a pagar uma multa de 40.000 ringgit (9.700 dólares). As informações são da AFP.

No entanto, embora tenha sido condenado, Ganesh permanece em liberdade sob fiança enquanto aguarda análise de recurso.

Ao matar o animal, o homem contou com a ajuda de um taxista que, em janeiro, foi condenado a dois anos de prisão. O corpo da gata foi encontrado por um cliente da lavanderia, que acionou a polícia.


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Filhotes ficam órfãos após gata ser envenenada e ganham ‘mãe de leite’

Três filhotes de gato ficaram órfãos após a mãe deles ser envenenada em Peruíbe, no litoral de São Paulo. A gata foi socorrida por uma protetora de animais, mas não sobreviveu. Inicialmente, os filhotes passaram a ser alimentados por meio de uma mamadeira, mas depois encontraram uma gata lactante que, agora, é a “mãe de leite” deles.

Os filhotes não tiveram contato com a mãe biológica após o envenenamento e, por isso, não foram afetados pelo veneno. Eles foram resgatados pela farmacêutica Graziella Judy, voluntária do grupo Animal Cat, que resgata e disponibiliza gatos para adoção em Peruíbe.

Filhotes ficaram órfãos após gata ser envenenada (Foto: Graziella Judy)

“A gata voltou para casa vomitando, com sinais de envenenamento. Ela entrou em contato para pedir ajuda. Eu resgatei a gata e levei ao veterinário. Mas, já era tarde demais. Infelizmente, a gata chegou morta no veterinário. O veterinário disse que sim, era veneno. Geralmente, colocam dentro de uma pedaço de carne ou frango”, disse Graziella ao G1.

Os filhotes haviam nascido dias antes da mãe deles ser envenenada. A tutora dos animais afirmou que não tinha condições de manter os gatos e, por isso, eles ficaram sob a responsabilidade da protetora.

Logo após resgatar os filhotes, Graziella os alimentou usando uma pequena mamadeira e leite industrializado específico para gatos. Eles mamavam a cada três horas.

“Publiquei nas redes sociais pedindo ajuda para quem tivesse uma fêmea amamentando para fazer uma ‘mãe de leite’. Fiz uma primeira tentativa, não deu certo. A fêmea rejeitou os filhotes. Uma outra pessoa apareceu com uma fêmea que estava amamentando e ela acolheu os bebezinhos”, contou.

Segundo ela, os filhotes estão se desenvolvendo bem e, inclusive, já abriram os olhos. Graziella acredita que os gatos estão saudáveis porque não tiveram contato com a mãe biológica após ela ser envenenada. Quando os animais completarem 60 dias de vida, a protetora os disponibilizará para adoção.

Filhotes foram adotados por “mãe de leite” (Foto: Graziella Judy)

Para a farmacêutica, a mãe dos gatos foi envenenada porque não era castrada e ficava solta. “Temos parcerias com clínicas, pegamos os gatos e devolvemos para o tutor castrado e medicado para evitar esse tipo de situação. Os gatos que não são castrados passeiam, fazem barulho, fezes na vizinhança e isso incomoda muita gente. Dai, elas compram veneno de rato e dão. É uma forma muito cruel de matar o animal. Infelizmente, a maldade humana fica acima de tudo”, lamentou.

É importante ressaltar, no entanto, que embora gatos castrados fiquem mais tranquilos e alguns, de fato, parem de sair à rua, muitos deles permanecem saindo, mesmo que para ir até a calçada ou apenas subir no telhado. Isso os expõe a riscos de atropelamento, envenenamento, agressão e contaminação por doenças. É necessário, portanto, não só castrar o gato, mas impedir que ele tenha acesso à rua, mantendo portas e janelas fechadas ou colocando tela nas janelas ou no quintal.


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