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Mapa Veg aponta São Paulo como o estado com maior número de veganos e vegetarianos

Foto: Projeto São Paulo City

Um censo realizado pelo Mapa Veg aponta São Paulo como o estado com maior número de veganos e vegetarianos. Embora os dados sejam baseados em cadastro voluntária no site do Mapa Veg, as estatísticas servem como referência para se ter uma ideia da distribuição dos adeptos do veganismo e do vegetarianismo no Brasil.

Depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina são os estados, em ordem do maior para o menor em número de adeptos, com mais veganos e vegetarianos.

Já entre as cidades, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte ocupam as primeiras posições. Por enquanto, o censo do Mapa Veg cadastrou 29,5 mil veganos e vegetarianos, e qualquer pessoa pode acessar o site e participar. O processo é simples e rápido.

Esse tipo de iniciativa contribui para quem quer saber se há veganos ou vegetarianos onde vive, ou se há um mercado específico a ser explorado voltado a esse público em determinada localidade. Uma estimativa do Ibope Inteligência afirma que no Brasil 30 milhões de pessoas não consomem carne, mas não é possível dizer quantos são vegetarianos estritos e veganos.

Para participar do censo do Mapa Veg, clique aqui.

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Empresa de turismo lança passeios totalmente veganos

A Intrepid Travel está lançando seu primeiro programa gastronômico inteiramente vegano. Os itinerários, livres de carnes e laticínios, têm destinos como Tailândia, Índia e até Itália. Os preços variam entre US$ 1,200 e US$2,600.

Paisagem da região da Toscana, Itália, com diversas casas antigas e preservadas entre uma paisagem com árvores esparsadas
A empresa turística aposta experiências gastronômicas singulares, envolvendo chefs locais na elaboração de refeições totalmente veganas.

Estes passeios de oito dias oferecem uma emocionante excursão pela Europa ou Ásia, com deliciosos petiscos ao longo do caminho. As viagens incluem tudo, desde comida vegana de rua em Déli até uma refeição caseira em Chiang Mai. Na Itália, terão paradas no primeiro restaurante vegano de Veneza e em uma vila totalmente vegana na Toscana.

Além de louvável, a iniciativa é uma inteligente estratégia de negócios que agrada a um segmento em rápido crescimento. De acordo com um relatório publicado pela Global Data, houve um aumento de 600% nas pessoas que se identificaram como veganas nos EUA nos últimos três anos. Atualmente, as vendas de alimentos cruelty-free nos EUA ultrapassam US $ 3,1 bilhões.

O passeio preza por pequenos grupos, com um máximo de 12 pessoas. Isso possibilita conhecer locais que com grupos turísticos muito grandes não são feitos. A empresa de turismo apesar de mostrar aos viajantes os destaques das cidades, valoriza as singularidades regionais. Isso inclui, por exemplo, aulas de culinária com chefs locais e compras em mercados clássicos.

As viagens são direcionadas aos veganos que já deixaram de fazer passeios tradicionais pois envolviam a exploração e crueldade animal. Mas também podem ser uma grande oportunidade para viajantes experimentarem o veganismo pela primeira vez enquanto tiram férias.

A ação empreendedora é um excelente exemplo de como respeitar os direitos animais de forma simples. Eles são constantemente ignorados por diversas esferas da sociedade e causam danos irreparáveis.

Ficou interessado? Clique aqui para saber mais sobre as opções do passeio.

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De ‘açougue’ a restaurante, oferta vegana cresce e aparece em BH

Folia de reis, da Camaderia Gastrobar (foto: Camaraderia/Divulgação )

Até pouco tempo, o termo vegano causava estranhamento, mas hoje a maioria sabe do que se trata: um cardápio totalmente isento de proteínas e derivados animais. Obviamente, não há carnes, nem mesmo peixe, crustáceo ou molusco. Também nada de ovos, leite, manteiga e afins. No entanto, enganam-se os que pensam que esse tipo de dieta é sem graça. A prova não vem apenas da crescente oferta gourmet na capital mineira, mas de um movimento mundial, como conta Gabriel Neiva, um dos proprietários do Camaradería, gastrobar especialista em menus animal free. “A tendência é irreversível, e pode ser observada em vários países. Atualmente, a capital vegana é Berlim (Alemanha), cidade em que 10% da população adotou esse tipo de alimentação. Entre jovens, o percentual pula para 27%. Também na Espanha, 10% dos habitantes se consideram vegetarianos ou veganos, e isso vem de pesquisas, não sou eu quem está afirmando. Logo, a oferta dificilmente será confinada a uma modinha ou ficará restrita à comunidade hippie, esotérica. Ao contrário, é um movimento já consolidado, forte”, afirma ele.

Vegetariano desde criança, Gabriel apostou as economias no segmento. “Quando surgiu a oportunidade de investir em um negócio próprio, imediatamente pensei em alguma coisa voltada para a área. Em conversa com o meu sócio, Bruno Faria, optamos por uma casa de perfil democrático, tanto com almoço executivo quanto happy hour, daí um gastropub”, justifica. Na casa, o cardápio vegano objetiva atingir não só o consumidor específico, mas também vegetarianos e mesmo o público em geral. Engenheiros por formação, os amigos contrataram o chef Jorge Costa para criar o menu. A base, garantem, vai muito além da soja, alternativa comum para substituir a proteína animal. “Apostamos em oleoginosas, leguminosas, tubérculos, queijos vegetais e outros ingredientes”, reforça. O hambúrger, por exemplo, leva quinoa e um trio de cogumelos: Paris, Portobelo e shitake. A maionese é de castanha-de-caju com limão siciliano”.

Tradicionais revisitados

Entre os pratos, Gabriel destaca receitas tradicionais revisitadas, a exemplo do baião de oito, uma homenagem ao baião de dois, típico do Nordeste brasileiro. “Ao feijão andu, principal ingrediente, acrescentamos aveia, centeio, grão-de-bico e castanha-de-caju”, revela. Entre outros exemplos o empresário cita a salsicha vegetal (à base de extrato de soja, farinha de glúten e especiarias), além de versões tradicionalmente isentas de ingredientes animais como cuscouz marroquino e risotos (em que a manteiga e o queijo parmesão são substituídos por gordura vegetal). “Para acrescentar mais sabor e valor à experiência gastronômica, lançamos mão de pápricas, pimentas, sais especiais e uma infinidade de especiarias”, conta.

As sobremesas também são contempladas, a exemplo do “cheese” cake de frutas vermelhas. “A base é castanha-de-caju, leite e óleo de coco, com recheio de tofu, framboesa, amora e morango. No gelato de chocolate, usamos cacau e leites de soja, castanha e amêndoas para substituir o leite de vaca”, discorre.

Gabriel reconhece que a culinária vegana ainda é uma proposta nova para o belo-horizontino, mas confia na franca consolidação do segmento. “Existe muita demanda, e também curiosidade. Pessoalmente, espero ajudar a impulsionar pessoas a chegarem nesse patamar de alimentação, muito mais abrangente e inovador, por meio da oferta de uma experiência rica, de sabor diferenciado e excelente custo/benefício (o prato mais caro da casa, folia de reis, custa R$ 48).

Creme de cenoura (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )

Experiência diferente

Chef com experiência na culinária tradicional, Gabriela Andrade encarou um desafio ao empreender recente parceria com Klaus de Souza Tomich, proprietário da Veganza. Ela aceitou o convite para assumir temporariamente a cozinha do empório vegano, quando criou uma pequena linha de receitas como creme de cenoura com broto e gengibre ou de grão-de-bico mole e páprica picante, além de couscouz, legumes salteados e outros. Sempre que faz um menu vegano, ela aposta na dobradinha carboidrato e proteína, além de celebrar os efeitos benéficos dos ingredientes. “O gengibre, por exemplo, ajuda na digestão, é termogênico, acelera o metabolismo. Também uso especiarias que enaltecem o sabor de ingredientes, e alterno picância e refrescância para brincar com o paladar.” No arsenal culinário da chef há soja, lentilhas, ervilhas, grão-de-bico, quinoa e uma infinidade de ervas frescas, “ingredientes que alegram a vida da gente”, diz. Uma das receitas de sucesso é o risoto de grãos com cogumelos, destaca ela.

A experiência de criar menus veganos, define, tem sido bem interessante e mostra que as pessoas estão mesmo a fim de mudar a relação com o alimento, estão curiosas, comem, perguntam, querem repetir. “Além disso, há a questão de aprender a não ser dependente de animais ou de comidas prontas. Empreender uma conexão maior com a natureza e aproveitar o mesmo ingrediente de novas formas, em novos pratos, sabores. A meu ver, o que falta é o público que se propõe à experiência não esperar dela uma comparação com alimentos não veganos, porque uma comida sem derivados de carne não vai ter o mesmo gosto da carne. Assim, prefiro falar feijão com legumes do que feijoada vegetariana”, encerra.

Camaraderia/Divulgacao

Tapioca de coco com abacaxi

Ingredientes

para a tapioca de coco: 1 lata de leite condensado de soja, 500ml de leite de coco, 100g de coco queimado ralado, 100g de tapioca granulada, flor de sal a gosto. Para a calda refrescante de abacaxi: 600g de polpa de abacaxi em cubinhos, 100g de açúcar, raspas de 1 limão siciliano. Para o caramelo de flor de sal: 300g de açúcar cristal, 300ml de água, 100ml de gordura de Palma, flor de sal a gosto.

Modo de fazer

A tapioca: Misturar o leite de coco com o leite condensado de soja e esquentar até uma temperatura de 80 graus centígrados (para não deixar ferver). Após aquecido acrescentar os outros ingredientes, deixando a flor de sal por último. Reservar. A calda: Levar ao fogo todos os ingredientes sem deixar que os cubinhos de abacaxi desmanchem. Após a finalização da mistura reserve. O caramelo: leve todos os ingredientes ao fogo. Quando atingir o ponto de ‘calda’, finalize com flor de sal. Misture novamente os ingredientes e reserve.

Dica de montagem: Em uma taça, coloque a calda de caramelo de flor de sal na superfície. Depois, alterne camadas da calda com a de tapioca de coco até atingir a borda superior da taça. Finalize com caramelo de flor de sal, cubinhos de abacaxi e chips de coco seco.

Fonte: Uai

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Você é o Repórter

Curitiba (PR) recebe no próximo dia 12 a 3ª edição do “Acarajé Day”

Acarajé.                                                                                         Foto: Divulgação

No próximo domingo (12 de março) das 11 às 16h será realizada a terceira Edição do Acarajé Day em casa cultural no Centro Histórico de Curitiba.

O objetivo do evento é levar para os diversos públicos a culinária baiana promovendo a aproximação de todos neste encontro para a valorização da cultura afro-brasileira e do veganismo.

A proposta é, a cada edição do evento, apresentar pratos tradicionais diferentes das edições anteriores mostrando a riqueza da culinária afro e, principalmente, que podemos apreciar todos os quitutes sem utilizar componentes de origem animal.

Além do carro-chefe do evento: o famoso bolinho de acarajé (recheado com vatapá e vinagrete por R$ 8,00), será servido na cumbuca o “arrumadinho” que é feito com feijão fradinho misturado com farofa e vinagrete de tomate, cebola e coentro fresco por R$ 6,00 (porção individual).

Para almoço, a opção de moqueca de tofu com algas e palmito (acompanha arroz branco, pirão de legumes e farofa de dendê) por R$ 10,00

Para sobremesas, serão preparados os quitutes: cuscuz de tapioca e bolo de macaxeira.

Moqueca.                                                                                      Foto: Divulgação

Durante o evento, haverá apresentação de teatro típico Nordestino. No Teatro Lambe-Lambe “Antonina, little star” (teatro em miniatura que acontece dentro de uma caixa) o espectador espia por um buraquinho e assiste a história de Antonina em apenas três minutos. A contribuição é voluntária.

A entrada no evento é gratuita!

Aceita cartão e dinheiro

Expositores:

Kits Gourmet Veg

Faz pra Fora

Teatro:

Artista Júlia Campos (Facebook)

Serviço

Evento no Facebook.

Data: 12/03, domingo

Horário: 11 às 16 horas

Valor: entrada gratuita

Local: Curitiba (Coletivo Ocitocina)

Endereço: Rua Desembargador Ermelino de Leão, 472 – Curitiba / PR

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Você é o Repórter

Ponto turístico da Paraíba recebe feira de gastronomia vegana

Veg Verão promove inclusão de alimentação vegetariana e vegana na Praia do Jacaré (Foto: Divulgação/SVB Paraíba)

A praia do Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, recebe a partir desta sexta-feira (20) uma feira gastronômica vegetariana. O Veg Verão, promovido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) na Paraíba, começa se estende até domingo (22), é aberto ao público e vai contar com 15 empresas que trabalham com culinária sem uso de alimentos de origem animal.

O encontro acontece das 15h às 19h (horários locais). O objetivo do projeto é ampliar as opções alimentares dos frequentadores da Praia do Jacaré e incentivar mercados locais que trabalham com culinária vegetariana. A iniciativa visa a atingir tanto a comunidade adepta do vegetarianismo e veganismo, como todo e qualquer público que almeja conhecer e vivenciar experiências relacionadas ao fim da exploração de animais.

Todos os participantes da feira são da Paraíba e trabalham com a alimentação vegetariana. Serão montadas duas tendas para acomodar os stands na área da feirinha do Jacaré.

Integram a lista dos participantes do evento Kombi Cura, Gato Doce, Vegan Picnic, VegShow, Natureba Alimentação Saudável, VegLícias, Pastelaria da Ione, Cantinho da Margarida, Dulce Geléias e Drão Pães e Patês Artesanais, Veggula e VegLeve.

Popularizar o veganismo

“A ideia do projeto é atingir não só a população local como também turistas que podem disseminar as potencialidades gastronômicas de nossa região”, destaca o presidente da Associação dos Artesãos e Comerciantes da Praia do Jacaré (AACPJ), Juarez Maciel. O evento também conta com o apoio da Prefeitura de Cabedelo.

Para Nara de Ferrer, uma das integrantes da SVB na Paraíba, o Veg Verão é uma forma de presentear os turistas que adotaram uma dieta vegetariana.

“Pensamos que seria um ótimo atrativo para a cidade incentivar este tipo de evento. Principalmente para os veganos, que quando viajam procuram lugares que possam oferecer alimentação para eles”, completou.

O Veg Verão é a terceira feira gratuita de culinária vegetariana realizada na Paraíba pela SVB. A entidade já realizou dois eventos com a mesma proposta em João Pessoa e Campina Grande.

Fonte: G1

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De comida mexicana a pizza, menu vegano tem modinhas gastronômicas sob encomenda

Chili vegano é feito com proteína de soja (Foto: Divulgação)
Chili vegano é feito com proteína de soja (Foto: Divulgação)

Quem é vegano, anda comendo melhor em Campo Grande. Agora, é possível com facilidade encomendar comida mexicana, pizza ou salgados sem qualquer produto de origem animal.

O culinarista vegano e estudante de ciências da computação, Ed Wassouf afirma que um dos pratos mais pedidos pelos clientes são os mexicanos.

“Eu faço o chilli com proteína de soja e o guacamole. A tortilha na receita original já é vegana, então eu não faço. As pessoas tem procurado bastante e eu faço só sob encomenda”, explica. O preço varia com o chilli, que custa R$ 15,00, com 650 gramas e o guacamole no valor de R$ 12,00, em 400 gramas.

Já para a chef do Quitutes Veganos da Ana, o carro chefe é sem dúvida as pizzas veganas, feitas sem ovo e sem leite, com recheios especiais que vão do tofu a carne de jaca.

“A massa comum, italiana mesmo é feita assim, o pessoal que costuma incrementar. O que mais sai atualmente são as pizzas e as empadas. São os campeões em pedidos”, explica Ana Paula Mavignier, 30 anos.

Pizzas veganas tem de carne de jaca até tofu
Pizzas veganas tem de carne de jaca até tofu

Antes, Ana também oferecia os sushis, que acabaram saindo do cardápio. “Hoje, os rodízios já oferecem essa opção vegana, então acabamos tirando das nossas opções”, frisa.

Nos sabores da pizza há a opção com carne de jaca refogada com cebola, azeitona, mandiopiri e batata palha, no valor de R$ 24,00, rúcula com tomate seco, por R$ 22,00, brócolis e marguerita. A pizza pode ser retirada no local ou entregue, com inclusão de taxa.

Na internet, é possível encontrar outras criações elaboradas, como o churros vegano. Ana defende que a receita original também não leva ovo, nem leite, o que pode facilitar e muito na hora da fazer o prato. “É uma massa comum. No caso, só o recheio teria que ser vegano”, indica.

Fonte: Campo Grande News

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