Cães galgos localizados em criadouro ilegal em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação/PMA)
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Galgos são encontrados em situação de maus-tratos em SP

Ao menos seis cães da raça galgo em condições de maus-tratos foram resgatados de uma residência em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Dois animais foram encontrados mortos. A polícia suspeita de que o local era usado como criadouro para reprodução e comercialização da raça.

Cães galgos localizados em criadouro ilegal em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação/PMA)
Cães galgos localizados em criadouro ilegal em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação/PMA)

Vizinhos acionaram equipes da Polícia Militar Ambiental (PMA) após sentirem um forte odor de podridão proveniente do imóvel, que fica na Rua Guiana Francesa, no bairro Guilhermina. Eles suspeitavam que o proprietário estivesse morto dentro da casa, já que não era visto há pelo menos duas semanas.

Sem entrar na propriedade, os policiais conseguiram notar os cães em aparente estado de desnutrição e desidratação em um dos cômodos. Imagens foram captadas e, em seguida, levadas para o delegado plantonista da área, que permitiu a entrada da equipe no imóvel, após o arrombamento de cadeados.

Na casa, os agentes não encontraram o proprietário do imóvel, mas depararam-se com os cachorros, assustados e sem qualquer tipo de alimentação ou fonte de água, em um local insalubre. Em um corredor, eles localizaram a ossada de um cão e, dentro de um cômodo trancado, outro animal em decomposição.

Seis cães foram encontrados em condições de maus-tratos em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação/PMA)
Seis cães foram encontrados em condições de maus-tratos em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação/PMA)

Equipes da Vigilância Sanitária e do Departamento de Zoonoses também foram ao imóvel e constataram, com veterinários, as condições críticas às quais os animais eram submetidos. Todos os cachorros vivos foram apreendidos pela polícia e levados para tratamento em um centro especializado na cidade.

O proprietário do imóvel, que não havia sido localizado até este sábado (21), será multado R$ 30 mil pela Polícia Militar Ambiental. Na Polícia Civil, ele também vai responder a um inquérito sobre crime ambiental. O local, agora, é alvo de uma investigação para saber se, de fato, funcionava como criadouro ilegal.

Galgos italianos são considerados uma raça nobre entre os cães com habilidade para caça. O animal é capaz de atingir 80 km/h e, por isso, é bastante disputado entre pessoas que participam de competições de velocidade. Quando comercializado de maneira legal, ele pode ser vendido por mais de R$ 4 mil.

Fonte: G1

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ONG cria petição para salvar a vida de 650 galgos de canídromo de Macau

A Sociedade Protetora dos Animais de Macau (Anima) criou uma petição internacional para conseguir que aproximadamente 650 cães galgos de um canídromo, local de corrida de cães, sejam adotados.

Cães galgos durante corrida em Canídromo de Macau
Galgos de canídromo serão mortos se não conseguirem um lar após o fechamento do local (Foto:Reprodução / Ponto Final)

“Cerca de 650 galgos em Macau precisam ser colocados em segurança, respeitando todos os regulamentos locais e internacionais relacionados com o movimento e transporte dos cães”, afirma a petição da Anima, em parceria com as associações Grey2K, dos Estados Unidos, e Pet Levrieri, da Itália.

O presidente da Anima, Albano Martins, afirma que quer conseguir adotantes que se comprometam a cuidar dos cães como animais domésticos e não como cães de corrida. “Antes de a petição ser lançada, já tínhamos 250 adotantes, mas precisamos garantir a segurança e o bem estar dos cães”, diz. “Por isso, pedimos ajuda aos nossos colegas da Europa e dos Estados Unidos, por existir nesses países legislação que protege os galgos como animais domésticos”.

O presidente afirma que a Anima pode mandar os galgos para locais como Singapura e Honk Kong, mas não para o Paquistão, Vietnã e Indonésia, onde não existe legislação que garanta a proteção dos direitos animais.

Cães galgos durante corrida em Canídromo de Macau
Anima tenta conseguir a guarda dos cães galgos (Foto: Reprodução / Publico.pt)

“Tecnicamente, o Canídromo – como tutor dos cães – pode mandar os galgos para onde quiser, mas queremos que o Governo de Macau perceba que esta não é uma boa solução, já se encontraram muitos galgos nas meses de restaurantes na China e no Vietnã”, explica.

A associação pediu ao Governo de Macau que os galgos fossem entregue à sociedade, assim como a gestão do canídromo, por pelo menos um ano após o fechamento do local. Isso permitirá que a associação consiga tratar a transferência e a adoção de todos os cães.

“Este pedido ainda não teve uma resposta do executivo”, mas o Governo sabe que “não é uma boa imagem para Macau se em julho de 2018, todos aqueles animais forem mortos”, afirma.

Contudo, Martins permanece esperançoso quanto à decisão do Governo. “É possível encontrar uma solução e salvar todos os galgos, desde que o Governo comece a trabalhar conosco agora”, diz.

O caso

Em dezembro de 2016, o Governo de Macau, região administrativa especial da China, decidiu que o Canídromo de Macau, uma das mais cruéis pistas de corrida de cães galgos do mundo por ONGs internacionais, só poderá funcionar até julho de 2018.

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Cão galgo se torna melhor amigo de uma raposa

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Willa, uma pequena raposinha, foi encontrada ainda bebê por um fazendeiro em seu campo. A primeira ideia do homem foi pegar uma arma para atirar no animal. Por sorte, ele não conseguiu a arma e resolveu chamar um grupo de salvamento local para remover a raposa dali.

As raposas vermelhas são consideradas hoje uma “praga” na Austrália, pois são responsáveis pela morte de um grande número de animais selvagens nativos. E, por conta disso, o governo australiano encoraja as pessoas a matar qualquer raposa que encontram em suas propriedades privadas, em vez de fazer um trabalho de remoção e resgate desses animais.

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Felizmente, a raposinha Willa, um macho, teve uma segunda chance ao ser resgatada pela organização não governamental Sydney Fox Rescue. A instituição resgata, realoja, vacina e insere microship nas raposas, mas elas nunca são colocadas livres na natureza novamente.

Ao ser resgatado, Willa recebeu tratamento para paralisia do carrapato e foi levado, juntamente com a raposa Athena para um santuário de animais chamado Sugarshine Sanctuary.

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Poucos dias depois de chegarem ao santuário, a raposinha Athena foi tragicamente morta por uma cobra python. Willa ficou sozinha, mas não por muito tempo.

Solitária, Willa começou a seguir Izzy, um cão da raça Galgo que também morava no santuário. Assim como Willa, Izzy tinha escapado da morte. O cachorro de corrida tinha sido levado para ser morto quando não estava mais apto a participar de competições.

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Uma mulher ouviu a história do animal e insistiu para que ela pudesse levá-lo para alguma instituição de resgate. Após conseguir ser resgatada, Izzy foi adotada por Kelly Nelder, o cofundador do Sugarshine Sanctuary.

Izzy logo se conectou a Willa e a amizade entre os animais floresceu. Segundo Kelly, Izzy tem uma natureza muito gentil e tolerante e deixa Willa fazer o quer com ela, como saltar em cima dela, roubar sua comida e se aconchegar em sua barriga. Mesmo sendo um corredor rápido, o cão diminuiu o seu passo para andar sempre ao lado de Willa.

Os dois adoram ficar juntos, mas a atividade favorita de Willa é atacar e tentar pegar o rabo de Izzy até se cansar. Depois das brincadeiras, Willa e Izzy sempre se deitam juntinhos e a cadela dá uma lambida carinhosa na raposinha.

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Fonte: Portal do Dog

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Jean-Claude Van Damme faz doação pela proteção de cães galgos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Jean-Claude Van Damme participou de um evento de caridade em Sidney para arrecadar fundos para o Animals Australia, uma organização de proteção animal de que ele participa.

Na segunda, ele doou um cheque de 30 mil dólares para a caridade, e falou sobre a recente lei que proíbe corridas de galgos. “Eu peço aos australianos que considerem adotar um galgo. Eles são animais belíssimos e com a mudança na indústria de corrida e legislação, nós precisamos salvá-los no abandono. ”

 

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Cachorro que tinha medo de pessoas se apaixona por irmão humano

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Mosley é um galgo inglês que foi resgatado pela Going Home Greyhounds, uma ONG que defende cães dessa raça da terrível indústria de corridas que existe nos Estados Unidos. Por causa dos maus-tratos que ele recebia, o cãozinho morria de medo de pessoas. Mas felizmente, seus tutores são muito pacientes e conseguiram conquistar a sua confiança aos poucos – e hoje, Mosley faz sucesso no Instagram com as divertidas fotos do seu dia a dia.

O que chamou a atenção de Scott Merrihew, tutor de Mosley, foi a mudança de comportamento do cachorrinho durante a gravidez de sua esposa. “Ele ficou muito mais carinhoso com ela no final da gestação”, disse Scott ao site The Dodo, “ele sabia que algo estava acontecendo!”. E desde que o filho de Scott e sua esposa nasceu, Mosley vem demonstrando muito carinho pela criança. “Ele tem sido muito bonzinho com o bebê. Nós costumamos deixar os nossos gatinhos fora do quarto durante a noite, mas o Mosley pode ficar dentro”, contou Scott.

Veja algumas das mais fofas fotos de Mosley – incluindo momentos com seu novo irmãozinho humano:

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Fonte: Catraca Livre

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Milhares de galgos ainda sofrem em pistas de corridas nos Estados Unidos

Por Amary Nicolau (da Redação)

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet

Um total de 909 cães da raça greyhound (ou galgo inglês) morreram e mais de 11 mil sofreram ferimentos nas pistas de corrida entre 2008 a 2014, de acordo com uma nova pesquisa.

Nos últimos seis anos também foram documentados 27 casos de crueldade contra os animais envolvidos nas corridas, incluindo cães morrendo de fome e falta de cuidados adequados, afirma o estudo de 80 páginas, lançado pelas organizações Grey2K USA e ASPCA. Os grupos estão planejando enviar o relatório aos legisladores, para que proíbam as corridas de cães.

“As pessoas não percebem o quão traiçoeira a vida de um cão greyhound é: pernas, crânios e costas quebradas, dedos decepados, eletrocussão e parada cardíaca até mesmo por causa do estresse,” disse Nancy Perry, vice-presidente sênior de relações governamentais da ASPCA. “Queremos que as pessoas entendam que não se tratam de cães brincando em um parque, mas literalmente, correndo por suas vidas.”

O relatório pede urgência para que os governantes dos sete estados que ainda têm pistas de corridas (Flórida, Alabama, Arkansas, Texas, Virgínia, Iowa e Arizona) sigam o exemplo dos demais 39 estados que já proibiram a exploração de galgos.

Felizmente, as corridas de greyhound estão decaindo cada vez mais. O relatório aponta que, em 2012, os participantes apostaram 665 mil dólares em corridas – uma queda de 66% se comparado a 2001.

Ainda assim, um greyhound morre a cada três dias nas pistas de corridas da Flórida.

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Mais um estado americano proíbe a corrida de galgos

(da Redação)

galgo
Foto: Shutterstock.com

Esta semana, o governador John Hickenlooper assinou a lei que proíbe as corridas de galgos em Colorado (EUA). Isso faz com que o estado seja o 39º a banir a prática nos Estados Unidos. As informações são do Ecorazzi.

O projeto de lei foi elaborado por Christine Dorchak, presidente da GREY2K – ONG dedicada à proteção dos galgos – e recebeu apoio do Colorado Voters for Animals, Colorado Citizens for Canine Welfare, ASPCA e Humane Society. Também foi essencial para o sucesso do projeto o apoio da representante KC Becker da cidade de Boulder.

O sofrimento de galgos na região vai agora se tornar uma coisa do passado. Esses animais deixarão de ser armazenados em caixas apertadas, empilhados em canis, incapazes de se levantar ou virar. Eles não vão mais sofrer lesão ou paralisia devido às corridas exaustivas e brutais que eram forçados a competir. Estes cães podem finalmente viver suas vidas fora das pistas.

Agora, a GREY2K está analisando sobre qual será o próximo estado no qual eles devem se concentrar para terminar com as corridas de galgos.

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Galgos são vítimas da temporada de caça na Espanha

(da Redação)

galgo

Os galgos são explorados como cães de caça na Espanha, mas apenas enquanto eles são úteis. Segundo o site Vice, aproximadamente 50 mil galgos serão abandonados ou mortos no final da temporada deste ano. A caça de lebres é praticada nas zonas rurais do país e expõe o cão a uma vida miserável, cheia de treinos cruéis e, é claro, também mata e causa sofrimento a milhares de lebres.

Se os cães são muito velhos para caçar ou geram muitas dívidas, seu tutor pode optar pela morte do animal. Alguns os jogam em poços e outros os cremam. Passar com o carro em cima deles também é uma maneira de matá-los, e há alguns anos houve vários casos de cães sendo amarrados em caminhões e arrastados ao longo da estrada.

Beatriz Marlasca, presidente da ONG espanhola Associação Baasgalgo dedicada à proteção dessa raça, falou com o Vice sobre a intensa crueldade que ela viu contra os antigos cães de caça, incluindo cães abandonados comendo lixo nas ruas e poços cheios de cadáveres. Muitas vezes, os abusadores são difíceis de rastrear ou condenar, e a maioria deles está solta. “Às vezes você acha que não aguenta mais”, disse Marlasca, “mas então você não percebe que não pode desistir.”

Galgo que foi abandonado em um desfiladeiro
Galgo que foi abandonado em um desfiladeiro

“Passamos por muitos sentimentos no processo: Indignação quando encontramos um caso particularmente terrível e horror quando pensamos o quanto o cão deve ter sofrido. Mas a ligação entre os cães e aqueles que cuidam deles cresce… Então ele é adotado, e você se sente orgulhosa e feliz de pensar que há um cão a menos nas ruas. Tivemos inúmeros casos, alguns deles realmente milagrosos”, contou a protetora.

E Marlasca disse que os casos milagrosos são os que fazem todo o esforço, dor e agústia valerem a pena. “Algum tempo atrás, encontramos uma galga que tinha sido enforcada, mas ainda estava viva. Depois de um mês em tratamento intensivo, ela se recuperou totalmente e foi adotada na França. Esse final feliz é o que nos move. É impagável ver o cão com uma nova família, sentado em um sofá, depois de tudo o que passou. É difícil e bonito ao mesmo tempo.”

A ONG espanhola Rede de Proteção Canina apresentou recentemente um documentário chamado “Fevereiro: O Medo dos Galgos” que narra a dramática situação desses animais que em cada ano tem de sofrer devido à temporada de caça.

Esses cães também são explorados na indústria de corridas. Não só na Espanha, como também na Austrália, na Irlanda, em Macau, no México, no Reino Unido e nos Estados Unidos a prática faz parte dos jogos de azar, sustentados por apostas. Os cães que vão para as pistas enfrentam duro programa de treinamento e são colocados em risco significativo de lesões, como fraturas de pernas, paralisias ou traumatismos cranianos durante os treinos e as corridas. Alguns até mesmo morrem de ataque cardíaco devido ao intenso desgaste físico. Os danos são muitas vezes considerados “inviáveis financeiramente” para serem tratados e o tutor – que se diz “proprietário” – opta pela morte do animal.

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Cão galgo perde duas pernas e tem recuperação incrível

Foto: Reprodução/ R7
Foto: Reprodução/ R7

Aos cinco meses, o cão galgo Dominic  sofreu um acidente de carro e perdeu duas pernas. Teve que amputar.

A família ficou arrasada. Mas ao acordar da cirurgia, Dominic mostrou a todo mundo que ele é muito mais forte do que pensam.

Em pouco tempo, já estava correndo. E quando voltou para casa, reencontrou ainda a namorada no portão.

Encante-se com ele!

Fonte: R7

 

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O cão mais triste: Princesa, a cachorrinha abandonada que tem que aprender a ser amada

Por: Daily Mail  – Tradução Vanessa Perez  (da Redação)

Encarando tristemente aqueles que estão ao seu redor… esta é a princesa, o filhote de cachorro abandonado que tem aprender a ser amada.

A tristeza de Princesa por sua condição é comovente.

Os funcionários do centro de resgate que estão cuidando dela agora acreditam que ela nunca foi abraçada e recebeu carinho e, como resultado, não sabe como recebê-lo.

Neil Martin Bleakholt da Animal Sanctuary, perto Edenfield, Lancs, disse: “Ela é a cachorrinha mais triste que já vimos.

“Quando ela veio para nós era claro que ela nunca recebera qualquer amor. Ela é faminta de amor, mas não sabe receber.

De cortar o coração: A cachorrinha Princesa, de seis meses, que foi encontrada abandonada, tem seu banho preparado para tratar seu problema de pele.

“Nossos funcionários estão apaixonados por ela, mas só recentemente que ela começou a aprender a desfrutar de um afago. Ela nem sabia como brincar. “Tentamos fazer com que ela se animasse com alguns brinquedos, mas ela estava com medo deles.

Princesa recebe seu primeiro abraço, de Sallie Conroy, na Bleakholt Animal Sanctuary pouco antes do Natal.

“Nós estamos muito, muito longe de ter um feliz e confiante cachorro, que abana o rabo e faz tudo o que um cão deve fazer. “Também será um longo trabalho até que ela possa sair para correr ou perseguir uma bola.”

Ela sofre de uma doença grave que a deixou sem pelos. Sua doença também significa que sua pele é tão delicada, no momento, que ela não pode ir para fora. Sua pele é tão delicada que ela não pode vestir um casaco para aquecê-la o suficiente – mesmo no verão.

Sua doença também significa que sua pele é tão delicada, no momento, que ela não pode ir para fora. Sua pele é tão delicada que ela não pode vestir um casaco para aquecê-la o suficiente – mesmo no verão.

Sr. Martin, 56, disse: “A princesa sofre de um caso muito avançado de sarna demodécica – um dos piores casos que já vimos.

Funcionários esperam que o banho ajude ajudar a curar sua doença,caso contrário, eles terão que pagar um tratamento mais caro. “Não é infecciosa, mas é transmitida através de um contato prolongado, por isso acho que ela provavelmente pegou de sua mãe.

A sarna demodécica é causada por ácaros minúsculos que cavam folículos impedindo os pelos de crescerem.

“Mesmo no verão, ela não pode sair sem nenhum pelo. E nós precisamos que ela se recupere de forma significativa para que possamos colocar uma roupa sobre ela para mantê-la aquecida.

A sarna demodécica é causada por ácaros minúsculos que cavam folículos impedindo os pelos de crescerem.

A cachorra de seis meses, cruza da raça Galgo, foi encontrada abandonada em Colne, Lancashire. A organização de resgate Bleakholt resgatou-a e agora estão lutando para ajudá-la a se recuperar.

Os tratadores do centro esperam que ela responda ao tratamento com Aludex, mas temem que ela precise de comprimidos mais caros.

“Estamos tentando um tratamento de pele mais básico para ver se ela responde,” disse Neil. ‘Mas tivemos um caso de doença tão grave quanto à dela e o tratamento não funcionou. Ela pode precisar de Atopica, que é muito caro. ”

Atopica é uma droga usada para tratar doenças da pele, que também é utilizada por humanos. Como é uma droga relativamente nova, é muito cara.

Neil acrescentou: “O último cão que foi tratado com Atopica agora é feliz, saudável e foi adotado por um lar amoroso e recebe cuidados. É o objetivo final de todos os animais que cuidamos. “Tudo que nós queremos fazer é transformar a carinha triste da Princesa em uma feliz. Queremos curar sua doença e dar-lhe uma nova vida. Vai custar muito caro, mas nós não vamos nos recusar a dar o que ela precisa.”

Nota da Redação: Comovente a história da Princesa.

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Proteja o seu cão das alergias e da gripe

Seque bem o cachorro com uma toalha e use jato morno ou frio do secador
Seque bem o cachorro com uma toalha e use jato morno ou frio do secador. Foto: Marina Gomes/UOL

Na onda da preocupação com a gripe, é bom saber que os animais também ficam mais suscetíveis às doenças no inverno e precisam de atenção redobrada.

A gripe canina, também conhecida como traqueobronquite infecciosa ou tosse dos canis, pode estar relacionada a vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Atenção para sintomas como tosse, espirros, coriza, febre, perda de apetite e apatia, principalmente em animais muito jovens, idosos ou com a saúde já debilitada por alguma outra doença.

A boa notícia é que a maioria dos animais cura-se sozinho. Para ajudar, mantenha a imunidade de seu cachorro alta, com uma alimentação correta e nutritiva. Outra recomendação é a vacinação com reforço anual. “Várias vacinas estão disponíveis para proteção contra a bactéria Bordetella bronchiseptica, adenovírus canino tipo 2 e vírus da parainfluenza canina, causadores da gripe. Existem vacinas para aplicação intranasal ou uso injetável”, explica Eduardo Pacheco, veterinário formado pela Universidade de Alfenas, especialista em cirurgia pela Unesp e diretor do Hospital Veterinário Santa Inês, de São Paulo.

Recentemente, um subtipo do vírus influenza, o H3N8, causou furor nos Estados Unidos. Em 2004 ele surgiu em cães da raça galgo e agora evidências indicam a circulação em outras raças. Seus sintomas são mais graves que a gripe canina comum, culminando em broncopneumonia. A mortalidade gira em torno de 5%, mas não há relatos desse tipo de gripe canina no Brasil.

Alergias respiratórias

Além da gripe, outros problemas afetam a saúde dos cachorros no inverno. “A umidade relativa do ar diminui e uma grande quantidade de partículas fica em suspensão. Elas são inaladas, agravando os quadros de alergia como bronquites e rinites”, alerta Marcos Eduardo Fernandes, formado em medicina veterinária pela Unesp, especialista em homeopatia veterinária e mestre em saúde pública pela USP. As roupinhas e cobertores, também mais usados nessa época, podem desencadear reações alérgicas.

A controller Simone Darrel, 34, de Curitiba, conta que sua pinscher zero, Kiki, sofre mais nessa época do ano. “Ela começa a espirrar e não para mais. Noto que as crises se agravam quando paro de levá-la para caminhar”, diz.

Quando notar algum sinal de alergia em seu cachorro, a primeira atitude é identificar o que pode estar causando o incômodo. Se possível, não deixe o caozinho em ambientes fechados, com carpetes e tapetes, e lugares tratados com excesso de desinfetantes, odorizadores de ambiente e produtos de limpeza. Evite fumar dentro de casa ou próximo ao animal, pois eles também inalam a fumaça e os resíduos do tabaco. O uso constante de umidificadores também pode levar à proliferação de fungos (mofo), o que propicia quadros alérgicos.

O tratamento paras as alergias é feito com anti-histamínicos, corticóides, broncodilatadores e nebulizações com solução fisiológica, mas como essas doenças podem ficar crônicas, é preciso um tratamento de longo prazo. “Uma alternativa é buscar terapias não convencionais, como a homeopatia, que apresenta bons resultados em grande parte dos casos”, diz Fernandes.

Na pele

As alergias na pele também costumam se agravar nessa época. “O clima frio leva os donos a banharem seus animais de forma mais esporádica, não removendo de forma adequada os alérgenos ambientais depositados na pele e nos pelos”, relata Carlos Eduardo Larsson, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária. Entre as raças mais acometidas com as dermatites atópicas estão boxer, chihuahua, yorkshire, sharpei, west highland white terrier, scottish terrier, llhasa apso, shitzu, dálmata, pug, setter irlandês, baston terrier, golden retriever, labrador e cocker.

Dicas para evitar que as alergias dermatológicas apareçam na época mais fria do ano:

-Dê banhos nos horários mais quentes do dia, com água morna, utilizando xampus e sabões próprios para cães, pouco agressivos ou irritantes.

-Enxague com bastante água corrente para remover o excesso de sabão e proteja as orelhas com algodão parafinado.

-Atente para eventuais sinais (prurido corpóreo, vermelhidão e descamação) quando colocar roupas nele, pois alguns tecidos podem acarretar ou agravar alergias (principalmente os de lã, seja acrílica ou natural).

-Evite o uso de perfumes.

-Não arranque pelos do canal da orelha nem faça a limpeza dela com álcool ou éter.

-Use o secador de cabelos em jato frio ou morno, para não queimar a pele do cão.

Fonte: UOL

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