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Presos em gaiolas, galos explorados em rinhas são resgatados no Paraná

Foto: Divulgação/PC-PR

A Polícia Civil resgatou 50 galos explorados em rinhas na última sexta-feira (2) em Campo Largo, no Paraná. As aves eram mantidas aprisionadas em gaiolas ou espaços pequenos.

Pelo menos dez galos apresentavam graves lesões pelo corpo, com características de exploração em rinhas. O caso passou a ser investigado por conta de uma denúncia anônima.

Policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) estiveram no local e constaram os maus-tratos. Na chácara onde os galos estavam foram encontradas estruturas para receber visitantes e para treinar as aves para as brigas.

De acordo com a polícia, o local era monitorado. O dono da chácara foi levado à delegacia para prestar depoimento. Ele responderá em liberdade pelo crime de maus-tratos a animais.

“Aqui nós encontramos galo agonizando, em condições extremamente precárias. Agora a gente vai tentar dar uma sobrevida a esses animais e dar uma qualidade de vida aos que têm condições, além de responsabilizar quem fez isso”, disse ao G1 o delegado Matheus Laiola.

As aves que estavam debilitadas foram encaminhadas para clínicas veterinárias. O restante foi levado para o abrigo da ONG Força Animal, que os submeterá a um processo de reabilitação.


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Centenas de gatos explorados para consumo são encontrados presos em gaiolas

Reprodução

Cerca de 700 gatos foram encontrados presos em gaiolas no quintal de um hotel em Linfen, província de Shanxi, no sudoeste da China. Amontoados em espaços reduzidos, os animais foram resgatados na última quinta-feira (11).

Após ser informada sobre a crueldade cometida contra os animais, a ativista Li esteve no local. Desesperados, os gatos miavam como se implorassem para serem ajudados. E a mulher atendeu ao pedido, retirando-os do local após pedir auxílio em rede social.

Li fez uma publicação na internet sobre o caso. Segundo o jornal britânico Daily Star, ela publicou um vídeo no qual suplica: “Olhe para esses gatos pobres. Eles estão esperando para serem servidos como comida na mesa. Ajude-os”.

Ao saber do caso, a ONG Linfen Small Animal Rescue compartilhou o vídeo no Weibo, rede social chinesa semelhante ao Twitter, e fez uma denúncia à polícia. A suspeita é de que os gatos tenham sido sequestrados ou traficados.

Um porta-voz da entidade afirmou ao jornal MailOnline que, num primeiro momento, cada gato foi colocado em uma gaiola, de maneira individual, para que não ficassem amontoados como antes. Eles também receberam água e comida e foram examinados por veterinários. Depois, os animais foram realocados em canis, sendo um para cada baia. Todos serão vacinados e tratados.

A exploração de cães e gatos para consumo foi proibida, até o momento, apenas nas cidades chinesas de Shenzhen e Zhuhai. No entanto, no final de maio a China retirou os cachorros da lista de animais que podem ser criados, negociados e transportados para fins comerciais. A medida, que faz com que os cães deixem de ser considerados animais para consumo, foi executada durante atualização do Diretório de Recursos Genéticos Para Pecuária e Agricultura.

No mês de abril, a China já tinha anunciado que cães não eram mais vistos como animais para consumo. O país decidiu passar a vê-los como animais domésticos, passíveis de viver na companhia humana, assim como ocorre no Brasil e em outros locais. A reclassificação, segundo o Ministério da Agricultura chinês, faz parte das medidas elaboradas em resposta à Covid-19.

Confira o vídeo dos gatos presos às gaiolas:

Nota da Redação: crueldades cometidas contra cães e gatos na China não justificam ataques xenófobos aos chineses. É importante ressaltar que existem ativistas veganos na China e que apenas uma parte da população ainda consome carne de cães e gatos. Brasileiros condenam milhares de animais, como bois, porcos e frangos, a sofrimento inimaginável por conta do hábito cruel de consumo existente no país, nem por isso são atacados – e nem devem ser. A mesma lógica deve ser aplicada aos chineses. Parte deles apenas escolheu explorar e matar animais diferentes daqueles explorados e mortos pelos brasileiros. Morte é sempre morte, não há diferença entre o que é feito na China e o que é realizado no Brasil. Devemos condenar o ato de matar animais e conscientizar as pessoas sobre a importância de respeitá-los, mas sem atacar um povo de maneira xenófoba. 


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Encontrados em gaiolas, cães explorados para venda são resgatados em SP

Onze cães adultos e sete filhotes, mantidos em condições inadequadas, foram levados para a sede do Centro de Controle de Zoonoses de São José do Rio Preto (SP)


Cachorros da raça spitz alemão foram resgatados na terça-feira (18) após serem encontrados em gaiolas em um canil clandestino que funcionava em um condomínio de São José do Rio Preto (SP).

Foto: Arquivo Pessoal

A responsável pela Diretoria do Bem-Estar Animal (Dibea), Karol Prado, explicou que os animais não tinham carteira de vacinação e que não havia qualquer controle de prenhez no local.

“No geral, os animais estão bem. O problema foram as condições às quais estavam expostos”, afirmou ao G1 a diretora do Dibea.

O resgate foi realizado com o apoio da Guarda Civil Municipal e da Polícia Ambiental. Os cães, que são onze adultos e sete filhotes, foram encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses, onde passaram a receber os cuidados necessários.

Foto: Fernando Daguano/TV TEM

O Dibea informou que ainda não há um lugar definido para que os cães sejam levados até que sejam adotados.

A pessoa que explorava os animais para reprodução e venda será investigada pelo crime de maus-tratos.


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Cachorros que eram mantidos presos em gaiolas são resgatados em SP

Os animais foram resgatados por uma ONG. Um deles, no entanto, não resistiu aos maus-tratos e morreu


Trinta cachorros das raças pit bull e um golden retriever foram resgatados na alameda dos Tupiniquins, no Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo, após sofrerem maus-tratos.

Reprodução/Pixabay/Cseszka/Imagem Ilustrativa

O lugar onde os cães eram mantidos é um criadouro. O dono do local morreu há 30 dias e, desde então, os animais estavam sob a responsabilidade da irmã do homem, que alegou não ter dado a eles os cuidados necessários por serem animais bravos.

Um dos pit bulls resgatados estava em condição tão deplorável que morreu no sábado (22). Parte dos sobreviventes serão levados para um local em Peruíbe, outros para Bauru. O golden retriever permanecerá em São Paulo.

Os cães eram mantidos em cinco gaiolas pela irmã do antigo tutor dos cães. Ela procurou a ONG Projeto Vida Pit&Bulls para que os cães fossem resgatados.


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Projeto de lei prevê proibição da venda de animais em mercados públicos em Recife (PE)

Os animais costumam ser mantidos em pequenas gaiolas, sem higiene e alimentação adequada nos mercados públicos


Um projeto de lei prevê a proibição da venda de animais em mercados públicos de Recife, em Pernambuco. O objetivo da medida é coibir casos de maus-tratos, frequentemente registrados.

Divulgação/Diário de Pernambuco

Nestes locais, os animais costumam ser mantidos em pequenas gaiolas, sem higiene e alimentação adequada. As informações são do Diário de Pernambuco.

De iniciativa da vereadora Goretti Queiroz, a proposta foi feita após uma vistoria realizada no Mercado de Boa Vista. A parlamentar sugeriu que campanhas de conscientização sobre castração e adoção responsável de animais sejam feitas no mercado municipal e na comunidade existente ao lado do centro de compras.

“Esse foi o primeiro mercado que visitei, este ano, mas tenham certeza que irei em todos eles para ver a situação dos animais que são vendidos nesses locais. Grande parte deles sofre maus-tratos sendo colocados em gaiolas, debaixo do sol e sem nenhuma assistência. Estou com um projeto de lei em tramitação na Câmara que pede a proibição de animais domésticos, domesticados e aves nesses espaços públicos. Também vou iniciar, junto a minha equipe, uma campanha de conscientização com a população e clientes desses espaços públicos sobre a importância da castração e adoção de animais abandonados”, explica a vereadora.


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Criadouro com mil galos explorados em rinhas é descoberto em SP

As aves eram mantidas em gaiolas e baias e parte delas estava bastante machucada


A Polícia Civil descobriu, na terça-feira (14), a existência de um criadouro com pelo menos mil galos explorados em rinhas. Os animais vivem em uma chácara no Grajaú, em São Paulo.

Reprodução/SP1/Globo

Mantidos em gaiolas e baias, parte dos animais estavam bastante feridos. As informações são do portal G1.

De acordo com os policiais que estiveram na chácara, o local conta com grande infraestrutura para criar os galos. Na propriedade foram encontradas muitas baias com suporte para água e ração, onde as aves ficavam confinadas.

O criadouro foi descoberto após seis meses de investigações. Apesar disso, as aves não foram retiradas do local por não haver local de propriedade do estado com espaço suficiente para abrigá-las.

O dono da propriedade ficará com a tutela dos galos. Ele será investigado pelos crimes de maus-tratos a animais, exploração de jogos de azar e associação criminosa.


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ONG denuncia sofrimento de animais confinados em gaiolas mínimas em zoo

Gret Vancouver Zoo | Foto: Langley Advance Times
Gret Vancouver Zoo | Foto: Langley Advance Times

Muitos animais no zoológico Greater Vancouver, localizado em Vancouver (Canadá), vivem em “gaiolas e cercados estéreis e muito pequenos que os impedem de se envolver em comportamentos naturais da espécie”, segundo um relatório divulgado segunda-feira (30 de dezembro) pela Vancouver Humane Society.

O documento pede que o zoológico que já que não vai liberar os animais presos em suas dependências, o que seria o ideal, que ao menos melhore as condições em que eles vivem e evite “manter os animais inadequados ao clima canadense”.

A análise foi preparada para a ONG pela Zoocheck, uma organização internacional de proteção à vida selvagem com sede no Canadá, baseada em “questões identificadas durante três visitas separadas”.

No relatório, Zoocheck observou que houve melhorias desde que a ONG começou a emitir relatórios sobre o zoo a partir de 1997, afirmando que o zoológico parece ter feito uma série de “mudanças significativas, muito positivas”, mas que acrescentou “algumas questões de longa data permanecem problemáticas e deve ser tratadas”.

Animais nasceram para viver livres na natureza, um cativeiro jamais poderá reproduzir a experiência de viver em liberdade ao lado dos demais membros de sua espécie. Porém, como infelizmente a

“Eles incluem, entre outros, falta de espaço para certas espécies, falta de condições ambientais apropriadas, falta de enriquecimento ambiental e comportamental, falta de áreas de abrigo e privacidade, falta de contextos sociais adequados, excesso de água subterrânea e falta de água corrente nos cativeiros”.

O porta-voz da ONG Vancouver Humane Society, Peter Fricker, disse que o zoológico não oferece aos animais um ambiente estimulante que permite atividades naturais como “escalar, procurar ou cavar”.

“A questão principal é a falta de enriquecimento”, disse Fricker à Black Press.

Dada a quantidade de espaço disponível no local de 120 acres, Fricker disse que o zoológico deve no mínimo construir recintos maiores com mais possibilidades de interação, “para aliviar o tédio e a frustração”.

A longo prazo, ele disse, o zoológico precisa parar de manter animais em cativeiro para se divertir e passar a ser um santuário para a vida selvagem nativa. Como esses animais não podem ser reintegrados a natureza devido aos anos passados em cativeiro, eles precisarão viver em um santuário.

Fricker disse que o compartimento para girafas do zoológico não foi alterado desde que um relatório da Zoocheck de 2003 a descreveu como “estéril e sem qualquer estímulo para que os animais se envolvam em comportamentos naturais”.

No novo relatório, Zoocheck disse que as girafas não são adequadas para o clima de Canadense e sugeriu que o zoológico considere a construção de um novo recinto maior e com controle climático ou a realocação das girafas para uma “instalação mais apropriada para espécies em outros lugares, como um santuário em seu país de origem”.

O relatório cita a exibição de aves de rapina do zoológico como um exemplo de um recinto de tamanho menor que nega a possibilidade de comportamentos naturais, porque fornece “pouca ou nenhuma capacidade para os pássaros realizarem seu voo”.

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Ator Jerome Flynn se fecha em gaiola como forma de protesto contra a indústria de carne

Ator Jerome Flynn em protesto contra a criação de animais para consumo | Foto: WickedLeeks
Ator Jerome Flynn em protesto contra a criação de animais para consumo | Foto: WickedLeeks

Jerome Flynn, estrela da premiada série, “Game of Thrones”, participou recentemente de uma manifestação contra a crueldade animal na rua principal de Oxford Circus, em Londres, na Inglaterra.

O ator vegano entrou em uma pequena gaiola de metal – muito parecida com as usadas com os porcos de fazendas de criação – para destacar as condições “horríveis” em que esses animais vivem. A manifestação faz parte da campanha “Pigs in Chains” (Porcos em Correntes, na tradução livre).

Flynn – que interpretou Bronn na produção da rede de televisão inglesa HBO, “Game of Thrones”, – é um defensor público e ativista pelos direitos animais.

O ator incentivou as pessoas a assinar uma carta que pressiona os supermercados e varejistas de alimentos a vender apenas carne de porco de fazendas que praticam o bem-estar animal. Os supermercados listados incluem Tesco, Morrisons, Sainsbury’s, Greggs e Domino’s Pizza.

“A criação de animais em escala industrial é um dos exemplos mais terríveis de como nos tornamos insensíveis”, afirmou Flynn em comunicado. “Tudo pela busca implacável do lucro”.

“Já que não é possível eliminar a criação de animais para consumo definitivamente, convocamos todos os nossos principais varejistas a fazer a coisa certa”, acrescentou. “E liderar pelo exemplo, deixando de comercializar qualquer carne que não seja comprometida com altos padrões de bem-estar animal”.

Porcos acorrentados

A ONG de proteção animal, Farms Not Factories (Fazendas, não Fábricas), organizou a manifestação e redigiu a carta. A campanha “Porcos acorrentados” do grupo, também tem como alvo a criação de animais intensiva permitida pelo esquema de rotulagem do selo Red Tractor.

Red Tractor é um programa de certificação de produtos realizado pela Assured Food Standards (Associação de Padrões Alimentícios). O esquema de certificação recebeu atenção negativa no início deste ano, após a ONG Viva! descobrir sérios atos de crueldade animal nas fazendas Hogwood Farm – um produtor certificado pela Red Tractor.

Flynn estrelou um documentário de 2019 sobre a campanha chamada “Hogwood: uma história de horror moderna”. Segundo a Viva!, cerca de 4,9 milhões de porcos vivem em fazendas na Grã-Bretanha no momento. Cerca de 98% desses porcos são engordados dentro de galpões, enquanto 63% das porcas mãe são mantidas em ambientes fechados.

“Depois de ver as condições horrendas e o abuso de animais que estão acontecendo atrás dos muros de Hogwood, eu tive que fazer algo”, disse Flynn. “Os porcos de Hogwood não são apenas produtos à base de carne, são seres sensíveis e emocionalmente conscientes como nós, e eles merecem mais do que isso”.

Flynn não é a única estrela vegana de “Game of Thrones” a defender os animais. Atores como Peter Dinklage, Nathalie Emmanuel, Lena Heady e Maisie Williams também são veganos dedicados. As informações são do Livekindly.

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Juíza derruba tentativa da indústria de carne de impedir a implementação da lei de bem-estar animal

Foto: Divulgação
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Na semana passada, a juíza Christina A. Snyder, do Distrito Central da Califórnia, nos Estados Unidos, decidiu contra o pedido do grupo de lobby de carne do North American Meat Institute (“NAMI”) que apresentou um pedido de liminar para interromper a implementação da Proposição 12.

A NAMI está atualmente processando o estado da Califórnia e estava procurando prolongar a promulgação da nova lei de bem-estar animal do estado, que entra em vigor entre 2020 e 2022, durante a implementação de seus procedimentos legais.

Aprovada por maioria dos votos em 2018, a Proposição 12 estabelece requisitos mínimos específicos de espaço para animais criados para alimentação, com base na Proposição 2 – uma iniciativa de votação de 2008 que estabelece medidas preliminares para proibir o confinamento extremo de animais de criação.

De acordo com a Proposição 12, até 2020, os porcos, bezerros e galinhas poedeiras devem receber requisitos adicionais de espaço e as galinhas devem estar “livres de gaiolas” até 2022. Além disso, todos os produtos animais que vierem de fora da Califórnia que não cumprem esses requisitos, incluindo ovos derivados de galinhas de granja, serão proibidos de serem vendidos no estado.

A proposição 12 é apoiada por várias organizações de direitos animais, incluindo Compassion Over Killing (COK), Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), Mercy For Animals, Fundo de Defesa Legal para Animais, Igualdade Animal, The Humane League, Farm Sanctuary e Compaixão no World Farming USA.

Além de rejeitar o pedido de liminar da NAMI, a juíza Snyder decidiu permitir que o COK e uma coalizão de grupos de defesa animal liderados pelo HSUS intervissem no processo da NAMI – que alega que a Proposição 12 é inconstitucional – como réus ao lado do estado da Califórnia.

“A proposição 12 terá um impacto literal na vida de milhões de animais, reduzindo o sofrimento inerente a essas práticas desumanas de confinamento”, disse Will Lowrey, advogado do COK. “Juntamente com nossos parceiros de coalizão, o COK tem orgulho de representar os interesses dos animais e esta agradecido por essas decisões”. A NAMI está atualmente revisando suas opções, que incluem apelar da decisão do tribunal.

Muitas empresas – incluindo Kroger, Walmart e Publix – já se comprometeram a eliminar gradualmente as gaiolas em escala industrial e o confinamento cruel de suas cadeias de suprimentos, e a Proposição 12 tornaria obrigatório que eles tomem medidas caso desejem continuar seus negócios no estado.

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Pelo de guaxinins explorados na China é vendido como pele artificial em mercados australianos

Foto: Shuttertock/Janet Griffin
Foto: Shuttertock/Janet Griffin

Peles de animais explorados e torturados estão sendo comercializadas como peles artificiais ou “peles mistas” e expostas em dois mercados populares na Austrália.

Conforme revelado por várias investigações e vídeos produzidos por ONGs que atuam em defesa dos direitos animais, a indústria da pele causa sofrimento incalculável aos animais explorados por seu pelo. Obrigados a viver em gaiolas superlotadas e imundas, onde mal podem se mexer a vida inteira, raposas, visons, guaxinins e minks são esfolados, torturados e mortos das formas mais cruéis.

Testes forenses mostraram que peles de guaxinins e cães-guaxinins, que são eletrocutados até a morte ou esfolados vivos no comércio de peles da China, estavam sendo vendidas nos mercados australianos South Melbourne Market e no Queen Victoria Market, de acordo com o The Age.

Queen Victoria Market | Foto: TripAdvisor
Queen Victoria Market | Foto: TripAdvisor

As ONGs que atuam em defesa dos direitos animais, Animal Justice Party e o Four Paws, coletaram 12 itens dos mercados e os enviaram para testes no laboratório especializado em vida selvagem Forensic Science and Wildlife Matters.

Uma barraca no South Melbourne Market estava vendendo gorros com rótulos onde se lia “peles mistas”, mas os testes mostraram que “os pelos desse item indicavam que eram consistentes com o guaxinim (Procyon lotor) ou o cão-guaxinim (Nyctereutes procyonoides) também conhecido como tanuki”.

No mercado de Queen Victoria, um dono de barraca tinha uma jaqueta enfeitada com peles, descrita como peles artificiais, mas os testes mostraram resultados semelhantes aos dos gorros vendidos no sul de Melbourne.

O dono da barraca disse que não rotulou de forma errada a jaqueta e que o item tinha pelo falso. Ele acrescentou que compra seus itens de um atacadista e não muda os rótulos.

Tanuki ou cão-guaxinim | Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP/GETTY IMAGES
Tanuki ou cão-guaxinim | Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP/GETTY IMAGES

Stan Liacos, CEO do Queen Victoria Market, disse ao Daily Mail Australia em matéria de 21 de novembro: “Todos os comerciantes do Queen Victoria Market são obrigados a cumprir as regras do mercado e toda a legislação e diretrizes relevantes relacionadas ao direito do consumidor”.

“Certamente não toleramos a venda de bens que não estejam em conformidade com os regulamentos de crueldade contra animais e encaminhamos o assunto às autoridades relevantes para uma investigação mais aprofundada”.

Danielle Bleazby, gerente executiva do mercado de South Melbourne, disse: “O mercado de South Melbourne não tinha conhecimento de nenhum produto de peles não certificado sendo vendido ou de qualquer identificação incorreta de produtos e estará investigando as denúncias”.

South Melbourne Market | Foto: TripAdvisor
South Melbourne Market | Foto: TripAdvisor

“Embora os produtos com peles não sejam proibidos no South Melbourne Market, é necessário que os donos das barracas forneçam a certificação de que os itens de peles genuínos que eles estocam são produzidos eticamente como subproduto de outro setor, por exemplo indústria de produção de carne”.

“Uma auditoria recente em maio de 2019 estabeleceu que todos os produtos de peles genuínos vendidos no mercado tinham a certificação exigida”.

A lei torna ilegal para as empresas enganar ou representar falsamente seus produtos – um empresário pode ser multado em até 500 mil dólares e uma empresa em até 10 milhões.

Clientes e políticos ficaram indignados com a revelação.

“Se for verdade, esses relatórios são terríveis. Ninguém deve lucrar com o bárbaro comércio de peles. O governo de Andrews deve explicar se esse comércio ocorreu em algum dos mercados de Victoria e, em caso afirmativo, como será encerrado imediatamente”, disse o líder da oposição vitoriana Michael O’Brien.

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Centenas de gatos doentes e maltratados que estavam a caminho do matadouro são resgatados

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

A polícia chinesa resgatou centenas de gatos severamente doentes e moribundos, presos em gaiolas imundas e superlotadas dentro de um caminhão com destino aos matadouros para abastecer restaurantes de carne de cães e gatos.

As autoridades da cidade de Haikou, capital da província de Hainan, no sul da China, pararam o veículo de carga que estava transportando nada menos que 307 gatos vivos na semana passada.

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

O caminhão é originário da província vizinha de Guangdong e o motorista não tinha justificativa para o transporte ou um certificado de quarentena provando que os animais foram liberados para a viagem e qual o fim do transporte, informou a polícia.

O caminhão foi apreendido e os animais foram resgatados e entregues à Associação Provincial de Proteção aos Animais de Pequeno Porte de Hainan, que foram acolhidos, tratados e vacinados.

O vice-presidente da organização sem fins lucrativos, Wang Bing, disse à imprensa local que os animais provavelmente estavam indo para mercados e restaurantes que compram animais traficados a baixo custo para serem mortos e feitos de alimento.

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

Wang disse: “No total 32 gatos morreram durante o transporte. Conseguimos salvar 275 deles”.

Muitos estavam severamente desidratados ou doentes. Suspeitamos que os gatos traficados estavam a caminho de restaurantes no East Gate Market.

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

“Essa carne de gato teria sido vendida sem qualquer certificação de quarentena, mas ainda existem pessoas dispostas a comê-la”.

“Este não é apenas um risco para a saúde pessoal, mas também alimenta o crescimento das indústrias do mercado negro. Não sabemos de onde vieram os gatos de foram roubados da rua ou se tinham famílias”.

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

Wang Helan, que trabalha no setor de adoções da ONG, disse: “Os gatos foram confinados a gaiolas extremamente apertadas, por isso não estão em muito boas condições”.

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

“A maioria deles está traumatizada, em um estado de medo permanente, e não aceita a presença de humanos”.

Um voluntário disse à Asia Wire que todos os gatos sobreviventes foram permanentemente realojados ou promovidos por amantes de animais locais.

Foto: Asia Wire
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Animais mantidos em meio à sujeira são resgatados em Maceió (AL)

Na casa, foram encontrados patos, galinhas, gatos e um cachorro, todos em condições de maus-tratos


A Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL) e a Polícia Civil resgataram nesta quinta-feira (7) 20 animais mantidos em condições de maus-tratos em uma casa no bairro da Jatiúca, em Maceió (AL).

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Gatos eram mantidos presos em gaiolas. Patos, galinhas e um cachorro foram encontrados em espaços pequenos e insalubres. Eles dormiam e se alimentavam em meio a fezes. No local, foram encontrados restos de comida podre e utensílios sujos.

Moravam na residência uma mulher de 72 anos e o filho dela, que precisou ser detido porque ficou agressivo com a chegada da polícia. A mulher alegou estar sem documentos e recusou a se identificar. As informações são do G1.

Os animais eram mantidos nos fundos da casa. A mulher alegou que cuidava deles, mas a OAB considerou a condição em que eles estavam inaceitável.

“Estou chocada com a situação. Os acumuladores recebem e comercializam animais sem nenhum tipo de fiscalização. Aqui tem patos, cães e gatos registrados. E quem está facilitando para essa senhora são pessoas criminosas”, afirmou a presidente da comissão da OAB, Rosana Jambo.

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Um inquérito será aberto para que o caso seja investigado. “A senhora e o filho dela vão responder por crime de maus-tratos a animais e também vai ser confeccionado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra eles”, afirmou o delegado Leonan Pinheiro.

Maus-tratos a animais é crime e tem como pena até um ano de reclusão. No entanto, por ser de menor potencial ofensivo, a punição costuma ser revertida em alternativas como prestação de serviços à comunidade.

Os animais foram resgatados e encaminhados para voluntários que irão oferecer a eles os cuidados necessários.

Foto: Reprodução/TV Gazeta

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