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Deputada do Rio Grande do Sul abriga gato em seu gabinete

Laura Flain Piffero
laura.piffero@al.rs.gov.br

O gato Gordo mora há mais de 10 anos no bosque da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Ele teve sérios problemas de saúde e, depois da alta hospitalar, precisou de um lugar quente, seguro e acolhedor para a sua recuperação. O primeiro gato “assessor parlamentar” do Estado está no gabinete da Deputada Regina Becker Fortunati, sob cuidados de toda a equipe. Logo ele poderá voltar à liberdade junto com outros felinos que vivem na Casa.

A deputada Regina Becker Fortunati é ativista da causa animal e a primeira parlamentar eleita para defender os animais. A atitude trás humanização ao trabalho do tratamento aos animais, em um local onde historicamente eles não tinham espaço.

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Foto: Tom Silveira
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Foto: Tom Silveira
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Foto: Tom Silveira
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Notícias

Patos mortos são postos em frente a gabinete de governador em protesto contra a caça‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: AAPImage
Foto: AAPImage

Ativistas em manifestação contra a caça aos patos colocaram patos mortos em frente ao escritório de Daniel Andrews, governador de Victoria (Austrália).

Os animais mortos incluíam algumas espécies protegidas que foram mortos a tiros na abertura da estação de caça aos patos, que ocorreu no último fim de semana. A temporada repete uma tradição de 30 anos.

Patos de várias espécies que foram mortos na caça foram dispostos em frente ao gabinete do governador. Foto: AAPImage
Patos de várias espécies que foram mortos na caça foram dispostos em frente ao gabinete do governador. Foto: AAPImage

“O público não quer matança de patos a tiros e é hora disso chegar ao fim”, disse o ativista Laurie Levy, nesta terça-feira.

Levy afirmou que a opinião pública é contrária à caça aos patos, e que o número de atiradores que atuam nas florestas de Victoria é relativamente pequeno.

Ele disse que há um forte apelo da população para que a caça seja banida.

“O público não apenas atribui aos atiradores a culpa pelas mortes no massacre que continua, como também responsabiliza os políticos por permitirem que isso aconteça”, disse Levy.

“Nós não conseguimos deter os poucos atiradores que restam, mas podemos esperar dos nossos governantes que façam algo a respeito e acabem com isso”, acrescentou ele.

Seis patos de espécies ameaçadas de extinção e um cisne foram atingidos em Lake Burrumbeet no sábado, segundo a reportagem.

Foto: AAPImage
Foto: AAPImage

A Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais de Victoria (RSPCA) instalou uma clínica móvel no lago, para tratar dos pássaros que foram feridos com os tiros.

Fotos e vídeos postados nas redes sociais pela organização mostraram animais sofrendo de pernas fraturadas e ferimentos causados por estilhaços.

Foto: RSPCA Victoria/Twitter
Foto: RSPCA Victoria/Twitter

De acordo com a reportagem, o governo de Victoria anunciou uma temporada de caça com a duração de doze semanas nesse ano.

Os animais, além de serem alvejados pelos caçadores, ainda estão sofrendo e morrendo em grande número devido ao clima seco da estação, o que já levou à redução significativa da quantidade de indivíduos em seu habitat.

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Notícias

Investigação revela dezenas de animais vivendo em condições deploráveis em zoológico‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: OGP
Foto: OGP

De acordo com um relatório da ONG Animal Legal Defense Fund (ALDF), um lobo cinzento, um tigre siberiano, dois ursos negros e mais de 50 outros animais vivem em péssimas condições no Animaland, um zoológico de beira de estrada na Pensilvânia (EUA).

Segundo escreveu a organização, funcionários do zoológico “estão demonstrando uma total falta de habilidade em cuidar não só do tigre e dos ursos, como também de quatro macacos, uma raposa, dois linces e inúmeras outras criaturas”.

Os animais estão sendo mantidos em gaiolas muito pequenas, sob o chão de concreto e sem estímulos ou contato com outros indivíduos de suas espécies. Dadas estas condições, a ALDF entrou com uma ação contra a empresa no dia 9 de março.

A ONG lembra que os lobos são animais de matilha que naturalmente vagam por vastos territórios. Bear, o lobo cinzento, vive confinado em uma gaiola pequena demais para um animal de seu tamanho. Como resultado, ele tem se demonstrado atipicamente letárgico.

Baby, o tigre, também vive em um gabinete minúsculo e insalubre com piso de concreto, “que parece carecer de água regularmente”, afirmaram os autores do processo.

Foto: OGP
Foto: OGP

Dois ursos negros, Shawn e Sandy, ambos em cativeiro no zoológico há 17 anos, estão presos em celas nas quais mal conseguem andar, de tão pequenas.

Foto: OGP
Foto: OGP

Dois macacos capuchinhos permanecem olhando impotentes para fora das grades de metal de sua jaula no Animaland.

Foto: OGP
Foto: OGP

A ONG diz estar surpresa com o fato deste zoológico ainda existir, especialmente considerando que o mesmo já recebeu 60 intimações de violação nos últimos seis anos por parte do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O estabelecimento tem sido citado por sua falha em atender até mesmo os requisitos mais básicos de cuidado apropriado aos animais, sob a lei de Bem Estar Animal (Animal Welfare Act -AWA).

Assine a petição para ajudar a libertar Bear, Baby, e as dezenas de outros animais explorados pelo Animaland, para que eles sejam enviados para santuários.

Nota da Redação: As condições deploráveis a que se refere a ONG nesse caso são comuns em todos os zoológicos. Mesmo que aos olhos do público a situação pareça razoável, o fato de viverem confinados em cativeiro já constitui uma violação de suas necessidades básicas, pois isso não está de acordo com a sua natureza. O resultado disso são as doenças físicas e mentais, tão comumente observadas nesses animais.

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Gabinete propõe criação de Samu para socorrer animais acidentados em Porto Alegre (RS)

Porto Alegre

Na defesa dos direitos animais, o Coletivo Marcelo Sgarbossa (PT) apresentou, na Câmara Municipal de Porto Alegre, uma proposta de Indicação ao Poder Executivo de criação de Unidade Móvel de Serviço de Emergência Veterinária para socorrer e resgatar animais acidentados na Capital. A medida tem por objetivo oferecer um serviço de atendimento a animais em situação de emergência veterinária, tendo como foco principal o atendimento à população de baixa renda e a animais em risco iminente de morte. Segundo o vereador Marcelo Sgarbossa, a proposta se baseia em iniciativa semelhante, em andamento na cidade de Florianópolis (SC), que criou o Serviço de Emergência Veterinária (Samuvet) para socorrer cães, gatos e cavalos vítimas de acidentes. “São Paulo, Salvador (BA) e Recife (PE) também têm projetos semelhantes a serem implantados para socorro e atendimento emergencial”, justifica. Sgarbossa ressalta que entidades e protetores de animais constantemente denunciam casos de envenenamento, esfaqueamento e atropelamento de animais, que ficam sem qualquer atendimento, o que configura maus-tratos e abandono por parte do Poder Público. “Vale lembrar que o Decreto nº 24.645/34 considera maus-tratos abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo que humanitariamente se possa prover, inclusive assistência veterinária”. O vereador destaca, ainda, que a Capital conta com a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), que tem a obrigação de planejar e adotar as providências necessárias para garantir o cumprimento da legislação e fiscalizar maus-tratos aos animais.

Fonte: Cidade Mais Humana

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Vereador de Nova Odessa (SP) atende animais no gabinete

O vereador José Cláudio Schooder (PDT), o Leitinho, assumiu ontem durante o uso da tribuna na sessão da Câmara de Nova Odessa que realiza atendimento médico a cães em seu gabinete. Leitinho é médico veterinário e alegou que, da mesma forma que atende a população, também não poderia deixar de exercer sua outra profissão. O presidente da Casa, Vagner Barilon (PSDB), afirmou que vai pedir que a Procuradoria Jurídica do Legislativo avalie a legalidade do ato. Especialistas contestam a atitude.

Leitinho, vereador em Nova Odessa, afirmou que não cobra pelos atendimentos. (Foto: Claudeci Junior | TodoDia Imagem)
Leitinho, vereador em Nova Odessa, afirmou que não cobra pelos atendimentos. (Foto: Claudeci Junior | TodoDia Imagem)

Leitinho relatou que não vê motivo para não fazer isso e que, no final de semana, cuidou de um cachorro encontrado na rua. “Peguei três na mata com a mãe, consegui doar um e um ficou no meu gabinete o final de semana. Sou médico veterinário e não posso deixar o cachorrinho morrer na rua. Luto pela população e pelos animais também”, informou.

O cachorro que estava em seu gabinete foi doado ontem, após receber atendimento médico na própria Câmara. “Dei medicamentos porque estava fraco, dei vitamina, dei vermífugo e hoje (segunda-feira) consegui uma adoção para ele. Isso aí que é importante, trabalhar para ajudar a população, fazer o papel de fiscalizador e também fazer minha profissão que é veterinário”, contou.

Segundo Leitinho, se ele atende a população, pode atender cachorro também. “Para mim não faz diferença, mas para os outros políticos faz, porque o animal não vota. Se estou no gabinete e a pessoa trouxer o cachorro doente, com certeza vou mandar subir e vou atender ele, com todas as normas de higiene que a gente sabe que deve ter”, afirmou.

Higiene

A questão higiênica foi apontada pelo médico sanitarista Roberto Mardem Soares Farias, que atua no Distrito Leste em Campinas, como inadequada. “É uma situação esquisita, porque não sei exatamente que tipo de atendimento ele dá. Não parece adequado atender animais no mesmo lugar em que recebe pessoas, pois podem circular vírus e bactérias e ser problemático para as pessoas”, finalizou.

Barilon se mostrou surpreso e disse que não tinha conhecimento do assunto. “Essa é uma informação nova para mim e grave. A Câmara não foi feita para isso. Essa não é a função do poder Legislativo, por mais que eu goste e tenha animais domésticos”, afirmou.

Barilon disse ainda que vai consultar o jurídico da Câmara. “O Tribunal de Contas vai apontar que você não pode usar uma estrutura legislativa para fazer atendimento que cabe, se for feito, ao poder executivo. Vou tomar as devidas providências para que, se estiver ocorrendo, pare de acontecer”, garantiu.

Para o advogado e professor da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo Eduardo Arruda Alvim, as dependências da Câmara não devem ser usadas para este fim. “O atendimento em si não é ilegal, mas usar as dependências da Câmara para este fim não está parecendo correto. Digo em termos genéricos, já que não conheço as particularidades do caso”. Para o advogado Daniel Willian Granado, o uso da Câmara para esta finalidade não parece legal.

Problema

Leitinho contou ainda que Nova Odessa não possui um local destinado ao tratamento e adoção dos animais, somente o Canil Municipal. “Tem o Canil Municipal, da Associação Protetora dos Animais, que a prefeitura repassa uma verba, mas está superlotado e tem muito vírus. Você leva um filhote para lá e duas, três semanas, está morto. Então prefiro o animal no meu gabinete, tentando uma adoção ou em alguma casa provisória, do que levar para o canil, que é a mesma coisa que levar para a morte”, afirmou.

De acordo com Leitinho, todo o atendimento é gratuito, independente se for um animal abandonado ou de alguma família humilde. “Faço de graça. Se tenho o medicamento, eu dou, se não tenho, indico para comprar”, finalizou.

Fonte: Todo Dia

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