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Concórdia (SC) registra diariamente quatro denúncias de maus-tratos e abandono de animais

Facebook/Con-Animal
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A Fundação Municipal do Meio Ambiente, a Fundema, tem recebido em média de três a quatro denúncias por maus-tratos ou situação de abandono de animais domésticos, como cães e gatos.

A informação é do médico-veterinário do órgão, André Alves. Desde o ano passado, a Fundema passou a dar assistência e encaminhamento para esses casos.

Uma clínica veterinária presta assistência aos animais nesse estado, que são encaminhados pela Prefeitura. Até então, esse trabalho vinha sendo realizado somente por ONGs da causa animal, que atuam no município.

A Fundema reforça que, para casos de maus-tratos ou abandono de animais, esses casos poderão ser denunciados pessoalmente na sede da instuição, que está localizada na Marechal Deodoro, acima do Sesc.

Fonte: Rádio Aliança

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Fundema e Polícia Militar Ambiental fecham canil no Rio Bonito, em Joinville (SC)

Foto: Reprodução/ND
Foto: Reprodução/ND

Em atendimento a uma denúncia acatada pelo Ministério Público, a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) e a Polícia Militar Ambiental fecharam um canil que funcionava no bairro Rio Bonito, Distrito de Pirabeiraba, em Joinville. Além de não possuir a documentação regular, o canil mantinha no local 39 cachorros e dois coelhos sem os cuidados básicos necessários.

Segundo a diretora executiva da Fundema, Raquel Migliorini, os animais não tinham acompanhamento veterinário e apresentavam sinais de falta de cuidados, como doenças de pele, ulcerações e tumores. Os animais recolhidos foram levados para o Centro de Bem Estar Animal, onde estão sendo tratados. Depois, serão castrados e encaminhados para adoção com acompanhamento.

Este mesmo canil, de acordo com Raquel Migliorini, foi fechado em fevereiro deste ano por manter os animais em péssimas condições. O proprietário criava cães de diversas raças para vender em pet shops de Joinville e região.

A diretora da Fundema lembra que para a abertura de um canil, o proprietário precisa estar com a documentação para exercer a atividade e ainda cumprir outras exigências que constam em lei: possuir alvará sanitário, alvará de funcionamento, veterinário responsável, apresentar carteira de vacinação para cada animal, microchipar os animais, registrar o canil no Centro de Bem Estar e solicitar a licença de operação.

Fonte: Notícias do Dia

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Fundema lança em agosto campanha de combate aos maus-tratos e abandono de animais em Joinville (SC)

Foto: Luciano Moraes/ND
Foto: Luciano Moraes/ND

A Fundema (Fundação Municipal do Meio Ambiente) em Joinville lança em agosto a campanha Posse Responsável, com objetivo de combater os maus-tratos e o abandono de animais domésticos. “O abandono de animais aumentou muito, não só em Joinville, e não só de SRDs como as pessoas imaginam. O abandono de chow-chow, por exemplo, que é um cachorro com um custo alto, é enorme. O de poodle também”, afirma Maria Raquel Migliorini Mattos, diretora executiva da Fundema.

Ela explica que todos os anos, a partir do segundo semestre, a fundação lança uma campanha de educação ambiental. Em 2013, o tema escolhido foi consumo consciente. “Nosso foco principal são as escolas. Distribuímos cartilhas, realizamos jogos e peças de teatro para trabalhar o assunto da campanha com os alunos. Ano passado, com a campanha Consumo Consciente, falamos sobre economizar água, reciclagem de lixo.”

Conforme Maria Raquel, uma companhia de teatro venceu a licitação para elaborar a peça de teatro que será apresentada nas escolas neste ano, sobre os cuidados com animais domésticos.

As atividades educativas acontecerão também em empresas e durante eventos como o Dia da Árvore, 21 de setembro, e a Mostra de Educação Ambiental, no Parque Zoobotânico. “Vamos orientar a comunidade sobre o que são maus-tratos e da importância de não abandonar seus animais domésticos.”

A diretora executiva da Fundema lembra que o abandono de animais é crime previsto na lei federal 9.605, com pena de seis meses a dois anos de prisão. No município a lei complementar no 360 prevê multa de dois até cinco UPMs – avaliada em R$ 222,21 nesta terça (8) – para o infrator.

“A população pode anotar o número da placa do carro da pessoa que abandonar um animal e nos repassar. Mandamos nosso fiscal atrás”, garante Maria Raquel. Conforme a diretora executiva, locais ermos na Vigorelli, Km 7, no bairro Santa Catarina, e na localidade de Morro do Amaral são alguns dos principais pontos de abandono de cães e gatos em Joinville.

Castração gratuita

A Fundema castrou gratuitamente, desde dezembro passado, 3.000 cães e gatos de famílias que recebem até três salários mínimos em Joinville e não teriam condições de pagar um veterinário para realizar o procedimento. “Além dos dois veterinários do Bem-estar Animal, realizamos os procedimentos de castração em clínicas credenciadas. O contrato se encerra em agosto, tem alguns agendamentos ainda”, afirma Maria Raquel Migliorini Mattos.

Segundo a diretora executiva da Fundema, a maioria dos animais castrados eram cachorros. Entre 60% a 70%. O objetivo da campanha de castração é controlar a população de animais domésticos e diminuir também os índices de abandono na cidade. Um censo realizado pela Fundema em 2011, em conjunto com a Fundamas (Fundação Municipal Albano Schmidt), apontou que existem no município cerca de 135 mil cachorros e 45 mil gatos. Maria Raquel explica que o censo foi feito durante a campanha Agentes Ambientais. Foram visitadas 50 mil casas para conseguir fazer uma projeção para todo o município. “Vamos insistir em campanhas de castração para diminuir este número.”

Fonte: Notícias do Dia

 

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Fundema alerta para o abandono de animais domésticos

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)

A Fundema insiste na campanha para que animais domésticos não sejam abandonados. Não há espaço público para recolhê-los. Além, de ser – principalmente – um ato violento contra cães e gatos, além de crime ambiental. O Centro de Bem-estar Animal de Joinville está lotado, com 75 cães. E só os bichos feridos vão para lá.

Nesta época do ano, com as viagens, aumentam os casos de abandono. No caso dos animais criados em recintos fechados, a rua é um ambiente ainda mais hostil, com riscos maiores de atropelamento e dificuldades de alimentação.

Fonte: Click BRS

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Fundema continua implantando microchips em animais de Joinville (SC)

A Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) continua com a implantação de microchips para a identificação de animais, como cães e gatos, na cidade de Joinville (SC). O trabalho está sendo realizado no Centro de Bem-Estar Animal, no bairro Vila Nova. O prazo para o registro eletrônico será de dois anos, contando desde o dia 15 de maio de 2013.

Os tutores de animais devem ir até a Fundema, na rua Otto Boehm, 100, e retirar a guia de recolhimento da taxa de R$ 25. Quem não se adequar à lei pode receber advertências e multas. O Centro de Bem-estar fica na Estrada Blumenau, no Vila Nova. Contato na Fundema: 3433-2230.

Fonte: A Notícia

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Começa implantação de microchips em animais de Joinville (SC)

A identificação de animais domésticos com a implantação de microchips começa nesta segunda-feira (02), no Centro de Bem-Estar Animal, em Joinville (SC). O serviço é realizado por meio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema). Os tutores dos animais devem comparecer à sede da Fundação para a retirada da guia de recolhimento da taxa, no valor de R$ 25 reais.

Poderão ficar isentos da taxa os cães e gatos castrados (com declaração de médico veterinário), famílias comprovadamente carentes (registradas no Cadastro Único da Secretaria de Assistência Social) e aqueles que comprovarem ter adotado o animal de entidade de proteção ou do Centro de Bem-Estar Animal.

Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Com a implantação dos microchips, o objetivo da Fundema é facilitar a localização do tutor, melhorando o bem-estar dos animais, reduzindo o abandono e facilitando o controle populacional e de zoonoses. No microchip há um número de identificação do animal. Este número está informado em um site nacional, incluindo dados do animal e do seu responsável.

Apenas veterinários estão aptos a fazer o procedimento. O método é indolor e muito parecido com a aplicação de uma vacina. Não existe rejeição ou efeito colateral.

O contrato para o fornecimento 10 mil microchips foi assinado pela Fundema no dia 12 de agosto. Posteriormente, o serviço será ampliado para outros animais: cavalos, burros, mulas, jegues e jumentos, que, por enquanto, devem ser apenas cadastrados.

Registro obrigatório
O prazo para o registro eletrônico será de dois anos, contanto desde o dia 15 de maio. Os tutores que não se adequarem à lei estarão sujeitos a penalidades como advertências e multas, que irão de 2 a 10 UPM´s (o valor da UPM de setembro é de R$ 209,50).

Fonte: Diário Catarinense 

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Morte de milhares de peixes na região do Morro do Amaral (RS) é investigada

A Fundação Municipal de Meio Ambiente (Fundema) de Joinville (RS) investiga a causa da morte de milhares de peixes na região do Morro do Amaral. Nesta segunda-feira (20) à tarde, técnicos da Fundema coletaram amostras de água e peixes para apurar a causa da mortandade. O resultado do laudo deve sair em sete dias.

Milhares de peixes mortos no Morro do Amaral (Foto: Cleber Gomes)

Os peixes são de uma mesma espécie chamada moçorongo, típica da região de manguezal.

“E camarões e siris também sumiram”, diz Pedro Rosalvo.

“Em agosto, já tinha encontrado alguns, mas, desde a última sexta-feira, o volume de peixes mortos às margens da baía da Babitonga só aumenta”, conta o morador da região há mais de 20 anos.

Desconfia-se que as mortes possam estar relacionadas às obras de construção do Porto de Itapoá ou aos procedimentos de dragagem do canal de acesso ao porto de São Francisco do Sul.

Segundo moradores, os peixes podem ter morrido em função dessas intervenções e foram trazidos pela maré para a região do Morro do Amaral. Mas ainda não está descartada a hipótese de que os peixes tenham morrido em função do despejo de efluentes industriais e esgoto doméstico na baia.

Segundo o fiscal da Fundema Carlos Kraus, só depois da análise laboratorial será possível afirmar a causa da morte dos peixes.

Com informações de A Notícia

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Joinville adia a construção do centro provisório para atender os animais feridos

Sem orçamento, Joinville (SC), ainda não decidiu se abrirá, este ano, um centro provisório para animais em situação de risco na cidade. A decisão a respeito da criação de uma central de atendimento, por meio de uma parceria entre a Fundação Municipal de Meio Ambiente (Fundema) e a Secretaria Municipal de Saúde, deveria ter sido anunciada nesta segunda-feira (15).

Mas a falta de recursos, para construir ou adquirir uma pequena sala cirúrgica, comprar materiais e contratar veterinários, fez a Prefeitura adiar os planos.

Segundo o procurador geral do município, Naim Tannus, até o fim da semana, a Fundema e a Secretaria de Saúde devem apresentar um projeto detalhado das ações emergenciais nesta área, em resposta à ação movida pelo Ministério Público, que exigiu do município urgência na implantação de políticas públicas voltadas aos animais.

“Esta semana é o prazo para a Fundema entregar o projeto e levar ao Gabinete do Prefeito”, afirma o procurador.

“A secretária de gabinete, Maria Ivonete Peixer, convocará uma reunião esta semana para que o projeto seja apresentado e avaliado pelos secretários municipais, que poderão propor alterações, para que então o projeto seja apresentado ao juiz”, explica.

“A Fundema já realizou reuniões envolvendo a equipe técnica e entidades, e algumas ideias estão em estudo, mas tudo vai depender da questão orçamentária”,  ressalva.

“Não podemos desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal e já estamos com o problema de comprometimento da folha de pagamento, além disso, não podemos prometer algo inviável, que não poderemos cumprir”, justifica Tannus.

Como nenhuma ação estava prevista para o orçamento deste ano, pode ser que os animais abandonados e vítimas de maus-tratos tenham que esperar pelas obras do centro definitivo previstas para começar em 2011.

Este Centro de Bem Estar Animal será construído no Vila Nova, no mesmo local onde ficará localizado o Centro de Zoonoses, e funcionará nos moldes do centro em Florianópolis (SC). Não será um abrigo, mas um local onde os animais receberão tratamento, serão castrados, vacinados e catalogados, para facilitar o controle do município.

Fonte: Diário Catarinense

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Tutor localiza animal machucado recolhido por moradores no bairro Aventureiro, em Joinville

Depois de perambular pelas ruas do Aventureiro, em Joinville, mancando durante toda a tarde de quinta-feira, o cavalo, socorrido por moradores, reencontrou o tutor. Adão Brisdo conta que estava à procura do animal e de outro desde quinta-feira à noite, quando acredita que alguém roubou os bichos. Por meio da uma reportagem sobre o cavalo na RBSTV, Adão descobriu o paradeiro de Boneco.

Depois de muita discussão entre órgãos públicos, que não assumiram a responsabilidade pelo animal, um veterinário da Fundação Municipal 25 de Julho tratou do cavalo na manhã de ontem. “Desde ontem (quarta-feira), às 14 horas, estou ligando para os mais diversos lugares, mas só hoje atenderam meu pedido na ouvidoria da Prefeitura e mandaram um veterinário”, reclama o morador Luiz Gonçalves da Silva.

Segundo o veterinário Júlio Cesar Pisa o cavalo não estava com a pata quebrada. Para a tranquilidade de Adão, Boneco deve se recuperar logo. Mas o catador de materiais recicláveis quase perdeu o cavalo para um morador interessado em levar o animal.

A situação envolvendo Boneco reacendeu a polêmica sobre a falta de políticas públicas voltadas aos animais em Joinville. “De acordo com o Código de Posturas, os animais encontrados soltos nas ruas devem ser recolhidos pelo município”, afirma a assistente Julia Keller, em nome da promotora Simone Cristina Schultz. Se a Prefeitura não tomasse medidas, o MP pediria uma investigação policial sobre a eventual prática de crime de omissão.

De qualquer forma, a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) terá de apresentar ao MP uma lista de medidas para cumprir com as exigências propostas em uma ação pedindo políticas públicas que beneficiem animais. O primeiro passo pode ser dado na segunda-feira, quando a Fundema e a Secretaria Municipal da Saúde devem anunciar a criação de uma central provisória de atendimento aos animais em situação de risco.

“Estamos procurando um local e buscando recursos para fornecimento de material”, afirma o gerente da Fundema, Gilberto Pires Gayer. O projeto não tem dinheiro disponível porque cuidados com animais não estão previstos no orçamento de nenhum dos órgãos públicos municipais este ano.

Também por esse motivo, o Centro de Zoonoses só será construído em 2011, na Estrada Blumenau, no bairro Vila Nova.

Fonte: A Notícia

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Joinville ganha centro provisório para atender cães feridos

Enquanto o Centro de Bem-estar Animal não é construído, por não estar previsto no orçamento deste ano, Joinville (SC) poderá ganhar um centro provisório para atender animais abandonados.

a cor do céu me compõe, o mar azul me dissolve
a equação me propõe, computador me resolve

“Estamos procurando um local e buscando recursos, por meio de uma parceria com a Secretaria da Saúde, para fornecimento de material”, diz .

Gayer explica que não se trata de um abrigo, mas uma sala cirúrgica para atender cães atropelados, doentes ou vítimas de maus-tratos. Um local poderia representar também a ampliação do projeto de castração de animais abandonados.

Fonte: Clic RBS

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Morte de jacaré pode ser resultado de poluição

Foto: Fabrizio Motta
Foto: Fabrizio Motta

A Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) de Joinville (SC) investiga uma denúncia de crime ambiental contra uma empresa da região central da cidade.

Na manhã desta terça-feira, o sócio-fundador do Insituto Viva o Cachoeira, Altamir Andrade, encontrou o jacaré Fritz sobre águas azuis e verdes, dentro do rio.

“Esta água está quente e poluída. Ela sai daquela empresa”, garantiu Andrade.

O réptil estava no local, mas ninguém comprovou se a água de cor diferenciada estava poluída e se havia saído da empresa. Fiscais da Fundema recolheram a água do rio e da empresa. O resultado deve sair em uma semana.

Fonte: Diário Catarinense

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