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Segurança usa cassetete para expulsar cão de hospital: ‘covardia imensurável’

Reprodução/Instagram/APAA

Um segurança do Hospital Dom Orione, em Araguaína, no Tocantins, foi flagrado usando um cassetete para expulsar um cachorro do estacionamento da unidade de saúde. Uma testemunha registrou o ato de violência em um vídeo (confira ao final da reportagem).

Nas imagens, não dá para confirmar se os golpes desferidos pelo segurança atingiram o animal. No entanto, é possível ouvir o choro desesperado do cachorro. Na sequência, uma mulher parece repreender o segurança, que volta para dentro do hospital.

O caso foi encaminhado à Associação Protetora dos Animais de Araguaína (APAA), que registrou um boletim de ocorrência. O cão foi resgatado.

Em nota, a associação afirmou que “a covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade”.

O Hospital Dom Orione também se posicionou. Em um comunicado, a unidade afirmou que não houve agressão por parte do segurança e disse que o cachorro era “raivoso”. A associação, no entanto, desmentiu o hospital e repudiou seu posicionamento. De acordo com a APAA, o cachorro tachado como bravo permitiu que a mulher que o resgatou o pegasse no colo, como mostram as imagens registradas.

Reprodução/Instagram/APAA

“Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos”, afirmou a entidade.

Confira abaixo a íntegra das notas divulgadas pelo hospital e pela associação de proteção animal:

Nota do Hospital Dom Orione

“O Hospital Dom Orione esclarece que não compactua com nenhum tipo de agressão, seja a pessoas ou a animais. A instituição é defensora da vida, sendo responsável pelo nascimento de mais de seis mil crianças a cada ano, além de centenas de vidas que são salvas diariamente por meio dos atendimentos realizados na unidade.

As imagens de vídeo postadas nas redes sociais, envolvendo um colaborador e um cachorro em frente a esta unidade, estão sendo analisadas. No entanto, desde já esclarece-se que testemunhas que estavam no local e presenciaram toda a cena, relataram que o animal estava raivoso, latindo e rosnando para as pessoas que passavam no local. Por isso o colaborador teve a atitude de afastá-lo, pois as pessoas estavam com medo do cachorro. Testemunhas relatam ainda que não houve agressão por parte do colaborador, apenas gestos para afastar o animal.

O Hospital Dom Orione informa que o caso está sendo devidamente apurado.”

Nota da Associação Protetora dos Animais de Araguaína

“A Associação Protetora dos Animais de Araguaína – APAA vem por meio desta nota expressar extremo descontentamento com o fato ocorrido em frente ao Hospital Maternidade Dom Orione, envolvendo um colaborador da instituição e um cachorro em situação de rua.

Somos contra violência de qualquer natureza, e como seres humanos, pensantes e donos de nossos atos, qualquer agressão é passível de repúdio, ainda mais quando o alvo é um animal irracional.

A covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade, por exemplo, como mostra no final das imagens divulgadas, uma mulher pegando no colo o até então “cão raivoso”.

Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos.

Esperamos que as autoridades competentes ajam de acordo com a legislação.

Nós da Família APAA não apoiamos nenhum tipo de exposição ou violência ao agressor, nos mostremos superiores.”

Confira o vídeo da agressão abaixo (as imagens são fortes):

 

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Transportadora demite funcionário suspeito de decepar patas de pit bull Sansão

Foto: Ticiana Lima Dornas

Um dos homens investigados pelos maus-tratos cometidos contra o pit bull Sansão, em Confins (MG), foi demitido da empresa na qual trabalhava. Desde segunda-feira (6), quando o cachorro teve suas patas traseiras decepadas e foi amordaçado com arame farpado, o funcionário não apareceu na transportadora.

Conforme explicou a advogada Maeve Jasper Zappellini, o homem “não fará mais parte do quadro de funcionários da empresa”. Ele era responsável por executar serviços gerais na unidade de Confins da transportadora Zappellini, que tem sede em Santa Catarina.

“Não conseguimos contato com ele, não temos informações de onde ele está. Ele sumiu”, afirmou a advogada da empresa em entrevista ao portal G1.

A transportadora emitiu uma nota de repúdio (confira na íntegra abaixo) por meio da qual defendeu a punição de crimes de maus-tratos a animais, firmou compromisso em fortalecer campanhas de conscientização e reiterou que respeitar e proteger os animais “é um dever de todos”.

Violência brutal

Sansão foi brutalmente agredido na última segunda-feira (6). O animal vivia em uma empresa vizinha à transportadora na qual o suspeito trabalhava. Outro homem que não era funcionário da empresa também é investigado por mutilar as patas traseiras do cão. Uma foice foi usada no crime.

Um dos tutores do pit bull, Gleidson Justino da Silva, de 40 anos, afirmou ao G1 que Sansão foi torturado pelos homens porque brigou com um cão tutelado por eles. Após ser socorrido, o animal foi internado, passou por cirurgia e está se recuperando. Ele já ganhou uma cadeira de rodas para que possa voltar a caminhar.

“Nós queremos justiça por todos esses cachorros que sofrem maus-tratos e não têm voz que falem por eles”, disse o tutor. Após um boletim de ocorrência ser registrado, um dos investigados prestou depoimento. O outro fugiu.

Foto: Ticiana Lima Dornas

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, “o procedimento foi realizado pela Polícia Militar, em Confins, e remetido à Justiça. A PCMG não teve acesso ao procedimento e aguarda a manifestação do Ministério Público para, se for o caso, dar continuidade às investigações”.

Através de uma rede social criada para Sansão, Nattan Braga, que também é tutor do animal, publicou nota sobre o caso. “Na data do ocorrido, ainda no local dos fatos, o agressor Júlio Cesar foi abordado pela PM e disse aos militares que o Sansão não havia mordido nem ele e nem os outros cães. O mesmo foi conduzido à delegacia, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Na delegacia foi dada outra versão, ele informou que o Sansão foi agredido pois ele havia atacado os seus cães, porém nem ele e nem os cães possuíam lesões que comprovassem o alegado”, escreveu.

“Após depoimento, ele foi liberado. De acordo com a polícia, ele não agiu sozinho. Porém, seu irmão, que é o suspeito, conseguiu fugir do local. Infelizmente as leis de proteção aos animais ainda são brandas e os atos praticados são considerados de menor potencial ofensivo. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já está apurando o fato. Seguimos com fé, acreditando que a justiça será feita”, completou.

Braga falou ainda sobre o amor que ele e sua família sentem pelo cão, contou que Sansão nunca foi explorado para proteger a empresa, que sempre foi tratado como um membro da família e que vivia no local apenas por conta do espaço, onde ele brincava e se divertia. O animal, no entanto, não voltará para a empresa. “Muitas pessoas estão questionando sobre a possibilidade do Sansão voltar a viver no mesmo local, e deixo claro desde já que isso não acontecerá. Com nossos esforços, o apoio e parcerias que conseguimos, o Sansão terá todos os cuidados necessários”, explicou.

Foto: Uarlen Valério/O TEMPO

“Em primeiro lugar, afirmamos que o Sansão não é um cão de guarda (…) O Sansão nunca foi estimulado a ter comportamentos agressivos, nem condicionado a ter comportamentos protetores e defensores, muito pelo contrário, sempre o estimulamos a ser dócil e amigável. O Sansão é considerado um membro da família, o qual compartilha de momentos felizes com todos nós familiares e amigos”, afirmou o tutor, que publicou um vídeo com imagens que mostram a rotina do cão antes da agressão (veja abaixo), incluindo o dia em que seu aniversário de dois anos foi celebrado, com direito a bolo e vela.

“Só Deus sabe o quanto estamos sofrendo e estamos abalados com a situação. O Sansão continuará tendo todo o amor, carinho e cuidados necessários, ainda mais agora que precisará de cuidados especiais. Eu e minha família não iremos medir esforços para continuar garantindo a ele uma qualidade de vida”, disse Braga.

Nota de repúdio

“A empresa TRC ZAPPELLINI, vem publicamente, após conhecimento dos fatos, expressar toda indignação, tristeza e solidariedade diante dos atos de extrema crueldade, ocorridos no último dia 06 de julho de 2020 que vitimou o cão da raça pitbBull ‘Sansão’.

Esperamos que toda forma cruel de tratamento aos animais seja combatida e punida. Tais condutas, além de moralmente condenáveis, são legalmente vedadas. Classificamos como absurdos e inaceitáveis os atos praticados com tamanha covardia.

A crueldade das ações, confirmadas pelas autoridades competentes, são inadmissíveis, consequência da fatídica e inexorável crueldade humana, impossível de ser compreendida. Lamentamos profundamente, não somos e jamais seremos coniventes com quaisquer praticas cruéis.

Esclarecemos que todas as providências necessárias e legais já estão sendo tomadas pela empresa, em relação aos fatos e a conduta praticada. Por fim, que sejam responsabilizados os envolvidos pela terrível crueldade apontada e que com a conclusão das investigações, finalmente se ouça a voz da Justiça.

Parabenizamos a rápida e necessária atuação dos ativistas, dos órgãos de defesa e proteção animal, pois são verdadeiros fiscalizadores e defensores que, de forma assertiva, defendem seres indefesos, assegurando assim a punição aos agressores.

Firmamos ainda o nosso compromisso em fortalecer campanhas que já são desenvolvidas de conscientização sobre maus tratos e outros temas ligados a proteção dos animais, bem como coibir e aplicar todas as medidas legais dentro de nossas atribuições e competências.

Os animais são nossos fieis companheiros, merecem nossa defesa e proteção, respeitá-los e protege-los é um dever de todos”.

Confira o vídeo que mostra momentos vividos por Sansão antes da agressão:

 

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Chefe de órgão ambiental é afastado do cargo após manter tartaruga em cativeiro

A tartaruga foi encontrada dentro de uma pequena porção de água, presa por uma corda atada a um buraco feito em seu casco


O chefe regional do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Mario Correia de Sena, foi afastado do cargo após ser flagrado, por uma fiscal do próprio órgão, mantendo uma tartaruga-da-amazônia aprisionada em cativeiro.

O animal estava nos jardins da sede do Imac em Feijó (AC), dentro de uma pequena porção de água, preso por uma corda atada a um buraco feito em seu casco.

Reprodução

O caso foi descoberto no dia 18 de fevereiro e, segundo o portal AC24Horas, a chefe do setor de fauna, Paula Joseanny da Silva, encontrou o animal ao passar pelos jardins do escritório do órgão.

O Imac abriu uma sindicância e, na última segunda-feira (02), afastou o funcionário, que se apresenta como jornalista, é filiado ao Solidariedade e já foi vereador.

O presidente do Imac, André Hassem, assumiu a responsabilidade pela nomeação através da assessoria do órgão.

Apesar do órgão receber animais silvestres doados e resgatados, Sena cometeu um delito ao impedir que a tartaruga fosse encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, do Ibama. No entanto, após discussão entre os dois, Sena cedeu e permitiu o encaminhamento do animal. O Ibama avalia, agora, se irá multar o ex-funcionário.

A atitude do ex-chefe do Imac fere o artigo 24 do decreto 6.514 e o artigo 25 da Lei de Crimes Ambientais. Ambos proíbem a manutenção de animais silvestres em cativeiro sem licença.


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Servidor público é flagrado jogando pedras em animais em parque de Vitória (ES)

O funcionário da prefeitura foi identificado e afastado temporariamente do cargo. Ele será autuado por maus-tratos a animais


Um servidor público da Prefeitura de Vitória (ES) foi flagrado jogando pedras em animais que vivem na Reserva da Vida Selvagem Mata Paludosa, o antigo Parque da Fazendinha.

Pixabay/Free-Photos/Imagem Ilustrativa

Um morador, que preferiu não se identificar, registrou o crime de maus-tratos. Um dos homens que aparece nas imagens, segundo o morador, é gerente da Central de Serviços, setor de obras que fica dentro do parque. As informações são do portal A Gazeta.

A reserva é uma unidade de conservação e os animais que nela vivem são protegidos por leis. Tartarugas, gansos e patos que estavam no lago foram alvos das pedras.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Vitória (Semmam) informou que o homem foi identificado e será autuado por maus-tratos a animais. O caso será encaminhado à Procuradoria Geral do Municipal (GPM) para que seja verificada a possibilidade de se instaurar um Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

A Semmam publicou nota por meio da qual afirmou que o resultado do processo vai de advertência a demissão e que o servidor será afastado temporariamente do cargo até que os fatos sejam apurados.


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Câmeras flagram funcionário de pet shop jogando cão com violência no chão

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

Um vídeo com imagens fortes e comoventes, mostrando um funcionário em uma pet shop que agarra um cão assustado e indefeso pelo pescoço e o joga no chão com violência, provocou reações de indignação e revolta nas redes sociais.

A agressão ocorreu na Bark N ‘Bitches Dog Boutique, em Los Angeles, nos Estados Unidos, foi capturado pelas câmeras do RitchRoyce, que estava visitando a loja popular para encontrar cães de resgate para adoção.

O vídeo mostra uma funcionária da loja pegar um cachorro pela nuca e atirar violentamente o pobre cão no chão com um baque repugnante.

Os espectadores horrorizados da loja correm para checar o cachorro, que se esconde debaixo de uma mesa e se recusa a sair.

Em uma declaração em vídeo, a dona da loja Shannon von Roemer chamou o incidente de “horrível” e “intolerável”.

“Estamos no mercado há 14 anos e quero garantir que é a primeira vez que passamos por algo assim”, disse von Roemer. “Vamos garantir que isso não aconteça novamente”.

Ela disse que o funcionário que atirou o cachorro no chão não era mais empregado na loja.

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

“O cachorro está realmente se recuperando e foi ao veterinário”, disse von Roemer. Ela disse que um exame revelou que o cão não sofreu ferimentos físicos decorrentes da agressão.

A declaração quase não teve efeito no público e a manifestação de reações iradas online, foi imensa.

“Você deve fechar essa pet shop porque não uma loja de animais que abuse deles é incoerente e ridículo”, comentou uma pessoa na página do Instagram da loja.

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

“Absolutamente nojento. Esse abusador deveria ser preso e isolado”, escreveu outro.

A Bark N ‘Bitches é uma boutique de cães bem conhecida e se autodenomina a primeira loja de animais “humana” de Los Angeles.

A loja lida apenas com cães resgatados que foram abandonados, ajudando-os a encontrar um lar e uma família com tutores amorosos.

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Peru deficiente resgatado de matadouro se torna estrela de campanha

Silver tem uma deformidade facial - mas isso não a impede de aproveitar a vida | Foto: Animal Aid
Silver tem uma deformidade facial – mas isso não a impede de aproveitar a vida | Foto: Animal Aid

Um peru do sexo feminino resgatado de uma fazenda industrial graças a sua deformidade facial, se tornou a estrela da nova campanha de uma ONG vegana.

Silver é um dos cinco perus que estrelam a campanha Their Christmas Wish (O Desejo de Natal Deles), da Animal Aid, que apresenta quatro vídeos. O título é uma alusão ao costume das famílias de matar e servir peru na ceia de Natal e o quanto esse ato prejudica e destrói a vida de seres inocentes.

A campanha busca mostrar às pessoas que esses animais são seres únicos e sensíveis, e incentivar uma opção por um jantar festivo sem carne este ano.

Perus

Cinco perus aparecem na campanha: Silver, Dee Dee, Bramble Bill, Audrey e Maria. Silver estava destinada a viver em cativeiro em uma fazenda de criação em larga escala, mas foi resgatada depois que um trabalhador do local, responsável por “descartar” as aves, teve pena dela por causa de sua deformidade facial.

Segundo a Animal Aid, Silver “não deixa sua deficiência atrapalhar sua vida”. Ela, juntamente com Dee Dee, que foi explorada para procriação, vive no The Retreat Animal Rescue (Retiro de Animais Resgatados).

Bramble Bill, que adora que cocem sua cabeça e fazer novos amigos, costuma ser comparado a um cachorro.

Audrey e Maria, foram resgatadas da mesma fazenda, sua liberação foi negociada com os proprietários do local. Eles agora vivem no Santuário de Animais de Tower Hill Stables, onde A ONG consta que eles “adoram passear com suas amigas galinhas”.

Boa vontade para com todos – incluindo os animais

“O Natal costuma ser considerado a estação da paz e da boa vontade para com todos, e isso deve incluir os animais”, disse Tod Bradbury, gerente de campanha da Animal Aid, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Nossa campanha dá às pessoas a oportunidade de ver perus, que são consumidos em grande número nesta época do ano, como indivíduos únicos e inteligentes, e não como produtos ou alimentos”, disse o ativista.

Criaturas incríveis

Ele acrescentou ainda: “Qualquer pessoa que já passou algum tempo em torno dessas criaturas surpreendentes confirmará que os perus são inteligentes e amorosos e, acima de tudo, merecem viver livres de qualquer dor ou sofrimento”.

“Ao apoiar Their Christmas Wish (campanha) e deixar os animais fora do seu prato neste Natal, você estará salvando muitas vidas do sofrimento. Esperamos mostrar que ser vegano não significa ficar sem comer bem. Costuma-se dizer que o jantar de Natal é a melhor refeição do ano e nunca foi tão fácil criar um delicioso banquete à base de vegetais”.

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Funcionário de zoológico espanca texugo até a morte na frente de visitantes

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

Um funcionário de um zoológico na China foi acusado de crueldade com animais após espancar um texugo até a morte.

O incidente foi testemunhado por visitantes horrorizados que filmaram o comportamento do trabalhador antes de postar o clipe nas mídias sociais.

A administração do zoológico alegou que o texugo era ‘feroz’ e não um de seus animais em cativeiro. O funcionário foi penalizado, de acordo com um comunicado.

O trabalhador foi pego atacando o animal no zoológico da floresta de Dalian em 15 de agosto.

As imagens mostram um homem, vestindo uma camiseta azul (uniforme), carregando o que parece ser um texugo morto para fora do mato antes de jogar o animal no chão.

Relatos informam que ele estava trabalhando com dois colegas, vestidos com o mesmo uniforme.

O trabalhador então pegou o texugo sem vida e o arrastou pelo chão até o lixo.

Segundo informações do Daily Mail os três homens são jardineiros empregados pelo zoológico por meio de uma agência.

O vídeo provocou indignação nas redes sociais chinesas e os usuários da web instaram o zoológico a investigar o assunto.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

O zoológico da floresta de Dalian descreveu o texugo como “feroz”.

Ele disse que o animal apareceu no mato em uma encosta no zoológico alguns dias antes e representa uma “séria ameaça” aos turistas.

Em um comunicado divulgado na terça-feira no Weibo e no Twitter, o zoológico disse que os trabalhadores decidiram capturar o texugo para impedir que ele “prejudicasse” os visitantes.

Texugos são animais pacíficos, de hábito noturno e apesar de terem uma mandíbula poderosa, só atacam ao se sentirem ameaçados.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

O zoológico também disse que os trabalhadores decidiram espancar o texugo depois de serem agredidos e feridos pelo mamífero.

No comunicado o zoológico admitiu que os trabalhadores não haviam lidado com o incidente adequadamente.

“Estamos envergonhados pelos comportamento de nossos funcionários”, afirmava o comunicado.

Os homens foram repreendidos pelo zoológico e punidos por sua agência, acrescentou o zoológico. A vida do animal indefeso porém, foi perdida.

Animais “agressivos e ferozes”

Texugo e cachorro bebendo água juntos | Foto: Wery Tom/YouTube
Texugo e cachorro bebendo água juntos | Foto: Wery Tom/YouTube

Identificados por listras brancas e pretas em seus rostos, assim como pela pelagem cinza, os texugos podem ser encontrados em todo o mundo e são conhecidos por sua capacidade de cavar buracos no chão.

Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo | Foto: The Guardian/Reprodução
Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo | Foto: The Guardian/Reprodução

São animais dóceis, de hábitos noturnos e se alimentam principalmente de vermes e insetos.

Texugo órfão criado por tutores | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão criado por tutores | Foto: Great Falls Tribune

Os texugos não são listados como espécies protegidas de animais selvagens na China.

Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor | Foto: Great Falls Tribune

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Ex-funcionário de matadouro que se tornou vegano fala sobre os horrores que viveu no trabalho

Foto: Tras Los Muros
Foto: Tras Los Muros

O australiano Craig Whitney teve uma infância comum em meio aos animais como muitos outros meninos que vivem no campo no país. Seu pai era um agricultor de terceira geração que vivia em Bonalbo, NSW (New South Wales).

“É comum as crianças seguirem seus pais ao redor da fazenda. Aprender como eles fazem as coisas e ficar ao seu lado”, disse ele ao Plant Based News.

Aos quatro anos, Whitney já havia testemunhado cães sendo baleados na frente dele e vacas e bois sendo marcados, castrados e “deschifrados”. “Isso meio que se tornou uma parte normal da minha vida”, ele admitiu. Quando ficou mais velho, seu pai começou a discutir com Whitney a responsabilidade de cuidar da fazenda como um fazendeiro de quarta geração.

Um padrão comum

Esse padrão parece ser comum demais para muitos agricultores australianos hoje em dia.

De acordo com a Australian Farms Association: A maioria das fazendas na Austrália ainda são empresas familiares e há fazendas que foram passadas para a família por gerações”.

Whitney conseguiu escapar dessa pressão quando entrou no mundo de assistência social devido a complicações em sua família.

Matadouro de animais

Ao completar 19 anos, Whitney foi convencido por alguns amigos para se juntar a eles e ir trabalhar em um matadouro no oeste de NSW. Na época, ele precisava de trabalho e a ideia de “trabalhar com amigos” parecia atraente.

“Minha primeira função foi trabalhar como um ‘garoto de chão’ limpando o chão do matadouro”, diz Whitney. Ele admite que trabalhar neste papel era de alto risco em relação à segurança.

Foto: L214 éthique et animaux
Foto: L214 éthique et animaux

“Passei a maior parte do tempo me esquivando de corpos enquanto tentava limpar o chão de todo aquele sangue. Antes de morrer as vacas tinham suas patas traseiras acorrentadas e a garganta cortada. Elas se moviam, agonizando bem próximo de mim”.

Rastro de sangue

Whitney lembra-se de ter sido chamado várias vezes para limpar a sujeira de “vacas tendo de contrações nervosas enquanto estavam presas por correntes”.

Vacas chutando ao agonizar após terem a garganta cortada são comuns e em fevereiro deste ano um homem foi hospitalizado na Alemanha com ferimentos graves na face após uma vaca chutá-lo no rosto devido a um impulso nervoso após ser morta. Em um comunicado, a polícia disse que a vaca foi “morta de acordo com os regulamentos da indústria”.

Alguns dos piores momentos durante os anos de trabalho de Whitney, foram quando “as vacas escaparam da “caixa de contenção”, uma vez que sua garganta já havia sido cortada.

“Eles corriam tomadas de adrenalina e medo deixando um rastro de sangue e tinham que ser baleadas”. Whitney admitiu que, de vez em quando, quando uma vaca não tinha “a garganta cortada corretamente”, ela ficava totalmente consciente durante a “hemorragia” e sangrava até a morte.

Trabalhando rápido

Durante seu tempo no trabalho, Whitney foi frequentemente forçado a trabalhar mais rápido do que o normal para atender a cota diária necessária. “Com a seca acontecendo agora (na Austrália), tenho certeza de que estaria a todo vapor. Há mais demanda do que suprimento, então é só matar o máximo de animais o mais rápido possível (para maximizar) o lucro”.

Foto: Flanderstoday
Foto: Flanderstoday

“Sempre houve acidentes em todos os matadouros em que trabalhei. Houve muitas vezes em que quase perdi meus próprios dedos. Entre os operadores de serra, tem um ditado que diz: “sempre conte os dedos.”

O mais surpreendente é que Whitney testemunhou um colega de trabalho perdendo a mão inteira seguindo as práticas padrão da indústria.

Trabalho perigoso

Parece que estes não são casos isolados de trabalhadores gravemente feridos. Em 2010, um imigrante indiano de 34 anos, Sarel Singh, foi decapitado enquanto trabalhava em um matadouro de frangos em Melbourne.

De acordo com o Daily Mail: “O Sr. Singh foi morto instantaneamente ao ser sugado por uma máquina num movimento rápido depois de ser ordenado a limpar novamente uma área de embalamento”.

Andy Meddick abordou este incidente em um discurso no Parlamento este ano representando o partido Animal Justice (Justiça Animal). “Os trabalhadores foram obrigados a voltar ao trabalho apenas algumas horas depois que o sangue de Sarel Singh foi limpado do maquinário”, disse ele.

Whitney admite: “Senti-me muito mal no início. Mas era um trabalho e eu precisava de dinheiro. Estava pagando meu aluguel na época. Depois de um tempo eu me acostumei e admiti para a mim mesmo o quanto me sentia horrorizado”.

Porta de entrada para a Austrália

De acordo com Whitney, a maioria dos seus grupos de trabalho eram chineses, indianos ou sudaneses e estavam em 457 – Trabalho Temporário (Visto Qualificado).

“Os grupos de trabalho eram migrantes em busca de uma vida melhor na Austrália”, disse ele. “É uma porta de entrada para entrar no pais” (aceitar o trabalho em matadouros e conseguir o visto de trabalho).

De acordo com Whitney, a indústria está sempre à procura de mais trabalhadores. “Sempre há trabalho nos matadouros, a industria sempre esteve e estará em busca de mais trabalhadores. Procure em um matadouro na Austrália e você encontrará trabalho”.

Parando para sempre

Em 2013, Whitney largou a indústria de carne para sempre: “As pessoas não vão a público falar sobre isso. Conseguem outro emprego e deixam a indústria de carne e isso é o fim do assunto. A indústria pode vir atrás de mim por expor tudo como eu fiz. Levou um tempo para que eu conseguisse falar a respeito”.

Em 2018, Whitney tornou-se vegana depois de ter um colapso mental e sofrer de transtorno de estresse pós-traumático (PTSD).

Quando ele conheceu alguns ativistas dos direitos dos animais, sua vida melhorou. Em um post no Instagram recente, ele escreveu: “É com isso que eu sonho agora. Ativistas libertando animais e libertando-os da escravidão. Melhor do que pesadelos de bebês preciosos tendo suas gargantas cortadas pelo vício do consumidor”.

Whitney concluiu: “Se você conhece alguém que trabalha na indústria da carne, incentive-os a falar e buscar ajuda. A melhor maneira de ajudar os trabalhadores de matadouros é parar de apoiar indústrias que exploram animais, cortando carne, ovos e laticínios”.

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Herói salva a vida de gatinha usando técnica de ressuscitação cardiopulmonar e a adota

Foto: Twitter/CapaMagGundem
Foto: Twitter/CapaMagGundem

Uma pequena vida acabou de ser salva – tudo graças a um homem que largou tudo para ajudá-la.

Uma gatinha aparentemente sem vida estava sendo arrastada pela correnteza causada fortes chuvas em Istambul, na Turquia, quando um funcionário municipal, Metin Keskin, a notou e a arrebatou das águas.

Ela estava “inconsciente”, disse Keskin ao Daily Sabah. “[Ela] não estava emitindo nenhum som nem se mexendo”.

Bem ali no meio da rua, Keskin se ajoelhou sobre o minúsculo animal branco e decidiu tentar a RCP (técnicas de ressuscitação cardiopulmonar). Keskin começou a respirar gentilmente na boca da gatinha e massagear seu corpinho para ajudar a expelir a água de seus pulmões.

O pensamento rápido heroico de Keskin foi capturado em vídeo:

Alguns momentos tensos depois – para grande alívio de todos – a gatinha soltou um leve miado.

Keskin correu a gatinha para um hospital de animais, onde ela poderia se recuperar totalmente.

Mas deixar a gatinha no veterinário não significa que foi a última vez que Keskin a veria – longe disso.

“[Ela] se tornou nossa gatinha agora”, disse ele aos repórteres em uma entrevista coletiva no hospital de animais logo após o resgate do gato. “Estou tão feliz.”

Foto: Twitter/CapaMagGundem
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Notícias

Funcionário canta para cães de abrigo e o ato impulsiona adoções

Foto: Vance County Animal Shelter
Foto: Vance County Animal Shelter

O abrigo Vance County Animal Shelter, que fica na Carolina do Norte (EUA), presenteou os animais resgatados que vivem em suas instalações de uma forma única. O funcionário da entidade, Chad Olds, trouxe seus talentos musicais para trabalhar e com a ajuda deles tem acalmado e alegrado os cães do abrigo.

Um centro de resgate e adoção pode ser um lugar estressante, com animais confinados em seus canis, ansiosos e agitados, então qualquer coisa para ajudar é uma ótima pedida. E isso parece ter se transformado em um sucesso total por meio das mãos de Chad, com musicoterapia ao vivo.

Chad está no abrigo há cerca de cinco meses. E seu papel requer uma abordagem prática com animais interagindo com eles e mantendo seus espaços limpos. E quando alguém sugeriu que ele tocasse para os cães, ele ficou um pouco cético no início.

Tudo começou quando Chad decidiu tentar trazer sua guitarra para o trabalho. Quando ele começou a cantar e tocar “Like Red On A Rose”, de Alan Jackson, os cachorros notaram e quase todos pararam de latir

Foto: Vance County Animal Shelter
Foto: Vance County Animal Shelter

“Estou feliz por ser a voz desses animais, ainda mais por saber que essa pequena atitude está trazendo tanta consciência positiva em relação a eles”, disse Chad à ABC News.

“Meu superior permitiu que essas coisas maravilhosas fossem feitas, estamos pensando fora da caixa e sendo criativos para ajudar animais”.

“Algo mágico acontece quando começo a tocar, a música realmente toca esses animais, eles se sentem confortados e param de fazer barulho para ouvir as canções”, disse Chad.

O músico e funcionário do abrigo diz que se sente útil ao ajudar os animais e que espera poder fazer isso indefinidamente, “pois a recompensa esta nos olhos e expressões deles”, conclui ele.

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Notícias

Cão adotado por funcionário de companhia de limpeza ganha roupa de gari

Pretinho, como é chamado o cachorro adotado por Alcenir de Aguiar Oliveira, de 50 anos, ficou famoso em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Isso porque Mineiro, como é conhecido o tutor dele, trabalha na Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) há 18 anos e pediu para uma costureira fazer uma roupa de gari, usando um uniforme velho, para o cão, que às vezes acompanha Mineiro no trabalho, chamando atenção por onde passa.

Foto: Reprodução / Comlurb

Oliveira adotou o animal há dois anos, enquanto trabalhava nas Olimpíadas. “Eu conheci o ‘Pretinho’ à serviço da Comlurb durante as Olimpíadas. Quando eu estava em Magalhães Bastos. Estava abandonado em um posto de gasolina e doente, estava com a doença do carrapato, nem comia. Cuidei dele. Agora está aí. Meu amiguinho, que me dá toda a alegria”, contou Mineiro ao jornal O Dia.

“Pelo menos dois dias na semana ele me ajuda e enquanto eu varro ele fica do meu lado. Quem adotar um cachorro na rua faz um bem a si mesmo. Não somos um tutor, é tipo pai e filho. O segredo é tratar com carinho. Eles sempre retribuem o amor”, completou.

Foto: Reprodução / Comlurb

De acordo com o gari, o cachorro faz sucesso em Campo Grande. “Aonde eu passo com ele é sucesso. Todo mundo fica alegre. Para mim ele é o melhor cachorrinho do mundo. Tipo um filho para mim. Ele até parece que entende o que eu falo”, explicou.

Mineiro contou ainda que, apesar de acompanhá-lo no trabalho, o cachorro faz o que tem vontade e muitas vezes fica na sombra enquanto ele trabalha.


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Histórias Felizes

Cão que dormia em sofá de loja de móveis é adotado por funcionário

Um cachorro que foi fotografado dormindo no sofá de uma unidade das Casas Bahia foi adotado por um funcionário da loja. O caso aconteceu em Suzano (SP).

Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar

De acordo com o gerente da loja, Wilson Moreira, há mais de um mês o cachorro visitava a loja. No local, ele recebia carinho, além de água e alimento. As informações são do portal Razões Para Acreditar.

“Aqui já temos uma rotina voltada a sempre ajudar, pois, por ser uma região central, sempre aparecem animais por aqui”, disse.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa das Casas Bahia afirmou que “a empresa parabenizou a equipe e estima que atitudes como essa sejam exemplos a serem seguidos por outras unidades e lojas que representam a marca”.

Henrique Ferreira, de 33 anos, trabalha na loja e, comovido com a situação, decidiu adotar o animal. “O pessoal falava, por que você não adota ele, até que um dia, no fim do expediente, ele estava me esperando”, contou.

Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar

O animal que ficou conhecido como “o cachorro das Casas Bahia” agora está vivendo com Henrique e recebeu um nome: Dook. “Ele já está no meu coração, a bondade e a gratidão dele foram suficientes para eu esquecer qualquer dificuldade. Hoje tenho um amigo, um filho de quatro patas”, disse.

“Apesar dos problemas financeiros, eu não pensei duas vezes antes de levá-lo pra casa. Peguei um pouco de ração da minha mãe e no dia seguinte comprei no cartão um pacote de ração de 15 kg e uma coleira. Um amigo, que eu divido moradia comigo, fez uma casinha improvisada com um edredom quentinho. Quando ele quer fazer suas necessidades na rua, ele me chama. Amei isso, pois, já que estou gordinho, ele está me incentivando a andar com mais frequência”, brincou.


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