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Antes e depois da rodovia Transpantaneira expõe devastação no Pantanal

Foto: Drone Cuiabá/Divulgação

Fotos que mostram a rodovia Transpantaneira antes e depois das queimadas revelam a devastação do Pantanal, que está sendo consumido pelo fogo há mais de três meses.

O que era verde se transformou em marrom. A vegetação deu lugar à destruição e sobrou apenas a terra seca, sem vida, sem água ao redor. O triste retrato é consequência da desastrosa ação humana, que teve mais liberdade para queimar e desmatar desde que Bolsonaro assumiu o poder e iniciou um verdadeiro desmonte ambiental.

As fotos da rodovia foram feitas nas proximidades da divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Na imagem que registra a destruição do bioma é possível ver a fumaça tomando conta do horizonte.

As chamas já destruíram 85% do Parque Estadual Encontro das Águas, conhecido por ser o maior refúgio de onças-pintadas do mundo. De 108 mil hectares, 92 mil foram queimados, segundo o Instituto Centro Vida (ICV). A reserva está localizada na região de Porto Jofre, na cidade de Poconé.

De acordo com o Instituto, as queimadas representam um risco para as onças-pintadas, que já estão ameaçadas de extinção e, agora, sofrem ainda mais.

Além das onças, as araras-azuis também estão sob ameaça, assim como muitas outras espécies que sofrem com as queimadas. Reconhecida internacionalmente como refúgio de araras-azuis, a Fazenda São Francisco do Perigara, em Barão de Melgaço (MT), teve 92% da sua área destruída pelo fogo que devasta o Pantanal.

O município no qual a fazenda está localizada é o mais afetado pelos incêndios florestais que atingem o bioma. Foram 1.926 focos de queimada registrados apenas nos primeiros 15 dias de setembro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A fazenda é o principal refúgio das araras-azuis no Estado de Mato Grosso e é responsável por abrigar 15% dos animais da espécie que vivem livres na natureza.

Cinco fazendeiros estão sendo investigados pela Polícia Federal por conta das queimadas que destruíram 25 mil hectares do Pantanal de Mato Grosso do Sul. A suspeita é que eles tenham ateado fogo na vegetação para transformar a área em pasto para criar bois explorados para consumo humano – o que mostra, mais uma vez, que a venda de produtos de origem animal é prejudicial não só para os animais, que sofrem e são mortos, mas também para a natureza.

Em meio a tanta destruição, as multas aplicadas pelo Ibama em Mato Grosso do Sul sofreram queda de 22% em 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em Mato Grosso, as punições aos crimes ambientais despencaram ainda mais, com 52% de redução. Foram 173 infrações relacionadas à natureza punidas em 2020, ante 361 em 2019.

Já em Mato Grosso do Sul, 50 multas foram aplicadas por crimes contra o meio ambiente neste ano. Em 2019, foram 64. A junção das penalidades registradas nos dois estados resultaram em 48% de queda.


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Chimpanzé sentado segurando um graveto
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Reconhecimento facial para chimpanzés parece impedir o tráfico na internet

Chimpanzé sentado segurando um graveto
Pixabay
A disseminação global da mídia social criou oportunidades sem paralelo para os traficantes de vida selvagem anunciarem seus produtos ilícitos para compradores em potencial em todo o mundo. Os traficantes podem usar plataformas como Facebook ou Instagram não apenas para postar fotos de animais à venda, mas também para expandir suas redes, graças a algoritmos movidos por Inteligência Artificial (IA) que sugerem amigos e grupos.
A mídia social e a IA também podem ser ferramentas valiosas para conservacionistas e agentes da lei.
Redes de algoritmos treinados para detectar padrões podem extrair dados, identificar objetos ou até mesmo detectar sinais de tráfico sexual e outros crimes em imagens. Um dos usos mais conhecidos e controversos da tecnologia é o reconhecimento facial, em que programas usam marcadores biométricos para identificar pessoas em imagens digitais.
Na conservação, a IA pode ser usada para identificar mudanças no uso da terra, ou até mesmo animais individuais com base em marcações exclusivas em seus corpos. Em animais como os chimpanzés, nossos parentes vivos mais próximos, a IA está se mostrando eficaz na identificação e rastreamento de rostos de indivíduos.
Por meio de seu projeto ChimpFace, Allie Russo, uma conservacionista com experiência em análise de dados, está se esforçando para aproveitar o poder da IA na luta contra o tráfico de macacos.
De acordo com a Parceria de Sobrevivência dos Grandes Macacos das Nações Unidas (GRASP), cerca de 3.000 grandes macacos são traficados vivos da África ou do Sudeste Asiático todos os anos.
Grande parte do tráfico de vida selvagem agora ocorre online. Um traficante ou distribuidor de grandes primatas colocará a imagem de um bebê chimpanzé à venda. Frequentemente, o mesmo chimpanzé aparecerá mais tarde na conta de mídia social de alguém. Mas pesquisar e comparar manualmente as imagens é um processo trabalhoso. E formas alternativas de evidência, como o DNA, são caras e difíceis de obter.
O ChimpFace usa um algoritmo para determinar se os rostos de chimpanzés em imagens postadas por traficantes correspondem às imagens postadas posteriormente em contas de mídia social. Se o software encontrar uma correspondência, ele serve como prova que pode ajudar a corroborar quem vendeu um chimpanzé e onde foi parar.
Depois de participar de uma competição organizada pela Conservation X Labs, empresa que busca soluções de alta tecnologia para problemas de conservação, Russo se conectou a Colin McCormick, um dos consultores técnicos do Conservation X Labs, que tornou a parte de programação do ChimpFace uma realidade.
Usando milhares de imagens de bebês chimpanzés coletadas por conservacionistas, McCormick anotou manualmente onde o rosto aparece na imagem. Ele usa essas imagens para treinar um programa de computador para identificar rostos, semelhante ao funcionamento dos programas de reconhecimento facial para humanos. Com a repetição, ele pode ajustar o algoritmo para detectar com precisão a presença do rosto de um bebê chimpanzé em uma imagem.
O software está apenas começando a ser testado, mas, em última análise, seus desenvolvedores pretendem fornecer informações para que a Interpol ou as autoridades locais possam agir.
O ChimpFace só pode pesquisar imagens publicamente disponíveis, o que significa que se um traficante tiver um perfil privado no Facebook ou Instagram, as imagens permanecerão ocultas. Porém, com muitos traficantes anunciando publicamente, a esperança é que o programa forneça à polícia um novo tipo de evidência que pode ajudar a confirmar que um macaco individual foi capturado na natureza e vendido.
A ChimpFace fez recentemente uma parceria com a Liberia Chimpanzee Rescue and Protection (LCRP) para fortalecer ainda mais o uso do software. O apoio de santuários como o LCRP, que atende em média um novo chimpanzé por mês, é importante porque, se o software ajudar a garantir processos para os traficantes, os animais resgatados precisarão de um lugar para ir.
Russo diz que espera que um dia o ChimpFace possa ser ampliado para adicionar outras espécies-alvo, como tigres, leões, gibões ou qualquer espécie que esteja em risco de ser traficada online.


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Menino e cadela se tornam amigos inseparáveis e comovem internautas

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

Com apenas dois anos de idade, Adrian Michalek criou um laço de afeto profundo com a cadela Maddie. Vivendo no Reino Unido, os dois protagonizam belas fotos que emocionam os internautas nas redes sociais.

A amizade entre crianças e animais é um dos elos mais verdadeiros que existem. Firmadas em um afeto sincero e puro, essas relações florescem e beneficiam os dois lados. Enquanto animais desfrutam do carinho que recebem, as crianças aprendem ser mais afetuosas e responsáveis ao construir laços afetivos com os animais. E com Adrian  e Maddie não foi diferente.

Através das redes sociais, a mãe do menino, Shawna, publica registros encantadores da dupla. O perfil no Instagram foi criado para expor a amizade entre os dois e “criar memórias”, segundo a própria descrição da página. Até o momento, Adrian e Maddie acumulam mais de 6,5 mil seguidores.

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

Nas imagens, é possível ver registros de viagens que a dupla fez pela Europa. Momentos de diversão e leitura também são registrados.

“O relacionamento deles está crescendo e se desenvolvendo a cada dia. Com o Adrian 2.5 agora, certamente entramos no estágio de “irmão” do relacionamento”, escreveu a mãe do menino em uma publicação em rede social.

Nos inúmeros comentários das fotos, elogios ao perfil do Instagram de Adrian e Maddie não faltam. “Esta é uma conta tão fofa! Tão feliz que eu te encontrei”, escreveu uma internauta. “Eles são tão doces juntos”, afirmou outra.

Reprodução/Instagram/@littlechapandpup
Reprodução/Instagram/@littlechapandpup

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Fotógrafo registra família de ursos polares brincando na neve

Foto: Brian Matthews

Uma família de ursos polares foi fotografada em um momento de pura fofura enquanto brincava na neve. Em uma das imagens, um dos ursinhos parece até mesmo acenar para a câmera.

O registro fofo e que certamente aquece nossos corações, foram registrados pelo fotógrafo de vida selvagem Brian Matthews, no Wapusk National Park, em Manitoba, Canadá, no início desta semana.

Era a primeira visita dos filhotes que, segundo o fotógrafo, tinham cerca de 12 semanas de idade ao mundo exterior. “Foi incrível ver isso. Os filhotes tinham apenas 12 semanas de idade. Eram cautelosos com o mundo, mas quando não estavam dormindo ou comendo, estavam brincando e brigando”, conta o fotógrafo.

Foto: Brian Matthews

Brian, que é de Hartlepool, em County Durham, no Reino Unido, estava no Canadá havia três semanas quando avistou a família de ursos polares. Segundo ele a mamãe e os filhotes estavam na toca há cerca de quatro meses.

Apesar do tamanho, a mamãe ursa não conseguia impedir os animados filhotes de explorarem a neve e, após muita diversão, os ursinhos aninharam-se nos pelos dela e descansaram, exaustos. “Isso não só os protege de qualquer predador, mas também do vento frio, já que os filhotes não possuem tanto pelos quanto ela. O pelo de um urso polar adulto pode ter cerca de 20 cm de espessura”, explica Brian.

Foto: Brian Matthews

Apesar dos riscos que os ursos polares podem representar, o fotógrafo disse que não sentiu medo de ficar tão perto deles. “No dia em que vi essa família, eles sabiam que eu estava lá. Às vezes, olhavam diretamente para mim e cheiravam o ar. Eles não se incomodaram. Em nenhum momento me senti assustado”, concluí o fotógrafo.


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Sessão de fotos com o tema Carnaval incentiva adoção de animais em Rio Claro (SP)

O canil abriga 160 cachorros, além dos gatos. Todos os animais estão à procura de novos lares


Os cachorros e gatos do Canil Municipal de Rio Claro, no interior de São Paulo, participaram de uma sessão de fotos com o tema Carnaval. O objetivo é incentivar a adoção desses animais. A ideia partiu da fotógrafa voluntária Sandra Consani.

Foto: Sandra Consani/Arquivo pessoal

Cerca de 160 cães, além dos gatos, vivem no local, o que ultrapassa a capacidade do canil, que deveria abrigar 80 cachorros.

“Eles não precisam nem fazer pose. Você tira a foto dele olhando para você e a foto sai linda. Me dá uma energia tão boa, eu recebo realmente muito amor deles. O olhar deles transmite amor, então é muito legal ver que eu estou fazendo a minha parte”, disse a fotógrafa ao G1.

As fotos são publicadas no Facebook do canil. Segundo a diretora do Departamento de Proteção Animal, Gisele Pfeifer, o espaço da casa do adotante é indiferente quando se trata de adotar um animal.

Foto: Sandra Consani/Arquivo pessoal

“Eles ficam em um lugar muito pequeno, qualquer lugar vai ser maior do que a baia. Nós temos cachorros idosos de 10 anos que já estão aqui há três. Então imagina esse cão viver os últimos cinco anos da vida dele vivendo em uma baia”, disse.

Interessados em adotar um animal devem comparecer ao canil com documento pessoal e comprovante de endereço. Todos serão submetidos à entrevista e, após a adoção, receberão visita da equipe para avaliar se o animal está sendo bem tratado.

O canil funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados e domingos, abre às 8h e fecha às 12h. No entanto, por conta do Carnaval, a unidade funcionará das 9h às 12h até quarta-feira (26). O telefone para contato é o (19) 3532-4115 e o endereço é Avenida das Indústrias, s/n.

Foto: Sandra Consani/Arquivo pessoal
Foto: Sandra Consani/Arquivo pessoal
Foto: Sandra Consani/Arquivo pessoal

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Fotos de abelhas dormindo dentro de flores faz sucesso na internet

Uma série de fotografias de abelhas dormindo dentro de algumas flores chamou a atenção dos internautas nos últimos dias.

As imagens encantadoras mostram os insetos com o corpo cheio de pólen, descansando.

Tiradas após um dia inteiro de trabalho desses animais, que polinizam as flores, as imagens foram publicadas na internet e viralizaram.

Confira as fotos abaixo.

Reprodução
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Fotógrafa se torna vegana após fotografar animais resgatados do matadouro

A experiência mudou completamente a vida da fotógrafa, que se comoveu com o sofrimento animal


A fotógrafa Emma Obrien se tornou vegana após conhecer animais que foram resgatados do matadouro. Os animais vivem em um santuário atualmente.

Emma Obrien

Obrien gosta de usar seu trabalho para compartilhar suas experiências com outras pessoas e, desta vez, o que viveu a transformou, segundo o portal Bored Panda.

Entre os animais, ela conheceu, em novembro de 2019, dois bezerros. Segundo ela, as vacas foram “um alerta para escolher não ser mais um participante ativo no sofrimento dos animais”.

Especialista em fotos de cachorros, ela decidiu mudar o foco e retratar os animais do santuário Asher’s Farm Sanctuary, em Pretória, África do Sul.


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Fotógrafo faz ensaio para mostrar amizade entre sua avó e cachorro

As imagens, que comoveram os internautas, retratam o forte laço de afeto criado pela idosa e o cachorro


O fotógrafo japonês Yasuto decidiu fazer um ensaio fotográfico para retratar a amizade que sua avó fez com o cachorro da família.

Foto: Yasuto

As imagens, divulgadas nas redes sociais, comoveram internautas. Nelas, é possível ver a idosa passeando com o animal por diversos locais e fazendo carinho nele.

A raça do cachorro, que é um shiba inu, é conhecida por ter bastante energia, mas também por ser carinhosa e inteligente. Uma companhia perfeita, assim como qualquer cão.

De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, 90% dos cerca de mil idosos entrevistados que tutelam animais se sentem mais felizes e amados.

A pesquisa revelou ainda que 80% dos idosos afirmaram que a companhia dos animais ajuda a diminuir o estresse.

Confira mais fotos da dupla:

Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto

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Fotógrafo registra crueldade imposta aos animais em matadouros

“Não importa onde vivemos, os animais são tratados da mesma forma em todo o mundo e eu quero dizer ao mundo que não temos o direito de ser tão cruéis”, afirmou o fotógrafo


O fotógrafo Andrew Skowron, de 43 anos, que desistiu da carreira de fotojornalista num dos maiores jornais na Polônia para se tornar ativista, registrou diversas situações de maus-tratos impostas aos animais em matadouros.

“O fato de nós, enquanto humanidade, permitirmos que todo o sistema de criação intensiva de animais sequer exista” é o que mais choca o ativista. As informações são do portal Público.

Foto: Andrew Skowron

Criado em uma família que o ensinou a comer muita carne, o fotógrafo afirma que “o ambiente em que nos inserimos traça a nossa identidade e ajuda-nos a escolher um caminho”.

“Decidi não me sentar em frente à televisão com um jornal no colo. Decidi não plantar uma árvore, nem ser pai. Decidi, isso sim, tornar-me um ativista, agir contra a crueldade que é a exploração animal”, disse.

“Todos os anos, cerca de 150 mil milhões de porcos são mortos em todo o mundo. Para fazer um casaco, entre 120 a 200 chinchilas são mortas. Para a matança ser eficiente e para evitar o risco de contaminação da carne, os animais podem estar até 12 horas sem comer, antes de serem mortos”, afirmou.

Para registrar o que acontece dentro dos matadouros, o ativista presenciou cenas terríveis. “Vi porquinhos sendo castrados, patos transportados em temperaturas de 40 graus Celsius, porcos massacrados em matadouros na Tailândia, bezerros ficando órfãos no primeiro dia das suas vidas, galinhas poedeiras tratadas como máquinas de ovos”, disse.

Foto: Andrew Skowron

As fotos feitas por Andrew são publicadas em seu site. Ele também trabalha em uma das maiores instituições de direitos animais da Polônia, denominada Otwarte Klatki.

O fotógrafo entra legalmente nos matadouros, com autorização dos proprietários, que conhecem o trabalho dele. “Na opinião deles, os sistemas de produção acontecem dentro dos trâmites legais”, disse Andrew, ao explicar a razão para conseguir entrar nesses locais. “Como o material é recebido, depende de quem o está a ver”, afirmou.

“Os produtores são, normalmente, boas pessoas. Podemos dizer que, de alguma forma, também eles são vítimas deste sistema de consumismo. É difícil para eles saírem, o mundo gira à volta do dinheiro”, afirmou.

Mudar a sociedade, porém, é uma tarefa difícil, segundo o fotógrafo. “A intensidade do consumo é aterradora”, lamentou. Segundo ele, as pessoas preferem “não saber que a exploração animal existe, porque isso dá-lhes a melhor desculpa” para não mudar seus hábitos. “A nossa sociedade trata os animais como bens — os exploramos até morrerem, privando-os do direito de morrer com dignidade”, completou.

Foto: Andrew Skowron

O objetivo de Andrew com seu trabalho é “despertar a empatia” das pessoas. “Quero mostrar a realidade e protestar contra ela”, disse.

Além dos matadouros, o ativista fotografa também santuários que oferecem vidas dignas aos animais. Como é o caso de Maciek, uma raposa resgatada de uma fábrica que produz peças com o pelo desses animais. Foi salva quando desenvolveu, aos quatro meses, uma infecção na pata.

“Maciek não recebeu tratamento quando estava na fábrica porque isso simplesmente não dá lucro aos produtores. A ideia era que fosse morta algumas semanas depois”, contou. A raposa teve que passar por uma amputação, mas vive bem mesmo sem uma pata e se diverte com sua melhor amiga, chamada Klara. “Nunca mais vai ter que experienciar o horror de uma fábrica outra vez”, lembrou.

O fotógrafo afirma que continuará documentando e expondo “os segredos da indústria animal” porque, segundo ele, “não importa onde vivemos, os animais são tratados da mesma forma em todo o mundo e eu quero dizer ao mundo que não temos o direito de ser tão cruéis”.

Foto: Andrew Skowron

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Fotos de caçadores ao lado de gorila morto causam revolta e indignação

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

Imagens fortes e comoventes de um gorila que se acredita ter sido morto a tiros antes de ter seu corpo usado em uma foto da caçada provocaram revolta entre ativistas dos direitos animais e usuários das redes sociais.

Fotos postadas online por um grupo de proteção de animais selvagens mostram um grupo de homens armados com rifles de caça ao redor do animal que supostamente foi morto por eles.

O L’Association Gorilla disse que o animal foi “morto a tiros”, sugerindo que os homens na foto, segurando rifles, podem ser os responsáveis pela morte do gorila.

Foi divulgado pela entidade que as fotos foram tiradas perto de Brazzaville, capital da República do Congo.

Em um post nas redes sociais que acompanha as imagens terríveis, o grupo disse: “Isso é o que nunca mais gostaríamos de ver”.

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

“Essas imagens chocantes de um belo gorila da planície, covardemente morto, exposto por caçadores inconscientes, foram tiradas apenas alguns dias atrás, em um local sob a jurisdição departamento de esportes de Brazzaville no oeste do Congo”.

“Lembremos mais uma vez que a morte de espécies protegidas é estritamente proibida pela lei congolesa”.

A coalizão de proteção aos gorilas, Ape Alliance, acrescentou: “Matar gorilas é um crime contra a natureza”.

Os gorilas selvagens estão ameaçados por caçadores, doenças e desmatamento, com pouco mais de 1.000 gorilas das montanhas em estado selvagem, de acordo com o WWF (World Wildlife Fund).

“A caça continua inabalável devido à falta de aplicação das leis nacionais e internacionais, juntamente com sistemas judiciais ineficazes”, disse a instituição.

“O comércio de carne de animais selvagens, que ocorre em toda a África Ocidental e Central, é hoje a maior ameaça aos gorilas”.

Foto: WWF
Foto: WWF

“Os primatas estão sendo mortos principalmente para suprir a demanda de carne de ‘alta qualidade’ nos centros urbanos, onde o consumo de carne de macaco é considerado de prestígio entre a elite rica”. As informações são do Daily Mail.

Gorilas das Montanhas

Como o próprio nome indica, os gorilas das montanhas vivem em florestas altas nas montanhas, em altitudes de 8.000 a 13.000 pés. Eles têm pelos mais espessos e em maior quantidade, em comparação com outros grandes símios. O pelo os ajuda a sobreviver em um habitat onde as temperaturas costumam cair abaixo de zero. Mas, à medida que os humanos se deslocam cada vez mais para o território dos gorilas, eles são empurrados para as montanhas por períodos mais longos, forçando-os a suportar condições perigosas e às vezes mortais.

A menor população mundial de gorilas da montanha – uma subespécie do gorila oriental – é dividida em duas e os cientistas debatem se podem ser duas subespécies separadas. Um pouco mais da metade vive nas Montanhas de Virunga, uma cordilheira de vulcões extintos que fazem fronteira com a República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda. O restante pode ser encontrado no Parque Nacional impenetrável de Bwindi, em Uganda.

Desde a descoberta da subespécie de gorila da montanha em 1902, sua população passou por anos de guerra, caça, destruição de habitat e doenças – ameaças tão graves que se pensava que a espécie poderia ser extinta no final do século XX.

O que poderia ter sido uma perspectiva sombria para a subespécie há apenas duas décadas, se iluminou nos últimos anos devido aos esforços de conservação. Apesar do conflito civil em curso, da caça e de uma população humana invasora, ambas as populações de gorilas das montanhas aumentaram em número. As informações são do WWF

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Renas são amarradas e forçadas a puxar trenó em shopping center

Foto: Instagram
Foto: Instagram

Duas renas foram acorrentadas a um trenó e puxadas ao redor de um shopping durante um desfile de Natal que provocou indignação e revolta nos clientes do local.

O Shopping Grafton Shoppingworld, no norte de Nova Gales do Sul, na Austrália, realizou seu desfile festivo anual na quinta-feira (5).

As renas foram desfiladas pelos manipuladores por duas horas, enquanto estavam acorrentadas ao trenó e conduzidas por uma corda.

As crianças paravam repetidamente os animais para que pudessem tirar uma foto como lembrança do feriado com elas.

Mas os usuários das mídias sociais demonstraram descontentamento com o episódio e disseram que a gerência do centro deveria ter “vergonha de si mesma” por patrocinar tal ato “nojento”.

Uma pessoa disse em um comentário: “Qualquer lugar que explora animais dessa maneira não é um lugar onde eu faria minhas compras. Vocês deveriam ter vergonha de si mesmos”.

Foto: Instagram
Foto: Instagram

“Todos os outros shopping centers conseguem celebrar perfeitamente o Natal sem trazer renas reais a um ambiente não natural. Repugnante”.

Outra pessoa disse: “O Grafton Shoppingworld decidiu que o abuso de animais é um grande presente para as pessoas neste Natal. Eles acorrentaram renas para divertir as pessoas”.

Outro comentarista nada satisfeito com a situação disse: “É necessário colocar esse pobre animal no shopping lotado e barulhento? Não. É crueldade com animais”.

Foto: Instagram
Foto: Instagram

Mesmo assim, o Grafton Shoppingworld disse ao 7news.com.au que o evento foi “bem recebido” e os animais foram tratados adequadamente e que o shopping possui ar-condicionado”.

“Eles foram puxados por uma equipe de manuseio registrada na RSPCA (entidade de proteção animal), amarrados a um trenó e pais e filhos tiveram a oportunidade de acariciar os animais sob a supervisão de seus tratadores na conclusão do desfile”, disse o porta-voz do shopping.

“O Grafton Shoppingworld garantiu que a equipe de manejo cumprisse os protocolos de gerenciamento dos animais e estivesse satisfeita com os cuidados prestados às renas durante sua breve aparição”.

Foto: Animal Logic
Foto: Animal Logic

O Grafton Shoppingworld disse que as renas ficaram nas lojas por duas horas e eram alimentadas e bebiam água oferecida pelos manipuladores.

O Daily Mail Australia entrou em contato com Grafton Shoppingworld para obter comentários adicionais. As informações são do Daily Mail.

Foto: Blendspace
Foto: Blendspace

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Ovelha que fugiu do cativeiro vive há cinco anos sozinha e saudável na floresta

A ovelha Maggie é retratada descansando nas florestas do vale de Jonas, no estado alemão central da Turíngia | Foto: CEN/jonastalschaf
A ovelha Maggie é retratada descansando nas florestas do vale de Jonas, no estado alemão central da Turíngia | Foto: CEN/jonastalschaf

Esta corajosa e decidida ovelha fugitiva que vive sozinha na floresta há cinco anos acumulou cerca de 24 kg de lã fedorenta nas costas que a ajuda a manter lobos e predadores afastados.

A ovelha Maggie é frequentemente vista andando pela floresta por caminhantes no Vale de Jonas, situado no distrito de Ilm-Kreis, localizado no estado alemão central da Turíngia.

A andarilha coberta de lã costuma chegar à beira da estrada para surpreender os motoristas, mas sempre volta correndo para a floresta para se manter segura.

Foto: CEN/jonastalschaf
Foto: CEN/jonastalschaf

A ovelha tornou-se uma sensação mundial e agora tem sua própria página no Facebook.

Maggie encontra comida na floresta e muitas vezes é vista pacificamente passando o tempo no local que escolheu para viver.

Acredita-se que a massa de lã da ovelha seja agora tão espessa e fedida que mantém os lobos e outros predadores da floresta afastados.

Foto: CEN/jonastalschaf
Foto: CEN/jonastalschaf

O pastor local Gerhard Schuh, 59, disse: “As ovelhas realmente precisam ser cortadas. A lã absorve muita água e o animal pode ficar doente”.

O pelo do animal também pode ficar embaraçado na vegetação rasteira e prendê-la, fazendo com que possa morrer de fome.

“Quem se importa com a ovelha deve realmente ajudar a capturá-la”, acredita ele.
Christin Bayer, que fundou a página do Facebook e nomeou a ovelha Maggie, disse: “Viajo para trabalhar todos os dias nessa estrada. Chamei a ovelha de Maggie por achar que lhe servia bem. Eu presumi que ela é mulher”.

Foto: CEN/jonastalschaf
Foto: CEN/jonastalschaf

“Decidi criar uma página no Facebook para as pessoas enviarem fotos dela. Não demorou muito para que os usuários começassem a enviar diversas fotos”.

“Uma vez a vi deitada ao sol. Ela é frequentemente vista passeando ao lado da estrada”.

Foto: CEN/jonastalschaf
Foto: CEN/jonastalschaf

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