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Fotógrafo captura as últimas imagens “rainha dos elefantes”

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

O fotógrafo Will Burrard-Lucas acaba de lançar uma série de fotografias com um dos últimos representantes dos elefantes chamados “tusker” (com presas de marfim mais longas que os demais), espécie que acredita-se que restem menos de 20 animais na Terra.

A “rainha dos elefantes” como o fotógrafo a chamava, morreu logo após ele ter tirado as fotos. Ela vivia em Tsavo, na região do Quênia (África).

Elefantes africanos são chamados de “tuskers” ou “big tuskers” quando possuem longas presas de marfim, tão compridas que chegam a alcançar o chão.

“Esse tipo de elefante é muito raro nos dias de hoje, exatamente porque são suas presas enormes que fazem deles os principais alvos dos caçadores de troféus”, disse Mark Jones, da ONG Born Free Wildlife, à BBC.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Como esses animais são frequentemente mortos antes de chegarem ao seu auge reprodutivo, os genes das presas longas estão sendo eliminados das populações de elefantes, e nós poderíamos muito bem estar vendo o último deles nessa imagens”, revela ele.

Há apenas dois anos caçadores mataram um elefante de 50 anos que era um dos últimos, com presas longas, que vivia nessa mesma região.

É notável, então, que esta elefanta tenha vivido mais de 60 anos e ainda morrido de causas naturais.

“Ela sobreviveu a períodos terríveis de caça e foi uma vitória que sua vida não tenha sido encerrada prematuramente por uma armadilha, bala ou flecha envenenada”, escreveu Burrard-Lucas em um post no seu blog.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Se houvesse uma rainha dos elefantes, certamente teria sido ela”

Graças a colaboração da organização de conservação da vida selvagem Tsavo Trust e do Kenya Wildlife Service, Burrard-Lucas conseguiu rastrear a elefanta após vários dias de buscas de carro e um avião de reconhecimento.

Burrard-Lucas usou sua BeetleCam (câmera besouro, na tradução livre), construída por ele mesmo e operada por controle remoto, para conseguir fotos em close da elefanta.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Eu olhei para a visualização ao vivo do meu monitor sem fio e tive que me beliscar”, escreveu ele.

“Foi uma sensação de privilégio e euforia que vai ficar comigo para sempre”.

Burrard-Lucas publicará imagens da rainha dos elefantes e outros elefantes de presas longas em seu livro “Land of Giants” (Terra de Gigantes, na tradução livre), que será lançado em 20 de março no Reino Unido.

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Projeto fotográfico inspirador destaca mulheres que lutam pelos direitos animais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Jo-Anne McArthur

A sociedade inflige uma extrema crueldade aos animais. Porém, é encorajador saber que há pessoas dispostas a defender o que é certo e tornar o mundo um lugar melhor para todos. No que diz respeito à defesa dos animais, há muitos indivíduos inspiradores que trabalham incansavelmente para promover mudanças tangíveis.

Um deles é a aclamada fotojornalista Jo-Anne McArthur. Seu inspirador projeto We Animals e seu livro posterior abordam algumas das mais terríveis indústrias que exploram animais, incluindo a pecuária, instalações que promovem o cativeiro, a criação de animais em fazendas de pele, entre outras. A força e resiliência de McArthur são verdadeiros testamentos para qualquer pessoa envolvida nos direitos animais.

Como uma sequência de We Animals, McArthur juntou-se a Keri Cronin, da Brock University, para criar uma plataforma multimídia que visa “reconhecer e celebrar as mulheres na vanguarda da defesa dos animais, tanto no contexto contemporâneo como histórico”. De acordo com o One Green Planet, a iniciativa chama-se Unbound Project.

Compartilhando histórias

O Unbound Project apresenta uma série de mulheres incríveis que se dedicam aos direitos e liberdade dos animais. Suas histórias são únicas, mas todas compartilham a mesma ambição de emprestar sua voz àqueles seres que sofrem em silêncio.

Foto: Jo-Anne McArthur

Patty Mark, fundadora da organização australiana Animal Liberation Victoria foi destaque no projeto em outubro de 2016.

A libertação animal tem sido vista há muito tempo como algo negativo pela sociedade e muitas vezes é percebida como violenta e destrutiva devido às invasões de ativistas em instalações que abusam de animais.

Patty Mark criou com êxito uma nova forma de libertação conhecida como “resgate aberto ” em que “não há tentativa de esconder ou evitar a detecção. Aqueles que participam de resgates abertos dependem de imagens de vídeo não só para mostrar as condições deploráveis dos animais, mas também a importância de fornecer cuidados imediatos e atenção aos animais negligenciados e escravizados”.

Está se tornando impossível que essas indústrias que perpetuam a crueldade se mantenham escondidas. Mulheres como Mark tiveram um enorme impacto na defesa dos animais e abriram muitas portas para as pessoas conhecerem realidade.

Piia Anttonen administra o Tuulispää Animal Sanctuary, um lar de repouso e abrigo para animais resgatados de fazendas na Finlândia. Ela foi destaque do Unbound em setembro de 2016. Anttonen fundou o santuário em 2012 depois de assistir a um leilão de cavalos local.

Foto: Jo-Anne McArthur

Ela testemunhou a triste realidade de cavalos indesejados que são descartados como lixo quando não são mais considerados úteis por seus responsáveis. Naquele momento, sua percepção sobre animais mudou drasticamente.

Percebendo que havia uma necessidade constante de ajudar “os idosos, os doentes, os abusados e os negligenciados”, Anttonen criou um lugar onde todos os animais podem viver em paz, sem danos e sofrimento.

Desde 2012, ela tem ajudado dezenas de animais em necessidade, incluindo cavalos, vacas, ovelhas, cabras, patos, galinhas, galos, coelhos, porquinhos da índia, cães e gatos. Todos eles vivem em completa harmonia e aproveitam a vida ao máximo. Em 2014, o trabalho altruísta de Anttonen foi recompensado com dois prêmios: o Prêmio Topelius de proteção animal e o Prêmio de Melhor Ação de Proteção Animal.

Anttonen promove o veganismo e tem a esperança de um dia criar um centro educacional no santuário para aumentar a conscientização sobre a realidade dos animais explorados em fazendas.

Promovendo a participação das mulheres na História

Foto: Jo-Anne McArthur

McArthur e Cronin não só reconhecem as mulheres atualmente ativas na defesa dos animais, mas também as que atuaram em outra época. A autora de “Little Women”, Louisa May Alcott é um exemplo.

Alcott escreveu sobre uma situação de compaixão que testemunhou em 1870 e mostra o sofrimento dos animais. Animais explorados em uma fazenda, incluindo ovelhas, estavam em perigo visível em um dia de verão quente, confinados em um vagão estreito. A autora observou enquanto duas crianças deram água e grama fresca aos animais em pânico.

Ela observou que desejava “poder ter dito a essas crianças de coração bondoso o quanto sua compaixão transformou aquele lugar quente e barulhento em um lugar belo”. Histórias como estas servem para chamar a atenção para a ideia de que a compaixão e bondade com todos os animais não são conceitos novos. Em uma sociedade dominada por fazendas industriais em grande escala, a necessidade de maior sensibilização e do ativismo é vital.

O Unbound Project está em constante evolução conforme Jo-Anne McArthur e Keri Cronin entrevistam mulheres que estão na linha de frente dos direitos animais em todo o mundo.

O objetivo do projeto não é apenas compartilhar essas histórias, mas também motivar os leitores a se envolverem na defesa dos animais, “para demonstrar com estes exemplos inspiradores como todos nós podemos fazer a diferença para os animais com quem compartilhamos este planeta”.

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Você é o Repórter

Projeto fotográfico ilustra a triste realidade sobre o abandono de animais

Luciano Stabel
luciano@fotografoprotetor.com.br

Foto: Reprodução YouTube
Foto: Reprodução YouTube

O fotógrafo Luciano Stabel, conhecido como “Fotógrafo Protetor”, mantém um trabalho de conscientização que visa dar um novo foco para os animais carentes. Em sua página no Facebook ele divulga casos de cães e gatos que precisam de ajuda, que estão em situação de abandono, em clínicas ou abrigos aguardando por uma chance de serem amados novamente. Recentemente, Luciano desenvolveu um vídeo no Canadá, intitulado “I used to be happy” (Eu costumava ser feliz), que traz como tema central a questão do abandono.

Através das imagens, Luciano tenta sensibilizar as pessoas a respeito desse fato lamentável. Assista:

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Animais resgatados em busca de lar participam de ensaio fotográfico em Goiânia (GO)

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O 19º Evento de Adoção, realizado pelo Grupo Miau Auau no Shopping Estação Goiânia, será promovido neste domingo (27), das 9h às 14h, com uma novidade: um desfile com os animais resgatados.

Além de estarem disponíveis para adoção, desta vez em torno de 80 cães e gatos resgatados pela associação sem fins lucrativos desfilarão figurinos criados pela estudante de Design de Moda da Universidade Federal de Goiás (UFG), Jovanna Caceres.

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Os animaizinhos desfilarão looks em clima natalino, como as fantasias de Papai e Mamãe Noel da Cantinho de Cachorro, e criações de Jovanna Caceres, que desenvolveu uma coleção especialmente para a ocasião, intitulada “Guardiões”, com peças fofas nas cores azul e branco, que remetem à figura de anjos. “Já queria seguir carreira no mercado pet e quando surgiu a oportunidade de participar do evento vi que usar essa temática seria ideal. Pretendo mostrar que ter um animal ao seu lado é algo divino”, conta.

Além de curtir o desfile, quem passar pelo shopping neste domingo ainda poderá adotar um novo amigo. Todos os animais resgatados pelo Grupo Miau Auau foram abandonados ou vítimas de maus-tratos e são castrados, vacinados e vermifugados pelos voluntários.

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Como adotar um animal implica em uma série de responsabilidades, entre as quais alimentação adequada e visitas periódicas ao veterinário, o grupo impõe alguns critérios: ter mais de 18 anos, levar documentos pessoais e comprovante de endereço, e passar por uma triagem.

Assim, é possível saber se o animal será bem cuidado e não voltará para a rua. Também é cobrada uma taxa de R$ 30, revertida para os trabalhos do próprio Miau Auau.

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O coordenador de marketing do Shopping Estação Goiânia, Ulisses Borges, ressalta a relevância do trabalho que o Grupo Miau Auau presta para a sociedade e lembra que o centro de compras faz questão de sediar os eventos de adoção. “Os voluntários fazem um lindo trabalho ao resgatar e cuidar desses cães e gatos. Nós do shopping queremos ajudá-los nessa importante tarefa de encontrar uma casa para eles”, afirma.

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Fonte: Curta Mais

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Cães que sofreram maus-tratos estrelam ensaio fotográfico

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Conhecido por seu trabalho no mundo da moda, o fotógrafo Richard Phibbs se sensibilizou com a causa da ONG Humane Society de Nova York e ofereceu seu serviço como voluntário.

O resultado deu origem à exposição “Rescue me” (Resgate-me), que mostra os cães abandonados nas ruas ou que sofreram maus-tratos recolhidos pela ONG na esperança de encontrar um novo tutor para eles.

As fotos são tocantes e mostram em os animais, que tiveram uma vida de dor e sofrimento, em poses capazes de derreter até os corações mais duros. Veja:

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Fonte: Ego Globo

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Projeto fotográfico registra as personalidades adoráveis de cães que vivem em abrigo

Por Laura Dourado / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Richard Phibbs
Richard Phibbs

O fotógrafo Richard Phibbs conheceu a cachorra Cosita na Humane Society de Nova York (EUA), uma ONG que abriga e cuida de animais abandonados. Cosita foi abandonada na época e o abrigo era provavelmente o local mais seguro em que ela já esteve. Ela foi encontrada amarrada em uma árvore no México e, quando resgatada, Cosita estava doente, mas uma equipe dedicada lhe ofereceu cuidados até que ficasse completamente saudável.

A história de Cosita não é de uma tragédia, mas de redenção, já que depois que Richard Phibbs tirou sua foto ela foi adotada e levada para um lar em Upper East Side, em Manhattan.

Richard Phibbs
Richard Phibbs

O projeto de Phibbs, “Rescue Me”, foi publicado pela Aperture – uma editora e centro fotográfico sem fins lucrativos – e é um livro de fotografias que mostra cachorros em abrigos e as pessoas que os resgataram. O fotógrafo é um voluntário na HSNY e presenciou casos de abuso, negligência e abandono, mas, por causa disso, também conheceu o espírito resiliente que vibra dentro de cada cão resgatado.

O amor e empatia de Phibbs pelos animais é visível em todas as fotos de Rescue Me. Inclusive, o cachorro Finn o conquistou tanto que ele acabou adotando-o.

Richard Phibbs
Richard Phibbs

O livro é composto por algumas das mais belas fotos do artista, junto com as histórias de cada cão. Alguns deles encontraram lares, outros ainda estão esperando. A Humane Society não pratica a morte induzida em cães saudáveis, mesmo que a adoção deles demore. Alguns esperam anos até encontrarem a pessoa certa.

Richard Phibbs
Richard Phibbs

Rescue Me é certamente sobre cachorros, mas é também sobre pessoas. Maus-tratos a animais e negligência são sinais dolorosos de como os seres humanos erraram com as outras espécies. Porém, o movimento para melhorar o bem-estar animal e incentivar as adoções ao invés do comércio é uma luz de esperança. Talvez possamos a reaprender como ser pessoas através dos animais.

Richard Phibbs
Richard Phibbs
Richard Phibbs
Richard Phibbs

O projeto é para todos os cachorros que foram resgatados e, além disso, para todos que experimentaram a bondade. A dedicatória do livro diz: “Dedicado a todos os cães de abrigos nesse planeta que nunca tiveram uma chance”.

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Em ensaio fotográfico emocionante, menininha se despede de seu cachorro

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Você já deve ter ouvido a frase: “o cachorro é o melhor amigo dos humanos” e para a pequena Lynn Bakker, 6 anos, ela é verdadeira. Ela conhece seu melhor amigo, o buldogue Jaden, desde que nasceu. Em um ensaio fotográfico emocionante, a menininha pôde se despedir do animal, que morreu um dia depois do aniversário dela, no dia 8 de setembro. As imagens foram feitas pelo fotografo Jeffrey Bakker, pai da pequena, em Den Helder, na Holanda.

Em entrevista ao Daily Mail, Jeffrey disse que o cão deixava Lynn fazer o que quisesse. “Ela poderia fazer tudo, de sentar
nele até colocar acessórios. Algumas fotos estão bem engraçadas”, contou. Porém o animal estava velho, com quase 14 anos, e já não enxergava direito, quase não andava e estava surdo.

O homem contou que a menina ficou extremamente triste com a morte do amigo, mas que era importante ela entender que esse é o processo natural da vida. “Lynn está devastada. Todos estávamos muito tristes vê-lo ir. Ele nos faz uma falta terrível. Esta é a vida e, infelizmente, nós perdemos as pessoas que amamos. Era importante ela entender isso e ter a chance de dizer adeus”, completou.

O pai lembra ainda que no começo Lynn estava muito triste, mas que agora ela só fala das boas lembranças que têm com o melhor amigo. “Nós esperamos que seja sempre assim, que ela tenha boas lembranças”, disse. Ele também falou como surgiu a ideia do ensaio fotográfico. “Eu queria documentar Jaden e Lynn juntos porque ele era muito velho e eu não sei quanto tempo ele tinha ainda. Como ela é jovem, eu não queria que ela para esquecesse essa amizade especial”, contou.

“Tenho certeza de que Jaden sempre terá um lugar especial no coração de Lynn. Esperamos que as fotos seja um tributo a Jaden, no qual podemos olhar para trás com prazer”, completou.

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Fonte: O Viral

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Ensaio fotográfico questiona a prática de separar cadelas de seus filhotes

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Da mesma forma que seres humanos, os cães dão à luz todos os dias, porém ao contrário de mães humanas eles raramente conseguem manter seus bebês, que normalmente são adotados.

No entanto, segundo matéria do Care2, uma foto colocou essa prática em discussão. O instinto maternal dos cachorros pode ter sido violado durante todo esse tempo?

A imagem era de Lilica, uma cadela brasileira que teve sua maternidade registrada. O ensaio foi feito pela fotógrafa Anna Paula Grillo e mostra semelhanças com retratos da maternidade de pessoas famosas: pouca roupa (no caso de Lilica, apenas um colar com uma flor rosa) e a futura mãe mostrando sua barriga com um olhar brilhando de alegria.

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Apenas um dia depois que as fotos fizeram amantes de cachorros, de todas as partes do mundo clicarem nos botões ‘’curtir’’ e ‘’compartilhar’’ do Facebook, Lilica deu à luz.

Em seguida, Grillo fez outra sessão de fotos apresentando os filhotes da cadela. Em uma das imagens, Lilica aparece acima de seus cinco filhotes – quatro do sexo masculino e um do sexo feminino – com um semblante de orgulho.

A cadela também parece retratar um papel protetor enquanto os filhotes cochilam. Em outra fotografia, os filhotes se alimentam e Lilica mostra uma enorme felicidade.

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

As fotos dão a impressão de que a cadela seria devastada caso se separasse de seus bebês.“É muito difícil dizer o que um animal sente porque temos de ter cuidado para não antropomorfizar “, explica o Dr. Patrick Mahaney. “Cada animal passa por um processo de luto depois que algo ou alguém querido é tirado dele”.

“É contra a natureza para levá-los longe da mãe e também pouco saudável porque os filhotes precisam ser alimentados pela mãe e receber os anticorpos que só ela pode lhes fornecer”, completa Mahaney.

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Imagens

Ensaio fotográfico baseado na fábula "O Cão e a Raposa".

Lindo trabalho da fotógrafa Jinky Art que engrandece a amizade entre a raposa e o cão, representados pela garotinha Sacha fantasiada de raposa juntamente com o seu cãozinho da raça Basset Hound.

A fábula escrita por Daniel P. Mannix em 1967 ganhou uma versão suavizada em desenho produzido por Walt Disney. A animação foi lançada em 1981 e faz sucesso até hoje.

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