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Startup quer tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis em toda a Índia

O empresário de 22 anos, fundou inicialmente a marca vegana Goodmylk usando a cozinha de sua mãe, ele revela que tem como missão tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis para todos e em todo o país.

Rangan que é vegano, confessa que surpreendeu-se com a receptividade e a alta demanda do público indiano por produtos base de vegetais. Ele tornou-se recentemente o empresário indiano mais jovem a entrar na lista de 30 nomes de empreendedores de sucesso com menos de 30 anos da Forbes Asia.

Em 2016, o jovem empreendedor, fundou a marca Goodmylk, uma empresa vegana que oferece entrega em domicílio de produtos como leite à base de vegetais, manteiga e requeijão.

Café e panquecas veganas | Foto: Goodmylk
Café e panquecas veganas | Foto: Goodmylk

“É empolgante ver que há reconhecimento pelo trabalho que nos propusemos fazer – tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis em preço e disponíveis para aquisição na Índia”, afirmou Rangan no Instagram.

“Estou impressionado e repleto de gratidão hoje. Cada mentor, fornecedor, membro da equipe, investidor, familiar, cliente e simpatizante, essa é uma conquista de todos nós”.

O verdadeiro sucesso é quando somos capazes de começar de baixo e vencer. ”Durante os estágios iniciais do negócio, Rangan viajou quilômetros em sua scooter elétrica para entregar seus produtos veganos – que ele fazia com a mãe na cozinha de sua casa em Bangalore.

Em 2018, a Rangan conseguiu levantar 400 mil dólares em capital de investimento para expandir seus negócios.

Foto: Goodmylk
Soothie vegano| Foto: Goodmylk

“Eu não vejo sentido quando as pessoas dizem que você tem que desistir de alguma coisa para ser vegano. Eu não abri mão de nada. Eu só substituí algumas coisas por coisas melhores”.
Rangan postou uma foto de si mesmo no Instagram vestindo uma elegante jaqueta de couro sintético.

“Se ganhei alguma coisa, ganhei foi um propósito, ganhei um estilo de vida onde consegui tornar o mundo um lugar melhor e ganhei uma comunidade onde me sinto em casa”.

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Jornalismo cultural, Notícias

Vegano entra na lista da Forbes como um dos empreendedores mais promissores com menos de 30 anos

“Ganhei um propósito, um estilo de vida em que posso tornar o mundo um lugar melhor” (Foto: Divulgação)

Aos 22 anos, o empreendedor vegano Abhay Rangan, de Bangalore, na Índia, está na edição deste ano da “30 Under 30 Asia”, da Forbes, que lista os empreendedores asiáticos mais promissores com menos de 30 anos. Rangan é o fundador da marca vegana Goodmylk, que realiza serviços de entrega de leites vegetais e manteigas vegetais, entre outros produtos livres de qualquer ingrediente de origem animal.

Rangan foi premiado não apenas por investir em um mercado considerado promissor, mas também por suas preocupações éticas e sociais. Em sua conta no Instagram, ele celebrou dizendo que é empolgante ser reconhecido por um trabalho que consiste em tornar alimentos baseados em vegetais mais acessíveis aos indianos, inclusive em relação aos preços.

Há dois anos, o jovem empreendedor percorria dezenas de quilômetros para realizar a entrega de seus produtos em uma scooter. Tudo era preparado por ele e por sua mãe na cozinha de casa. Mas a situação mudou no ano passado, quando Abhay Rangan conseguiu investimento de 400 mil dólares para expandir o negócio.

“Eu acho tolice quando as pessoas dizem que você precisa desistir de algo para ser vegano. Eu não perdi nada. Só substitui algumas coisas por coisas melhores. Ganhei um propósito, um estilo de vida em que posso tornar o mundo um lugar melhor”, declarou.

A Forbes define Rangan como um defensor dos direitos animais na Índia desde os 16 anos, e que depois de administrar uma organização sem fins lucrativos pautada no veganismo, lançou a Goodmylk em 2016 com a missão de criar alternativas aos lácteos acessíveis e livres de crueldade. “Rangan criou originalmente cada produto da Goodmylk com a mãe na cozinha de sua casa, mas seus alimentos à base de vegetais já chegam a milhares de famílias em todo o país”, informa.

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Katrina Fox
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Nova colaboradora da revista Forbes escreve sobre veganismo e empreendedores do setor

“Estou realmente satisfeita e entusiasmada por uma mídia tão renomada estar interessada em fazer uma cobertura regular do setor vegano”, disse Fox à VegNews.

Katrina Fox
Foto: Reprodução, VegNews

“Espero que isso encoraje os empreendedores existentes a veganizar seus negócios e inspire alguém a pensar em começar um negócio e ir atrás dos princípios veganos”, acrescentou.

Fox – que é jornalista há bastante tempo e fundadora da companhia de consultoria Vegan Business Media – se aproximou dos editores da Forbes e mostrou que o setor à base de vegetais está crescendo rapidamente e necessita de uma cobertura editorial regular. Os editores concordaram com sua ideia.

“Há tanta inovação fantástica nesse setor no momento e, quanto mais conseguirmos que a comunidade dos negócios embarque nisso, mais chances temos de acabar com o uso, o abuso e a exploração de animais ao fornecer alternativas à base de plantas”, completou.

O primeiro texto de Fox  – intitulado “Você deve vender sua marca impulsionada por uma missão para uma empresa maior que não compartilha seus valores?” – foi publicado recentemente. Este é um tópico oportuno após a marca japonesa Otsuka adquirir a marca de queijos veganos Daiya Foods por US$ 325 milhões.

Fox será uma palestrante na Série de Conferências de Liderança de Mulheres Veganas Empoderadas – um evento destinado a empoderar mulheres veganas – no dia 17 de Março em Sydney, na Austrália.

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Forbes destaca mulheres que desafiam a indústria de alimentos

Por Andressa Aricieri | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

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Em uma publicação recente a revista norte-americana Forbes destacou a ascensão de líderes femininas que estão forjando o futuro da indústria global de alimentos. O autor da publicação, Michael Pellman Rowland, delineou como o movimento de comida sustentável aborda questões urgentes como saúde e meio ambiente. Antes de anunciar as dez mulheres que lideram este movimento, sendo nove delas engajadas em indústrias veganas ou a base de plantas e vegetais, Rowland elogiou a empresária vegana Miyoko Schinner, por seus queijos à base de vegetais, August Vega, fundadora da companhia de leites vegetais Malk e Michelle Simon, diretora executiva do grupo Plant Based Food Association, entre outras, por suas habilidades empreendedoras e éticas.

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