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Tratamentos com florais ajudam a reduzir o estresse dos animais

Tratamentos com florais auxiliam na redução do estresse dos animais. A gata Doce teve dificuldade para se adaptar ao novo lar quando, aos quatro meses de idade, chegou à casa de Marcia Rissato. Com o uso dos florais, ela melhorou. E quando precisa ser submetida a situações estressantes, como as idas ao veterinário, é um floral que acalma a gata.

(Foto: iStock | alessandro_pinto/)

“Assim como os humanos, os animais têm emoções, e o sistema de florais de Bach parte desse princípio. Por exemplo, saudade é saudade, seja no ser humano ou no animal. O medo que algumas pessoas podem ter de andar de avião, alguns gatos ou cachorros também têm”, explica Marcia, que conta que o próprio Bach aplicava os florais em um cachorro tutelado por ele.

Antes de aplicar o floral, no entanto, é preciso entender o que sente o animal. Quando Marcia trouxe Marie, outra gata, para casa, a tutora acreditou que Doce havia ficado com raiva e, por isso, passou a tratá-la com o floral Holly. Entretanto, semanas se passaram e o animal não apresentou melhora. Foi então que o filho da terapeuta floral que atende as gatas tuteladas por Márcia afirmou que talvez Doce não estivesse com raiva, mas com mágoa. Com a mudança do floral, a gata mudou de comportamento e passou a se aproximar de Marie.

O efeito do floral costuma aparecer a partir da primeira semana de posologia. É preciso colocar duas gotas na água dos animais uma vez ao dia ou duas gotas na boca deles três vezes ao dia. As informações são do portal O Globo.

“O doutor Bach dizia que a gente também tem que tratar a causa da doença física. Portanto, o papel dos veterinários é importante. Os tutores precisam de muita sensibilidade para identificar a causa das reações dos animais”, explica Marcia, que lançou um curso on-line que auxilia tutores a identificar os sentimentos dos cachorros e associá-los aos florais adequados. Um curso focado em gatos deve ser lançado em breve.

Além dos florais, foram criados também medicamentos que podem ser oferecidos aos animais de forma menos estressante. Um filme oral que contém a dose necessária de uma determinada fórmula é um deles. A película gruda no céu da boca do animal e dissolve sem a necessidade de água ou risco de engasgo. A pasta aplicada na pata dos gatos, para que eles possam lambê-la e, assim, ingerir o remédio, também é uma opção. Além de biscoitos atrativos aos animais.

“Temos também géis. Vemos quais as formas possíveis para o princípio ativo usado no medicamento. É tudo personalizado”, explica Flavia Scistowicz, dona da DrogaVet no Rio de Janeiro, que comercializa os produtos.

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Florais para cães: conheça os benefícios do tratamento

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A busca por tratamentos alternativos para doenças, tanto físicas quanto psicológicas, está cada vez mais comum. Por causa disso, inúmeras pessoas têm preferido utilizar florais ao invés de remédios tradicionais. E, como os animais domésticos fazem parte da família, isso não seria diferente para eles.

O objetivo do tratamento com florais é tornar emoções e comportamentos negativos, como pânico, medo, ciúme e agressividade, em algo positivo. Mas, para que o tratamento dê certo, o tutor precisa prestar atenção ao seu comportamento perante o animal para não atrapalhar a ação dos florais.

“Um cachorro dependente, por exemplo, apresenta este comportamento por causa do excesso de atenção que recebe do seu tutor. Essa atenção, por sua vez, é secundária à carência do tutor, gerando um ciclo de desequilíbrios”, explica a médica veterinária Jackline Pinto.

Para o tratamento deste e de outros desequilíbrios emocionais, o uso do floral de Bach é altamente recomendado pelos especialistas. Ele combina até sete das 38 essências disponíveis, todas extraídas de flores específicas da Inglaterra. O ideal é que um especialista monte a fórmula do floral para cada cão para que ele obtenha o efeito desejado. “Usar o floral errado não fará mal ao animal, mas, muitas vezes, os florais caem em descrédito por causa disso”, lamenta especialista.

Os animais costumam mostram os feitos positivos dos florais mais rapidamente do que os seres humanos. Isso acontece, principalmente, por não possuírem bloqueios mentais negativos, como desacreditar no funcionamento do tratamento, por exemplo. O ideal é que o tratamento dure, no mínimo, três meses. “Ao final de cada frasco, o problema do animal deve ser reavaliado por um especialista para checar se é necessário trocar a formulação”, orienta Jackline.

Normalmente, o animal deve tomar quatro gotas, quatro vezes ao dia. O tutor pode pingar diretamente na gengiva, levantando a prega labial lateral, ou colocar dez gotas na água mineral, que pode ser tomada ao longo do dia. Seu uso não tem contraindicações, servindo para todos os animais e idades. Os frascos devem ser mantidos em local seco e com temperatura ambiente e possuem um prazo de validade de 20 dias, no caso dos florais manipulados.

Fonte: Pet Cidade

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Saiba como ajudar animais traumatizados pelo abandono

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Muitos cachorros são abandonados todos os dias no Brasil. A grande maioria dos casos as pessoas simplesmente não tomam conhecimento, salvo raras exceções nas quais eles conseguem comover a opinião pública aparecendo na mídia de alguma forma. Mas o fato é que o abandono dos animais domésticos ainda é uma triste realidade.

E quando adotamos um animal abandonado e recebemos visitas em casa ou os levamos para passear, pode ser algo constrangedor, já que muitos animais estranham a quantidade de pessoas ao redor, o que pode resultar em comportamento agressivo e perda de controle do tutor sob o animal.

Este comportamento pode ser tanto de animais comprados ou adotados, mas se tratando de animais que foram abandonados nas ruas, a maneira como eles se comportam está ligada principalmente ao seu passado, que em muitos casos trazem lembranças ruins de sofrimento, violência e inúmeros maus-tratos.

Animais que são abandonados nas ruas são sempre os casos mais difíceis, em que a adaptação a um novo lar que lhe dê carinho, respeito e bons cuidados pode ser interpretada de forma errada pelo animal, que sempre viveu com medo, exigindo de seu novo tutor paciência e conhecimento para ensinar as novas regras da casa.

Se você for adotar um cãozinho ou gatinho de centro de zoonoses ou até mesmo retirá-los das ruas, siga essas dicas para garantir um ambiente agradável para ele e para a família.

Marque uma consulta com o seu veterinário de confiança. Peça para ele checar se está tudo bem com o animal, se será necessário fazer algum exame. Se você não souber nada do histórico do animal, peça a ajuda do veterinário para determinar uma idade aproximada e quais vacinas ele pode tomar e com que frequência. A consulta com o veterinário deve ser realizada antes de colocar o animal adotado ou resgatado em contato com outros animais.

Se o animal apresentar comportamento agressivo ou muito retraído, não deixe de pedir a ajuda do veterinário para saber lidar com essas situações. Manter o animal preso a uma coleira ou ficar o tempo todo com ele próximo a você não fará tão bem nesta nova fase. Não deixe de se informar!

Em casa, avise os familiares que eles terão um novo membro e prepare o ambiente para o mais novo morador. Reserve um cantinho para colocar a caminha, comedouro e bebedouro.

Se na sua casa houver crianças pequenas, ensine-as a respeitar o animal, não machucá-lo. Explique o porquê de não poder puxar o rabo, bater no animal e a fazer tantas outras traquinagens. Por ter vindo das ruas, os animais podem ser dóceis o tempo todo, afinal estamos dando carinho a eles, mas eles podem se irritar pelo simples fato de uma criança estar próxima, então vá preparando o terreno para ambos aos poucos, até todos se conhecerem. Nunca deixe a criança sozinha com o animal e observe sempre onde ela vai colocar a mão e o que ela oferece ao animal.

Se você estiver pensando em viajar nos próximos dias, previna-se e peça ajuda de algum familiar ou vizinho para ajudar a cuidar do animal. Existem muitos hotéis para animais, mas nem sempre temos dinheiro disponível para mais esta despesa.
Dar carinho e atenção é a melhor maneira de conquistar a confiança do animal. O que eles mais querem é ter uma vida saudável, longe de maus-tratos e sofrimentos, perceba a reação do animal sempre que você se aproximar para dar comida e atenção a ele. É neste momento que você verá o quanto ele está grato pela ajuda.

O período em que há mais animais abandonados nas ruas é durante o verão, e pode parecer mentira, mas muitas famílias viajam neste período e abandonam seus animais nos mais diversos locais. Muitas famílias também abandonam seus animais porque vão se mudar para uma casa menor ou apartamento, ou o incômodo com os latidos dos cães a noite, reclamações de vizinhos e até mesmo o desconhecimento das responsabilidades necessárias na hora dos cuidados básicos de saúde, higiene e alimentação.

Há ainda pessoas que abandonam seus animais quando eles estão ficando velhos. Esta é uma das fases em que eles mais precisam de nossa atenção e ajuda. Parecidos com os seres humanos, os animais se tornam ainda mais dependentes nesta fase da vida, precisando de cuidados especiais, acompanhamento médico com um intervalo menor e em alguns casos medicação controlada. Devido a idade, alguns animais perdem todos os dentes, sendo necessária a preparação de uma alimentação diferenciada, com rações balanceadas para a idade e o porte do animal.

O número de pessoas que acolhem os animais abandonados e tentam incansavelmente conseguir um lar para nossos amigos é grande, o que nos conforta, já que sabemos que existem milhares de pessoas espalhadas por todos os lugares que querem garantir a felicidade de tantos animais e famílias.

Infelizmente os animais não sofrem maus-tratos apenas enquanto estão nas ruas. Eles podem ter passado por situações de violência ocasionadas pela família com que conviviam também. Por isso é muito importante saber lidar com animais que tenham indícios de traumas sofridos por pessoas ou pela vida nas ruas.

Ajudar um animal acolhendo-o em casa como mais um membro da família, ou até mesmo levando ele para um centro de zoonoses e ONGs que acolhem animais abandonados, será uma grande ajuda, tanto para a sociedade que tem pessoas que querem cada vez menos ver animais abandonados nas ruas, como também para eles, nossos eternos amigos que serão gratos pela ajuda que você está dando.

Ajuda usando florais

“Os florais podem ajudar tanto na reação positiva ao tratamento médico quanto nos problemas emocionais gerados com os traumas sofridos”

Além dos tratamentos veterinários necessários para a recuperação destes animais, os florais podem ajudar tanto na reação positiva ao tratamento médico quanto nos problemas emocionais gerados com os traumas sofridos.

Generalizando um pouco, seguem alguns exemplos:

Rescue Remedy (Bach): pode ser usado em qualquer situação que envolva emergência, associado ou não a florais mais específicos. É indicado para animais envolvidos em abandono e maus-tratos em geral, pois é um “pronto-socorro” para diversas situações.

Buquê de 9 Flores (Minas): muito útil tanto antes quanto depois das intervenções cirúrgicas, dos partos e nas convalescências em geral, sendo um excelente auxiliar na recuperação de tecidos celulares traumatizados, interna ou externamente. Serve como um primeiro socorro enquanto se procura a orientação especializada.

Star of Bethlehem (Bach): para animais traumatizados, acidentes de trânsito, vítimas de violência, pais e filhotes separados prematuramente (para ambas as partes).

Mimulus + Aspen (Bach): para animais ariscos ou muito medrosos que temem o contato ou certas situações (sair de casa, andar de carro, subir escadas etc.) e animais que se assustam facilmente.

Mariposa Lily (Califórnia): animais separados prematuramente de suas mães e para dificuldades na alimentação de filhotes muito novos.

E por aí vai! Além destes, há uma imensa variedade de florais que podem auxiliar na recuperação de animais abandonados. Cada caso deve ser avaliado especificamente para um tratamento mais eficaz.

Se você for utilizar algum dos florais citados aqui em seus animaizinhos, não se esqueça de pedir à farmácia que use glicerina como conservante (10 a 20% é suficiente). Você pode colocar 1/3 de conta-gotas diretamente na boca do animal três vezes ao dia, ou oferecer livremente em sua água. Troque a água e recoloque sete gotas do floral na vasilha todos os dias.

Mas atenção: nunca encoste o mesmo conta-gotas na boca de um animal e na de outro, pois existem doenças sérias que são transmitidas através da saliva. Evite este meio de contaminação, afinal, você não sabe se o animal resgatado apresenta alguma infecção ou não.

 

Fonte: SOS Animais com Carinho

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Florais ajudam animais e tutores

Quem tem animal em casa sabe bem que algumas situações podem provocar uma mudança de comportamento no animal. Atitudes do próprio tutor podem contribuir para o aumento do estresse, da agitação e até mesmo da agressividade do animal. Há também fatores que estão além do controle humano, mas que não deixam de influenciar, como mortes na família e mudanças inevitáveis de ambiente.

Foto: Anna Kátia Cavalcanti/Esp. DP/D.A Press

Velhos conhecidos nas terapias alternativas aplicadas a humanos, os Florais também são capazes de ajudar animais em situações do gênero. As aparentemente inócuas essências produzidas a partir de plantas são capazes de auxiliar no controle e reparo de emoções negativas, como medo e depressão, evitando assim, doenças físicas. Cada essência corresponde a um sentimento. E muito embora seja senso comum dizer que animais não têm emoções e sentimentos, os Florais têm sido aplicados com sucesso na medicina veterinária.

Apesar de não oferecer riscos nem nenhuma contra-indicação, a terapia com Florais em animais deve ser sempre prescrita por um veterinário, que vai fazer o diagnóstico do problema, afastar causas orgânicas e doenças e ouvir os relatos do histórico comportamental do animal. O tratamento é simples e realizado em casa. Basta aplicar 10 gotas do floral na água ou na boca do animal, duas vezes ao dia. A veterinária Aline Brasilino, acostumada a usar Florais no arsenal terapêutico, recomenda que a aplicação seja feita diretamente na boca. “O produto pode sim ser aplicado na água, mas pode haver o risco do animal não beber todo o líquido, atrasando os efeitos”.

Foto: Anna Kátia Cavalcanti/Esp. DP/D.A Press

Por se tratar de um tratamento natural, ainda há muitas desconfianças relacionadas à eficácia do método, mas a veterinária acredita nos resultados. Aline trabalha com as essências há oito anos e costuma fazer uso dos florais nos seus animais.

“Eu tenho uma cachorra epilética, com 10 anos de idade. Faço uso de florais para controlar o estresse, a ansiedade e o medo dela. O tratamento somado com a acupuntura resultou no fim das crises, mas claro que sempre deve haver manutenção da terapia”. O custo de cada essência é de aproximadamente R$ 16 e a duração do tratamento varia de organismo para organismo.

Fonte: Pernambuco.com

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Após chegar a São Paulo, leão passará por bateria de exames

O leão Simba, agora rebatizado de Antuak, está em uma jaula separada dos demais felinos até que os exames necessários sejam realizados (Foto: Raphael Prado/G1)

O leão Simba, que vivia num zoológico desativado em Ivinhema (MS), a 297 km de Campo Grande, foi rebatizado de Antuak – que significa “energia da transformação” – e já está em seu novo lar, em Cotia, na Grande São Paulo, onde passará por uma bateria de exames.

Cravada no meio da mata de um sítio a cerca de 40 km do Centro de São Paulo, a Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos tem 25 mil m² de área onde Antuak irá conviver com outros 14 grandes felinos: um tigre, uma onça e mais 11 leões.

O animal está numa jaula separada, em quarentena, até que passe por uma bateria de exames. “Ele está em adaptação porque, por pior que fosse o antigo lugar em que morava, tirá-lo de lá é uma mudança grande”, diz a veterinária Kelli Spitaletti, que cuida do animal. Ela é uma dos 12 funcionários do Rancho dos Gnomos, que tem mais de 300 animais – entre araras, papagaios, jabutis, emas e porcos. São mais de cem cachorros e 40 gatos.

Antuak nasceu em um circo. Por volta dos 2 anos, foi entregue ao zoológico de Ivinhema (MS), fechado pela prefeitura local por falta de condições de cuidar dos animais. Lá permaneceu por mais ou menos dez anos. A partir dessas contas, os técnicos do Rancho dos Gnomos calculam a idade do animal: cerca de 12 anos.

A suspeita é que Antuak tenha algum problema na coluna. Ele não quis descer sozinho da jaula móvel que o trouxe para São Paulo e caminha com dificuldade com as patas traseiras. Em cerca de 30 dias, deve fazer uma radiografia para determinar as causas dessa dificuldade de locomoção. Antes disso, ele ainda não tem condições de passar por uma anestesia. É preciso esperar que a imunidade do leão aumente.

Mantras e florais

A veterinária Kelli diz que todos os animais que chegam ao Rancho dos Gnomos sofreram algum tipo de maus-tratos. Para mudarem completamente de vida, segundo ela, ganham um novo nome. “Quando fomos buscá-lo, ele não queria entrar [na jaula]. Então fizemos um exercício grande com o Mantra de Antuak e ele entrou”, diz, explicando o novo nome do animal.

O Rancho do Gnomos é uma ONG mística que cuida dos animais. “A gente tem uma proteção muito grande do Plano Sutil. A gente consegue tratar os leões, em alguns procedimentos, sem anestesia”, acrescenta a médica, que, como todos do corpo técnico do Rancho dos Gnomos, é vegana – não come nenhum alimento de origem animal.

Enquanto a reportagem do G1 conversava com a veterinária e tirava fotos do leão, um técnico chegou com o almoço e a “medicação”: dois frangos inteiros e uma dose de florais, “para melhorar o ânimo” de Antuak, segundo Kelli. Em menos de cinco minutos, nada sobrou da comida. A água com o floral ele deixou para mais tarde.

Manutenção dos animais

Para cuidar de todos os animais no Rancho dos Gnomos, a ONG conta com a ajuda de associados, que pagam uma mensalidade a partir de R$ 15, o trabalho voluntário de alguns técnicos e patrocínios de empresas, geralmente de produtos veterinários.

Há seis anos a cidade de Ivinhema (MS) solicitava ao Rancho dos Gnomos que recebesse Antuak – à época, Simba. Sem condições de bancar o traslado, a ONG não foi buscá-lo. Até que uma campanha na internet, iniciada por moradores da cidade sul-matogrossense, conseguiu o patrocínio de uma empresa aérea e uma seguradora, e possibilitou a viagem do animal. O Rancho dos Gnomos existe há quase 20 anos em Cotia (SP).

Fonte: G1

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Cachorro querido por taxistas reaparece após dois anos em Florianópolis (SC)

Cãozinho que morava no ponto do Bairro Abraão
foi reencontrado por um motorista

Preto está feliz da vida, porque agora ganhou um lar de verdade na casa de Marlon. Foto: Caio Marcelo

O cachorrinho vira-lata Preto havia sumido misteriosamente em maio de 2009, deixando um clima pesado no Bairro Abraão, em Florianópolis (SC). Isso porque, há sete anos, quando o cachorro apareceu no local, sem ser convidado, o ponto de táxi nunca mais foi o mesmo.

Com um jeitinho calmo, obediente e carinhoso, Preto cativou os taxistas e virou o xodó, inclusive de passageiros. Alguns até pediam que, durante a corrida, Preto estivesse dentro do carro, como acompanhante.

Quem adotou Preto foi o taxista Marlon Bonelli, 37 anos. Nos primeiros dias, o caozinho ganhou uma caixa de papelão como casa, dentro do ponto.

Casa debaixo da árvore

O que sobrava da janta dos taxistas tinha destino certo: o estômago de Preto. Como recompensa, durante a madrugada e o cochilo dos motoristas, ele latia quando alguém estranho se aproximava dos táxis.

Com a caixa de papelão surrada, Preto ganhou uma casa de madeira novinha. Mas vândalos atearam fogo. Depois, recebeu outra casinha, que foi amarrada embaixo de uma árvore, próximo ao ponto.

A verdadeira paixão do vira-lata, que é castrado, é o carro. É só ser convidado para entrar, pela porta de passageiros, que ele senta, sorrateiramente, no banco de trás, como se fosse gente.

Sumiço foi de madrugada

Mas o sentimento de amizade logo virou saudade. Sem explicação, Preto desapareceu, de madrugada. A principal suspeita dos taxistas era de que o cão havia sido atropelado. Mas ninguém encontrava o corpo.

Outra suspeita era que alguém de má fé tivesse capturado o cachorro. Durante dois anos, Marlon nunca perdeu a esperança de encontrar o amigo. Nas corridas, um olho era no trânsito e o outro nos becos, portões e garagens, para tentar localizá-lo.

Destino

Até que Marlon recebeu um sinal do destino, como ele diz. Em uma agropecuária, quando comprava areia para seus dois gatos, ele viu um ossinho de brinquedo para cachorro, e pensou em Preto, e na vontade que tinha de finalmente encontrá-lo. No dia seguinte, durante uma corrida de táxi pelo Centro de Palhoça, Marlon avistou um cão preto.

Aproximou-se, pediu licença para os passageiros, abriu a porta do carro, chamou Preto pelo nome e o cãozinho entrou no veículo, na hora.

Não vai mais dormir no ponto

Preto foi encontrado com escoriações e sarnas. Mas, segundo Marlon, ele estava bem de saúde. Ainda toma medicamentos e, em 15 dias, estará curado. Ao mesmo tempo que encontrá-lo foi um alívio, os taxistas, até hoje, se perguntam: o que o cachorro fez durante esses dois anos? Ninguém sabe. O que Marlon tem certeza é que, depois do desaparecimento, Preto não voltará para o ponto. Vai para um canil, na casa do taxista.

— Não vou correr o risco de perder ele de novo. Esse cachorro é fantástico. É um companheiro pra toda a vida — diz o taxista.

Fonte: Diário Catarinense

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EUA declaram pássaros brasileiros como ameaçados de extinção

O Serviço Federal de Vida Selvagem dos Estados Unidos anunciou na terça-feira (28) que sete pássaros da América do Sul serão listados como ameaçados de extinção sob o Ato de Extinção de Espécies, segundo informações do site do jornal The New York Times.

O jornal não cita todas as espécies, mas fala em quatro: formigueiro-de-cabeça-negra (Formicivora erythronotos), saíra apunhalada (Nemosia rourei), olho-de-fogo-rendado (Pyriglena atra, também conhecido como papa-taoca-da-bahia), jacu-de-estalo (Neomorphus geoffroyi).

Os pássaros são encontrados principalmente na Mata Atlântica do Brasil e no Cerrado, onde o desmatamento e extração de recursos naturais têm destruído boa parte do seu habitat. Muitos são considerados criticamente em risco de extinção na natureza.

As espécies ameaçadas são protegidas pela lei brasileira, mas os esforços de conservação são “inadequados”, de acordo com o Serviço de Vida Selvagem, que investe milhões de dólares anualmente para proteger espécies ameaçadas na América Latina, África e Ásia. Esta listagem das espécies ameaçadas de extinção pela legislação americana pode ajudar a acelerar o fluxo de verbas federais para projetos internacionais de conservação e aumentar as negociações internacionais para os esforços de proteção.

Segundo a reportagem, a Mata Atlântica, onde é encontrada a maioria das aves ameaçadas de extinção, é uma das florestas de maior biodiversidade no mundo e ocupa cerca de 330 milhões de hectares. Durante o Congresso Florestal Mundial em 2009, representantes do Brasil, Argentina e Paraguai prometeram que seus governos iriam conseguir o “desmatamento líquido zero” na Mata Atlântica até 2020.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se comprometeu, em 2008, a restaurar a Mata Atlântica para 20% do seu tamanho original. Desde então, Lula aprovou a criação de dois novos parques nacionais abrangendo o território da Mata Atlântica, e o Banco Mundial forneceu US$ 13 milhões em subsídios para proteger a região do Cerrado Brasil.

Fonte: Terra

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Os Chakras dos animais

 O QUE SÃO CHAKRAS?

 

 

Todos os animais, assim como os humanos, apresentam um campo eletromagnético que circunda seu corpo físico e que chamamos aura. Pessoas sensitivas e/ou intuitivas podem sentir ou ver estes campos, e nos pontos onde são mais intensos, manifestam-se como vórtices de luz, chamados chakras.

Chacras são pontos de manifestação energética do corpo sutil, pontos de encontro dos meridianos ou canais condutores de energia, mais próximos da superfície do corpo. Através dos chakras ocorrem trocas energéticas entre o corpo sutil e o corpo físico.

Acupuntura, yoga, reiki, cromoterapia, imposição de mãos, alguns sistemas florais e homeopatia FAO são algumas das terapias que se utilizam dos chakras para reequilibrar a ENERGIA VITAL ou CHI ou PRANA, promovendo a cura integral e holística do indivíduo. Segundo a medicina vibracional, os sinais de desequilíbrio surgem primeiramente nestes campos energéticos antes de manifestarem-se no corpo físico.

QUAIS SÃO OS CHAKRAS DOS ANIMAIS?

São sete chakras maiores localizados centralmente e ao longo do corpo do animal, com localização similar a dos humanos; aproximadamente 21 chakras menores e 6 chakras botão (bud chakras). Os chakras maiores estão alinhados ao sistema endrócrino (as glândulas) e influenciam as áreas do corpo nas quais estão locados. Existem relatos de um oitavo chakra, inexistente nos humanos e que falaremos a seguir.



CHAKRA BASE ou RAIZ : é o primeiro Chakra, sua cor é o vermelho. Localiza-se na base da coluna, próximo à inserção da cauda. Também está associado ao ânus. Este chakra supre as glândulas adrenais e esta associado à SOBREVIVÊNCIA. O instinto de comunicação como ronronar, latir, uivar, grunhir, relinchar, piar, etc , provém deste chakra. É o responsável pelo bom ânimo, a estabilidade, instinto de preservação, força física. Liga o indivíduo a mãe terra.



CHAKRA SACRAL : é o segundo chakra, sua cor é o laranja. Localiza-se na área baixa do abdome (hipocôndrio) e topo da pélvis. Relaciona-se aos órgãos sexuais e sistema urinário. Distúrbios reprodutivos. As glândulas são as gônadas (ovários e testículos). Segurança, emoção, desejo sexual. Sentido do paladar.



CHAKRA ABDOMINAL CENTRAL ou UMBILICAL ou PLEXO SOLAR: é o terceiro chakra, sua cor é o amarelo. Localiza-se na área central do abdome e costas. Está relacionado aos órgãos da digestão, o fígado; a glândula é o pâncreas. Rege a força, a energia, o propósito e a origem do indivíduo. Sofre influências do estado emocional do animal.



CHAKRA DO CORAÇÃO: é o quarto chakra, sua cor é o verde. Localiza-se na área central do tórax. Relaciona-se ao coração, pulmões, fôlego e timo (exerce papel vital no sistema imune). É o chakra do amor e da compaixão. Emoção, equilíbrio, partilha. Toque, sensibilidade.



CHAKRA DA GARGANTA: é o quinto chakra, sua cor é o azul celeste. Localiza-se na garganta e relaciona-se à comunicação, vocalização, audição e às glândulas tireóide e paratireóide. É o chakra da criatividade, expressão e da comunicação.



CHAKRA DA FRONTE OU DO TERCEIRO OLHO: é o sexto chakra, sua cor é o azul índico. Localiza-se entre os olhos, ligeiramente acima do ápice do plano nasal . Governa a recepção sensorial do meio externo e sua transmissão ao cérebro. Relaciona-se às sensações e a intuição. Hipófise; controla o relógio biológico; reconhecimento do self.



CHAKRA DA COROA: é o sétimo chakra, sua cor é o violeta. Localiza-se no topo da cabeça, entre as orelhas. Controla cada aspecto do corpo e da mente animal. É o chakra da conexão com o cosmos e a criação. Quando desequilibrado pode causar depressão, deslocamento e isolamento. É o chakra por onde absorve-se a energia cósmica. . Supre a glândula Pineal, o sistema nervoso central, o sistema cranio-sacral, a medula, pele e cabelos.
O sentido é o do pensamento. As palavras chave são serenidade, espiritualidade, paz, equilíbrio, libertação e sabedoria.



CHAKRA BRACHIAL ou CHAKRA DA CHAVE: é o oitavo chakra, sua cor é o preto. Descrito por Margrit Coates, terapeuta especializada em imposição de mãos (healing hands). Localiza-se na área dos ombros, de cada lado do corpo. Segundo ela, é o mais potente de todos os chakras e é o canal de acesso aos outros chakras maiores, por onde se pode energizar todos os outros. Apresenta importante papel no vínculo animal-humano. Anatomicamente relaciona-se com o plexo braquial, rede que enerva cabeça, pescoço, tórax e membros anteriores.



Dos chakras maiores, os únicos que permanecem abertos do nascimento à morte do animal são o da RAIZ, o SOLAR e o da COROA que estão abertos desde o nascimento e por toda a vida do animal. Os demais chakras maiores podem ou não vir a abrir-se e isto vai depender da estimulação de cada um deles.

Os chakras menores e os bud chakras não têm cores tão intensas e definidas como os maiores, mas apresentam-se como anéis de luz, com várias cores mescladas de centelhas brancas. Os chakras dos ouvidos, por exemplo, são descritos como de coloração amarelo pálido alternando com azul brilhante quando despertos ou estimulados.

Os “bud chakras” distribuem-se entre os coxins plantares (4) e nas aberturas dos ouvidos (2). Os dos coxins conectam o animal com a energia da terra, são extremamente sensíveis às vibrações energéticas e quando percebem pontos de “energia boa”, deitam-se sobre estes locais para absorver boas energias através dos chakras solar e da raiz.

A estimulação dos chakras pode ser feita com a imposição das mãos, com a utilização da cromoterapia (incidência de luz colorida ou pedras de cores correspondentes), com a pressão dos dedos, utilizando-se florais específicos para cada chakra ou simplesmente com a mentalização focada em cada um deles. Todas estas técnicas requerem um conhecimento mínimo, que pode ser adquirido pelos tutores com alguma leitura e prática. Experiente, sinta a vibração em cada um destes locais, toque o seu cão, massagei-o, experiencie!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
http://www.petfriendlyworld.com/chatforum/showthread.php?t=2527
http://www.aquarianblessings.com/animalhealing
http://www.mypetpals.com/locationofchakras.html
http://www.wolfspeak.co.uk/reikihealing.html

 CARMEN COCCA ,  Formada em 1988 na USP, Reikiana, terapeuta floral. Com especialização em homeopatia pela Fundação Benoit Müre – Florianópolis, Prática clínica que integra homeopatia, nutrição, terapia nutracêutica, manejo e educação dos cuidadores.Dona do blog Homeopatas .

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Você é o Repórter

Aprenda a acalmar os animais durante os jogos da Copa

Yolanda Heller
yoheller@yahoo.com.br

Nos propusemos a conscientizar o maior número possível de pessoas sobre os danos causados aos animais quando usamos pirotecnia, para minimizar o sofrimento durante a Copa do Mundo. Nas festas de fim de ano vimos as consequências da infeliz pirotecnia: cachorros perdidos, atropelados, aturdidos e agonizando longe de seus guardiões que, provavelmente, nunca mais encontrarão. 

Quando você pratica a pirotecnia, cachorros, gatos, cavalos sentem: palpitações, taquicardia, salivação, tremores, sensação de insuficiência respiratória, falta de ar, náuseas, atordoamento, sensação de irrealidade, perda de controle, medo de morrer.

Essas alterações provocam na conduta do animal tentativas descontroladas de escapar, incentivadas pelo estado de pânico, podendo durar vários minutos e, em casos severos, variando de uma a várias horas, dependendo do tempo que dure o estímulo (barulho provocado por fogos durante a Copa do Mundo).

(Adaptado de texto de Virgínia Bagés, Argentina)

Para minimizar este sofrimento, indicamos abaixo a receita de florais da terapeuta Martha Follain:

Florais de Bach

Atenção: Quando for mandar manipular a fórmula Floral, lembre de avisar que não poderá conter conservantes como álcool, glicerina e vinagre de maçã, que devem estar fora!

Esta fórmula somente poderá conter água mineral e, embora as farmácias de manipulação costumem dizer que assim a fórmula só dura dois dias, na geladeira ela deverá durar quinze dias, com certeza. Mande fazer em qualquer farmácia de manipulação (aquela que avia receitas):

Rescue + Cherry Plum + Rock Rose + Mimulus + Vervain + Sweet Chestnut

Dosagem: 
Para aves pequenas, 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia. Podem ser colocadas no bebedouro;
Para aves médias, 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia. Podem ser colocada no bebedouro;
Para cães de pequeno e médio porte e gatos, 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
Para cães de grande porte e gigantes, 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
Para cavalos ou animais de grande porte, 10 gotas, 4 vezes ao dia, para cada litro.

Para o absoluto sucesso do tratamento, o ideal é a continuidade, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se começar o tratamento pelo menos cinco dias antes da data (jogos da Copa, Natal, Virada do Ano etc.) e estendê-lo até quando as pessoas insistirem em prolongar a barulheira!

Identifique os animais sob sua guarda

Vamos estimular o uso constante e obrigatório de qualquer tipo de identificação animal. O responsável deve fazer uma plaqueta, colocar um pedaço de esparadrapo, escrever na coleira bem forte o nome do animal e telefone para contato em caso de fuga inesperada! Isso facilitará a localização do animal! A quantidade de anúncios de animais desaparecidos é enorme e cada vez maior, todos sem identificação!

A Copa do Mundo está próxima, os fogos de artifício, rojões etc. assustarão muitos animais! A fuga pode acontecer por muitos motivos: um descuido no portão, trovões, fêmeas no cio (quando o animal não está castrado), maus-tratos etc.

Daí a importância de todos os animais de estimação usarem, mesmo em casa, identificação fixada na coleira.


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Proteja seu animal dos rojões na hora da virada

Fim de ano é sempre um dilema para quem tem bicho de estimação, já que as comemorações com fogos de artifício podem ser traumáticas para os animais que têm audição bem mais sensível que a humana. O medo dos animais é tão grande que muitos fogem apavorados, na tentativa de cessar o barulho, e acabam perdidos.

Maria da Conceição Pampani, médica veterinária, conta que infelizmente não há muito o que ser feito para amenizar o barulho dos fogos de artifício, comuns nesta época do ano. Nem mesmo esconder o animal em um cômodo da casa mais afastado e fechado funciona, já que vão escutar o barulho do mesmo jeito.

Uma das alternativas apontadas pela veterinária é usar florais para deixar o animal mais tranquilo. “Nem todos os veterinários trabalham com florais, mas eu particularmente indico. Em alguns casos dá bastante certo, em outros não faz nada. O efeito é muito individual”, explica Conceição. “Já anestesiar o animal com remédios mais fortes não indico em hipótese alguma”, acrescenta.

Nos casos dos animais que sofrem muito com o barulho dos fogos de artifício, a dica é procurar um local mais afastado para deixá-los ou até mesmo uma hospedagem especializada para os bichinhos.

“A presença do tutor acalma o animal e pode ajudar a tranquilizá-lo nesta ocasião. Agora, nos casos em que é inevitável deixar o cachorro sozinho em casa, aconselho o tutor a procurar um hotel especializado. Eu atendo um cachorro (na clínica) que certa vez ficou tão apavorado com o barulho de rojão que chegou a subir no telhado”, conta a médica veterinária.

Dr. Pet

O zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, conhecido como Dr. Pet, explica que as tradicionais queimas de fogos podem causar sérios problemas aos animais, especialmente aos cães, que ficam bastante estressados. O barulho provocado pelas explosões pode causar pânico aos caninos, que chegam em muitos casos a se machucar.

Rossi orienta a acostumar o cão com barulho durante o ano. “Dá para ir expondo a barulhos mais baixos e ir aumentando, usando até gravações. Dessa forma, ele vai se acostumar”, aconselha. Para quem não planejou a estratégia, ele recomenda procurar um médico veterinário que possa receitar um ansiolítico, medicamento que auxilia a diminuir a ansiedade e tensão. “Mas é preciso que ele seja administrado algum tempo antes, para que seja calculada a dosagem correta para o animal. Além disso, existe a possibilidade de um efeito paradoxal e o cão ficar ainda mais agitado”, explica.

Na hora dos fogos, Dr. Pet recomenda manter o cachorro preso em algum lugar que ele conheça e tenha segurança. “Por isso, muitas vezes é melhor deixá-lo dentro de casa do que preso no quintal”, explica.

Fonte: JCnet

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Os animais sentem culpa?

“ Nenhuma grande escalada jamais foi empreendida sem falhas e quedas, de modo que estas devem ser consideradas como experiências que nos ajudam a tropeçar menos no futuro. Nenhum pensamento referente a erros passados deve nos reprimir ; são coisas passadas e concluídas, sendo que o conhecimento adquirido por seu intermédio ajuda-nos a evitar que eles se repitam. “
( Edward Bach
)

O questionamento sobre a possibilidade dos  animais terem ou não sentimentos de culpa, convida à discussão e reflexão. Ainda não há nenhum estudo conclusivo sobre a matéria e, a questão está longe de ser uma unanimidade.

Alguns pesquisadores afirmam que, a culpa, é um sentimento próprio do ser humano, não dos animais . Para vivermos em sociedade, o remorso é um sentimento que serve para evitar infringir regras sociais e morais. E, por que não pode ser assim também com os animais?

Estudiosos do comportamento animal , dizem que os animais não sentem culpa . Dizem que, o mais provável, é que as atitudes do animal expressem submissão e medo  – mais pelo fato dele prever o castigo do que por sentir algum tipo de culpa . O animal sente-se ameaçado por um tom bravo de voz, postura do corpo ou expressão facial do proprietário . O animal não reconhece que , ele, tenha feito algo errado – o animal somente sabe que o tutor está contrariado.

Mas, a matéria está aberta a discussão.

A questão é – se admitimos que os animais têm emoções, sentimentos como a tristeza, a alegria, os ciúmes, a saudade etc. , porque não admitirmos que eles sintam culpa ?

Fica aberta a discussão.

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Por que os gatos fazem xixi fora da bandeja sanitária?

Quando o homem começou a procurar um local para fixar-se, lá estava o gato. Logo que desenvolveu a agricultura – entre 10.000 e 12.000 a.C. – o homem deixou de ser nômade e começou a estreitar os laços de amizade com os felinos. E tudo teve início como uma troca de favores: o homem passou a armazenar alimento; com a estocagem de grãos, vieram os roedores, que, por sua vez, atraíram os gatos. O mais antigo fóssil que comprova essa amizade é de 9.500 a.C. Descoberta em 2004, a ossada de um gato selvagem dividia a tumba com a de um humano. O achado derruba a tese de que os egípcios teriam sido os pioneiros na domesticação dos felinos.

Comportamento

O sistema social dos gatos é flexível, permitindo que vivam sozinhos ou em grupos de número variável de indivíduos, porém vivem num grupo unido e, dificilmente, aceitam gatos de fora. Vivem em sociedade matriarcal, ou seja, têm um sistema centrado na mãe, que é dominante sobre sua descendência. Os gatos tendem a viver em quatro formas diferentes: em um extremo está o animal selvagem, independente e bravio, totalmente autossuficiente. Outro estilo inclui o gato urbano sem dono ou errante, interdependente e bravio, que tende a ter um  grupo interativo. Outro tipo é o gato domesticado, dependente e errante, que é alimentado por pessoas estranhas. E o gato urbano criado em casa, que depende totalmente de seu guardião humano.

A arranhadura é uma marca visual onde são depositadas secreções das glândulas entre os dedos e significa marcação de presença. Esfregando as bochechas, o dorso e a base do rabo, o gato deposita outras marcações de odor e são de familiarização. Comunicam-se e demarcam território pelo odor, por meio da urina. E não gostam de compartilhar o território. O gato é capaz de identificar o sexo e demais características de outros gatos pela urina. A comunicação tanto por contato visual quanto pelo comportamento de marcação minimiza o contato físico com outros indivíduos.

 Os gatos ainda não estão totalmente domesticados. A domesticação é um processo que requer várias gerações de acasalamentos seletivos, de modo a permitir mudanças fisiológicas, morfológicas e/ou comportamentais. Não se sabe quanto tempo esse processo pode levar. O processo de domesticação do gato, felis catus, foi único. Inclusive cogita-se a hipótese de os gatos terem passado por “autodomesticação”: isto é, os humanos influenciaram pouco nas mudanças, exceto pela permissão dos gatos próximos a eles, a fim de aumentarem a chance de sobrevivência e de melhor desempenho reprodutivo.

O acasalamento durante o processo de domesticação de vários animais foi norteado pela seleção de características comportamentais, resultando em maior docilidade e facilidade de treinamento –  exceto para os gatos. Os gatos seguiram a urbanização de populações humanas, de modo que o acasalamento era mais uma questão de proximidade que de seleção humana. Foram renegados em relação à proteção e companhia com o extermínio em massa na Europa e, obviamente, não se adotou o acasalamento seletivo. Mesmo com o retorno dos gatos auxiliado pelas Cruzadas, a situação era mais de tolerância que de aceitação total. Portanto, historicamente, vários anos se passaram antes que os gatos conseguissem uma posição na qual o acasalamento seletivo pudesse contribuir no desenvolvimento de características comportamentais desejáveis para um animal domesticado. Logo, o gato ainda é muito instintivo. O odor é importante para a marcação do território e na identificação sexual.

Os gatos têm um órgão chamado vomeronasal, no céu da boca, que os ajuda a identificar odores. É como se sentissem o “gosto” do cheiro. É considerado o segundo sistema olfativo do gato. A natureza do estímulo sugere que esse sistema identifica também os feromônios. Pode ter respostas seletivas com relação quase exclusiva à urina do macho ou da fêmea.

Fora do local apropriado

Fazer xixi fora da bandeja sanitária é um comportamento comum em gatos, mas é importante diferenciar o ato de urinar fora da bandeja e o espalhamento (borrifação ou esguicho) da urina. São dois aspectos  diferentes.

Vários são os fatores que influenciam o ato de urinar fora da bandeja sanitária:

 Infecção, inflamação das vias urinárias: o gato pode gotejar urina várias vezes fora da bandeja. Existem determinadas doenças do trato urinário que provocam uma eliminação aumentada. Muitas condições, incluindo formação de cálculos na bexiga, infecções bacterianas e um conjunto de doenças inflamatórias da bexiga e do trato urinário de origem desconhecida causam dor e aumentam a necessidade de urinar;

– Outras doenças: doenças renais e do fígado podem provocar um aumento no consumo de água, o que leva o gato a urinar com mais frequência. Além disso, distúrbios hormonais, como hipertireoidismo e diabetes, e senilidade podem conduzir a uma alteração dos hábitos de eliminação;

 Bandeja velha: odores ficam acumulados, causando a rejeição do gato;

– Bandeja coberta: mesmo que o gato tenha sempre usado uma bandeja coberta, é importante avaliar o efeito dessa cobertura. Se o gato tem excesso de peso ou é muito grande, uma bandeja coberta pode não ser mais confortável. Um gato idoso pode ter mais facilidade ao subir em uma bandeja descoberta ou com as bordas mais baixas. E bandejas cobertas podem mais facilmente ficar com odores desagradáveis;

– Detergentes ou desinfetantes fortes:  o olfato felino é muito sensível – e muitas vezes aquilo que para humanos é um cheiro agradável, para o gato pode ser insuportável. Alguns gatos podem não querer usar  a bandeja após esta ser limpa e desodorizada;

– Falta de privacidade: a maioria dos gatos precisa de privacidade para eliminar. Se a bandeja sanitária estiver num local movimentado ou barulhento, o gato poderá evitá-lo. Mudar a bandeja para um local mais calmo pode encorajar o gato a voltar a usá-la;

– Localização da bandeja sanitária: alguns gatos não usam a bandeja devido à dificuldade ou inconveniência no seu acesso, outros se recusam a usá-la se esta estiver num local que não considerem agradável. Por exemplo, uma bandeja perto da máquina de lavar roupas. Gatos idosos tornam-se relutantes em usar a bandeja caso isso signifique utilizar escadas etc. Quando existem vários gatos em casa, são necessárias múltiplas bandejas em diversos locais. Por vezes alguns gatos evitam usar determinados locais porque os associam com outro gato;

– Limpeza inadequada: a manutenção da bandeja refere-se ào modo como a areia é limpa. Para alguns gatos, é necessário manter a caixa escrupulosamente limpa. Isto pode significar mudar a areia ou remover as fezes e urina diariamente. A escolha do tipo de areia é muito importante. Alguns gatos preferem material do tipo terra sem qualquer adição de químicos para controle de odores, outros preferem areia fina e ainda há os que preferem jornal picado;

– Revestimentos: alguns gatos não gostam de azulejos etc. revestindo a bandeja;

– Problemas comportamentais: outros fatores a considerar incluem a introdução de novos animais em casa,  alteração na rotina da casa etc. A relação entre o gato com o problema e outros animais e pessoas em casa. Essas informações ajudarão a diferenciar entre eliminação e demarcação e contribuem para o tratamento adequado.

Consulte o veterinário para que seja feito um exame físico completo no gato. Em alguns casos podem ser necessários exames complementares, como análises sanguíneas, radiografias, ou cultura de urina, para o veterinário chegar ao diagnóstico.

Esguicho

Esguichar, borrifar ou espalhar urina é um comportamento normal nos gatos selvagens – é marcação de território. Eliminação inapropriada de urina e esguicho de urina são diferentes. Esguicho é para marcar território. É um comportamento, uma memória genética que os gatos domésticos guardam. O cheiro de sua própria urina faz com que o gato se sinta seguro, e marca sua “presença” para outros indivíduos. Geralmente, acontece com machos – mas a comportamentalista veterinária Leslie Cooper, da Universidade da Califórnia, em Davis, descobriu em 1984, que 5% das fêmeas domésticas, e 10% dos machos domésticos castrados começam a espalhar urina. O que se sabe é que a castração reduz bastante esse comportamento, principalmente, se ocorrer na puberdade do bichano, antes de ele atingir a maturidade sexual. O esguicho acontece quando o animal se sente ameaçado pela invasão de seu território: mudança de rotina da casa, novo gato, mudanças em sua comida etc. O esguicho tem odor mais forte que a eliminação normal de urina.

Consulte o veterinário. E, além das orientações do veterinário, podem-se utilizar terapias holísticas, por um profissional habilitado: Florais de Bach, Aromaterapia, Cromoterapia etc.

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