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Rato-toupeira tem grande longevidade e é imune ao câncer

(da Redação)
Rato-toupeira é o nome popular da espécie Heterocephalus glaber, que tem a pele enrugada e pelada porque vivem embaixo da terra. Eles que são considerados uma espécie muito antiga, vivem muitos anos a mais do que ratos comuns e não são afetados por produtos químicos e não desenvolvem câncer.
A espécie Heterocephalus glaber vivem muito mais que ratos comuns Foto: Juha Ristolainen

Geralmente, a expectativa de vida dos animais está diretamente relacionada ao seu tamanho. Os pequenos vivem menos do que os grandes. Enquanto ratos e camundongos vivem cerca de 3 anos em cativeiro, os pelados chegam a 30. Eles são os roedores que mais vivem. Na velhice, seus ossos continuam fortes, o corpo em forma, nenhum sinal de doenças do coração ou câncer. As fêmeas continuam a procriar mesmo com o peso da idade.

Suas boas condições físicas e fisiológicas está causando sofrimento para eles que agora estão sendo vítimas das mais variadas pesquisas, desde as  que inserem células cancerígenas para verificar como se comportam até as que estudam a longevidade da espécie. Pobre rato-toupeira, caiu nas graças da ciência sem ética.

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Destaques, Notícias

Universidade da Califórnia abandona utilização de ratos em experimentos

Por Joana Bronze (da Redação)
Com colaboração de Renan Vicente de Andrade

Depois de muitos protestos de defensores dos Direitos Animais, o curso de Neurociências da Universidade da Califórnia (EUA) decidiu eliminar o uso de cobaias durante as aulas. Segundo informações, mais de 200 ratos eram mortos por ano depois de participarem de experiências (seus crânios eram perfurados e seus cérebros eram quimicamente danificados nas salas de aula).

Imagem: Reprodução/PETA
Imagem: Reprodução/PETA

Ativistas da PETA enviaram cartas, emails e realizaram ligações incentivando cessar esses procedimentos terríveis, substituindo-os por alternativas modernas  e educacionalmente mais eficazes.

Depois de avaliar as informações fornecidas e revendo toda a estrutura do curso, a escola anunciou que está abolindo completamente o uso de animais nos experimentos e iniciando o uso dos sofisticados e avançados simuladores.

Arizona

Já na Universidade Estadual do Arizona, a crueldade persiste nas salas de aula. Os experimentos nos cursos de fisiologia e biologia são os mais crueis possíveis.

imagem: reprodução/Peta files
Imagem: reprodução/Peta files

Há algumas ações sendo tomadas, em forma de protesto pacífico, para acabar com essa prática retrógrada e abusiva. Uma delas é o envio de e-mails à vice-presidente executiva da universidade, Dr. Elizabeth D. Capaldi, em que as pessoas educadamente pedem o fim dos experimentos.

* Com informações do PETA

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Você é o Repórter

I seminário sobre estratégias substitutivas ao uso de animais no ensino

Ana Claudia Fonseca
anacfonseca@gmail.com

O Programa de Pós-graduação Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde promove o “I Seminário Sobre Estratégias Substitutivas: Para Pensar o Uso de Animais no Ensino”, a realizar-se nos dias 16 e 17 de setembro, com início às 18:30h e previsão de término às 22h.

A entrada é franca, com uma taxa de R$ 4,00 para certificado opcional de atividade de extensão. Nesse evento serão divulgados métodos substitutivos ao uso de animais no ensino em disciplinas básicas dos cursos na área de ciência da vida e saúde (como fisiologia, bioquímica, anatomia e técnica cirúrgica). Além da visão metodológica, serão apresentadas argumentações nos campos teóricos do conhecimento: filosofia, educação e direito. Para mais informações envie uma mensagem para estrategias.substitutivas@gmail.com, podendo pré-confirmar a sua presença. Inscrições no local, dia 16/09 a partir das 17h.

Local: auditório da Faculdade de Educação,UFRGS- Campus Central

Prof. Dra. Nádia Geisa de Souza
Coordenadora [UFRGS] do PPG Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde

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