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Filhote de peixe-boi fêmea perdida da mãe é resgatada em Silves (AM)

Imagem - Divulgação/Inpa

Um filhote recém-nascido de peixe-boi do sexo feminino foi encontrado nesta terça-feira (01) na comunidade da Eva, no município de Silves, a 200 quilômetros de Manaus (AM).

Segundo informações da assessoria de imprensa Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa), conveniada ao Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) o filhote foi encontrado por um pescador.

Um agente ambiental do Ibama, em Silves, foi contatado pelo pescador e entrou em contato com a Ampa para comunicar o resgate.

O filhote, que não deve ter um mês de vida, chega a Manaus somente nesta quarta-feira (2). A mãe da pequena peixe-boi não foi encontrada.

O traslado será realizado pela prefeitura de Silves. Ele será enviado para Parque Aquático Robin C. Best no Bosque da Ciência do Inpa para receber os cuidados necessários da Equipe Amiga do Peixe-boi.

Segundo informações , o filhote está aparentemente bem e sem sinais de ferimentos graves.

Em 2010, a Ampa e o LMA/Inpa resgataram 13 animais, número recorde na história do Projeto Peixe-boi da Amazônia do Inpa.

Fonte: A Crítica. com

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INPA conta com 42 espécimes de peixe-boi

O Laboratório de Mamífero Aquáticos (LMA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) recebeu, por volta das 6h30 do dia 8 de janeiro, o filhote da peixe-boi da fêmea “Boo”, que entrou em trabalho de parto na terça-feira (5/1).

O INPA agora contabiliza 42 animais da espécie, sendo o sexto nascido no Instituto. Boo é o peixe-boi mais antigo do INPA, no local desde 1974. O animal já passou por quatro gestações, porém em uma das ocasiões o filhote nasceu morto.

Segundo o veterinário do INPA, Anselmo D’Affonseca, um peixe-boi vive em média 60 anos, mas, como os intervalos entre as gestações são longos entre si – quatro ou cinco anos –, o número de filhotes que o mamífero pode ter ao longo da vida é pequeno.

De acordo com ele, o filhote, do sexo masculino, passa bem e já está dando as primeiras nadadas ao lado da mãe. Para o veterinário, a observação ajudará em procedimentos necessários caso o filhote demonstre qualquer comportamento estranho ou fora do padrão.

“Anotamos tudo o que acontece, até se o filhote vai mamar ou não, pois se não acontecer ele terá que ser retirado do tanque”, explica Anselmo.

Reintrodução à natureza

O Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do INPA já realizou duas reintroduções de peixes-bois na natureza. Da primeira vez, em 2008, reintroduziu dois animais e da última vez, em 2009, mais dois.

Quando voltam ao seu habitat, os peixes-boi são monitorados por telemetria, por meio de um aparelho transmissor de rádio. Esse aparelho é posto na cauda do animal e fica emitindo sinais de rádio que são acompanhados diariamente por pesquisadores do Projeto Peixe-boi da Amazônia.

Dos quatro animais reintroduzidos, dois morreram, o outro se desprendeu do aparelho e não foi mais localizado e o quarto foi trazido de volta ao INPA, por não ter se readaptado.

Segundo Anselmo D’Affonseca, o trabalho de reintrodução é muito difícil, já que a maioria chega aos tanques do INPA ainda filhotes, tornando-se muito adaptados ao cativeiro.

“Toda a reintrodução é complicada e envolve risco. Com o peixe-boi não é diferente. Através das tentativas é que vamos aperfeiçoando a metodologia para novas reintroduções”, contou.

Fonte: Click Aventura

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