Bangladesh é inundada com o sangue de animais
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Matança de animais tinge as ruas de Bangladesh de sangue durante festival religioso

Bangladesh é inundada com o sangue de animais
Foto: For Freedom World

Os moradores da região testemunharam uma visão extremamente perturbadora em meio à celebração do Eid al-Adha. O sangue dos assassinatos ocorridos em toda a cidade misturou-se ao engarrafamento em muitas áreas, mostrando a imensa brutalidade do festival religioso.

Conhecido como o Dia do Sacrifício, durante o festival  os muçulmanos matam vacas, ovelhas, cabras e camelos para lembrar o gesto de Abraão, que estava prestes a matar o próprio filho em nome de Deus, que mandou que ordenou que ele substituísse a criança por um cordeiro.

Muitas pessoas disseram que o incidente mostrou como as corporações da cidade não conseguiram manter os sistemas de drenagem funcionais e ignoraram a questão antes do Eid.

Animal aterrorizado
Foto: For Freedom World

Para agravar a brutalidade do Eid, as duas corporações da cidade designaram mil lugares – 496 no Norte e 504 no Sul – para dilacerar as gargantas dos animais em frente ao aplauso das multidões.

Em áreas como Malibagh, Baily Road, Shantinagar, Bijoynagar, Paltan, Motijheel, Jatrabari, Bakshi Bazar e Kathalbagan, as pessoas observaram os animais sendo assassinados em frente às suas residências.

Durante o início da manhã, muitas pessoas foram vistas matando animais nas ruas diante de suas casas e em outros lugares de várias regiões, incluindo Mohammadpur, Mirpur, Shyamoli, Uttara, Dhanmondi e Niketon. As estradas logo ficaram repletas de sangue e dos restos dos corpos.

Apesar das chuvas intermitentes, os cidadãos encheram as mesquitas, ofereceram orações e continuaram com o sacrifício das cabras, conforme divulgado pela reportagem do For Freedom World.

Animal brutalmente morto em festival
Foto: For Freedom World

Em Malibagh, Baily Road, Shantinagar, Bijoynagar, Paltan, Motijheel, Jatrabari, Bakshi Bazar e Kathalbagan, os repórteres do Dhaka Tribune descobriram que as pessoas têm sacrificado os animais na frente de suas casas ou em outros locais próximos.

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Notícias

Elefante explorado na Índia perde o controle e destrói carros em evento

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O elefante, que se chama Devidasan, estava sendo explorado como figurante no festival realizado anualmente no Templo Bhagavathi, no estado indiano de Kerala, na última quinta-feira. Sob forte stress e cansaço físico, o pobre animal perdeu o controle e teve uma crise nervosa.

Devidasan pegou uma motocicleta com a sua tromba, antes de mostrar a sua força hercúlea, agarrando-a como se fosse um brinquedo e arrastando-a junto com um carro pelo chão.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Em seguida, Devidasan voltou-se para uma pick-up, lançando a mesma ao ar três vezes antes de derrubá-la de lado. As informações são do Daily Mail.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Dois “mahouts” (pessoas que trabalham com treinamento de elefantes) estavam nas costas do animal durante o incidente e tentaram controlá-lo.

Segundo a reportagem, demorou algumas horas para que o pobre animal finalmente se acalmasse. Ninguém ficou ferido.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Templo Bhagavathi é um dos mais antigos da Índia, bem como um dos mais ricos. Esse festival, que tem quatro dias de duração e se chama Thalappoli, acontece todos os anos no mês de janeiro ou fevereiro.

No evento, ocorre uma procissão acompanhada de música na qual elefantes ricamente enfeitados são obrigados a desfilar.

Devidasan tem 33 anos de idade e é explorado para entretenimento humano na Índia desde que nasceu.

Nota da redação: O que aconteceu com Devidasan foi um surto de estresse de quem não aguenta mais ser forçado a situações e performances antinaturais, e nem a prisão do cativeiro. Foi uma vida inteira de exploração que transbordou ali. Infelizmente, exemplos assim são abundantes e, mesmo assim, os humanos não entenderam ainda esta mensagem.

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Notícias

Festival religioso em Taiwan mata cruelmente porcos que foram torturados durante 2 anos

(Foto: Reprodução)

O Festival “Porcos de Deus”, que acontece em Taiwan, não tem nada de angelical ou sublime. As pessoas se reúnem nas ruas de Shanhsia, em New Taipei City, para assistir porcos com até quatro vezes seu tamanho normal serem pesados e sacrificados. Ganha quem tiver o porco mais “gordo”.

(Foto: Reprodução)

O animal a ser preparado para o concurso é forçado a comer constantemente durante dois anos. Ele chega a ficar tão pesado que não consegue mais se levantar. A tortura física e psicológica causada no animal faz seus órgãos entrarem em colapso e seu corpo fica tomado por ferimentos devido ao tempo em que ficam deitados, sem conseguir se mover por causa do seu tamanho. Alguns chegam a castrar seus porcos, sem anestesia, acreditando que isso os faça engordar mais.

Dias antes da competição, os animais são forçados a comer areia ou metais pesados, como chumbo, para ficarem o mais pesado possível. Na hora do festival, eles são brutalmente arrastados à frente da multidão. Às vezes, são necessários até 20 homens para carregá-los. Lá eles são colocados numa balança e depois têm a garganta cortada. De acordo com relatos, os animais ficam aterrorizados, gritam sem parar e perdem o controle do intestino. Depois de cruelmente sacrificados, os porcos mais obesos são pintados e colocados em carros alegóricos e exibidos pela cidade. Os animais geralmente passam dos 700 quilos, mas já houve casos de porcos que chegaram aos 900 quilos.

(Foto: Reprodução)

A origem deste evento perturbador não é certa, mas dizem que ele faz parte do credo religioso de um grupo étnico conhecido por Hakkas, com uma população de mais de quatro milhões de pessoas em Taiwan. Contudo, nos últimos anos aparentemente o “Porcos de Deus” se transformou em uma demonstração de poder e riqueza das famílias deste grupo, sem nenhuma intenção religiosa. Naquele país, a engorda e matança de animais são atividades ilegais, mas ativistas dizem que o governo faz “vista grossa” por medo de uma revolta de grupos religiosos.

(Foto: Reprodução)

Grupos de proteção dos direitos dos animais, como a Sociedade Mundial de Proteção dos Animais (WSPA), têm protestado e pedido que os porcos sejam substituídos por réplicas feitas de massa, arroz ou flores. A WSPA Brasil tem em seu site um endereço para um abaixo assinado que pede o fim do “Porcos de Deus”. Para contribuir com sua assinatura, acesse: www.pigsofgod.org .

Fonte: HypeScience

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