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Através da reciclagem de uniformes, FedEx ajuda pessoas e animais carentes no Brasil

Empresa arrecadou mais de sete mil uniformes, que foram transformados em 1.500 cobertores. (Foto: Reprodução / Catraca Livre)

O inverno deste ano veio com uma força muito forte no Brasil e muitas cidades estão sendo tomadas por um forte frio. Nestes casos, os animais e aquelas pessoas que não têm um lar e vivem nas ruas acabam sofrendo ainda mais.

Pensando em ajudar a quem mais está precisando nesse período, a FedEx Express, maior empresa de transporte expresso do mundo, está dando um grande exemplo de solidariedade através do seu programa de responsabilidade socioambiental de reciclagem, implementado no Brasil pelo terceiro ano consecutivo.

Este ano, a empresa está doando 1.500 cobertores para ONGs e instituições de todo o Brasil e pela primeira vez incluiu animais necessitados nessa lista de ajudados.

Estes cobertores foram produzidos através de uniformes antigos dos funcionários, que foram reciclados e transformados em cobertores. Mais de sete mil peças de uniformes foram arrecadadas para a campanha de 2017 e passaram por um processo de transformação que contou com a participação da Retalhar.

Como a empresa também quis ajudar os animais que estão sendo afetados, um lote de 165 cobertores foi feito com tamanho e espessura diferentes, pensado especialmente para os animais.

Mais do que ajudar aqueles que estão sofrendo com o frio, a iniciativa da FedEx tem como objetivo maior promover a solidariedade e incentivar outras empresas a desenvolverem o hábito solidário de ajudar a quem precisa.

Para divulgar a ação, a empresa enviou dois cobertores para alguns cachorros conhecidos do público brasileiro para que eles possam testar um cobertor e doar o outro para um amiguinho peludo que esteja precisando.

Fonte: Portal do Dog

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FedEx envia golfinhos para serem confinados e explorados em parque no Arizona

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

World Animal News
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O Dolphinaris Arizona, nos EUA, abriu no dia 15 de outubro no deserto perto de Scottsdale e tem lucrado com a exploração de vários golfinhos que são obrigados a nadar com clientes que pagam centenas de dólares pela “oportunidade”.

Os três golfinhos prisioneiros do parque foral levados pela FedEx do Havaí para o Arizona. No final de setembro, o grupo de defesa sem fins lucrativos Animal Rights Hawaii filmou um contentor com os golfinhos dentro de um armazém de carga da FedEx no Aeroporto de Honolulu. As imagens recolhidas foram publicadas no Facebook.

Com base no itinerário do voo, os golfinhos em cativeiro provavelmente foram armazenados dentro da caixa de transporte durante pelo menos 12 horas. “Acredito que foi completamente chocante para várias pessoas ver que a FedEx está transportando animais vivos em um contentor”, disse Alexis Thomas, integrante do Animal Rights Hawaii.

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A Dolphin Quest, uma empresa que promove o nado com golfinhos em dois locais, no Havaí e em Bermuda, forneceu os animais para o parque. Alexis Thomas filmou os golfinhos e disse que eles exibiam sinais claros de estresse.

“Os treinadores da Dolphin Quest tentavam acalmar os animais em confinamento, havia vários ruídos devido à situação e ao medo do desconhecido”, declarou.

No voo para o Arizona, os golfinhos provavelmente foram “bombardeados com sons estranhos, sensações, alteração na pressão do ar e vocalizaram seu desespero”, acrescentou Lisa Arnseth, co-fundadora da Dolphin Free à CBS 5.

A experiência assustadora não terminou após a chegada no Arizona na manhã seguinte. Os três golfinhos em cativeiro são agora obrigados a nadar com turistas no “Dolphin Swim Experience” no Dolphinaris Arizona.

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“Junte-se ao grupo! Você irá adorar nossos nados com golfinhos. Nade com nossos golfinhos em águas rasas. Então interaja agitando suas barbatanas, ouvindo seus sons únicos e aprendendo sobre suas adaptações evolutivas incríveis para a viver na água ou simplesmente acaricie as costas ou a barriga de um golfinho!”, diz o site do parque.

Este é o primeiro (e esperamos que seja o último) Dolphinaris nos EUA.  A região em que está o parque atinge temperaturas extremamente altas no verão e, embora o site da instalação afirme que há sombra suficiente para os animais, o sol do deserto bate sobre o recinto que é insalubre e pouco natural para os golfinhos.

Além disso, há evidências que mostram o impacto negativo de atrações que promovem o nado com golfinhos. De acordo com a Whale and Dolphin Conservation, isso é extremamente estressante para os animais e causa distúrbios comportamentais, doenças, queda da resistência imunológica e até mesmo a morte, informou o World Animal News.

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Destaques, Notícias

Cem milhões de tubarões são mortos por ano

Por Aisling Maria Cronin/One Green Planet (Tradução: Dhamirah Hashim/ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais)

Foto: Divulgação/One Green Planet
Foto: Divulgação/One Green Planet

Não há dúvidas de que o comércio de barbatana de tubarão tem sido devastador para a população mundial de tubarões. Algumas espécies tiveram um declínio de 98% nos números, enquanto mais de 200 outras estão em ameaça de extinção segundo a International Shark Foundation. Aproximadamente 100 milhões de tubarões são mortos por humanos todos os anos, com uma estimativa de 73 milhões desses sendo vítimas do comércio de barbatanas de tubarões.

A prática de retirar a barbatana de um tubarão é cruel e não regulada. O método mais comum do procedimento é simplesmente cortar fora a barbatana enquanto o animal está totalmente consciente. O resto do corpo do tubarão é inútil para os pescadores, então os animais são jogados de volta ao mar, para uma morte lenta e agonizante.

A sopa de barbatana de tubarão tem sido considerada uma iguaria tradicional na China, mas uma série de criativas campanhas conscientizadoras têm se esforçado para mudar a percepção do público chinês sobre o prato nos últimos anos e os ajudar a enxergar que isso está, de fato, levando os tubarões à extinção. No ano passado, foi relatado que Guangzhou – o foco do comércio de barbatana do país – viu um decréscimo de 82% nas vendas. No mesmo ano, a Philippine Airlines aceitou parar de transportar barbatanas de tubarão. Quando a United Parcel Service (UPS) anunciou em agosto que  também não iriam mais transportar barbatanas, foi aplaudido como mais uma grande vitória.

No entanto, o fato da FedEx continuar facilitando o comércio de barbatanas transportando os seus produtos têm sido causa para uma preocupação crescente entre ativistas de direitos animais ao redor do mundo. O grupo “Racing Extinction” – responsável pelo incrível documentário com o mesmo nome que agora está conquistando o mundo – voltou a sua atenção para o problema estimulando seguidores do Tumblr a chamar a atenção da FedEx.

“A FedEx tem uma escolha a fazer. Vão se juntar à UPS e outras empresas de transporte e defender os tubarões, ou vão continuar contribuindo para a sua extinção? Agora é a hora de nós todos fazermos nossa parte para salvar os tubarões, e exigir que a FedEx pare de transportar suas barbatanas. A companhia está começando a suar, reconheceu nosso pedido para mudar a sua política e levou o pedido até a sua liderança sênior.”

Eles estão instigando pessoas a ligarem para o CEO da FedEx, Fred Smith, e deixarem uma pequena mensagem exigindo que a sua companhia aja para salvar os tubarões.

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FedEx transporta três leoas do Panamá para santuário de vida selvagem nos EUA

Ontem (27) a FedEx promoveu um resgate verdadeiramente salvador para a vida para três leoas irmãs, de 15 anos, que viajaram para sua nova casa nos Estados Unidos.

A FedEx Express doou o transporte do Panamá, onde habitavam as felinas, para o Santuário de Animais Silvestres em Denver, Colorado. A mudança permitirá que nesse período em que já estão em fase de envelhecimento, elas recebam mais cuidados e tenham melhores condições de vida no maior e mais antigo santuário sem fins lucrativos dos Estados Unidos, dedicado exclusivamente ao resgate de animais carnívoros de grande porte ameaçados de extinção.

As leoas, que viveram por mais de 10 anos em Fiera de la Chorrera, local próximo a cidade do Panamá, , foram colocadas em gaiolas especiais e transportadas para o Aeroporto Internacional Tocumen. De lá, seguiram no avião Airbus A300 da FedEx para o hub da empresa em Memphis, onde foram cuidadosamente transferidas para outro vôo até o destino final.

A missão de resgate foi um esforço conjunto entre a FedEx Express, a Autoridade Nacional do Ambiente (Anam) do Panamá, Gamboa Animal Rescue, Santuário de Animais Silvestres, além de outras organizações de direitos animais.

“Foi  um privilégio ser a empresa digna  de confiança  que transportou essas leoas”, disse Michael L. Ducker, diretor de operações da FedEx Express.“Nossa rede de transporte e vasta experiência no envio de cargas delicadas fez da FedEx a escolha certa para esse tipo de ação. Ficamos muito felizes com a oportunidade de contribuir com este resgate”.

“O Santuário de Animais Selvagens, com 720 acres, será um habitat ideal para os animais, proporcionando-lhes melhores condições de vida”, disse Lucia Chandeck, administradora geral da Panamanian National Environmental Authority (Anam). “Agradecemos a FedEx Express e todas as organizações envolvidas que tornaram essa transferência possível.”

Com informações do Inteligemcia

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