Notícias

Peste suína africana avança pelo mundo e mata milhões de porcos e javalis

Pixabay/Alexas_Fotos

A peste suína africana tem tirado a vida de milhões de porcos e javalis em todo o mundo. O vírus, da família Asfarviridae, tem se espalhado por vários países.

Após passar pela Europa, a doença chegou à China há dois anos, e já matou 440 milhões de porcos no país. Os animais morrem em uma semana. Wagner Yanaguizawa, analista do Rabobank do Brasil, explicou ao portal Exame que o surto sem precedentes registrado na China tem relação, em boa parte, com o fato de que os porcos são criados em pequenas propriedades, “mais difíceis de serem fiscalizadas”.

No mundo inteiro, 25% do total de porcos explorados para consumo já morreram e, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal, a doença já atingiu 50 países. Não existe tratamento para a doença, tampouco vacina.

O vírus foi identificado pela primeira vez há quase cem anos na África e é transmitido por carrapatos. Agressiva e altamente contagiosa, a doença causa febre alta e hemorragia letal nos porcos.

Na Índia, mais de 14 mil porcos já morreram. Na Europa, nove países já confirmaram ter registrado a doença nos animais, entre eles a Bulgária, Romênia e Bélgica. O contágio, de acordo com a European Food Safety Authority (EFSA), está ocorrendo rapidamente.

Polônia e Grécia também apresentam casos da doença. Por isso, o governo da Alemanha determinou a construção de uma cerca eletrificada na fronteira com a Polônia para tentar evitar o contágio.

A doença não chegou ao Brasil até o momento e está em declínio na China, mas ainda não foi controlada no país, que registrou novos casos na província de Gansu.


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Destaques

Animais são deixados para sangrar até a morte em laboratório de testes alemão

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Imagens fortes e comoventes mostram macacos presos pelo pescoço a suportes de metal, enquanto gatos e cães sangram até a morte em filmagens secretas que, segundo os ativistas pelos direitos animais que as realizaram, foram feitas em um laboratório alemão de toxicologia.

A organização alemã que atua em defesa dos animais Soko Tierschutz, juntamente com a ONG Cruelty Free International, revelam que o suposto abuso ocorreu no Laboratório de Farmacologia e Toxicologia do LPT em Mienenbuttel, nos arredores de Hamburgo.

As fotos mostram macacos amarrados a suportes de metal presos em fileiras na parede, outros têm a cabeça imobilizada e são vistos tentando escapar desesperadamente, enquanto um cão da raça beagle parece sangrar em abundância em gaiolas mínimas e apertadas.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Um ativista disfarçado conseguiu um emprego nas instalações de pesquisa de dezembro de 2018 a março de 2019 e diz que testemunhou testes em cães da raça beagle, macacos, gatos e coelhos, realizados para empresas em todo o mundo.

O funcionário disfarçado disse que os animais eram mantidos em condições horríveis.

Beagles supostamente tiveram tubos forçados em suas gargantas e receberam cápsulas, e deixaram o sofrimento e o sangramento freqüentemente após os experimentos.

Ele afirmou também que os animais eram tratados com violência pelos demais trabalhadores, que não são treinados e não se importam com eles.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Friedrich Mullen, do Soko Tierschutz, disse: “Os animais ainda estavam balançando as caudas quando foram levados para serem mortos, os cães estavam desesperados por contato humano”.

Ele acrescentou: “O pior tratamento era o dispensado aos macacos. Os macacos da espécie macaque são pequenos primatas relativamente leves, que são frequentemente usados para experiências com animais no LPT”.

“Eles são mantidos em condições insalubres em pequenas gaiolas onde mal podem se mexer. Muitos dos animais desenvolveram tendências compulsivas (sofrimento mental) e são vistos girando em círculos”.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

O responsável pelas imagens disse que os gatos recebem até 13 injeções por dia por profissionais não treinados e são deixados a sofrer os efeitos das substâncias químicas tóxicas que lhes são administradas.
Os ativistas pelos direitos animais relataram o caso à polícia que está investigando a denúncia.

As ONGs também afirmam que as leis na Alemanha responsáveis por proteger os animais de experimentos em laboratório não são suficientemente rígidas e pedem que as leis sejam mais rigorosas.

O LPT é um laboratório de testes de propriedade familiar que trabalha por contrato, lá são realizados testes de toxicidade para empresas farmacêuticas, industriais e agroquímicas de todo o mundo, a fim de atender aos requisitos de governos e autoridades reguladoras.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

De acordo com a organização Cruelty Free International: “O teste de toxicidade envolve envenenar animais para ver quanto de um produto químico ou medicamento é necessário para causar sérios danos, na tentativa de medir o que pode ser uma dose ‘segura’ para os seres humanos”.

Os animais recebem injeções ou são obrigados a comer ou inalar quantidades crescentes de uma substância para medir os efeitos tóxicos que podem ser graves desse determinado composto químico, efeitos que incluem vômitos, sangramento interno, dificuldade respiratória, febre, perda de peso, letargia, problemas de pele, falência de órgãos e até morte. Não são fornecidos anestésicos ou nenhuma espécie de alívio da dor.

Michelle Thew, diretora executiva da Cruelty Free International, declarou: “Nossa investigação descobriu um terrível e absurdo sofrimento animal, cuidados inadequados, práticas inaceitáveis e violações das leis europeias e alemãs.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

“Estamos pedindo que o Laboratório de Farmacologia e Toxicologia (LPT) seja fechado. Também estamos pedindo uma revisão abrangente do uso de animais em testes de toxicidade regulamentar na Europa, incluindo o Reino Unido”.

“Toda investigação, sem exceção, mostra uma história semelhante de miséria e desrespeito à lei”, disse a diretora.

O Daily Mail, fonte dessa matéria, tentou entrar em contato com o Laboratório de Farmacologia e Toxicologia do LPT para comentar, mas não obteve resposta.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

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De olho no planeta

‘Os oceanos estão com febre’, diz pesquisador sobre aquecimento das águas

Uma pesquisa publicada no site da Nature Climate Change concluiu que o número de ondas de calor que estão afetando os oceanos aumentou drasticamente. Trata-se de uma primeira análise global sistemática das ondas de calor oceânicas, quando as temperaturas atingem extremos por cinco dias ou mais.

Foto: dimitrisvetsikas1969/Creative Commons

Entre 1986 e 2016, o número de dias de ondas de calor aumentou mais de 50% em comparação com o período entre 1925 a 1954, levando à perda de florestas de algas marinhas, tapetes de ervas daninhas e recifes de coral, sobretudo na Califórnia e na região costeira da Austrália à Espanha.

“Há incêndios que devastam florestas inteiras produzidos pelas ondas de calor que se percebem nos continentes, mas é importante saber que o mesmo ocorre nos oceanos, debaixo d’água”, disse Smale. As informações são do jornal “The Guardian”.

As ondas de calor tem sido ainda mais fortes porque as temperaturas já estão elevadas devido ao fenômeno El Niño, que aquece as águas do Pacífico. O calor em excesso impede, inclusive, que alguns animais tentem escapar buscando águas mais frias.

O laudo da pesquisa foi confirmado pelo professor Malin Pinsky, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, que não fez parte da equipe dos pesquisadores envolvidos no estudo. “Esta pesquisa deixa claro que as ondas de calor estão atingindo o oceano em todo o mundo. Os oceanos estão com febre. Esses eventos provavelmente se tornarão mais extremos e mais comuns no futuro, a menos que possamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, disse.

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Notícias

Mais de 14 mil porcos são mortos na China por ameaça de febre suína

Milhares de porcos foram mortos em uma cidade no Leste da China após um suposto surto de febre suína africana, que estaria se espalhando para países vizinhos. A ação foi realizada após o primeiro caso ter sido registrado em Pequim no início de agosto e desde então o vírus teria se espalhado para várias outras cidades.

Estima-se que cerca de 15 mil porcos tenham sido condenados à morte. Segundo as autoridades locais, os animais foram isolados em uma área de quarentena e mortos. O vírus responsável pela doença não é nocivo a seres humanos, mas provoca febre hemorrágica nos animais, que costumam ter uma morte lenta e agonizante.

Foto: Pixabay

O principal responsável pela rápida e exponencial contaminação é o confinamento dos animais e sua reprodução em larga escala para atender a demanda do consumo humano. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), metade dos porcos de todo o mundo são criados e consumidos apenas na China.

Um estudo divulgado pela The International Journal of Comparative Psychology afirma que porcos são animais extremamente sensíveis e inteligentes podendo ser comparados a chimpanzés e crianças humanas. Eles são capazes de expressar emoções complexas, possuem ótima memórias e demonstram empatia por outros membros de sua espécie.

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De olho na saúde

Temperatura alta em animais é sinal de febre

Divulgação

A única maneira de mensurar a febre de um animal é com o termômetro pela via retal e geralmente eles nunca deixam que isso seja feito em casa. Há outras formas de “supor” o estado febril dos animais como: perda de apetite, sonolência em demasia e aumento da temperatura nas regiões com ausência de pelo.

“No caso do cão, a temperatura média gira em torno de 38°C a 39°C, portanto, maior que a nossa. Por isso, é muito comum acharmos que eles estão mais quentes”, explica Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. O nariz dos cães pode ficar seco por várias razões, entre elas a febre. Se suspeitar que seu animal apresenta algum desses sintomas, procure um médico veterinário.

Fonte: Revista Meu Pet

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Destaques, Notícias

Criança é hospitalizada após sumiço de cachorro

Segundo seus familiares, logo assim que soube do desaparecimento de Oscar, Jr. Peçanha, 3 anos, apresentou febre alta e batimento cardíaco irregular
Mesmo no Hospital Beth Israel, Jr. Peçanha, 3 anos, pergunta constantemente a família pelo cão desaparecido (foto)

Desde a tarde da última sexta-feira (6), familiares do menino Jr. Peçanha, 3 anos, filho de imigrantes brasileiros, vêm fazendo um apelo à comunidade na busca por “Oscar de La Renta”, um cão de 5 anos de idade da raça mini-pincher, desaparecido na Walnut St., no centro do Bairro do Ironbound, em Newark (NJ). Segundo seus familiares, logo assim que soube do desaparecimento de Oscar no dia seguinte, o menino aparentemente não se conformou e apresentou febre alta e batimento cardíaco irregular. Levado ao parque, ele se recusou a brincar, como geralmente fazia, e quis sequer caminhar.

Preocupados, seus familiares o levaram ao Hospital Trinitas, em Elizabeth (NJ), sendo transferido posteriormente ao Hospital Beth Israel, onde encontra-se internado sob observação médica. O menino está sendo submetido a vários testes para determinar a razão dos súbitos sintomas. Mesmo no hospital, ele pergunta constantemente pelo cão desaparecido.

A busca por Oscar levou seus tutores a abrigos públicos de animais perdidos em Belleville, Bloomfield e Newark, sem sucesso. Segundo seus familiares, desde que Jr. nasceu ele mantinha contato frequente com Oscar e, consequentemente, desenvolveu uma intensa afinidade com o animal.

A cor do pelo de Oscar é marrom escura, ele pesa menos de 5 libras e portava uma coleira estilo “Army” quando desapareceu. Seus donos recompensarão quem, por ventura, o encontra-lo e devolvê-lo à família.

Mais informações podem ser obtidas através do tel.: (908) 966-6012, falar com Hilda.

Fonte: Brazilian Voice

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Você é o Repórter

Cadela muito doente com suspeita de cinomose precisa de ajuda em SP

Giselle Sarbouck Pastorello
giselle.sarbouck@hotmail.com

Resolvi resgatar com uma amiga, Adriana (não é da lista de proteção animal).

O Nico foi buscar a menina e levou ao Hospital Veterinário Vila Matilde Animaniacs, foi atendido pela Dra. Tatiana (11) 2653-1667, está em meu nome na clínica. Uma amiga da Fabi ficou de depositar os R$ 100,00 do taxi dog.

A pequena deve ter no máximo um ano e meio. Não tem fratura aparente na coluna, a não ser que tenha levado alguma pancada e esteja com edema (não aparece no Raio-X), ou pode ser uma sequela de cinomose. Ela estava com muita de febre, urinando sangue, está com hemograma ruim, o que nos leva a pensar que esteja ao final de uma cinomose, pela paralisia.

As patas traseiras estão atrofiadas, não tem dor profunda, mas, possui reflexos para urinar e evacuar e em uma das patas responde ao uso da pinça.

Quem quiser visitá-la, o endereço é Avenida Pasteur, 50 – Vila Matilde – Zona Leste

Toda ajuda é mais do que necessária, quem sabe da minha luta com o Banzé sabe bem que os gastos e cuidados com um animal paraplégico é difícil.

Ela precisa de uma ração superpremium, latas de AD, colchão caixa de ovo (casas de material cirurgico vendem), fraldas grandes e ajuda para custear tudo isso.

O Clube dos Vira-Latas iam assumi-la, mas, depois de já estar na clínica e com quadro sério, fiquei com medo de removê-la, temos que estabilizar e mesmo sabendo que desta vez, posso realmente me dar muito mal (afinal já tenho o Banzé com custos altíssimos), falei com a Dri e vamos tentar mantê-la onde o Banzé está, e em hotel, Deus permita que consigamos.

O Clube realiza um trabalho maravilhoso, sabemos das dificuldades, então, estamos abraçando esta pequenina (de mais de 20kg) com todo nosso amor, quem sabe ela e o Banzé fazem amizade mais para frente?

A questão agora é preocupante, pois os gastos são muito altos. Hoje será a primeira sessão de acupuntura.

Bradesco
Ag 0475
Cc 62009-2
CPF – 343.648.248-01

Se precisarem de uma conta do Itaú me avisem, que abri uma na semana passada, posso pegar o número.

Contato: Gi e Dri – (11) 7856-4368

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Você é o Repórter

Cãozinho muito magro, resgatado com febre e fome, precisa de ajuda e adoção (SP)

Juana Braga
juanabraga@yahoo.com.br

Sem pressa e indiferente a tudo ele caminhava lento sob o sol escaldante, não tinha forças para se rebelar, o que você teria feito? Seu nome agora é Tito.

Domingo, lindo dia de sol, a Ana Paula Delgado e eu voltávamos felizes da doação de um cachorro no Morumbi, quando um ser invisível aos olhos de humanos insensíveis cruza nosso caminho. A Ana me pergunta: você viu? Não, não vi nada. Nossa ele está pele e osso, olha as costelas e quase não tem pelos no corpo! Como assim, o que, onde? Ana volta, e lá estávamos nós frente a frente com esse cachorro. A dúvida: e agora? Já temos tantos, o Yan, o Boris, o Flock, Coyote… o… o… o…

Não deu, apesar de nosso racional sinalizar perigo, nosso emocional foi mais forte e nós o resgatamos. Ingênuas como a maioria dos protetores, nos dirigimos ao hotel onde ficam hospedados nossos cães… Óbvio: ele não foi aceito. Com esse aspecto, essa magreza, a pobreza estampada na sua carinha sofrida; a sarna , a fome, a miséria escancaradas, ele não era o hóspede ideal.

Ficamos rodando pensando onde levá-lo, todas clínicas que funcionam aos domingos são caras, PetCare no Morumbi é um assalto, Rebouças nem pensar, então nos lembramos do dr. Marcelo, que abre até as 14h; o preço não é barato, mas não se compara aos outros.

Quando a veterinária de plantão, dra. Gabriela o viu, exclamou: “que dó!!!’. Está magérrimo, com febre, sua temperatura era 40º, lotado de pulgas e carrapatos, com sarna em estado muito avançado, e o pior de tudo: o estado de seus dentes. As fotos são claras (dizem que a pobreza se mede pela dentição, e é verdade). Está com muito tártaro, retração da gengiva, dentes podres, um cheiro fétido, que pena…

Ele é um anjo, como são anjos todos os abandonados. Esse cãozinho devia estar vagando pelas ruas há muito tempo, estava “morrendo de fome”.  Enquanto era atendido pela veterinária nos olhava confiante, como dizendo: agora finalmente alguém me enxergou, não vou sofrer mais. O deixamos internado na clínica até hoje, 13/09, quando será transferido para a Clínica Manecão, onde está o Yan (Weimaraner), e lá ficará internado até que seu estado de saúde melhore.

Ficou tomando banho com triatox, foram administradas várias medicações, feito hemograma e exame de fezes. Saímos da clinica confiantes e torcendo para que mais uma vez vocês possam nos ajudar a cuidar desse flagelado.

Ele ficou internado, e nós, endividadas.

Mais uma vida salva, mais despesas, mais pedidos…

Acreditem, ele vai ficar muito bonito depois de cuidado, é de porte pequeno, parece mestiço de poodle com fox terrie, no momento está quase “careca”, mas percebemos que é bem peludo, tem por volta de 4 anos apesar de muito judiado pela vida (humanos).

Caso possam nos auxiliar favor enviar um e-mail ou nos telefonar.

Contatos:

Juana Braga

Tel: 11 9995-8177 e 9964-2314

E-mail: juanabraga@yahoo.com.br

Ana Paula Delgado

Tel: 11 9626-0852

E-mails: paulinhadelgado@terra.com.br e ana_paula.delgado@roche.com

Clinica Manecão

Tel:  011-5044-4216,

Rua Alvaro Rodrigues, 165

Obs.: como o Yan também está nessa clínica, por gentileza colocar o nome do cachorro ao qual se destina a ajuda.

Podem visitá-lo, ele vai adorar, fica num bairro na zona Sul de São Paulo, no Brookin.

Nota da Redação: Graças à ajuda de todos que se mobilizaram e contribuiram para a melhora do Tito, ele vem se recuperando dos maus-tratos e já está alegre e saudável. Para quem quiser solicitar informações sobre os gastos efetuados com o tratamento deve enviar um email para a protetora Juana: juanabraga@yahoo.com.br . Vejam fotos recentes do Tito, enviadas em outubro de 2010:

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Notícias

Projeto piloto de castração de animais é aprovado por população

Fazer o controle da população de cães e gatos da cidade, diminuindo os riscos de doença, acidentes e abandono foi o principal objetivo de um projeto testado pela Secretaria Municipal de Saúde de Arujá no último sábado, 12.

O projeto piloto de castração aconteceu no bairro Jardim Via Dutra e parte do Copaco, atendendo 54 animais (9 cães machos e 18 fêmeas, 11 gatos e 16 gatas). Os tutores dos bichos aprovaram a iniciativa, que será estendida para toda a cidade em 2010.

Foto: Reprodução/ Jornal da Cidade de Arujá
Foto: Reprodução/ Jornal da Cidade de Arujá

Para realizar o mutirão de cirurgias, a Secretaria de Saúde fez uma parceria com a empresa Veterinários na Estrada, que há um ano desenvolve esse trabalho em municípios de todo o País. Além de realizar as castrações, a equipe também ensina a técnica utilizada aos veterinários da Secretaria da Saúde. O método, por sinal, é muito simples, rápido e permite que o animal se recupere em poucas horas.

De acordo com a supervisora da Vigilância Sanitária e Zoonoses da Secretaria de Saúde, a veterinária Nanci Cordeiro Prianti, antes do mutirão foi necessário o pré-cadastramento dos animais e o agendamento da cirurgia: “Os tutores foram orientados a deixá-los em jejum no dia anterior à cirurgia. E se, no dia, eles apresentassem diarreia ou febre não poderiam ser castrados”. Os resultados do programa piloto, segundo ela, agora serão usados na montagem do programa em toda a cidade.

Benefícios

Em qualquer município, o controle da população de animais errantes (aqueles que vivem nas ruas) é essencial para a comunidade. De acordo com uma das proprietárias da Veterinários na Estrada, Amélia Margarida, soltos, eles disseminam vermes, sarna e zoonoses importantes como raiva e outras.

Além disso, há os riscos de acidentes: “Uma fêmea no cio atrai dezenas de machos que ficam andando pelas ruas por entre os carros. A possibilidade de um motorista bater o veículo por causa disso sempre existe”. Outro fator apontado pela veterinária é o abandono dos animais nas ruas pelos tutores.

Amélia lembra que o cachorro macho não castrado marca seu território urinando pela casa, no quintal, no carro da família. Os gatos brigam demais com outros machos pela disputa da fêmea, além de fazerem o tão conhecido barulho à noite: “São comportamentos que a família muitas vezes não tolera e acaba se livrando do bicho. A castração diminui demais esse problema”. A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Mirian Miletti, acrescenta que os problemas causados pela falta de controle de natalidade da população de cães e gatos oneram os cofres públicos.

Estrutura

A secretária municipal de Saúde, Dagmar Corato, salienta que, para 2010, a realização do projeto já está garantida: “Montar esse projeto piloto ainda este ano era uma questão de honra para nós. Com a parceria com a Veterinários na Estrada nós estamos otimizando o atendimento e reduzindo o custo para o município”.

O projeto também mostra, segundo a secretária, a preocupação da administração com a questão das zoonoses no município e o investimento que está sendo feito: “Além da continuidade dos mutirões, teremos a construção de um canil municipal, com melhor estrutura de trabalho para a equipe de Controle de Vetores e Zoonoses e, consequentemente, melhor atendimento à população”.

Fonte: Jornal da Cidade de Arujá

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Leishmaniose afeta cada vez mais cães em Portugal

A leishmaniose afeta 110 mil cães em Portugal e torna-se mais grave com o calor, segundo o Observatório Nacional das Leishmanioses. A doença é transmitida pelo mosquito hospedeiro intermediário flebótomo e pode afetar os tutores dos animais.

O período de incubação depende da gravidade do caso, mas tanto pode ser entre 10 e 25 dias, quanto chegar a até um ano. Depois deste período, podem surgir escaras pruriginosas na pele do animal, provocando sensação de calor e dor.

Um dos primeiros sinais da manifestação da doença é a inflamação dos gânglios próximos ao local da picada do mosquito. As lesões internas provocadas pela doença provocam o aumento do volume do baço, febre e dor abdominal.

No Dia Mundial do Animal (04/10, domingo passado) duas entidades de proteção se associaram a uma empresa farmacêutica e realizaram uma campanha de apelo à medicina preventiva para a doença.

Segundo o Correio da Manhã, todos os anos a doença provoca o aumento do número de animais abandonados.

Fonte: Fábrica de Conteúdos

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